quinta-feira, abril 2, 2026
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Portuguesa presa em Salvador é investigada por elo com agiota do BDM

Presa após identificação no Carnaval, estrangeira é alvo de investigação por elo com o BDM –

A prisão da cidadã portuguesa Paula Patrícia Moreira Gonçalves, que utilizava o nome falso de Elizandra Oliveira, revelou um possível elo entre o tráfico internacional de drogas e o crime organizado baiano. Investigações das forças de segurança apontam que a estrangeira mantinha conexão com um agiota ligado ao Bonde do Maluco (BDM), facção com forte atuação na Bahia.

Segundo apurações, essa pessoa seria apontada como braço financeiro do grupo criminoso, responsável por movimentações de dinheiro e apoio logístico. A relação levanta a suspeita de uma parceria voltada ao envio de entorpecentes para a Europa.

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Forças estaduais e federais analisam indícios de que a portuguesa integrava um esquema maior de tráfico, com ramificações fora do país. A suspeita é de que a atuação conjunta com integrantes do BDM pudesse facilitar o repasse de drogas para o mercado europeu.

As investigações apontam que o grupo criminoso baiano mantém ligação direta com o Primeiro Comando da Capital (PCC), facção paulista com atuação internacional. A conexão amplia o alcance das atividades e reforça o caráter estruturado e interestadual do esquema.

Prisão após identificação em Salvador

A captura da traficante aconteceu na quarta-feira, 1º, em Salvador, após ela ser identificada pelo Sistema de Reconhecimento Facial da Secretaria da Segurança Pública da Bahia durante o Carnaval.

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A partir da localização, equipes intensificaram ações de inteligência até chegar à suspeita, que estava com documentos falsos na tentativa de escapar das autoridades brasileiras.

Condenada a quatro anos de prisão por tráfico de drogas em processo julgado na cidade do Porto, em Portugal, ela possuía mandado de prisão internacional em aberto.

Extradição e desdobramentos

Após a prisão, a portuguesa foi encaminhada para a Polinter, onde teve o mandado confirmado. Ela permanece custodiada e deverá passar pelos trâmites legais para extradição ao país de origem.

Enquanto isso, as investigações seguem para aprofundar a extensão da ligação com o BDM e identificar outros possíveis envolvidos no esquema.



Fonte: A Tarde

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