Supermercados e outros estabelecimentos comerciais estão proibidos de funcionar aos domingos desde o primeiro dia de março no Espírito Santo . A medida foi definida na Convenção Coletiva de Trabalho 2025-2027, firmada entre sindicatos patronais e representantes dos trabalhadores do setor.
A decisão já provoca mudanças no comportamento de consumidores e na rotina de milhares de profissionais.
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Mais de 70 mil trabalhadores foram impactados
De acordo com dados divulgados pela imprensa, cerca de 1,5 mil lojas e mais de 70 mil trabalhadores, distribuídos em 78 municípios, foram diretamente afetados pela nova regra.
A medida altera escalas, horários e também o planejamento de compras da população, que precisa se organizar melhor ao longo da semana.
Por que o comércio não abre mais aos domingos?
O fechamento aos domingos é resultado de uma combinação de fatores, principalmente:
- dificuldade na montagem de escalas de funcionários
- baixo faturamento registrado nesse dia
Esses pontos foram determinantes para o acordo firmado entre empresas e trabalhadores do setor.
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Mudança na escala de trabalho
Com a nova regra, trabalhadores que atuam no regime 6×1 passam a ter folga obrigatória aos domingos.
Antes da mudança, o descanso semanal costumava ocorrer em dias úteis, geralmente entre segunda e quinta-feira.
Trabalhadores se dividem sobre a decisão
A alteração gerou opiniões diferentes entre os profissionais do setor.
Por um lado, muitos comemoram a possibilidade de folgar aos domingos, o que facilita o convívio com familiares e amigos — já que esse é o dia em que a maioria das pessoas também está disponível.
Por outro, há quem sinta falta das folgas durante a semana, que permitiam:
- resolver questões bancárias
- realizar consultas e serviços
- organizar pendências pessoais
Consumidores precisam se adaptar
Para os consumidores, a mudança exige mais planejamento. Situações comuns, como compras de última hora para o almoço de domingo, deixam de ser possíveis.
Diante disso, alternativas como antecipar compras ou recorrer a vizinhos e pequenos comércios autorizados passam a fazer parte da nova rotina.
Fonte: A Tarde



