Um “prejuízo gigantesco” resume a eliminação do Bahia na segunda fase da Copa Libertadores para Rogério Ceni. Em entrevista coletiva após o jogo na Arena Fonte Nova, o treinador tentou transformar em palavras o tamanho da perda do Tricolor, que fica sem calendário internacional para toda a temporada.
Depois de uma derrota você nunca tá satisfeito com absolutamente nada
“Prejuízo gigantesco. Não ter o calendário internacional, independente de Libertadores, que era o objetivo, ou Sul-Americana, é um prejuízo que vai demorar para reverter essa situação. Nós temos que mobilizar e motivar para o próximo jogo, temos uma semifinal do sábado e esperamos estar na final do campeonato estadual, retomar o Brasileirão para construir tudo de novo, mas é muito demorado”, iniciou o comandante.
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No Bahia desde setembro de 2023, Rogério Ceni já passou por eliminações frustrantes e até perda de título, mas, para o próprio treinador, a derrota para o O’Higgins representa “o momento mais desfavorável” de toda a sua passagem pelo Tricolor.
“Se passa um ano inteiro para construir uma oportunidade como essa, e, em 90 minutos, ou muitas vezes em um lance bobo, você acaba jogando tudo fora. Mas é algo psicológicamente muito difícil de reverter de forma imetidada, é um peso gigantesco que a gente carrega para a sequência do ano. Sem dúvida é o momento, psicologicamente, mais desfavorável que enfrentamos desde minha chegada”, completou.
Com a eliminação, o Bahia passa a disputar apenas o mata-mata do Campeonato Baiano, além do Brasileirão e Copa do Brasil nesta temporada. A perda também foi lamentada pelo centroavante Willian José — autor dos dois gol do Tricolor na partida.
Fonte: A Tarde



