Desacelerar, observar e escutar os sinais do mundo. Com esse propósito, foi organizada a antologia que acaba de ser lançada pela editora Farol das Letras e pelo Instituto Rubem Alves. Entre as crônicas – selecionadas em concurso nacional –, está “Uma história curicaca”, da escritora Suzana Varjão.
“Sinais do mundo” é resultado do I Concurso Rubem Alves de Literatura, e reúne 60 autores de várias partes do Brasil, com textos que refletem diferentes olhares sobre o cotidiano e revelam “aquilo que muitas vezes passa despercebido”, como explica a presidente do Instituto, Maria Amélia Moscom.
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BRASÍLIA
“Uma história curicaca” relata um episódio ocorrido num condomínio do bairro do Noroeste, na capital federal, onde o comportamento de um casal de pássaros curicaca e seus filhotes acaba revelando similaridades com os humanos – suas virtudes e vilanias.
Acompanhando o cotidiano dos animais do cerrado brasileiro, os moradores do edifício emitem um sinal alentador, num mundo marcado por violências, indiferença e insensatez: o de que nem todos estão anestesiados ante a banalização do mal.
QUEM SÃO
Suzana Varjão é uma jornalista e escritora baiana, radicada, há quase duas décadas, em Brasília, onde produziu nove de suas publicações – a mais recente, o romance “Cidade de bolhas e vãos”, que será lançado ainda este ano, pela editora Minimalismos. Ela foi editora do Caderno 2, do Jornal A TARDE.
Rubem Alves foi um respeitado educador e escritor brasileiro, reconhecido pela defesa de valores humanistas, que difundia em suas crônicas – gênero que o instituto que leva seu nome busca promover, preservando o legado de um de seus mais ilustres representantes.
SERVIÇO
Fonte: A Tarde



