(FOLHAPRESS) – A apresentadora e influenciadora Cariúcha vive um momento de virada na carreira. Às vésperas de estrear no comando do Superpop, na RedeTV!, ela conta que a mudança de emissora começou por iniciativa própria.
“Na verdade, fui eu que fui atrás”, afirma em entrevista ao F5. “Mandei uma mensagem. Depois descobri que meu nome já tinha sido cogitado na emissora, mas eles não imaginavam que eu aceitaria, porque eu estava muito bem no SBT.”
A decisão de trocar o certo pelo duvidoso não foi fácil, mas teve um motivo claro. “Quem vem de baixo tem que agarrar as oportunidades”, diz. “Eu pensei muito na minha família, nos meus filhos e na minha mãe.”
A apresentadora conta que um de seus maiores objetivos hoje é realizar um sonho antigo da mãe. “Quero comprar uma casa de condomínio para ela em Nova Iguaçu”, comenta. “É o sonho dela, e eu quero dar isso antes que seja tarde.”
Acostumada a arriscar, Cariúcha diz que a mudança faz parte de sua trajetória. “Quando fui para São Paulo, cheguei com R$ 300 no bolso, com o nome no SPC e ordem de despejo. Eu fui no tudo ou nada”, relembra.
Agora, diante do desafio de comandar um programa sozinha e substituir Luciana Gimenez, ela admite sentir uma mistura de emoções. “Estou com medo, ansiedade, curiosidade é tudo junto. Mas estou confiante. Quem vem de baixo já passou pela escola da vida.”
Seu objetivo no Superpop, segundo ela, é simples: fazer o público rir. “O povo sofre muito. Quando liga a televisão, quer esquecer os problemas”, avalia. “Eu já fui telespectadora e sei como é. Quero arrancar risadas e fazer as pessoas esquecerem um pouco das dificuldades.”
Animada com a nova fase, ela acredita que o programa terá forte identificação com o público. “Quero resgatar aqueles programas raiz, tipo Esquenta”, afirma. “[Vou] levar samba, funk, favela, minha história. O povo vai se ver ali.”
Depois de quase duas décadas tentando espaço na televisão, a apresentadora diz que finalmente sente que chegou a sua hora. “São quase 20 anos lutando. Agora parece que a vida está sorrindo para mim”, celebra. “Se eu tenho medo de ser cancelada? Nenhum. Eu já nasci cancelada.”
A decisão de trocar o certo pelo duvidoso não foi fácil, mas teve um motivo claro. “Quem vem de baixo tem que agarrar as oportunidades”, diz. “Eu pensei muito na minha família, nos meus filhos e na minha mãe.”
A apresentadora conta que um de seus maiores objetivos hoje é realizar um sonho antigo da mãe. “Quero comprar uma casa de condomínio para ela em Nova Iguaçu”, comenta. “É o sonho dela, e eu quero dar isso antes que seja tarde.”
Acostumada a arriscar, Cariúcha diz que a mudança faz parte de sua trajetória. “Quando fui para São Paulo, cheguei com R$ 300 no bolso, com o nome no SPC e ordem de despejo. Eu fui no tudo ou nada”, relembra.
Agora, diante do desafio de comandar um programa sozinha e substituir Luciana Gimenez, ela admite sentir uma mistura de emoções. “Estou com medo, ansiedade, curiosidade é tudo junto. Mas estou confiante. Quem vem de baixo já passou pela escola da vida.”
Seu objetivo no Superpop, segundo ela, é simples: fazer o público rir. “O povo sofre muito. Quando liga a televisão, quer esquecer os problemas”, avalia. “Eu já fui telespectadora e sei como é. Quero arrancar risadas e fazer as pessoas esquecerem um pouco das dificuldades.”
Animada com a nova fase, ela acredita que o programa terá forte identificação com o público. “Quero resgatar aqueles programas raiz, tipo Esquenta”, afirma. “[Vou] levar samba, funk, favela, minha história. O povo vai se ver ali.”
Depois de quase duas décadas tentando espaço na televisão, a apresentadora diz que finalmente sente que chegou a sua hora. “São quase 20 anos lutando. Agora parece que a vida está sorrindo para mim”, celebra. “Se eu tenho medo de ser cancelada? Nenhum. Eu já nasci cancelada.”
Fonte: Noticias ao Minuto



