No mês dedicado ao livro e à leitura, o Projeto Identidades realiza a última atividade de sua primeira edição com uma proposta que une literatura, imaginação e construção de identidade. A ação acontece na próxima quinta-feira, 9, a partir das 14h, no Colégio Estadual Ana Cristina Prazeres Mata Pires, no bairro de Coutos, no Subúrbio Ferroviário de Salvador.
Com o tema “Afrofuturismo: somos o povo de Kemet, fazemos poesia”, a iniciativa convida estudantes a explorarem a escrita criativa a partir de referências afrocentradas, conectando ancestralidade e futuro.
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A proposta utiliza o Afrofuturismo como linguagem estética e política, estimulando jovens a se reconhecerem como protagonistas de suas próprias histórias.
Escrita como ferramenta de expressão
A programação inclui roda de conversa e oficina de escrita criativa com os escritores baianos Anderson Shon e Davi Nunes, que atuam na cena literária com produções voltadas à valorização da cultura negra e à formação de leitores.
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A atividade também contará com a participação do estudante Uendel Chaves, com mediação de Karla Daniella Brito.
Cultura, pertencimento e identidade
Ao longo de sua trajetória, o Projeto Identidades tem promovido ações em escolas públicas e instituições sociais da capital baiana, abordando temas como estética negra, memória e autoestima.
A iniciativa já passou por cerca de sete instituições de ensino, desenvolvendo atividades que dialogam com diferentes linguagens artísticas, como grafite, poesia, música e oficinas culturais.
O encerramento do ciclo com uma atividade literária reforça o compromisso do projeto com o incentivo à leitura e à criação artística como instrumentos de transformação social.
Fomento à cultura
O projeto foi contemplado pelos editais da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura na Bahia, com recursos do Governo Federal, por meio do Ministério da Cultura, e execução do Governo do Estado, via Secretaria de Cultura.
Fonte: A Tarde



