sábado, abril 4, 2026
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Causa da morte de James Ransone, ator de The Wire, é revelada

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Menos de um mês após a morte de James Ransone, foi divulgada a causa do falecimento do ator conhecido pelo papel na série The Wire. Ransone morreu em 19 de dezembro, em Los Angeles, aos 46 anos.

De acordo com a certidão de óbito datada de 29 de dezembro e obtida pela revista People, a morte foi classificada como suicídio. O Instituto Médico Legal do Condado de Los Angeles já havia indicado, inicialmente, que se tratava de um aparente suicídio.

Dias depois, a viúva do ator, Jamie McPhee, se manifestou publicamente pela primeira vez. Em uma publicação emocionante no Instagram, ela homenageou o marido e falou sobre a relação do casal. “Eu te disse que já te amei mil vezes antes e sei que vou te amar de novo. Obrigada pelos melhores presentes da minha vida: você, Jack e Violet”, escreveu, em referência aos dois filhos.

James Ransone foi encontrado morto em sua casa, em Los Angeles. Na época, as autoridades informaram que não havia indícios de crime nem participação de terceiros.

O ator iniciou a carreira no início dos anos 2000 e participou de séries como Ed e Third Watch. Seu papel mais marcante foi o de Ziggy Sobotka, em The Wire, produção da HBO exibida a partir de 2003.

Certidão de óbito revela que o ator, conhecido também por participações em Friends e Seinfeld, morreu aos 60 anos em decorrência de um câncer de bexiga. Ele enfrentava a doença havia anos e faleceu em casa, em Los Angeles

Notícias ao Minuto | 07:20 – 08/01/2026

 

 

Fonte: Noticias ao Minuto

Fila na aduana argentina tem espera de até quatro horas

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O governo da Argentina colocou 24 agentes aduaneiros para atuar na temporada de verão e liberou as horas extras para os trabalhadores da aduana, para enfrentar as imensas filas que se formam na fronteira mais movimentada do Brasil com o país vizinho. Durante a alta temporada, em especial nas férias de verão, milhares de brasileiros vão a Foz do Iguaçu (PR) para conhecer a região, a partir de onde estendem a visita até Puerto Iguazú. Do lado oposto, outras dezenas de milhares de argentinos querem aproveitar as praias brasileiras, em especial Florianópolis e Rio de Janeiro.

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O resultado desta soma torna a travessia, tanto na ida quanto na volta, um exercício de paciência para famílias inteiras acomodadas dentro de carros pequenos, sob um sol de até 40 graus. “A Alfândega Argentina sempre reforça os controles e aumenta o número de funcionários durante os períodos de férias. Os atrasos atuais devem-se ao grande fluxo de pessoas no início da temporada de verão”, resumiu o chefe da Aduana, Eduardo Nelli.

O processo aduaneiro é burocrático e lento, feito por sistema de informática desatualizado e número de servidores e de guichês insuficientes. No início da manhã e da noite, as filas podem se estendem por até quatro quilômetros numa espera que dura em média três horas — nos finais de semana, até quatro horas.

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Uma média de cinco mil veículos ingressa na Argentina todos os dias pela Ponte da Fraternidade, entre carros, ônibus e caminhões. Todos, sem exceção, são submetidos ao mesmo controle aduaneiro. No caso dos caminhões a situação piora.

Os motoristas aguardam a liberação para seguir viagem em um espaço sem estrutura e sujeitos a roubos. O serviço de desembaraço de cargas só funciona em tempo integral de segunda à sexta-feira; aos sábados e domingos o atendimento é feito até meio-dia. “Fizemos um vídeo denunciando as péssimas condições a que são submetidos os motoristas e os trabalhadores da aduana agradeceram, pois até eles sofrem com a insegurança do local”, contou o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Foz do Iguaçu, Rodrigo Andrade de Souza.

A alternativa mais rápida para fugir das imensas filas é a motocicleta que, apesar de não ter esta prerrogativa, acaba furando a sequência de veículos para apresentação de documentos. Táxis e vans cadastrados também têm um tempo de espera menor, com guichês exclusivos e não precisam passar pelo registro dos ocupantes. Para ter acesso a essa facilidade, o motorista deve informar antecipadamente os dados de todos os ocupantes.

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Cientes de que a lentidão na fronteira afeta diariamente o comércio de Puerto Iguazu, que tem no turismo sua principal fonte de renda, empresários e políticos da região pressionam o governo de Javier Milei para que se coloquem em prática acordos, tratados e ferramentas legais para dispensar o registro migratório de quem circula apenas no raio de 50 quilômetros da fronteira e permanece menos de 24 horas no país.

Até o momento, o governo argentino não editou nenhuma norma que afrouxe a rigidez da fiscalização em suas fronteiras, considerada por muitos moradores de cidades fronteiriças como essencial para manutenção da segurança e baixos índices de criminalidade. Entre o interesse econômico e a chance de viver em segurança, os argentinos da fronteira vivem um dilema difícil de equacionar.

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Fonte: Gazeta do Povo

Entenda ponto a ponto desafio para reverter situação econômica da Venezuela

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acredita que empresas americanas podem revitalizar a combalida indústria petrolífera da Venezuela, beneficiando tanto aquele país quanto os EUA. No entanto, mesmo que isso aconteça, seria apenas uma fração das mudanças necessárias para reerguer o país empobrecido.

Mercados petroleiros turbulentos, corrupção governamental e anos de sanções paralisantes devastaram a economia venezuelana, apesar do país possuir uma das maiores reservas de petróleo do mundo. Tudo isso representa um desafio imenso para quem quer que venha a governar o país daqui para frente.

A hiperinflação de quase uma década atrás fez os preços dispararem diariamente. Taxas inflacionárias que chegaram a 65.000% contribuíram para a escassez de produtos básicos como alimentos e medicamentos, além do colapso da moeda local, o bolívar.

Os moradores precisam usar dólares americanos ou uma mochila cheia de bolívares para fazer compras básicas.

A inflação atual está na casa dos três dígitos, deixando a maior parte da população na pobreza. Cerca de 40% da nação enfrenta insegurança alimentar, segundo o Programa Mundial de Alimentos. Essa escassez, somada à repressão política, forçou até um terço da população a fugir do país.

“É uma devastação econômica que só se compara a países que passaram por uma guerra”, disse Luisa Palacios, nascida e criada na Venezuela e ex-presidente da Citgo, empresa petrolífera de propriedade venezuelana.

“Este é um país que precisa restabelecer o Estado de direito. As regras básicas de uma economia funcional precisam ser implementadas.”

Mas não haverá solução rápida. Isso porque sua indústria petrolífera em dificuldades, que ainda está sob sanções, representa mais de 90% das exportações da Venezuela e uma parcela significativa da receita fiscal do governo, segundo Palacios, atual pesquisadora sênior adjunta da Universidade Columbia.

“É muito cedo para ter qualquer visibilidade sobre quanto tempo vai levar”, disse ela. “Estamos apenas no primeiro inning de um jogo muito, muito longo.”

Empresas petrolíferas relutantes em retornar

A liderança da Venezuela ainda será determinada. Pode ser os remanescentes do governo do ditador deposto Nicolás Maduro, ou o líder da oposição que muitos acreditam ter vencido a eleição do ano passado, ou até mesmo a administração Trump, como sugeriu o Presidente Trump no sábado.

Trump, na ocasião, também minimizou o custo de recuperar a economia venezuelana.

“Não nos custará nada, porque o dinheiro que sai do solo é muito substancial”, disse ele, referindo-se à riqueza petrolífera do país, acrescentando que recrutaria empresas americanas para ajudar.

A Venezuela possui 303 bilhões de barris em reservas de petróleo bruto — cerca de um quinto das reservas globais mundiais, segundo a EIA (Administração de Informação de Energia dos EUA).

Porém, a infraestrutura petrolífera do país se deteriorou após anos de investimentos insuficientes e sanções. A indústria produz uma fração de sua antiga produção – pouco mais de 1 milhão de barris de petróleo por dia, menos de um terço do que produzia no final do século passado.

“Todas as nossas empresas de petróleo estão prontas e dispostas a fazer grandes investimentos na Venezuela”, disse a porta-voz da Casa Branca, Taylor Rogers, em comunicado à CNN.

No entanto, fontes da indústria petrolífera americana disseram à CNN que as empresas não considerarão seriamente reinvestir na Venezuela até que haja um governo estável no poder.

“O apetite para investir na Venezuela agora é muito baixo. Não temos ideia de como será o governo lá”, disse à CNN na segunda-feira uma fonte bem posicionada do setor. “O desejo do presidente é diferente do da indústria.”

Autoridades da administração, incluindo Trump, devem se reunir esta semana com executivos do setor petrolífero.

Petróleo

O petróleo foi descoberto na Venezuela em 1922 e transformou a economia de um sistema agrícola diversificado para um quase completamente dependente do petróleo.

O antecessor de Maduro, Hugo Chávez, nacionalizou a indústria petrolífera do país em 2007 sob a empresa estatal PDVSA, e confiscou os ativos de empresas petrolíferas estrangeiras antes de expulsar a maioria delas do país.

Estados que baseiam suas economias na extração de recursos naturais frequentemente sofrem com grande desigualdade de riqueza, com líderes usando a riqueza do petróleo para criar sistemas de corrupção e repressão política para se manterem no poder. Isso também vincula toda a economia de uma nação aos ciclos voláteis de alta e baixa dos preços do petróleo.

Um fato que os venezuelanos conhecem há décadas é que o ex-ministro do Petróleo e cofundador da OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo), Juan Pablo Pérez Alfonzo, disse certa vez à professora emérita da Universidade Stanford, Terry Lynn Karl, que em vez de estudar a OPEP, ela deveria observar o que o petróleo estava fazendo com os países ricos em petróleo, que ela denominou “petroestados”, e com seus povos.

“Daqui a dez anos, vinte anos, você verá, o petróleo nos trará a ruína”, disse ele. “O petróleo é o excremento do diabo.”

A frase tornou-se o tema central de seu livro de 1997, “O Paradoxo da Abundância”.

“Quando escrevi isso há muito tempo, eu sabia que a Venezuela ia afundar”, disse ela. “Mas não tinha ideia de que chegaria tão longe.”

Necessidades além do investimento em petróleo

Especialistas afirmam que a recuperação da indústria petrolífera custará dezenas de bilhões de dólares, mas isso ainda não será suficiente para consertar toda a economia.

Roxanna Vigil, pesquisadora de assuntos internacionais do Conselho de Relações Exteriores, afirma que é necessária uma reestruturação da dívida sufocante do país. Segundo ela, os EUA também precisam suspender as sanções contra a Venezuela e abrir as portas para empresas estrangeiras.

Uma fonte do governo americano informou à CNN que as sanções ao petróleo permanecerão em vigor por enquanto. A Casa Branca não respondeu ao questionamento da CNN sobre a reestruturação da dívida venezuelana.

Os EUA impõem sanções à Venezuela desde 2006, mas o governo Trump bloqueou todas as exportações de petróleo bruto para os Estados Unidos da PDVSA em 2017. Isso desencadeou a atual crise econômica.

Segundo Alejandro Velasco, professor da Universidade de Nova York e especialista em Venezuela, há também uma necessidade urgente de assistência humanitária para aqueles que vivem na pobreza, além de investimentos em setores da economia que não necessariamente produzirão retorno financeiro.

“A infraestrutura também está deteriorada”, disse Velasco, que também é natural da Venezuela. “Há apagões e problemas de abastecimento de água o tempo todo”

“E além disso, é necessária uma mudança na estrutura legal, eliminando a corrupção.”

A Casa Branca não respondeu à pergunta da CNN sobre ajuda humanitária ou econômica à Venezuela, afirmando apenas que “tanto o povo americano quanto o venezuelano se beneficiarão de uma maior cooperação econômica.”

O Secretário de Energia dos EUA, Chris Wright, disse que os Estados Unidos pegariam o petróleo venezuelano que estava sujeito a sanções e o venderiam no mercado mundial em “benefício do povo venezuelano.”

“O que precisamos fazer com a receita dessas vendas de petróleo é estabilizar a economia na Venezuela… evitar que a Venezuela se torne um estado falido”, disse ele à CNBC na quarta-feira. “As condições ficaram bastante brutais na Venezuela.”

No entanto, os problemas na Venezuela não serão nem de perto tão fáceis de resolver, afirmou Karl.

Ela comparou a coletiva de imprensa de Trump no sábado ao presidente George W. Bush discursando em frente à faixa “Missão Cumprida” nos primeiros dias da Guerra do Iraque.

“E US$ 2 trilhões depois, e 11 anos depois, não só não tínhamos nada do petróleo deles, como eles não pagaram nada, e ainda é um país que não é uma democracia, nem muito governável”, disse ela. “E eu acho que a Venezuela é um Iraque potencializado.”

Fonte: CNN BRASIL

STF já condenou mais de 800 réus pela trama golpista

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Três anos após os atos golpistas de 8 de janeiro de 2023, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) já condenou mais de 800 acusados de participação nos atos que tentaram abalar a democracia brasileira e o funcionamento das instituições, no final do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. 

Os números foram apurados pelo gabinete do ministro Alexandre de Moraes, relator dos processos relacionados à tentativa de golpe, até meados de dezembro de 2025. Os dados ainda podem sofrer atualizações. 

Após os atos golpistas, a Procuradoria-Geral da República (PGR) protocolou 1.734 ações penais no STF. As acusações foram divididas entre incitadores, executores e quatro núcleos principais, que deram sustentação à tentativa de Bolsonaro de se manter no poder após perder as eleições, subvertendo assim a ordem democrática. 

Em 8 de janeiro de 2023, milhares de vândalos apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro invadiram e depredaram a sede dos três poderes da República, em Brasília. Mais de 800 já foram condenados – Marcelo Camargo/Agência Brasil

Núcleos 

Com a finalização do julgamento dos réus pela trama golpista, o STF condenou 29 à prisão nos quatro núcleos principais da trama golpista. Somente dois foram absolvidos. Os acusados pertencem aos núcleos 1,2,3 e 4. 

O general de Exército Estevam Theófilo, que foi denunciado no Núcleo 3; e Fernando de Sousa Oliveira, delegado de carreira da PF e ex-diretor de Operações do Ministério da Justiça, réu do Núcleo 2, foram os únicos absolvidos por falta de provas. 

Até o momento, somente os réus do Núcleo 1, formado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete réus, tiveram as condenações executadas. Os demais núcleos ainda estão em fase de recurso. 

As condenações ocorreram pelos crimes de tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, participação em organização criminosa armada, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado. 

Para julgar os quatro núcleos, ao longo de quatro meses, foram realizadas 21 sessões pela Primeira Turma, colegiado responsável pelo julgamento.

O Núcleo 5 é formado pelo réu Paulo Figueiredo, neto do ex-presidente da ditadura João Figueiredo. Ele mora dos Estados Unidos, e não há previsão para o julgamento. 

Brasília (DF), 11/09/2025 – Sessão na Primeira Turma do STF, no quinto dia de julgamento dos réus do Núcleo 1 da trama golpista, formado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete aliados – Marcelo Camargo/Agência Brasil

Quem são os condenados 

Núcleo 1 – data da condenação: 11 de setembro de 2025

Jair Bolsonaro, ex-presidente da República: 27 anos e três meses
Walter Braga Netto, ex-ministro e candidato à vice na chapa de 2022: 26 anos;
Almir Garnier, ex-comandante da Marinha: 24 anos;
Anderson Torres, ex-ministro da Justiça e ex-secretário de segurança do Distrito Federal: 24 anos;
Augusto Heleno, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI): 21 anos;
Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa: 19 anos; 
Alexandre Ramagem, deputado federal e ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin): 16 anos, um mês e 15 dias;
Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro: 2 anos em regime aberto e garantia de liberdade pela delação premiada. 

Núcleo 2 – data da condenação: 16 de dezembro de 2025

Mário Fernandes, general da reserva do Exército: 26 anos e seis meses de prisão;
Silvinei Vasques, ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal (PRF): 24 anos e seis meses de prisão;
Marcelo Câmara, ex-assessor de Bolsonaro: 21 anos de prisão; 
Filipe Martins, ex-assessor de Assuntos Internacionais do ex- presidente Jair Bolsonaro: 21 anos de prisão;
Marília de Alencar, ex-diretora de Inteligência do Ministério da Justiça: 8 anos e seis meses de prisão.  

Núcleo 3 – data da condenação: 18 de dezembro de 2025

Hélio Ferreira Lima, tenente-coronel: 24 anos de prisão; 
Rafael Martins de Oliveira, tenente-coronel: 21 anos de prisão; 
Rodrigo Bezerra de Azevedo, tenente-coronel: 21 anos de prisão; 
Wladimir Matos Soares, policial federal: 21 anos de prisão; 
Sérgio Ricardo Cavaliere de Medeiros , tenente-coronel: 17 anos de prisão; 
Bernardo Romão Correa Netto, coronel: 17 anos de prisão; 
Fabrício Moreira de Bastos, coronel: 16 anos de prisão; 
Márcio Nunes de Resende Júnior, coronel: 3 anos e cinco meses de prisão; 
Ronald Ferreira de Araújo Júnior, tenente-coronel: um ano e onze meses de prisão. 

Núcleo 4 – data da condenação: 21 de outubro de 2025 

Ângelo Martins Denicoli, major da reserva do Exército: 17 anos de prisão; 
Reginaldo Vieira de Abreu, coronel do Exército: 15 anos e seis meses de prisão;
Marcelo Araújo Bormevet, policial federal: 14 anos e seis meses de prisão;
Giancarlo Gomes Rodrigues, subtenente do Exército: 14 anos de prisão; 
Ailton Gonçalves Moraes Barros, major da reserva do Exército: 13 anos de prisão; 
Guilherme Marques de Almeida, tenente-coronel do Exército: 13 anos e seis meses; 
Carlos Cesar Moretzsohn Rocha, presidente do Instituto Voto Legal:  7 anos e seis meses de prisão. 

Rio de Janeiro (RJ) 17/07/2024 – Condenado pelo STF a 16 anos de detenção, Alexandre Ramagem fugiu para os EUA – Fernando Frazão/Agência Brasil

Foragidos

Ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) durante o governo Bolsonaro, o ex-deputado federal Alexandre Ramagem foi condenado a 16 anos de prisão na ação penal da trama golpista e fugiu para os Estados Unidos para não cumprir a pena.

O pedido de extradição já está em tramitação. Em função da condenação, Ramagem perdeu o mandato de parlamentar.

Ainda estão foragidos na Argentina cerca de 60 condenados pelos atos golpistas. Eles romperem a tornozeleira eletrônica e também são alvo de pedidos de extradição.

Incitadores e executores 

Estátua A Justiça, em frente ao STF, foi pichada durante atos antidemocráticos – Jodeson Alves/Agência Brasil – Joedson Alves/Agencia Brasil

O grupo maior de condenados faz parte do grupo de incitadores e executores dos atos golpistas. Nesse grupo, 810 condenações foram registradas, sendo 395 por organização criminosa, tentativa de abolição do Estado democrático de Direito e golpe de Estado, e 415 por incitação à prática de crime e associação criminosa, crimes considerados mais leves. 

Entre os condenados desse grupo está a cabeleireira Débora Rodrigues dos Santos. Em abril deste ano, Débora foi condenada a 14 anos de prisão pela participação nos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023 e por pichar a frase “Perdeu, mané” na estátua A Justiça, localizada em frente ao edifício-sede do STF. Atualmente, ela cumpre prisão domiciliar. 

ANPP

Até o momento, o STF homologou mais de 560 acordos de não persecução penal (ANPP). Os acordos foram propostos pela Procuradoria-Geral da República (PGR) a investigados que estavam em frente ao quartel do Exército, em Brasília, e não participaram dos atos de depredação do Congresso, do Palácio do Planalto e do Supremo. 

Com a homologação, os réus deverão prestar serviços à comunidade e pagar multas que variam entre R$ 1 mil e R$ 5 mil.

Eles também estão proibidos de usar as redes sociais e devem participar de um curso sobre o tema Democracia, Estado de Direito e Golpe de Estado. Em troca, não serão processados pela procuradoria. 

Indenizações

Todos os acusados também terão que pagar solidariamente R$ 30 milhões pelos danos causados pela depredação.

Perda do cargo e inelegibilidade 

Em função da condenação, os culpados estão inelegíveis por oito anos. No caso de militares do Exército, eles também serão alvo de uma ação na Justiça Militar para perda do oficialato. Servidores públicos deverão perder o cargo estatutário.  

 

Fonte: Agência Brasil

Indefinição e salário fazem Atlético bater Corinthians e acertar com Maycon

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(UOL/FOLHAPRESS) – Maycon será jogador do Atlético-MG. O Shakhtar Donetsk, da Ucrânia, aceitou a proposta do clube mineiro, que aguarda apenas a resolução das burocracias para anunciar o volante que estava no Corinthians.

Maycon assinará contrato de três temporadas com o Atlético-MG. O volante deixará o Shakhtar de graça, mas permanecerá com 50% dos direitos econômicos ligados ao clube ucraniano.

O Corinthians estava na briga, mas a indefinição do clube irritou os ucranianos, segundo fontes ouvidas pela reportagem. Inicialmente, Corinthians e Shakhtar tinham acordo pela transferência nos mesmos moldes da realizada com o Atlético-MG, mas o clube paulista voltou atrás e passou a desejar só dois anos de contrato. A mudança na postura não satisfez os europeus, que queriam um vínculo maior para terem mais oportunidade de lucrar com uma possível venda.

O Corinthians até voltou atrás, igualou a proposta enviada ao Shakhtar anteriormente, mas não a tempo de reverter o cenário. Ao jogador, o time paulista havia oferecido um salário um pouco abaixo do ofertado pelo Atlético-MG, o que foi outro fator que interferiu na decisão. Nesta terça-feira (06), a diretoria paulista se reuniu com o estafe do atleta.

Maycon deixa o Corinthians após empréstimos sucessivos nos últimos anos. Ele voltou ao clube que o formou em 2022 e vinha sendo cedido ano a ano pelo Shakhtar por causa da guerra na Ucrânia.

O volante foi capitão no título da Copa do Brasil, no ano passado. Nesta passagem, ele também conquistou o Paulistão de 2025.

A informação do acerto de Maycon com o Atlético-MG foi dada inicialmente pelo ge e confirmada pela reportagem.

A Raposa já apresentou duas propostas por Gerson; Cruzeiro tenta fechar a contratação até a próxima segunda-feira, data da reapresentação do Zenit

Folhapress | 08:05 – 08/01/2026

Fonte: Noticias ao Minuto

“Tô Ryca” aborda sonho de todo brasileiro: ganhar uma herança inesperada

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Estrelado por Samantha Schmütz, o longa “Tô Ryca“, que será exibido esta quinta-feira (08), apresenta a história de Selminha, uma frentista que tem o sonho de ganhar a vida com o trabalho diário.

A comédia, dirigida por Pedro Antônio e com elenco que também conta com Marcelo Adnet e Katiuscia Canoro, mostra a jornada da protagonista, que descobre coisas que o dinheiro não é capaz de comprar.

Sobre o filme

Selminha é uma frentista que tem a chance de deixar os dias de pobreza de lado ao descobrir uma herança de família, vinda do tio milionário.

Porém, para conseguir colocar a mão na fortuna, ela terá que cumprir o desafio lançado pelo tio: gastar R$30 milhões em 30 dias, sem acumular nada e nem contar para ninguém. Dentro dessa maratona, ela vai descobrir coisas que o dinheiro não é capaz de comprar.

O longa também tem uma continuação, que coloca Selminha de frente a um problema inimaginável: uma outra herdeira chega para tentar dividir a herança da nova milionária.

Confira o trailer

Fonte: CNN BRASIL

Sebrae divulga agenda de capacitações em Lauro de Freitas em março | ASN Bahia

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A agenda de capacitações do mês de março, promovida pela Agência do Sebrae de Lauro de Freitas, está com inscrições abertas. Os eventos são uma grande oportunidade de iniciar o ano com muito conhecimento para direcionar as estratégias de negócios para os próximos 12 meses de 2026.

As oficinas oferecidas pela instituição são as seguintes: “Contabilidade Estratégica: do controle ao crescimento da sua empresa”, que acontecerá em 5 de março; “Crédito Inteligente: como usar e conseguir dinheiro para sua empresa”, dia 24 de março; e “Lucro com Consciência: faça sua empresa faturar mais sem perder a saúde mental”, 26 de março. Todas com carga horária de 3h, começando às 14h.

Será uma oportunidade de conhecer mais sobre relatórios contábeis, indicadores financeiros, identificação de melhores linhas de crédito, planejamento para uso consciente do crédito, estratégias para aumentar o faturamento sem sobrecarga emocional, rotina empreendedora mais leve, produtiva e saudável.

As oficinas são gratuitas, porém com vagas limitadas. As inscrições podem ser feitas nas páginas de divulgação de cada capacitação oferecida pelo Sebrae. Acesse os links e garanta já a sua inscrição!

Serviço

O que: “Oficina Contabilidade Estratégica: do controle ao crescimento da sua empresa”
Quando: 5 de março
Onde: Agência Sebrae Lauro de Freitas (Shopping Estrada do Coco)
Investimento: gratuito
Inscrição: pela internet

O que: “Crédito Inteligente: como usar e conseguir dinheiro para sua empresa”
Quando: 24 de março
Onde: Agência Sebrae Lauro de Freitas (Shopping Estrada do Coco)
Investimento: gratuito
Inscrição: pela internet

O que: “Lucro com Consciência: faça sua empresa faturar mais sem perder a saúde mental”
Quando: 26 de março
Onde: Agência Sebrae Lauro de Freitas (Shopping Estrada do Coco)
Investimento: gratuito
Inscrição: pela internet

Fonte: Sebrae Bahia

Cronologia da tentativa de golpe: atentados, bloqueios e acampamentos

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As imagens da depredação das sedes dos Três Poderes da República, em 8 de janeiro de 2023, que completa três anos nesta quinta-feira (8), correram o mundo e entraram para a história como uma das páginas mais dramáticas e sombrias da trajetória da democracia brasileira.

Naquela tarde nublada de domingo, em Brasília, milhares de apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro, derrotado nas urnas dois meses antes, marcharam pela Esplanada dos Ministérios, cruzaram um bloqueio policial e invadiram o Congresso Nacional, o Palácio do Planalto e o Supremo Tribunal Federal (STF), destruindo tudo o que viam pela frente.

Ali, eles reafirmavam um pedido que ecoava em segmentos extremistas da sociedade: queriam um golpe de Estado para depor o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, eleito democraticamente, e naquela altura empossado havia apenas uma semana no cargo.

 

Apoiadores de Bolsonaro invadem e depredam as sedes dos Três Poderes em 8 de janeiro de 2023 – Foto: Marcelo Camargo/Arquivo Agência Brasil

Esse momento é o marco culminante da chamada trama golpista, um conjunto de atos e movimentações, alguns bem coordenados entre si, outros mais isolados, que buscavam, em última instância, romper com a ordem democrática e manter o grupo bolsonarista no poder.

O plano de ruptura, segundo a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) que levou à condenação de Jair Bolsonaro e aliados no STF, começou a ser esboçado ainda em 2021, poucos dias depois de Lula ter recuperado sua elegibilidade. Foi naquele momento que o núcleo da organização criminosa passou a cogitar de o então presidente da República passar a afrontar e a desobedecer a decisões do STF e defender a ideia de deslegitimar o processo eleitoral brasileiro em caso de vitória do adversário de Bolsonaro.

Quando o cenário da derrota eleitoral bolsonarista se materializou no pleito de 30 de outubro de 2022, uma série de ocorrências, incluindo episódios de violência, atos terroristas e protestos golpistas, passou a se suceder pelo país. A seguir, a Agência Brasil reconstitui esses fatos, de forma cronológica, ocorridos no intervalo entre o fim das eleições e o fatídico 8 de janeiro.

Bloqueios de rodovias

Caminhoneiros bloqueiam rodovia no Paraná em protesto contra a derrota de Bolsonaro no segundo turno das eleições – Foto: Rodolfo Buhrer/Arquivo Reuters/Direitos reservados

Em uma das eleições presidenciais mais acirradas da história brasileira, Lula venceu Jair Bolsonaro com 50,9% dos votos válidos, contra 49,1%. O resultado não foi bem digerido pelos apoiadores do então presidente – nem por ele próprio, que demorou dois dias para se manifestar, e o fez de forma ambígua, alimentando as especulações golpistas.

Naquela mesma noite de domingo, enquanto apoiadores de Lula festejavam pelo país, grupos de caminhoneiros e apoiadores de Jair Bolsonaro iniciaram bloqueios de rodovias em diversos estados. Foram mais de mil interdições totais ou parciais em estradas federais, segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF) mapeou na época. Os bloqueios atingiram o auge nos primeiros dias de novembro, fazendo com que Bolsonaro viesse a público pedir pela desobstrução das rodovias, marcando sua primeira manifestação pública após o resultado das urnas. Naquela declaração, ele agradeceu aos votos, mas não parabenizou o adversário pela vitória.

Os bloqueios, que chegaram a causar alguns problemas pontuais de desabastecimento e cancelamento de voos em aeroportos, foram perdendo força ao longo dias posteriores ao segundo turno, até serem encerrados ainda no fim da primeira semana de novembro.

Acampamentos em quartéis

Após os bloqueios rodoviários se enfraquecerem, grupos bolsonaristas começaram a montar acampamentos em frente a quartéis das Forças Armadas em cidades como Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro, Florianópolis, Salvador, Recife e municípios do interior, exigindo intervenção militar e questionando a legitimidade das eleições.

Polícia e Exército se concentram em frente ao QG do Exército, em Brasília, para desmobilização de acampamento bolsonarista, em 9 de janeiro de 2023 – Foto: Marcello Casal Jr./Arquivo Agência Brasil

Foram mais de 100 acampamentos, incluindo o que se tornou o mais importante deles, montado em frente ao Quartel-General (QG) do Exército, na capital federal, de onde partiriam os manifestantes que depredaram a Praça dos Três Poderes em 8 de janeiro de 2023.

Diferentemente dos bloqueios em rodovias, em que Bolsonaro veio a público pedir que os apoiadores parassem com essas intervenções, os acampamentos golpistas, como ficaram conhecidos, tiveram aval direto do então presidente da República, segundo consta na denúncia da PGR que acabou prevalecendo no julgamento do STF. De acordo com a denúncia, a estratégia seria usada como justificativa para uma eventual intervenção. Uma das provas teria sido a própria nota dos comandantes das três forças autorizando a manutenção da permanência das pessoas na frente dos quartéis por ordem de Jair Bolsonaro.

A estratégia dos acampamentos em quartéis deu fôlego para o movimento golpista. Esses locais se transformaram em verdadeiros centros de conspiração e contaram com a indiferença e mesmo conivência de autoridades. A logística para a manutenção desses espaços, que contavam com estruturas de alimentação e alojamento para milhares de pessoas, foi depois objeto de processo judicial no STF que condenou envolvidos diretos nessas montagens.

Atos terroristas e violência política

Manifestantes apoiadores de Bolsonaro colocam fogo em carros e ônibus na capital federal na noite de 12 de dezembro de 2022 – Foto: Adriano Machado/Arquivo Reuters/Direitos Reservados

A tensão nos acampamentos golpistas, a negativa de reconhecimento da derrota e até uma ação do PL, partido de Bolsonaro, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para invalidar votos de parte das urnas eletrônicas foram engrossando o caldo golpista ao longo de novembro e início de dezembro de 2022. No último mês daquele ano, as ações começaram a escalar para a violência política explícita.

No dia 12 de dezembro, data em que Lula foi diplomado no TSE para assumir o cargo de presidente da República, em posse que ocorreria poucas semanas depois, Brasília viveu uma de suas noites mais violentas em décadas. Manifestantes apoiadores de Bolsonaro tentaram invadir a sede da Polícia Federal (PF) na cidade e iniciaram um protesto que, por volta das 22h, chegou a fechar o Setor Hoteleiro Norte e parte do Eixo Monumental, zona central da capital. Foram incendiados diversos carros e ônibus, em cenas que chocaram o país pelo grau de vandalismo e violência política.

Na véspera de Natal, no dia 24 de dezembro, o motorista de um caminhão-tanque de combustível, parado nas proximidades do Aeroporto Internacional de Brasília, percebeu um artefato explosivo no veículo e alertou policiais da área, no que se revelou uma tentativa de atentado a bomba organizado por apoiadores de Bolsonaro que também estavam no acampamento golpista do QG do Exército. A tragédia só não foi consumada porque o explosivo falhou.

Dois dos envolvidos foram condenados pela Justiça do Distrito Federal ainda em 2023, por crimes de explosão, incêndio e posse de arma de fogo. De acordo com as investigações, eles pretendiam causar um episódio de grande comoção social e precipitar uma intervenção militar no país.

Bomba é encontrado em caminhão-tanque nas proximidades do Aeroporto de Brasília, em 24 de dezembro de 2022 – Foto: Adriano Machado/Arquivo Reuters/Proibida reprodução

No fim de do ano passado, George Washington de Oliveira Sousa, Alan Diego dos Santos Rodrigues e Wellington Macedo de Souza, os três envolvidos na tentativa de atendado no aeroporto, se tornaram réus no STF pelos crimes de associação criminosa, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, tentativa de golpe de Estado e atentado contra a segurança de transporte aéreo.

Os episódios de violência de dezembro de 2022 elevaram ainda mais o nível de tensão, e as autoridades prepararam um forte esquema de segurança para a posse de Lula, no dia 1º de janeiro de 2023. O evento popular, no entanto, ocorreu sem intercorrências, o que, naquele momento, pode ter passado uma sensação de tranquilidade, que iria ser quebrada exatamente uma semana depois, nos atos golpistas de 8 de janeiro.

Por memória e democracia

Para observar a data, eventos especiais em favor da democracia marcam os três anos dos atos golpistas de 8 de janeiro. No Palácio do Planalto, o presidente Lula participa de uma cerimônia com autoridades e representantes da sociedade civil ainda pela manhã. O evento ocorre todos os anos para reforçar os valores democráticos após a invasão e depredação das sedes dos Três Poderes.

O Supremo Tribunal Federal também preparou uma programação especial dentro da campanha Democracia Inabalada.

Fonte: Agência Brasil

Anvisa recolhe molho de tomate suspeito de conter pedaços de vidro

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária Anvisa) determinou, nessa quarta-feira (7), o recolhimento do lote LM283 do molho de tomate Passata de Pomodoro Di Puglia,, da marca Mastromauro Granoro. Com isso, o lote do produto teve a sua comercialização, distribuição, importação, divulgação e consumo suspensos.

A medida foi tomada depois do alerta da rede RASFF (Rapid Alert System for Food and Feed – Sistema de Alerta Rápido para Alimentos e Rações) de que o lote do molho de tomate importado no Brasil continha pedaços de vidro.

Suplemento Neovite Visão

Outro produto que deve ser recolhido é o Neovite Visão, suplemento alimentar voltado para a saúde ocular, da empresa BL Indústria Ótica Ltda. (Bausch Lomb). Estão proibidos de ser comercializados, distribuídos, fabricados, importados, divulgados e consumidos os lotes 25G073, S25C004, S25C003, S25C002 e S25G072. A empresa comunicou o recolhimento voluntário dos lotes depois de identificar irregularidades.

“Os referidos lotes foram fabricados com Capsicum annuum L. (fruto da páprica), ingrediente não autorizado em suplementos alimentares como fonte de zeaxantina. Além disso, a quantidade de Caramelo IV (caramelo processo sulfito-amônia) nos produtos está acima do limite permitido”, diz a Anvisa em nota.

Ervas Brasil

Os suplementos de Vitamina C Sucupira com Unha de Gato Ervas Brasil e o Suplemento Alimentar Colesterol Ervas Brasil, da empresa Ervas Brasil Indústria Ltda., também foram alvo de ação de fiscalização sanitária e devem ser apreendidos. Os produtos não podem mais ser comercializados, distribuídos, fabricados, divulgados e consumidos.

“A empresa não tem licença sanitária e nem alvará de funcionamento e utilizou ingredientes não autorizados em alimentos. Além disso, faz divulgação irregular dos produtos, com falsas indicações terapêuticas, associando o seu uso a benefícios funcionais e de saúde, sem comprovação científica”, explica a Anvisa.

Fonte:Agência Brasil

Polícia apreende armas, munições e veículo suspeito de envolvimento em homicídio em Juazeiro

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Um homem de 39 anos foi alvo de mandados de busca e apreensão, suspeito de envolvimento no homicídio de Marcelo dos Santos Sousa no dia 25 de dezembro de 2025. Na terça-feira (7), a poícia civil apreendeu armas de fogo, munições e um veículo suspeito de ter sido utilizado no crime. 

Durante as buscas, os policiais apreenderam um veículo, duas pistolas, além de 260 munições de calibre 9 mm intactas e 14 deflagradas. Uma espingarda calibre 12 semiautomática, 212 munições do mesmo calibre e aparelhos celulares também foram apreendidos. Todo o material recolhido foi encaminhado para perícia e deverá subsidiar o avanço das investigações.

O corpo da vítima foi encontrado com perfurações por arma de fogo no bairro de Itaberaba, em Juazeiro no dia 25 de dezembro.

A ação foi realizada por equipes da Delegacia de Homicídios de Juazeiro (DH/Juazeiro), com apoio do Grupo de Apoio Técnico e Tático à Investigação (GATTI/Norte), vinculado à 17ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Juazeiro). O homicídio segue sob apuração da DH de Juazeiro, com a realização de oitivas e diligências para esclarecer a autoria e as circunstâncias do crime.

 

Fonte: Farol da Bahia