Engana-se quem pensa que Virginia Fonseca foi a única sócia de Samara Pink. A empresária já foi parceira profissional de Karen de Moura Tanaka Mori, conhecida como a “Japa do PCC”, que foi presa em fevereiro de 2024.
As duas fundaram a empresa PinkLash, uma das das maiores franquias de extensão de cílios do país, em 2017, como mostram registros publicados no perfil da empresa nas redes sociais.
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Nos posts, é possível ver registros de grandes personalidades famosas visitando algumas das filiais da empresa, como Gracyanne Barbosa, Belo, Viih Tube e a própria Virginia Fonseca, que anos depois se tornou sócia de Samara na WePink.
Divisão de bens
Segundo informações divulgadas pelo advogado de Karen, Telles Rodrigo Gonçalves, a parceria garantia lucro igual para as empresárias. Karen e Samara dividiram os lucros e as responsabilidades meio a meio.
Apesar de ser mais reservada com relação às redes sociais, Karen tinha participação ativa nas empresas, comprando e alugando imóveis para montar novas filiais, com o CNPJ da empresa KK Participações LTDA.
Entretanto, o Ministério Público de São Paulo (MPSP) informou que a “Japa do PCC” usava esta empresa para administrar seu suposto esquema de lavagem de dinheiro, oriundos da herança deixada por seu ex-marido, Wagner Ferreira da Silva, conhecido como “Cabelo Duro” e ex-líder do PCC, que morreu em 2018.
Fim da parceria
Apesar de duradoura, a parceria entre Samara e Karen chegou ao fim em 2020, quando a amizade da loira com Virginia Fonseca começou a se fortalecer. Samara decidiu abrir outro negócio ao lado do marido, Thiago, e deu um fim a sociedade.
“A Karen estruturou e alavancou os negócios, mas depois a Samara quis tocar o negócio sozinha com o marido. E após ela conhecer a Virginia Fonseca, através da Pink Lash, ela decidiu montar a WePink”, disse Telles Rodrigo Gonçalves, advogado de Karen.
Porque a ‘Japa do PCC’ foi presa?
Conhecida como ‘Japa do PCC’, Karen foi presa em 2024, durante o cumprimento da Operação Verão. Ela é investigada pelo crime de lavagem de dinheiro em benefício da facção criminosa e é apontada como uma das principais responsáveis pelos fluxos do desvio destas notas.
Karen também foi detida com mais de R$ 1 milhão e 50 mil dólares, que na cotação atual equivale a R$ 277 mil. A jovem ainda chegou a cumprir prisão domiciliar para cuidar do filho, mas a decisão foi revogada.
Fonte: A Tarde



