Chuck Norris ao lado do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu –
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, lamentou a morte do ator Chuck Norris, de 86 anos, que estava internado na última semana. O líder israelense utilizou as redes sociais nesta sexta-feira, 20, para prestar homenagem ao ator norte-americano, a quem ele descreveu como um “grande amigo de Israel”.
“Sara [esposa de Netanyahu] e eu ficamos profundamente tristes ao saber do falecimento de Chuck Norris, um grande amigo de Israel e um amigo pessoal muito próximo. Chuck levou as artes marciais e o carisma de sua personalidade a milhões de pessoas ao redor do mundo. Que sua memória seja uma bênção”, escreveu o premiê israelense.
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Sara and I were deeply saddened to hear of the passing of Chuck Norris, a great friend of Israel and a close personal friend.
Chuck brought martial arts and the warmth of his character to millions around the world.
May his memory be a blessing. pic.twitter.com/LVaulthu50
— Benjamin Netanyahu – בנימין נתניהו (@netanyahu) March 20, 2026
Bandeira do conservadorismo norte-americano
Ao longo da carreira, Chuck Norris construiu uma imagem pública associada a valores conservadores nos Estados Unidos, tendo apoiado diretamente candidatos do partido Republicano nas eleições presidenciais desde os anos 2000, como fez com Donald Trump, atual presidente do país.
Além de escrever artigos e se posicionar sobre temas como religião, patriotismo e direito ao porte de armas, o ator já chegou a convocar a comunidade evangélica dos EUA para votar contra Barack Obama, nas eleições de 2012.
No cinema, o ator se consolidou com uma imagem heróica, patriótica e viril, símbolos frequentemente explorados pela ala mais conservadora da política norte-americana.
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Prova disso são os papéis que ele assumiu ao longo da carreira, quase sempre interpretando heróis, policiais ou militares, que geralmente tinham a missão de combater vilões que representavam inimigos dos Estados Unidos também na vida real.
Na trilogia “Braddock”, lançada entre 1984 e 1988, Norris interpreta o coronel James Braddock e combate inimigos do Vietnã comunista. Enquanto isso, nos filmes “Invasão EUA”, de 1985, e “Comando Delta”, lançado em 1986, a premissa dos personagens de Norris é combater terroristas e defender os EUA.
Ou seja, parte da ligação entre a cultura pop e o conservadorismo político dos Estados Unidos se explica pela figura de Norris.
Fonte: A Tarde



