sábado, fevereiro 28, 2026
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Cantora Simone deixa Dubai poucas horas antes de fogo tomar o hotel

Os mísseis que atingiram Dubai atingiram diversas pessoas, e uma delas poderia ter sido a cantora brasileira Simone Mendes. A artista deixou Dubai poucas horas antes de um incêndio atingir um hotel na região de Palm Jumeirah neste sábado, 28.

A cantora estava hospedada na área de luxo com a família, e só soube do incêndio após chegar em São Paulo. Até o momento, no entanto, não há confirmação de que o incêndio tenha ligação com o conflito entre Estados Unidos, Israel, Irã e Emirados Árabes Unidos.

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“Acabamos de pousar em São Paulo e, quando chegamos, ficamos sabendo do que estava acontecendo. Um dos mísseis teria atingido a região de Jumeirah Palm, exatamente onde estávamos hospedados”, comentou a cantora.

“Graças a Deus, viajamos ontem, antes do fechamento dos aeroportos. Chegamos em segurança. Quando a ficha cai, dá um aperto no coração. A gente começa a pensar que poderia estar no meio de tudo isso. E nas pessoas que conhecemos lá e que ficaram. É desesperador”, relatou Simone em vídeo.

O incêndio

As autoridades locais confirmaram que houve um incêndio em um prédio na área de Palm Jumeirah, arquipélago artificial conhecido por concentrar hotéis e residências de alto padrão.

O local foi isolado e equipes de emergência foram mobilizadas rapidamente. Agências internacionais informaram que o hotel cinco estrelas Fairmont foi atingido pelas chamas após o que pode ter sido uma ação retaliatória iraniana, hipótese que ainda não foi oficialmente confirmada.

Conflito

O cenário de tensão começou após a ofensiva conjunta dos Estados Unidos e de Israel contra alvos no Irã, registrada nas primeiras horas do sábado. Segundo a imprensa iraniana, citando dados da organização humanitária Crescente Vermelho, os ataques deixaram 201 mortos e 747 feridos.

Em nota oficial, o governo brasileiro condenou a ação militar e defendeu a retomada do diálogo diplomático para evitar a ampliação do conflito. O Itamaraty pediu que as partes envolvidas respeitem o direito internacional e adotem “máxima contenção” para proteger civis e infraestruturas essenciais.

O Ministério das Relações Exteriores informou ainda que as embaixadas brasileiras na região acompanham a situação e orientou cidadãos que estejam nos países afetados a seguir as recomendações de segurança das autoridades locais.



Fonte: A Tarde

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