sábado, abril 4, 2026
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Marina Silva decide ficar na Rede e deve ser candidata ao Senado

Marina Silva decidiu ficar na Rede Sustentabilidade. –

Após muita especulação sobre mudança de partido, a ex-ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, decidiu ficar na Rede Sustentabilidade. O anúncio oficial deve acontecer neste sábado, 4, data que marca o fim da janela partidária.

O martelo pela permanência foi batido após a ministra deixar o governo Lula. No Ministério do Meio Ambiente, o comando passa a ser de João Paulo Capobianco, então secretário-executivo da pasta e braço-direito de Marina Silva.

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Deputada federal, Marina é um dos nomes cotados para disputar a segunda vaga ao Senado na composição da chapa do ex-ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT-SP), na disputa pelo governo de São Paulo. A outra já está com a também ex-ministra Simone Tebet, recém-filiada ao PSB.

Márcio França, que também deixou o governo nesta semana, corre por fora. O ex-ministro já sinalizou a aliados que não gostaria de concorrer como deputado federal. No PT, a visão atual é de que França pode contribuir com Haddad, mas que ainda não há martelo batido sobre a posição na chapa ao Palácio dos Bandeirantes.

Saída de ministros

O governo federal concluiu, nesta sexta-feira, 3, a reforma ministerial mais profunda do terceiro mandato. Com a publicação de uma edição extra do Diário Oficial da União (DOU), o presidente Lula oficializou as últimas saídas de auxiliares que vão disputar as eleições deste ano.

No total, 16 ministros e ministras deixaram os postos para cumprir o prazo legal de desincompatibilização exigido pela Justiça Eleitoral.

Os últimos atos confirmaram a saída de dois pesos pesados da articulação governamental: o vice-presidente Geraldo Alckmin, que deixa o comando do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), e Gleisi Hoffmann, que ocupava a chefia da Secretaria de Relações Institucionais (SRI).

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A saída de 16 titulares representa uma renovação de quase metade do primeiro escalão. A estratégia do Planalto, agora, é priorizar nomes técnicos ou secretários-executivos para assumir as vagas abertas, evitando que a máquina pública sofra solução de continuidade durante o período de campanha.

Veja a lista:

  • Indústria e Comércio – Geraldo Alckmin sai para tentar reeleição à vice-presidência.
  • Relações Institucionais – Gleisi Hoffmann sai para tentar eleição ao Senado (PR)
  • Casa Civil – Rui Costa sai para tentar eleição ao Senado (BA)
  • Planejamento e Orçamento – Simone Tebet tenta Senado (SP)
  • Educação – Camilo Santana tenta eleição ao Governo do ou Senado (CE)
  • Transportes – Renan Filho tenta eleição ao Governo de Alagoas
  • Cidades – Jader Filho tenta eleição ao Governo do Pará
  • Empreendedorismo – Márcio França tenta o Senado (SP)
  • Meio Ambiente – Marina Silva tenta o Senado (SP)
  • Portos e Aeroportos – Silvio Costa Filho tenta vaga na Câmara dos Deputados (PE)
  • Agricultura – Carlos Fávaro tenta Senado (MT)
  • Desenvolvimento Agrário – Paulo Teixeira tenta vaga na Câmara dos Deputados (SP)
  • Esporte – André Fufuca tenta o Senado (MA)
  • Povos Indígenas – Sonia Guajajara tenta vaga na Câmara dos Deputados (SP)
  • Igualdade Racial – Anielle Franco tenta cadeira na Assembleia Legislativa (RJ)
  • Direitos Humanos – Macaé Evaristo tenta cadeira na Assembleia Legislativa (MG)

Já André de Paula, embora ele tenha deixado o Ministério da Pesca, não foi para concorrer, mas sim para assumir o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) no lugar de Carlos Fávaro, que saiu para a disputa eleitoral.



Fonte: A Tarde

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