segunda-feira, abril 6, 2026
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Padrasto é preso por matar bebê de 1 ano após se irritar com choro

Um homem identificado como Lukas Pereira do Espírito Santos foi preso pela Polícia Civil do Rio de Janeiro, suspeito de provocar a morte da enteada, Maya Costa Cypriano, de 1 ano e 9 meses. Ele foi detido após apresentar contradições em depoimento e, posteriormente, admitir as agressões.

Segundo as investigações, conduzidas pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) com apoio da 29ª DP (Madureira), o caso aconteceu na última quinta-feira, 2, na comunidade do Quiririm, em Vila Valqueire.

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Os agentes apontam que o suspeito estava sozinho com a criança no momento do crime. Ele teria se irritado com o choro da menina e desferido golpes na região abdominal.

Após as agressões, a criança apresentou estado grave, mas não recebeu socorro imediato. O homem teria apenas enviado mensagens à mãe informando que a filha não estava bem.

Maya Costa Cypriano, | Foto: Rperodução/Redes Sociais

A vítima foi levada posteriormente a um posto de saúde, mas já chegou sem vida. Inicialmente, o caso foi registrado na 29ª DP como verificação de óbito.

Com a constatação de sinais de violência, o caso foi encaminhado à Delegacia de Homicídios, que passou a investigar o episódio como crime.

Exames periciais identificaram lesões compatíveis com agressões físicas graves, além de indícios de possíveis episódios anteriores de violência.

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Mãe estava em entrevista de emprego

Durante o enterro da criança, a mãe afirmou não ter percebido comportamentos agressivos do companheiro e disse que ele era sua principal rede de apoio. No dia do crime, ela estava em uma entrevista de emprego e só retornou horas depois, após receber mensagens informando que a filha passava mal.

Por outro lado, pessoas próximas à família paterna relataram à polícia que o suspeito demonstrava ciúmes da relação e já teria feito comentários de que a criança atrapalhava o relacionamento.

Prisão e investigação

Diante das inconsistências no depoimento, o padrasto acabou confessando parcialmente as agressões. A Justiça decretou a prisão temporária por 30 dias, com parecer favorável do Ministério Público.

As investigações continuam para esclarecer completamente as circunstâncias da morte e apurar possíveis responsabilidades adicionais.



Fonte: A Tarde

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