sábado, abril 4, 2026
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Bolsonaro recebe alta hospitalar e volta a cumprir pena na PF

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O ex-presidente Jair Bolsonaro recebeu alta e deixou o Hospital DF Star no fim da tarde desta quinta-feira (1º). 

Um comboio formado por batedores da Polícia Militar do Distrito Federal e carros pretos descaracterizados saiu por volta das 18h40 da garagem do hospital, localizado na Asa Sul, região central da capital federal, a poucos quilômetros de distância da Superintendência da Polícia Federal, onde Bolsonaro está preso desde novembro. 

Saída do ex-presidente Jair Bolsonaro do hospital em que estava internado após fazer cirurgia. Foto: Rafael Calado/TV Brasil

Bolsonaro estava internado na unidade desde o último dia 24 e foi submetido a uma cirurgia de hérnia inguinal bilateral. 

Em seguida, a equipe médica avaliou a necessidade de realizar outros procedimentos para conter o quadro de soluços. Ontem (31), o ex-presidente passou por uma endoscopia, quando os médicos constataram a persistência de esofagite e gastrite.

Médicos que acompanham o ex-presidente informaram na quarta-feira (31) melhora da crise de soluços e já haviam programado a alta para hoje (1º) caso não houvesse nenhum novo problema de saúde.

Com a liberação hospitalar, Bolsonaro retorna à Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, onde está preso desde novembro após condenação de 27 anos e 3 meses pela trama golpista.

Na manhã desta quinta-feira, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes negou pedido feito pela defesa do ex-presidente que solicitava prisão domiciliar de natureza humanitária após a alta. 

Na decisão, Moraes avalia que a defesa de Bolsonaro não apresentou “fatos supervenientes que pudessem afastar os motivos determinantes da decisão de indeferimento do pedido de prisão domiciliar humanitária proferida no dia 19 de dezembro de 2025”.

O documento reforça que permanece autorizado acesso integral dos médicos de Bolsonaro, com os medicamentos necessários, incluindo um fisioterapeuta, “e a entrega de comida produzida por seus familiares”.

*Colaborou Lana Cristina, da TV Brasil

Fonte: Agência Brasil

Cruzeiro recusa a terceira proposta do Flamengo por Kaio Jorge

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(UOL/FOLHAPRESS) – O Cruzeiro negou a terceira proposta do Flamengo por Kaio Jorge. O clube carioca segue insistindo na contratação do artilheiro da última edição do Campeonato Brasileiro, mas esbarra em rival decidido no mercado.

TERCEIRA RECUSA

A oferta na mesa da Raposa era avaliada em 30 milhões de euros (cerca de R$ 180 milhões). O Rubro-Negro chegou a envolver Everton Cebolinha em uma das propostas, mas, dessa vez, ofereceu apenas compensação financeira.

A insistência do Flamengo vem mesmo depois de a Raposa decretar a negociação como encerrada, como o UOL revelou.

O clube mantém o pé pela pedida de 50 milhões de euros (aproximadamente, R$ 314 milhões) pelo atacante, considerado pilar absoluto do elenco cruzeirense.

O jogador, por sua vez, não se opõe ao movimento para o Flamengo. O projeto apresentado é sedutor, e o estafe trabalhava nos bastidores para que o Cruzeiro, pelo menos, ouvisse a proposta rubro-negra.

Kaio Jorge tem muito carinho pelo Cruzeiro. Nos bastidores, tanto a saída quanto a permanência seriam consideradas “vitórias” para a carreira do jogador.

No momento, a transferência segue como improvável. Recém contratado, Tite também pediu para que a diretoria do Cruzeiro mantivesse Kaio Jorge no elenco para 2026.

Após um período de afastamento das competições para cuidar da saúde física e mental, Beatriz Haddad Maia retorna ao circuito da WTA na próxima semana

Folhapress | 14:24 – 08/01/2026

Fonte: Noticias ao Minuto

Baixos estoques de feijão acendem alerta para preços em 2026

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O mercado brasileiro de feijão começa 2026 com um sinal de alerta: os estoques estão baixos, equivalentes a cerca de 15 dias de consumo, enquanto o padrão é 60 dias. Essa questão pode fazer os preços da leguminosa subirem ao consumidor nos próximos meses. O risco maior recai sobre o feijão-carioca, item básico da alimentação das famílias de menor renda. 

Segundo Marcelo Lüders, presidente do Instituto Brasileiro do Feijão e Pulses (Ibrafe), os sinais de aperto na oferta já eram visíveis desde meados de 2025. “Dava para ver desde setembro e outubro que poderia haver uma valorização de preços, principalmente pela sinalização do volume armazenado em câmara fria”, afirmou à CNN Brasil. 

A situação dos estoques é agravada pela queda contínua da produção. A área plantada diminui ano após ano, pressionada por preços historicamente baixos e pela concorrência com culturas mais rentáveis, como soja e milho.  Há dez anos, o Brasil cultivava quase 1 milhão de hectares de feijão apenas na primeira safra (a leguminosa tem três ciclos). Para 2025/26, a estimativa é de apenas 796 mil hectares no verão. 

“O preço ficou baixo por muito tempo e desestimulou o plantio de feijão, principalmente carioca. O plantio que já deveria ter começado acabou não acontecendo”, explicou Luders. 

Nas três safras de feijão, o plantio já chegou a 5,8 milhões de hectares em 1995/96 e a previsão para 2025/26 é de 2,63 milhões de hectares.  

Além disso, muitos produtores têm substituído o cultivo de carioca pelo mungo ou caupi, que são variedades exportáveis. Como consequência, a temporada atual pode registrar a menor safra de feijão-carioca em 20 anos. Esse tipo de cenário historicamente resulta em maior volatilidade de preços no varejo. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) aponta 3 milhões de toneladas, 1,4% menos que no ciclo 2024/25 e 10% menos que há dez anos.  

Na safra de verão, concentrada no Paraná e Minas Gerais, a colheita deve ficar em 941,6 mil toneladas, volume 16,2% menor que o registrado em 2024/25 e significativamente inferior ao de uma década atrás. A produção de carioca está estimada em 321,4 mil toneladas, 7,5% menos que na primeira safra da temporada passada.   

Demanda fraca impede reação imediata dos preços 

Apesar da oferta mais curta e dos estoques reduzidos, os preços ainda não reagiram de forma expressiva. A principal explicação está na fraqueza da demanda doméstica. Estudo da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) indica que o brasileiro consumia em média 23 quilos de feijão por ano na década de 1961 a 1970. Em 2024, atingiu o menor índice da série, com 14 quilos per capita. A queda reflete mudanças no padrão alimentar do brasileiro, com perda de espaço do feijão no prato e maior consumo de alimentos industrializados. 

“Quando o preço sobe, o consumo cai um pouco mais. Há substituição por produtos mais baratos, como macarrão instantâneo e ultraprocessados. Mas no ano passado, mesmo com os preços baixos, o consumo não cresceu”, afirmou Luders. “O caminho do Brasil é apelar para o feijão pronto.” 

Carioca perde espaço  

A retração é mais intensa justamente no feijão-carioca, base da dieta do consumidor brasileiro. “Se pensarmos na produção de feijão com um todo não caiu tanto”, explicou Lüders. “Do ponto de vista do produtor, não existe problema. A questão é para o consumidor. Se o carioca ficar mais caro, isso pode desestimular ainda mais o consumo”, disse. 

O feijão-fradinho e o mungo são cultivados principalmente no Tocantins, Maranhão, Piauí e Rondônia. 

As exportações de feijão vêm crescendo e ajudam a sustentar o mercado, mas têm efeito restrito sobre os preços internos. Isso ocorre porque o volume exportado é composto majoritariamente por variedades pouco consumidas no mercado doméstico. 

O Brasil exportou 860 mil toneladas de feijão em 2025, segundo o Comex Stat, sistema de dados do Ministério da Indústria e Comércio, volume 6,3% superior ao de 2024 e 27% maior que o registado há cinco anos.   

Ainda há espaço para ajustes na próxima etapa do ciclo. “O produtor que ainda tiver tempo pode plantar na segunda safra, que começa em fevereiro”, afirmou Luders.  

Fonte: CNN BRASIL

EUA querem Groenlândia para barrar China no Ártico, dizem analistas

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Controlar todas as rotas marítimas para dificultar o comércio da China está por trás da intenção dos Estados Unidos (EUA) de invadir e anexar a Groenlândia, segundo avaliam especialistas em relações internacionais e geopolítica consultados pela Agência Brasil. 

O Oceano Ártico liga Ásia, Europa e América do Norte e, com as mudanças climáticas, espera-se que o derretimento das calotas polares reduza o preço de frete nessa região nas próximas décadas.

Em documento publicado em 2018, a China se classificou como um país “quase-ártico” e tem atuado em cooperação com a Rússia para aumentar sua presença no menor dos oceanos do planeta.

O major-general português Agostinho Costa, especialista em assuntos de segurança e geopolítica, explicou que os EUA já controlam praticamente todas as rotas comerciais e oceanos, mas que têm uma presença reduzida no Ártico.

“[A anexação da Groenlândia] é uma política de controle de rotas marítimas com o objetivo de bloquear a China. Os EUA controlam o Pacífico e o Atlântico, agora falta controlar o Ártico. Eles vivem mal com a ideia de, em um oceano tão importante como é o Ártico, ter uma presença residual”, explica o militar, ex-vice-presidente da Associação EuroDefese-Portugal.

Major-general português Agostinho Costa, especialista em segurança e geopolítica e ex-vice-presidente da Associação EuroDefese-Portugal – Foto: Pekka Kallioniemi/X

Observações de satélite da Nasa (agência espacial dos EUA) apontam que o gelo marinho está caindo 13% por década e o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), ligada à Organização das Nações Unidas (ONU), avalia que o Ártico pode ficar sem gelo entre 2050 e 2070.   

“Com o aquecimento global, a rota do Ártico diminui o tempo de navegação entre a China e a Europa”, lembra o general português Agostinho Costa, acrescentando que 80% do comércio global se faz pelos mares.

O cientista político Ali Ramos, autor de estudos sobre a Ásia, destacou que o derretimento das calotas polares na Rota do Norte deve baratear o frete marítimo entre os continentes em mais de um terço.

“A Rússia tem mais que o dobro de bases da Otan [Organização do Tratado do Atlântico Norte] no Ártico e a China recentemente emitiu um documento se considerando um país do entorno do Ártico, provavelmente em colaboração com os russos. O Trump precisa do Canadá e da Groenlândia para dissuasão, bases, mísseis e etc”, comentou.

Cientista político com estudos sobre Ásia e o mundo islâmico Ali Ramos – Foto: Ali Ramos/Arquivo Pessoal

Em documento publicado ainda durante o governo do americano Joe Biden, em 2024, o Departamento de Defesa dos EUA expressou a importância do Oceano Ártico para frear os concorrentes de Washington no cenário global.

“Grandes mudanças geopolíticas estão impulsionando a necessidade desta nova abordagem estratégica para o Ártico, incluindo a invasão em grande escala da Ucrânia pela Rússia, a adesão da Finlândia e da Suécia à Aliança da Otan, a crescente colaboração entre a República Popular da China (RPC) e a Rússia e os impactos acelerados das mudanças climáticas”, diz o documento.

A Rússia tem 54% do litoral do Ártico e essa posição privilegiada dá à Moscou condições favoráveis para definir as rotas marítimas.

“Se a Rota Marítima do Norte se tornar um elo vital no transporte marítimo global, o controle quase total da Rússia sobre a rota lhe daria uma alavanca econômica e diplomática para expandir sua influência regional”, avalia Lee Mottola, especialista em Conflito, Segurança e Desenvolvimento em artigo publicado no Instituto do Ártico.  

O analista afirma ainda que a China deseja usar o Ártico para driblar o controle que os EUA impõem em pontos de estrangulamento geopolítico da navegação global, como os estreitos de Malaca e o de Gibraltar.

“A continuidade da cooperação sino-russa em fatores econômicos e estratégicos é uma razão importante para que a Otan redobre seus esforços e atenção no Norte”, acrescenta Mottola.

Ameaça 

Com apenas 56 mil habitantes, a Groenlândia é um território semiautônomo do Reino da Dinamarca. Desde que assumiu seu segundo mandato, o presidente dos EUA, Donald Trump, tem ameaçado invadir e anexar a região, medida que é criticada pelos próprios aliados europeus.

“Precisamos da Groenlândia para nossa segurança nacional. Se você olhar para Groenlândia, olhar para cima e para baixo da costa, tem navios russos e chineses por todas as partes”, alertou o chefe da Casa Branca um dia após bombardear e invadir a Venezuela.  

O major-general português Agostinho Costa destaca que o governo Trump tem adotado medidas semelhantes à de séculos passados.

“A primeira coisa que Trump fez quando assumiu o poder foi falar que queria o Canal do Panamá, que queria o Canadá como 51º estado dos EUA e que quer a Groenlândia. É uma estratégia que nos faz voltar ao século 15 ou 16, da pirataria, do controle dos mares”, concluiu.

Mapa Groenlândia e Mar Ártico – Arte/EBC

Fonte: Agência Brasil

Suspeito de participar de confronto que deixou delegado baleado morre a tiros em bairro nobre de Salvador

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O homem suspeito de estar entre o grupo que atingiu o delegado da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR), Jean Fiúza, durante uma ação policial na Engomadeira, foi morto nesta quinta-feira (8). O suspeito foi identificado como Matheus de Jesus Santos.

O suspeito é apontado pela Polícia Civil como traficante de drogas. E é suspeito de estar no grupo que atirou no delegado e policiais durante operação no bairro da Engomadeira em julho deste ano. Na época, o delegado Jean Fiúza precisou passar por cirurgia no Hospital Geral do Estado (HGE).

Após a troca de tiros, Matheus fugiu e era procurado pela polícia. Por meio de uma denúncia anônima, a localização do suspeito foi identificada. Nesta quinta, os agentes tentaram cumprir o mandado de prisão em imóvel na Graça, mas foram recebidos com tiros pelos suspeitos. Segundo a PC, ele fez uma mulher de refém. Matheus foi baleado pelos policiais, foi socorrido para o HGE, mas não resistiu aos ferimentos. No local foram apreendidos uma arma, munições e drogas.

Fonte: Farol da Bahia

Fotos raras revelam um lado oculto de Marilyn Monroe

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Quando pensamos em Marilyn Monroe, vem logo à cabeça cachos loiros curtos, lábios vermelhos, sorriso deslumbrante, uma de suas muitas roupas icônicas e um olhar sensual em seus olhos. Mas pouca gente pensa em Norma Jeane Mortenson, seu nome verdadeiro, ou como foi sua infância, ou o quanto ela teve que trabalhar duro para se torna a atriz por trás do símbolo que se tornou.

Do seu complicado relacionamento com a mãe, passando pelo trabalho numa fábrica de munições até sua carreira de modelo e explosão no cinema de Hollywood, a estrela teve vários casamentos famosos e nunca perdeu seu comportamento gentil e inquieto. Clique na galeria e descubra mais sobre o ícone pop que é Marilyn Monroe através de fotos raras da lendária celebridade!

Fonte: Noticias ao Minuto

Vance diz que vítima de agente do ICE foi radicalizada e interferiu em ação

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O vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, defendeu o ICE (Serviço de Imigração e Alfândega) durante coletiva de imprensa nesta quinta-feira (8) após uma operação em Minneapolis terminar com a morte de uma mulher.

Vance afirmou que a vítima “estava lá para interferir em uma operação legítima de aplicação da lei”.

Ele também alegou que a mulher morta devia ter sido “um pouco manipulada” e afirmou, sem provas, que ela também devia ter sido “radicalizada”.

Em outro momento, o vice-presidente acusou a mulher de fazer “parte de uma rede de esquerda mais ampla para atacar, invadir, agredir e impossibilitar que nossos agentes da imigração fizessem seu trabalho”, sem apresentar qualquer prova para suas alegações.

*em atualização

Fonte: CNN BRASIL

Lula veta integralmente PL da Dosimetria

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou integramente, nesta quinta-feira (8), o Projeto de Lei nº 2.162 de 2023, conhecido como PL da Dosimetria, aprovado em dezembro pelo Congresso Nacional. O texto prevê a redução de penas de condenados pelos atos antidemocráticos de 8 de janeiro e pela tentativa de golpe de Estado.

O anúncio foi feito durante ato, no Palácio do Planalto, que marca os três anos dos ataques perpetrados por manifestantes apoiadores de Bolsonaro que, inconformados com o resultado das eleições, invadiram o Congresso Nacional, o Palácio do Planalto e o Supremo Tribunal Federal (STF).

“Todos eles tiveram amplo direito de defesa, foram julgados com transparência e imparcialidade. E, ao final do julgamento, condenados com base em provas robustas, e não com ilegalidades em série, meras convicções ou [apresentações de] Powerpoint fajutas”, disse Lula.

“Quero parabenizar a Suprema Corte pela conduta irrepreensível ao longo de todo esse processo. Julgou e condenou no estrito cumprimento da lei. Não se rendeu às pressões, não se amedrontou diante das ameaças. Não se deixou levar por revanchismo. Saiu fortalecida. Sua conduta certamente será lembrada pela história”, completou.

Ao citar o poeta hispano-americano George Santayana, Lula concluiu: “Aqueles que não conseguem lembrar o passado estão condenados a repeti-lo. Em nome do futuro, não temos hoje o direito de esquecer o passado. Por isso, não aceitamos nem ditadura civil nem ditadura militar. O que queremos é democracia emanada do povo e para ser exercida em nome do povo”.     

Com o veto, o projeto volta para o Congresso. 

Entenda

O PL da Dosimetria determina que os crimes de tentativa de acabar com o Estado Democrático de Direito e de golpe de Estado, quando praticados no mesmo contexto, implicarão no uso da pena mais grave em vez da soma de ambas as penas.

O foco do projeto é uma mudança no cálculo das penas, “calibrando a pena mínima e a pena máxima de cada tipo penal, bem como a forma geral de cálculo das penas”. O texto reduz também o tempo para progressão do regime de prisão de fechado para semiaberto ou aberto.

Tais mudanças poderiam beneficiar condenados pelo 8 de janeiro, como o ex-presidente Jair Bolsonaro, além dos militares Almir Garnier, ex-comandante da Marinha; Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa; Walter Braga Netto, ex-ministro da Casa Civil; e Augusto Heleno, ex-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI).

O projeto de lei também reduziria o tempo de progressão de pena para alguns criminosos comuns, segundo especialistas ouvidos pela Agência Brasil.

Fonte: Agência Brasil

Presidente do Paraguai diz não querer reduzir a tarifa de Itaipu

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O presidente do Paraguai, Santiago Peña, não concorda com o posicionamento do Brasil de reduzir a tarifa de Itaipu Binacional a partir de 2027 e, assim, perder o acesso a recursos destinados a gastos socioambientais que, segundo o mandatário paraguaio, são fundamentais para investimentos do país vizinho.

A tarifa regulada, que seria de US$ 9/kW a partir de 2024, foi fixada em US$ 19,28/kW até 2026. Essa diferença é usada pelos países para gastos diversos — no Brasil, o governo Lula tem feito repasses a projetos socioambientais, incluindo, por exemplo, mais de R$ 1 bilhão para custear obras em Belém (PA) para a realização da COP 30.

Nas negociações da revisão do Anexo C do Tratado de Itaipu, que começaram em dezembro de 2025, o governo brasileiro demonstrou estar disposto a voltar à tarifa de US$ 9 e, assim, cortar os gastos socioambientais — essa posição foi confirmada pelo ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira. É nesse ponto que reside a principal divergência entre os países.

“[O excedente socioambiental] Pode ser mais restrito, mas não pode ser zero. Itaipu continua tendo uma responsabilidade em sua área de influência, no Alto Paraná, Canindeyú e outros departamentos [regiões]”, falou Santiago Peña.

As negociações sobre o Anexo C haviam sido interrompidas após a acusação do Paraguai de ter sido espionado pela Agência Brasileira de Inteligência (Abin) entre junho de 2022 e março de 2023 — o Brasil foi acusado de ter hackeado o sistema do país vizinho para acessar dados sigilosos no início das negociações do tratado. O governo paraguaio, entretanto, deu o assunto como concluído após explicações do Brasil.

Nas conversas sobre o Tratado de Itaipu, além do valor da tarifa, o Paraguai insiste na autonomia de vender o excedente da energia produzida em Itaipu para outros países além do Brasil. Isso, segundo presidente paraguaio, seria a forma de compensar dívidas acumuladas pelo país ao longo dos anos com a construção da usina. Sem contar que seria fundamental para o desenvolvimento do país.

“Há muitas dívidas com o Paraguai e com os paraguaios, e parte dessas dívidas estão sendo pagas com investimentos em infraestruturas, saúde, educação e segurança”, acrescentou Peña.

Fonte: Gazeta do Povo

Fachin: 8/1 foi um ato premeditado, pautado pela negação do diálogo

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O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Edson Fachin, elogiou nesta quinta-feira (8) o trabalho do ministro Alexandre de Moraes na condução dos processos que envolvem a tentativa de golpe de Estado.

“Esteve onde precisava estar, não por bravata, mas porque era seu oficio. Que o exemplo de sua atuação no 8 de Janeiro nos lembre que defender a Constituição é também defender aqueles que com generosidade e abnegação colocaram a instituição à frente”, disse.

A declaração ocorreu durante evento em alusão aos três anos dos ataques às sedes dos Três Poderes. Na abertura da exposição “8 de janeiro: Mãos da Reconstrução”, no Espaço do Servidor, o presidente da Corte afirmou que o episódio “foi um ato premeditado, pautado pela negação do diálogo”.

Segundo Fachin, o Brasil está dando grande exemplo de resiliência pelo mundo. “É preciso resistir, sempre dentro dos marcos democráticos. O preço da democracia e da liberdade é mesmo, como já se disse, uma eterna vigilância”.

Balanço

De acordo com o Supremo, o total de responsabilizados pelo 8 de Janeiro é de 1.399 pessoas. Para além dos condenados já citados, estão incluídos nessa lista 564 pessoas que assinaram um Acordo de Não Persecução Penal, medida firmada entre o Ministério Público e o investigado que permite evitar um processo criminal quando o crime é menos grave.

Em paralelo às condenações, a Justiça ainda enfrenta o desafio de capturar dezenas de réus condenados que permanecem foragidos, muitos deles em solo estrangeiro. Até então, não houve a divulgação de um número total de réus que estão no exterior. No entanto, o STF afirmou já ter pedido, por meio do governo brasileiro, 61 extradições. Os destinos mais conhecidos desse grupo são a Argentina e os Estados Unidos.

Entre os foragidos mais conhecidos, está o ex-deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ), condenado a 16 anos de prisão. Ele está nos EUA e com mandado de prisão em aberto no Brasil.

Fonte: CNN BRASIL