Ana Castela nega que seja ela em vídeo de câmera com sensor de temperatura e brinca “Eu não peido”
Ana Castela nega que seja ela em vídeo de câmera com sensor de temperatura e brinca: “Eu não peido” pic.twitter.com/1kWndX60eU
— SERTANEJO NA NET (@sertanejonanet) January 29, 2026
A produção de gases ocorre principalmente durante a digestão e a fermentação de alimentos no trato gastrointestinal. Bactérias presentes no intestino fermentam carboidratos que não foram completamente digeridos, liberando substâncias como hidrogênio, dióxido de carbono, metano e compostos sulfurados. Esses gases se acumulam e são eliminados pelo ânus em um processo conhecido como flatulência. Além disso, o organismo também pode expulsar o ar engolido durante as refeições, algo comum quando a mastigação é inadequada ou quando se fala enquanto come.
A médica Ivia Magalhães, especialista em Doenças Funcionais do Aparelho Digestivo pelo Hospital Albert Einstein, esclarece que não é possível identificar doenças apenas pelo cheiro ou pelo som dos gases. Segundo ela, avaliações médicas são indicadas quando o desconforto se torna frequente ou persistente. Alguns padrões, no entanto, podem ser observados. Gases produzidos pela fermentação de carboidratos, como feijão, batata e alimentos ricos em fibras, costumam ser eliminados em maior volume e com pouco odor, já que não contêm enxofre. Já gases com cheiro mais intenso geralmente indicam a presença desse elemento, associado à digestão de alimentos ricos em proteínas ou compostos sulfurados, como ovos, alho, cebola, brócolis e couve-flor. Frequência elevada também pode estar relacionada à má absorção de nutrientes, intolerâncias alimentares ou desequilíbrio da microbiota intestinal.
A produção excessiva de gases pode sinalizar uma dieta rica em alimentos fermentáveis, conhecidos como FODMAPs, intolerâncias alimentares, disbiose intestinal ou distúrbios como a síndrome do intestino irritável. A constipação intestinal também contribui para o aumento dos gases e para o odor mais forte, já que as fezes permanecem por mais tempo no intestino. Quando sintomas como dor abdominal, distensão, arrotos frequentes ou perda de peso surgem de forma recorrente, a orientação é procurar avaliação médica.
De modo geral, pessoas saudáveis apresentam gases com odor leve, e a frequência varia conforme a alimentação e os hábitos diários. Para reduzir o excesso, recomenda-se diminuir o consumo de alimentos que favorecem a formação de gases, comer devagar, mastigar bem, evitar falar durante as refeições, manter uma rotina de exercícios físicos, ingerir ao menos dois litros de água por dia e incluir probióticos, como iogurte, kefir e kombucha, na alimentação.
Leia Também: Babu ouve mensagem no Big Fone e supõe indicação ao Paredão
Fonte: Noticias ao Minuto



