Os ataques que marcaram este sábado, 28, entre Estados Unidos e Irã podem afetar diretamente o mundo do esporte, com a Federação Iraniana de Futebol avaliando a possibilidade de não disputar a Copa do Mundo de 2026 após os ataques aéreos sofridos.
Diante do cenário de tensão no Oriente Médio, a FIFA informou que acompanha o caso de perto, em meio aos bombardeios realizados pelos Estados Unidos, um dos países-sede do Mundial ao lado de México e Canadá, e por Israel.
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A escalada do conflito levanta dúvidas sobre a participação iraniana no torneio, embora nenhuma decisão oficial tenha sido anunciada até o momento. O secretário-geral da FIFA, Mattias Grafström, afirmou que a entidade monitora a situação e assegurou que haverá garantias de segurança durante a competição.
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Restrição de entrada nos EUA
Meses antes dos ataques, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, já havia anunciado restrições à entrada de cidadãos de diversos países, incluindo o Irã, para a Copa do Mundo.
Desde meados de 2025, iranianos estão impedidos de ingressar no território norte-americano. No entanto, Trump garantiu, em reunião com o presidente da FIFA, Gianni Infantino, que atletas e membros das comissões técnicas terão permissão para entrar no país para disputar os jogos, mesmo vindo de países banidos.
Fase de grupos nos EUA
Para os iranianos, então, é impossível disputar a Copa longe dos Estados Unidos. A Seleção Iraniana integra o Grupo G, e com isso tem todos os compromissos da primeira fase marcados para cidades norte-americanas, na costa oeste.
A estreia está prevista para o dia 15 de junho, às 22h, contra a Nova Zelândia, no SoFi Stadium, em Inglewood, região metropolitana de Los Angeles.
Na segunda rodada, o Irã enfrenta a Bélgica no mesmo estádio, em 21 de junho, às 16h, e o último jogo da fase de grupos acontece contra o Egito, em 27 de junho, à 0h, no Seattle Field.
Até agora, não há confirmação de mudança de sedes nem anúncio oficial de desistência por parte da seleção iraniana.
Fonte: A Tarde



