segunda-feira, abril 6, 2026
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Espectro humanista

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Abril é o mês Mundial de Conscientização do Autismo –

Quem passar, hoje, por um grande monumento iluminado de azul, saberá tratar-se do pedido de atenção no Dia Mundial de Conscientização do Autismo. O nome mais fidedigno à ocorrência é Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), indicando a importância da inclusão e do apoio.

Não se trata de segregar o autista ou de considerá-lo pessoa inferior, exceto se for considerada válida ideologia voltada para uma enganosa normalidade. São apenas diferenças, conforme indica a expressão espectro, em infinidade de modos de ser, nenhuma delas capaz de inviabilizar o convívio saudável.

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A pessoa de espectro autista oferece a oportunidade de humanização a quem se deve atribuir a condição do acolhimento e garantia de direitos fundamentais. Vagas especiais em órgãos públicos e estabelecimentos diversos, notadamente as escolas, estão entre as boas possibilidades de se dar a mão. Não só por empatia ou generosidade; também porque se pode aprender muito.

O apelo pela plenitude de solidariedade, preenchendo as lacunas do mundo, se estende às famílias, pois são também carentes os cuidadores dos autistas. Segue-se, deste contexto, a necessária ampliação do apoio porque parte do individual para o grupo maior de parentes e amigos.

No trato pessoal, o incentivo é aprimorar a busca de meios de se comunicar, reduzindo as limitações produzidas pelas diferenças existenciais. São 70 milhões de pessoas com autismo em todo o planeta, dos quais 2 milhões no Brasil, gerando a necessidade de políticas públicas e participação da sociedade civil.

Para eliminar focos de preconceito, basta verificar as contribuições de autistas famosos no sentido de melhorar o mundo com seus talentos. Anthony Hopkins, Oscar de melhor ator; Greta Thunberg, ativista sueca pelo clima; e a atriz brasileira Letícia Sabatella estão entre as provas vivas de como se convive bem com o autismo.



Fonte: A Tarde

Mensagens íntimas de Harry com jornalista vêm à tona e agitam tribunal

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O Príncipe Harry trocou mensagens de teor sugestivo com a jornalista Charlotte Griffiths, segundo depoimentos apresentados nesta terça-feira no Tribunal Superior de Londres. As conversas vieram à tona durante o processo movido pelo príncipe contra a Associated Newspapers, editora do Daily Mail, por suposta violação de privacidade.

De acordo com os registros exibidos no julgamento, Harry adicionou a jornalista, que trabalhava no Mail on Sunday, no Facebook em 2011 e chegou a compartilhar seu número de telefone com ela.

As mensagens, trocadas entre dezembro de 2011 e janeiro de 2012, indicam um relacionamento mais próximo do que o descrito anteriormente pelo príncipe. Na época, Charlotte era editora adjunta e hoje ocupa o cargo de editora-chefe.

Nos textos, Harry menciona “abraços no cinema”, chama a jornalista de “querida” e encerra mensagens com “mwah” e beijos.

Em uma audiência anterior, realizada em janeiro, o príncipe afirmou que encontrou Charlotte apenas uma vez, em uma festa organizada por um amigo em comum, Arthur Landon, e disse ter cortado contato ao descobrir que ela era jornalista. “Foi isso”, declarou na ocasião. No entanto, o conteúdo das mensagens sugere uma relação mais frequente.

Charlotte afirmou em tribunal que teve alguns contatos com Harry, incluindo em um evento realizado na véspera do Trooping the Colour.

Uma das primeiras mensagens, datada de 4 de dezembro de 2011, dizia: “É o H, caso esteja confusa com o nome e a foto!!! X”.

A jornalista respondeu chamando-o de “Sr. Travesso”. “Que fim de semana divertido, cheio de malandragens – não podemos fazer isso todos os fins de semana? Beijos”, escreveu.

Em outra mensagem, Harry comentou: “Que multidão. Nunca ri tanto em 24 horas!! ‘Sr. Travesso’? Como eu ganhei esse título… certamente não fui pior do que ninguém!!”. Ele também reclamou de um jantar beneficente: “Tive que fazer conversa com estranhos ontem à noite, implorando por dinheiro para caridade! Muito divertido… só que não”.

Já em janeiro de 2012, ao falar sobre uma festa que não pôde comparecer, escreveu: “Queria muito ter ido… especialmente agora que você está lá! Você trabalha alguma vez?!!… Espero que esteja muito bem, Griff… sinto falta dos nossos abraços no cinema!! Queria muito estar aí, querida, mas estou preso na Cornualha fazendo coisas do Exército”.

O julgamento, iniciado em 19 de janeiro, também envolve outras celebridades, como Elton John, Elizabeth Hurley e Sadie Frost, que acusam a empresa de obter informações de forma ilegal, inclusive com o uso de detetives particulares.

Aos 81 anos, Thomas Markle revela relacionamento com enfermeira que conheceu após cirurgia nas Filipinas. Ele diz ter redescoberto a felicidade após anos difíceis e problemas de saúde, enquanto filha voltou a procurá-lo durante período delicado

Notícias ao Minuto | 06:00 – 31/03/2026

Fonte: Noticias ao Minuto

Baianos preferem olhar humano à IA em decisões sobre saúde e finanças

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Entre o fascínio pela inovação e o apego à segurança do julgamento humano, o baiano escolhe a cautela. A pesquisa AtlasIntel/ A TARDErevelou que 50,9% da população da Bahia prefere especialistas humanos para decisões críticas em áreas como medicina e finanças, enquanto 44,2% aceitam o suporte da Inteligência Artificial (IA) apenas de forma complementar.

O dado reflete um cenário de “confiança seletiva”, embora a tecnologia seja vista como uma aliada promissora, o medo do viés algorítmico e a busca por responsabilidade ética mantêm o fator humano como o pilar central das escolhas de vida no estado.

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Humano vs. Algoritmo

A divisão quase simétrica nas respostas revela que a Bahia está em um estágio de “transição cautelosa”. Não há uma rejeição total, mas uma exigência de curadoria:

  • A barreira do especialista (50,9%): Mais da metade da população do estado estabelece uma “linha vermelha” em temas que envolvem o patrimônio financeiro e a integridade física. Aqui, a empatia, a ética e a responsabilidade civil (o CPF por trás da decisão) são insubstituíveis.
  • A abertura tecnológica (44,2%): Uma fatia robusta já enxerga a IA como um copiloto. Esse grupo não descarta a máquina, mas a valida como uma ferramenta de suporte que agiliza processos antes da decisão final.

Essa divisão pode ser analisada através de quatro fatores principais extraídos das fontes:

A reportagem questionou ao psicoterapeuta, professor universitário, mestre em História, doutorando em mitologia, consultor de empresas e palestrante, Luiz Hosannah Pinto, se a resistência de 50,9% das pessoas em preferir humanos à IA em decisões médicas ou financeiras seria apenas uma questão geracional, que mudaria com o tempo, ou um traço intrínseco da natureza humana. Hosannah afirma categoricamente que se trata de um traço intrínseco da condição humana.

Áreas como medicina e finanças mexem com sentimentos profundos e vulnerabilidades, como o medo da morte, o risco de falência e o sofrimento

Luiz Hosannah Pinto

Para o psicólogo, a tecnologia é vista apenas como um complemento, pois não possui a capacidade de oferecer o que o ser humano busca em momentos de crise.

“A impessoalidade da máquina não substitui a necessidade de um direcionamento focado no humano, algo que a evolução tecnológica dificilmente vai mudar por completo”, emendou.

Em análise sobre como as ferramentas digitais afetam o processo de tomada de decisão, o psicólogo destaca que a tecnologia não é inerentemente estressante ou libertadora; o resultado depende da intenção do uso.

Ainda de acordo com o psicólogo, a dependência excessiva da tecnologia em áreas sensíveis como saúde, finanças e relacionamentos pode levar a quadros psicopatológicos. Ele argumenta que a evolução do indivíduo exige o contato com o “outro”, um ser dotado de alma, vida e contradições.

Para ser sujeito tem que ter o outro, e esse outro tem que ter alma, tem que ter vida, tem que ter contradições humanas e não uma imperfeição

Até onde vai a IA?

Os dados pesquisa revelam ainda que a Inteligência Artificial na Bahia vive um estado de “testes” por parte da população. A barreira da confiança total ainda é altíssima:

  • Os entusiastas (11,6%): Apenas uma pequena parcela da população confia “totalmente” nos resultados gerados por algoritmos. Este grupo geralmente é composto por usuários de tecnologia (Early Adopters) e jovens da Geração Z.
  • Cautelosos (54,8%): A maioria absoluta dos baianos “confia um pouco“. Isso significa que a IA é vista como uma ferramenta de consulta, e não como uma fonte de verdade absoluta.
  • Veredito do Público: Para 2026, a IA na Bahia é uma assistente, nunca a voz final. Em temas sensíveis como saúde e patrimônio, a “voz final” precisa ter um rosto e um registro profissional (CRM, CORECON, etc.).

Decisões tendenciosas

Um motivo central para a resistência em delegar decisões importantes à IA é o medo do viés algorítmico. De acordo com os dados, 50% dos entrevistados estão “extremamente preocupados” com a tomada de decisões tendenciosas ou injustas, como em concessões de crédito.

Essa preocupação impacta diretamente a área financeira, onde a imparcialidade é fundamental para o usuário.

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A análise demográfica mostra que a rejeição à IA para decisões importantes não é uniforme, enquanto apenas 24,5% dos jovens (16-24 anos) preferem exclusivamente humanos, esse número sobe para 74,6% na faixa de 45 a 59 anos.

Escolaridade

Entre quem possui apenas o ensino fundamental, 63,2% preferem humanos, comparado a 52,2% entre os que possuem ensino superior. Isso sugere que a familiaridade e o entendimento técnico — que são maiores entre os mais jovens e mais escolarizados — reduzem a resistência ao uso da tecnologia

Reconhecimento de benefícios x medo da autonomia

O fato de 44,2% aceitarem o auxílio “em alguns casos” reflete a percepção de utilidade da IA em áreas específicas, uma vez que 31% dos baianos acreditam que a saúde e medicina são áreas que mais podem se beneficiar da IA

No entanto, essa percepção de benefício convive com o medo da violação de privacidade pessoal, 51% de extrema preocupação.

Em resumo, os baianos parecem enxergar a IA como uma ferramenta de suporte valiosa, mas o fator humano ainda é visto como o único capaz de oferecer o julgamento ético, a responsabilidade e a segurança necessários para decisões que podem mudar o curso de uma vida.

O que os números da pesquisa desenham não é uma rejeição à modernidade, mas uma insistência na humanização do erro e do acerto. Enquanto a Inteligência Artificial é celebrada pela agilidade e capacidade de processamento, especialmente em áreas complexas como o diagnóstico médico e a análise de dados financeiros, ela esbarra em um limite estritamente humano, que é a responsabilidade ética.

Para o baiano, a máquina pode até sugerir o caminho, mas o julgamento final ainda exige um rosto, um nome e, sobretudo, a capacidade de empatia e discernimento que nenhum código, por mais sofisticado que seja, conseguiu mimetizar.

No equilíbrio entre o algoritmo e o coração, a Bahia sinaliza que a IA é uma ferramenta de suporte valiosa, mas que o curso de uma vida ainda deve ser decidido por quem compreende as nuances do que é ser humano.

AtlasIntel

A pesquisa da AtlasIntel, realizada em parceria com o Grupo A TARDE, examina as percepções e os impactos da Inteligência Artificial na Bahia. O estudo utilizou a metodologia de Recrutamento Digital Aleatório (RDR) para coletar dados anonimizados de diversos perfis demográficos e regionais.

No geral, as fontes oferecem um diagnóstico estatístico sobre como os baianos encaram as oportunidades e riscos dessa inovação.

A pesquisa ouviu 1.718 pessoas, via recrutamento digital aleatório (Atlas RDR), entre 20 e 25 de março de 2026. A margem de erro é de dois pontos percentuais (2±2 p.p.), e o nível de confiança é de 95%.



Fonte:
A Tarde

Wagner Moura vai protagonizar filme ao lado de Kristen Stewart

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Wagner Moura vai estrelar um novo filme internacional ao lado de Kristen Stewart. O ator foi escalado para o thriller de vampiros “Flesh of the Gods”, assumindo o papel que inicialmente seria de Oscar Isaac, que deixou o projeto por conflito de agenda.

Na trama, Moura interpreta Raoul, par da personagem de Stewart, Alex. Ambientado na Los Angeles dos anos 1980, o filme acompanha o casal em uma imersão em um universo de luxo, excessos e violência, com elementos sobrenaturais ligados ao mundo dos vampiros.

O projeto foi anunciado no Festival de Cannes de 2024 e tem roteiro de Andrew Kevin Walker, autor de “Se7en”, a partir de uma história criada em parceria com Panos Cosmatos.

Moura vive um dos momentos mais sólidos da carreira internacional. Além de ter sido indicado ao Oscar de Melhor Ator por “Agente Secreto”, também venceu o Globo de Ouro e o prêmio de Melhor Ator no Festival de Cannes pelo mesmo trabalho.

Na trajetória recente, o ator também esteve em produções como Civil War, dirigido por Alex Garland, e na série Dope Thief, da Apple, ao lado de Brian Tyree Henry.

Com o novo filme, Wagner Moura amplia ainda mais sua presença em produções de grande escala no cinema internacional.

Cantora Megan Thee Stallion é levada para o hospital depois de ter se sentido mal durante um espetáculo. As informações foram confirmadas por um porta-voz da rapper e pelo seu cabeleireiro

Notícias ao Minuto | 21:36 – 01/04/2026

Fonte: Noticias ao Minuto

Veja as 48 seleções classificadas e como ficaram os grupos da Copa

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O Iraque garantiu, na madrugada desta terça para quarta-feira, a última vaga para a Copa do Mundo de 2026 ao vencer a Bolívia por 2 a 1, no Estadio BBVA Bancomer, em Monterrey, no México, no último jogo dos playoffs intercontinentais.

Ali Al-Hamadi abriu o placar para a seleção asiática logo aos dez minutos, mas Moisés Paniagua empatou ainda no primeiro tempo. Na etapa final, Ayman Hussein marcou aos 53 minutos e definiu a vitória que confirmou a classificação.

Antes disso, a República Democrática do Congo também havia assegurado vaga ao vencer a Jamaica por 1 a 0, na prorrogação, em Guadalajara. Nos demais confrontos da repescagem, avançaram Bósnia e Herzegovina, que eliminou a Itália nos pênaltis, além de Suécia, Turquia e República Tcheca.

O Mundial de 2026 será disputado entre 11 de junho e 19 de julho, com organização conjunta de Estados Unidos, Canadá e México. Esta será a primeira edição com 48 seleções.

Assim ficaram os grupos da Copa do Mundo 2026:

Grupo A: África do Sul, México, Coreia do Sul e República Tcheca
Grupo B: Suíça, Catar, Canadá e Bósnia e Herzegovina
Grupo C: Marrocos, Haiti, Escócia e Brasil
Grupo D: Paraguai, Estados Unidos, Austrália e Turquia
Grupo E: Equador, Curaçao, Costa do Marfim e Alemanha
Grupo F: Tunísia, Países Baixos, Japão e Suécia
Grupo G: Nova Zelândia, Irã, Egito e Bélgica
Grupo H: Uruguai, Espanha, Cabo Verde e Arábia Saudita
Grupo I: Senegal, Noruega, França e Iraque
Grupo J: Áustria, Jordânia, Argélia e Argentina
Grupo K: Uzbequistão, Portugal, Colômbia e República Democrática do Congo
Grupo L: Panamá, Inglaterra, Gana e Croácia

O Brasil está no Grupo C, ao lado de Marrocos, Escócia e Haiti, e já tem seu caminho definido na competição.

Grupo e jogos do Brasil na Copa do Mundo 2026

Grupo C: Brasil, Marrocos, Haiti e Escócia

1ª rodada – 13 de junho, às 19h
Brasil x Marrocos – Nova York/Nova Jersey (MetLife Stadium)

2ª rodada – 19 de junho, às 22h
Brasil x Haiti – Filadélfia (Lincoln Financial Field)

3ª rodada – 24 de junho, às 19h
Escócia x Brasil – Miami (Hard Rock Stadium)

Durante a Copa, a seleção brasileira ficará hospedada em Nova Jersey e treinará no CT Columbia Park, em Morristown. O local pertence ao New York Red Bulls e fica a cerca de 15 minutos do hotel da delegação.

Caso avance, o Brasil enfrentará equipes do Grupo F na fase seguinte, que reúne Países Baixos, Japão, Tunísia e uma seleção vinda da repescagem europeia.

A seleção brasileira, única presente em todas as edições do Mundial, busca o hexacampeonato. O último título foi conquistado em 2002.
 
 

Volante conta que ouviu do croata que a seleção é “forte” e valoriza evolução da equipe. Jogadores destacam união do grupo e disputa por vagas, enquanto comissão técnica define lista final para a Copa do Mundo

Estadao Conteudo | 04:00 – 01/04/2026

 

Fonte: Noticias ao Minuto

Jean Lucas vê Bahia mais “maduro” para brigar por liderança da Série A

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Bahia cresce e Jean Lucas vê time pronto para assumir liderança –

Após vencer o Athletico Paranaense nesta quarta-feira, 1, o Esporte Clube Bahia alcançou a terceira colocação do Campeonato Brasileiro, com 17 pontos, apenas dois atrás dos líderes Fluminense e Palmeiras — este último ainda entra em campo na rodada.

Brigando na parte mais alta da tabela da Série A, o volante Jean Lucas afirmou que o elenco vem amadurecendo a cada temporada. Segundo o jogador, o grupo tem aprendido a lidar com mais naturalidade com a disputa pelo topo, mantendo o objetivo de alcançar a liderança da competição.

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Neste domingo, 5, novamente na Arena Fonte Nova, o Bahia enfrenta o Palmeiras, atual líder do campeonato, em um “duelo de seis pontos”. Em caso de vitória sobre a equipe paulista, o Tricolor de Aço se coloca como postulante à liderança e, consequentemente, ao título do Brasileirão — ainda mais considerando o jogo atrasado contra a Chapecoense.

Para Jean Lucas, o duelo contra o Palmeiras representa a possibilidade de o Bahia pensar na briga pelo título. “No domingo, temos um confronto direto (contra o Palmeiras) e podemos lutar pela liderança do campeonato com os jogos que temos pela frente. Então, é seguir jogo a jogo para continuar lá em cima e, quem sabe, conquistar um título”, afirmou.

Segundo o volante, o desempenho do Bahia diante do Athletico foi exatamente o planejado e traz confiança: “A gente tinha falado que era fundamental marcar cedo para ganhar confiança no decorrer da partida”.

Cara, começamos o jogo muito ativos, indo para cima deles. Conseguimos fazer o gol logo cedo, o que é muito importante […] Depois do segundo gol, eles ficaram um pouco mais com a bola, mas só circulando. A gente baixou em linha de cinco e não sofreu nenhum perigo claro de gol […] Mas o mais importante é vencer, reconquistar a confiança e já pensar no Palmeiras no domingo, que vai ser um jogo muito difícil”, pontuou.

A gente vem amadurecendo no decorrer de cada ano. Do ano passado para este, estamos mais maduros em relação a isso (disputa pelo topo)

Jean Lucas – jogador do Bahia

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Sonho de ir para a Copa do Mundo?

Vivendo grande fase com a camisa tricolor, às vésperas da Copa do Mundo de 2026, Jean Lucas — que foi convocado por Carlo Ancelotti para defender a Seleção Brasileira na temporada passada — afirmou que mantém o foco total no Bahia.

Eu fico com a cabeça aqui, focado no Esporte Clube Bahia, buscando performar bem e ajudar a equipe. Sei que a minha posição é muito disputada, com excelentes jogadores no meio de campo, mas sigo trabalhando em silêncio […] Se for da vontade de Deus, que seja feita”, afirmou o volante.



Fonte: A Tarde

Panorama Coisa de Cinema anuncia vencedores de 2026

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Longa Timidez foi um dos vencedores da noite –

O documentário Anti-heróis do Udigrudi Baiano, dirigido por Henrique Dantas, foi o grande vencedor da categoria de melhor longa-metragem da Competitiva Baiana do Panorama Internacional Coisa de Cinema.

O anúncio dos premiados aconteceu na noite de terça-feira, 1º, no Cine Glauber Rocha, marcando o encerramento da 21ª edição do festival, realizado entre os dias 25 de março e 1º de abril, em Salvador e Cachoeira.

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De acordo com o júri oficial, o longa foi reconhecido pela relevância ao resgatar referências de um cinema inventivo nascido na Bahia, além da qualidade narrativa ao conduzir essa história.

Na Competitiva Baiana de curtas, o destaque foi Bregueragem, dirigido por Daniel Arcades. O filme foi premiado por retratar um universo rico em personagens e emoções, com linguagem marcada pelo exagero e pela leveza.

Além do troféu do festival, os dois vencedores receberam prêmios em dinheiro concedidos pelo Instituto Flávia Abubakir: R$ 50 mil para o longa e R$ 10 mil para o curta.

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Competitiva Nacional e Internacional

Anti-heróis do Udigrudi Baiano foi o grande vencedor do Panorama | Foto: Divulgação

Na Competitiva Nacional, o prêmio de melhor longa ficou com Uma baleia pode ser dilacerada como uma escola de samba, de Felipe M. Bragança e Marina Meliande.

Segundo o júri, o filme se destaca por utilizar o carnaval como estrutura narrativa para uma trama complexa, funcionando como metáfora do desencanto social e cultural no Brasil.

O melhor curta nacional foi Irmã, dirigido por Anderson Bardot.

Pelo segundo ano consecutivo, o Canal Brasil concedeu o Prêmio de Aquisição, no valor de R$ 15 mil. O contemplado desta edição foi Replikka, assinado por Piratá Waurá e Heloisa Passos.

Já na Competitiva Internacional, os vencedores foram o longa Aisha não pode voar, de Morad Mostafa, e o curta Porque hoje é sábado, dirigido por Alice Eça Guimarães.

Além dos valores em dinheiro, os premiados também receberam serviços oferecidos por empresas parceiras e o troféu oficial do evento, criado por Luís Parras, inspirado na lente Igluscope, desenvolvida pelo cineasta Roberto Pires.

Sessões especiais com ingressos promocionais

Uma baleia pode ser dilacerada como uma escola de samba venceu Competitiva Nacional

Uma baleia pode ser dilacerada como uma escola de samba venceu Competitiva Nacional | Foto: Divulgação

Os filmes vencedores voltarão a ser exibidos entre os dias 3 e 5 de abril, no Cine Glauber Rocha, sempre às 19h20.

Os ingressos custam R$ 18 (inteira) e R$ 9 (meia), com possibilidade de uso do passaporte do festival. A programação inclui:

Dia 3: Aisha não pode voar e Porque hoje é sábado

Dia 4: Uma baleia pode ser dilacerada como uma escola de samba e Irmã

Dia 5: Anti-heróis do Udigrudi Baiano e Bregueragem

Confira a lista completa dos vencedores do XXI Panorama Coisa de Cinema

JÚRI OFICIAL

Competitiva Nacional

Longa-metragem

Melhor Filme: Uma Baleia pode ser dilacerada como uma escola de samba, de Felipe M. Bragança e Marina Meliande

Melhor Direção: Lírio Ferreira e Karen Harley por Para Vigo Me Voy!, de Lírio Ferreira e Karen Harley

Melhor Roteiro: Felipe M. Bragança por Uma Baleia pode ser dilacerada como uma escola de samba, de Felipe M. Bragança e Marina Meliande

Melhor Fotografia: Bernard Lessa e Safira Moreira por Cais, de Safira Moreira

Melhor Atuação: Carla Ribas, Naruna Costa, Ariana Aparecida por Dolores, de Marcelo Gomes e Maria Clara Escobar

Melhor Montagem: Mair Tavares, Daniel Garcia, Karen Black e Lucílio Jota por Para Vigo Me Voy!, de Lírio Ferreira e Karen Harley

Melhor Direção de Arte: Elsa Romero e Joyce Castelo por Uma Baleia pode ser dilacerada como uma escola de samba, de Felipe M. Bragança e Marina Meliande

Melhor Música: Maestro Ubiratan Marques Cais, de Safira Moreira

Melhor Som: Julio Matos, Marco Sartori, Guile Martins e Augusta Gui por Até Onde A Vista Alcança, de Alice Villela e Hidalgo Romero

Curta-metragem

Menção Honrosa: Destaque para o alto nível de todos os curtas-metragens da competição nacional

Melhor Curta: Irmã, de Anderson Bardot

Competitiva Baiana

Melhor Longa-metragem: Anti-heróis do Udigrudi Baiano, de Henrique Dantas

Melhor Curta-metragem: Bregueragem, de Daniel Arcades

Melhor Direção: Arlete Juruna e Wallace Nogueira por Xingu à margem, de Arlete Juruna e Wallace Nogueira

Melhor Roteiro: Larissa Lacerda, por O que você é sai por todos os lados, de Larissa Lacerda

Melhor Fotografia: Matheus da Rocha Pereira por Timidez, de Thiago Gomes Rosa e Susan Kalik

Melhor Atuação: Flor de Maria, Iana Nascimento e Sabrina Bispo por A cor da Patroa, de Milena Anjos

Melhor Montagem: Rafael Oliveira por Cachoeira, de Rayssa Coelho e Filipe Gama

Melhor Direção de Arte: Fernanda Beling por Sopro, de Fernanda Beling

Melhor Som: Eugênio Voser (Gegê) por Rambutan, de Erika Fromm

Menção honrosa para a atuação do cachorro Maic em Maic não quer cruzar

Competitiva Internacional

Melhor Longa: Aisha não pode voar, de Morad Mostafa (Egito / Sudão / Tunísia / Arábia Saudita / Catar / França / Alemanha)

Melhor Curta: Porque hoje é sábado, de Alice Eça Guimarães (Portugal / França / Espanha)

JÚRI JOVEM

Competitiva Nacional

Melhor Longa: Morte e Vida Madalena, de Guto Parente

Melhor Curta: Quem se move, de Stephanie Ricci

Competitiva Baiana

Melhor Longa: Timidez, de Susan Kalik e Thiago Gomes Rosa

Melhor Curta: Maic Não Quer Cruzar, de Henrique Filho

PRÊMIO CANAL BRASIL

Melhor Curta: Replikka, de Piratá Waurá e Heloisa Passos

JÚRI DAS ASSOCIAÇÕES (APAN, APC, API, MULHERCINE, AUTORAIS, CONNE)

Competitiva Nacional

Melhor Longa: Morte e Vida Madalena, de Guto Parente

Melhor Curta: Caldeirão, de Oliveira Júnior, Weslley Oliveira e Milena Rocha

Competitiva Baiana

Melhor Longa: Timidez, de Susan Kalik e Thiago Gomes Rosa

Menção Honrosa (longa): Carta para…, de Vânia Lima

Melhor Curta: Maic Não Quer Cruzar, de Henrique Filho

PRÊMIO ATELIER RURAL (PanLab de Montagem)

O curta-metragem Corpus-água, com direção de Sidjonathas dos Santos Araújo e Montagem de Júlia da Costa.

PRÊMIO DE EXIBIÇÃO

Yellow Cake, de Tiago Melo, tem exibição garantida em pelo menos 60 salas de cinema.

PRÊMIO PARADISO MULTIPLICA (PanLab de Roteiro)

Projeto de Longa: Conhecereis a Verdade…, de Natan Fox, com roteiro e Natan Fox e Pedro Reinato

Projeto de Curta: Ouriço, direção e roteiro de Nina Neves

A 21ª edição do Panorama Internacional Coisa de Cinema contou com patrocínio do Instituto Flávia Abubakir e do Banco do Brasil, além de apoio do Governo do Estado da Bahia, por meio do Fundo de Cultura, Secretaria da Fazenda e Secretaria de Cultura.

O evento também teve apoio institucional da Fundação Cultural do Estado da Bahia, da Diretoria de Audiovisual (Dimas) e do Centro Cultural Banco do Brasil.



Fonte: A Tarde

dívida em queda, investimento sustentável

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A dívida total do Estado da Bahia caiu 1,5% no último ano. Levando-se em conta a inflação, o recuo se amplia para 6%. Em paralelo, o investimento realizado pelo governo baiano em 2025 alcançou R$ 7,97 bilhões, em linha com a média observada durante a gestão de Jerônimo Rodrigues, de R$ 8 bilhões ao ano.

Bom lembrar que a dívida reúne compromissos financeiros assumidos por sucessivas gestões estaduais, ao longo de décadas, cujos prazos de pagamento ainda estão em vigor. É fundamental apontar ainda a consistente trajetória de recuo do grau de endividamento do governo baiano, do incômodo patamar de 103% da receita corrente líquida, em 2006, para os atuais 37%.

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O teto máximo de 200% para a dívida dos estados, de acordo com o que prescreve a Lei de Responsabilidade Fiscal, está muito mais distante hoje, sob o grupo político que atualmente governa a Bahia, do que na época dos seus adversários. A fórmula para manter a dívida em grau significativamente abaixo do sinal vermelho é simples, mas eficaz: o rigoroso pagamento das parcelas de amortização, incluindo juros e o débito principal, ano após ano. Conduta que por sua vez é parte de agenda mais abrangente que inclui o combate à sonegação, a modernização do fisco e a qualificação do gasto público.

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Em função desta estratégia bem sucedida, o atual governo vem conseguindo manter o forte ritmo de investimentos, somando R$ 24,04 bilhões entre 2023 e 2025. Ao analisarmos este montante, outro dado se sobressai: do total investido, apenas R$ 5,07 bilhões foram provenientes de operações de crédito, enquanto os recursos do caixa estadual bancaram a maior parte, cerca de R$ 18,97 bilhões.

Os números contrastam com especulações de feitio terraplanista que, buscando criar alarme falso em torno da recente contratação de novas operações de crédito, optaram pela desinformação, ignorando indicadores objetivos que exprimem, pelo contrário, o controle da dívida, a administração responsável das finanças estaduais e a sustentabilidade dos investimentos.

Tais características confluem, ressalte-se, para que se cumpra a diretriz do governador e um dos marcos da sua gestão: é preciso que o governo saiba conciliar, sempre, o equilíbrio fiscal e a garantia dos recursos necessários à ampliação e à melhoria da prestação de serviços à população baiana.

Na prática, um esforço que já se converteu nos dez novos hospitais em todo o território baiano, incluindo inovações como os centros de cuidados paliativos e de ortopedia, nos milhares de quilômetros de rodovias asfaltadas e recuperadas, nos novos sistemas de saneamento e abastecimento de água, na implantação do VLT, na ampliação do metrô, na altamente qualificada rede de escolas de tempo integral, na polícia equipada e em muito mais: conquistas que só um Estado com as contas em dia é capaz de assegurar.

*Secretário da Fazenda do Estado



Fonte: A Tarde

Itália perde para Bósnia e fica fora da Copa do Mundo

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A Itália está fora da Copa do Mundo que será disputada no Canadá, no México e nos Estados Unidos. A Squadra Azzurra teve a sua ausência na competição decretada após ser derrotada na disputa de pênaltis pela Bósnia (por 4 a 1), após empate de 1 a 1 com a bola rolando, no estádio Bilino Polje, em Zenica, nesta terça-feira (31).

Desta forma, a equipe tetracampeã mundial fica fora de um Mundial de seleções pela terceira vez seguida, após as ausências nas Copas de 2018 e de 2022. Já a Bósnia garantiu a presença no Grupo B, ao lado de Canadá, Catar e Suíça.

Outros classificados

Outras três equipes europeias se garantiram na Copa do Mundo nesta terça. A Suécia venceu a Polônia por 3 a 2 e foi para o Grupo F da competição, onde medirá forças com Holanda, Japão e Tunísia.

Já a Turquia derrotou o Kosovo por 1 a 0, gol de Aktürkoglu, e disputará o Mundial no Grupo D, ao lado de Estados Unidos, Austrália e Paraguai.

Por fim, a República Tcheca despachou a Dinamarca por 3 a 1 nos pênaltis e comporá o Grupo A da Copa com México, África do Sul e Coreia do Sul.

Brasil melhora desempenho após derrota para a França, mostra postura mais ofensiva e garante vitória com gols no fim. Resultado serve como resposta às críticas e dá força ao time antes da convocação para a Copa do Mundo

Folhapress | 02:40 – 01/04/2026

 

Fonte: Noticias ao Minuto

Dólar retoma nível pré-guerra e Bolsa sobe com possível acordo com Irã

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O dólar voltou a níveis anteriores à guerra no Oriente Médio, e a bolsa fechou em leve alta nesta quarta‑feira (1º), em um pregão marcado pelo maior apetite ao risco global. Investidores reagiram a sinais de que os Estados Unidos e o Irã podem avançar para um acordo que leve ao fim do conflito, reduzindo temores sobre energia, inflação e fluxos financeiros internacionais.

O dólar comercial encerrou o dia vendido a R$ 5,157, com queda de R$ 0,022 (-0,43%). Pela manhã, a moeda encostou em R$ 5,17 por diversas vezes, mas acelerou a queda durante a tarde, chegando a R$ 5,14 por volta das 14h.

A cotação está em níveis semelhantes aos da última semana de fevereiro, antes da escalada militar no Oriente Médio.  A divisa cai 1,42% na semana e 6,06% no acumulado do ano.

O movimento foi reforçado por declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que afirmou que o país deve encerrar a guerra contra o Irã em breve, admitindo a possibilidade de apenas “ataques pontuais” se necessário. As falas alimentaram a expectativa de cessar‑fogo, apesar de o governo iraniano negar oficialmente ter feito qualquer solicitação nesse sentido.

No exterior, o dólar também operou em baixa. O índice DXY, que mede o desempenho da moeda americana diante de uma cesta de seis divisas fortes, recuava no fim da tarde, refletindo ganhos de moedas emergentes como o real, o peso chileno e o peso mexicano.

Bolsa

O mercado de ações agiu com mais moderação em relação à possibilidade de fim do conflito. O índice Ibovespa, da B3, fechou a quarta-feira aos 187.953 pontos, com alta de 0,26%.

A valorização foi puxada principalmente por ações do setor financeiro e por empresas mais sensíveis à atividade doméstica e aos juros, em um ambiente visto como mais favorável a cortes adicionais da Taxa Selic (juros básicos da economia), caso o cenário externo siga menos turbulento.

Petróleo

Pelo segundo dia consecutivo, o petróleo fechou em queda, refletindo a aposta de que o conflito possa caminhar para uma solução diplomática, com redução dos riscos de interrupção da oferta, especialmente no Estreito de Ormuz.

O contrato do WTI para maio cedeu 1,24%, encerrando a US$ 100,12 o barril, enquanto o Brent para junho, referência para o mercado brasileiro, caiu 2,70%, para US$ 101,16. Durante o pregão, o Brent chegou a ser negociado abaixo dos US$ 100.

Apesar do alívio recente, os preços do petróleo continuam elevados e sensíveis a novos desdobramentos políticos e militares. Dados de estoques nos Estados Unidos ajudaram a conter perdas mais acentuadas, mas o mercado permanece atento ao pronunciamento de Trump, previsto para a noite, e a qualquer sinal concreto sobre a normalização das rotas de transporte no Oriente Médio.

*Com informações da Reuters

Fonte: Agência Brasil