segunda-feira, abril 6, 2026
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São Paulo tenta voltar a vencer em reencontro de Roger com Internacional

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O São Paulo visita o Internacional na retomada do Campeonato Brasileiro após a Data Fifa nesta quarta-feira, às 19h30 (de Brasília). A nona rodada marca o reencontro de Roger Machado com o ex-clube.

A equipe são-paulina perdeu a vice-liderança no período sem jogos, ainda que sem entrar em campo. O Athletico-PR venceu o Botafogo em partida atrasada e assumiu o posto.

Ainda há como retomar a ponta nesta rodada. Além de vencer o Internacional, o São Paulo precisa que os paranenses e o Palmeiras percam. Há também uma diferença de saldo de gols a ser recuperada contra o time alviverde.

Em campo, Artur está liberado para estrear. Ele pode aparecer já no time titular, já que Roger Machado quer implementar mudanças na formação do São Paulo, priorizando o jogo com pontas.

Quem nem viajou a Porto Alegre é o zagueiro Alan Franco. O argentino sequer treinou na terça-feira por dores na panturrilha direita. Ele passa por tratamento no Reffis do São Paulo.

Titular desde a chegada de Roger, Wendell exalta a sintonia do elenco com Roger. “Conseguimos, nesses dias, assimilar muita coisa (do trabalho do Roger). Vamos colocar no jogo e conseguir um bom resultado lá”, diz.

“É um treinador que fez a nossa posição, vem conversando comigo, com os laterais-direitos. Viveu muito tempo isso. Foi um lateral que fez história no futebol brasileiro. Sempre muito bom escutar os conselhos de quem jogou ali por muito tempo”, avalia.

Roger tenta, contudo, convencer o torcedor. São quatro jogos no comando do São Paulo, com duas vitórias (Chapecoense e Red Bull Bragantino) e duas derrotas (Atlético-MG e Palmeiras).

O Internacional vem de duas vitórias, que fizeram o time sair da zona de rebaixamento e somar oito pontos. A equipe bateu Chapecoense e Santos. O desafio é manter a competitividade diante de um adversário mais forte que os dois anteriores.

Apesar de ter jogadores convocados, dois dos principais atletas colorados já estarão à disposição. Borré e Carbonero retornaram dos compromissos da seleção colombiana e treinaram na terça-feira.

Entretanto, Rochet e Félix Torres desfalcam o time de Paulo Pezzolano, já que foram titulares por Uruguai e Equador, respectivamente, nesta terça-feira. Anthoni e Juninho ou Victor Gabriel assumem as posições.

FICHA TÉCNICA

INTERNACIONAL X SÃO PAULO

INTERNACIONAL – Anthoni; Bruno Gomes, Mercado, Juninho (Victor Gabriel) e Matheus Bahia; Villagra, Bruno Henrique, Alan Rodríguez e Alan Patrick; Carbonero e Borré. Técnico: Paulo Pezzolano.

SÃO PAULO – Rafael; Lucas Ramon, Arboleda, Sabino e Wendell; Danielzinho, Marcos Antônio e Cauly; Artur, Luciano e Calleri. Técnico: Roger Machado.

ÁRBITRO – Lucas Casagrande (PR).

HORÁRIO – 19h30 (de Brasília).

LOCAL – Beira-Rio, em Porto Alegre.

Iraque conquista última vaga nos playoffs e define grupos do Mundial de 2026, que terá formato inédito com 48 seleções. Brasil está no Grupo C e já conhece adversários, datas e cidades onde disputará os jogos da fase inicial

Notícias ao Minuto | 06:40 – 01/04/2026

Fonte: Noticias ao Minuto

Brasileiro feminino: Bahia derrota América-MG e assume 3ª colocação

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Com gols de Dany Silva, Raquel e Cássia o Bahia derrotou o América-MG por 3 a 1, nesta quarta-feira (1) no Estádio de Pituaçu, em Salvador, pela 6ª rodada da Série A1 do Campeonato Brasileiro de futebol feminino.

🙋🏽‍♀️ 4º TRIUNFO SEGUIDO!#MulheresDeAço vencem América-MG em Pituaço por 3 a 1 e sobem neste momento para 3º do @BRFeminino. Cassia, Raquel e Dany Silva marcaram os gols tricolores. Próximo jogo é dia 20, contra o Flamengo, no Rio de Janeiro. #BBMP pic.twitter.com/XUTWh3rYeU
— Esporte Clube Bahia (@ecbahia) April 1, 2026

Graças ao triunfo em casa, as Mulheres de Aço assumiram a terceira colocação da classificação com doze pontos. Já as Spartanas permanecem na lanterna da competição após o revés, com apenas um ponto conquistado.

Superior durante todo o confronto, o Bahia abriu o marcador logo aos 7 minutos do primeiro tempo, com a meio-campista Cássia. O América-MG chegou a igualar o placar aos 23, com Dani Ortolan em cobrança de pênalti. Porém, após o intervalo, as Mulheres de Aço confirmaram a vitória com gols de Raquel, aos 33, e de Dany Silva, já aos 48.

Quem também triunfou como mandante nesta rodada do Brasileiro Feminino foi o Fluminense. Jogando no estádio Luso-Brasileiro, no Rio de Janeiro, o time das Laranjeiras derrotou o Juventude por 1 a 0 graças a um gol de Raquel Fernandes. A vitória levou a equipe carioca aos 11 pontos, na 6ª colocação. Já as gaúchas permaneceram com quatro pontos, na 16ª colocação.

VEEEENCEEEE O FLUMINEEEENSEEEE!RAQUEL MARCA NO FIM E AS #GUERREIRASDOFLUZÃO BATEM O JUVENTUDE POR 1 A 0 NO @BRFEMININO! 🇭🇺🇭🇺🇭🇺 pic.twitter.com/MGCxLhhprs
— Fluminense Futebol Feminino (@FluminenseFCFem) April 1, 2026



Fonte: Agência Brasil

Everaldo se revolta com o VAR e diz que árbitro “brigou com a imagem”

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Autor de dois gols no triunfo por 3 a 0 do Esporte Clube Bahia sobre o Athletico Paranaense, nesta quarta-feira, 1, na Arena Fonte Nova, o atacante Everaldo deixou o campo insatisfeito com a atuação do árbitro Jonathan Benkenstein Pinheiro e do responsável pelo VAR, Carlos Eduardo Nunes Braga.

Na primeira etapa, logo após marcar seu segundo gol na partida, o camisa 27 sofreu um pisão no pé dentro da área adversária, e o árbitro assinalou a penalidade em campo. No entanto, após recomendação do VAR, o juiz revisou o lance, anulou a marcação do pênalti e ainda advertiu o jogador com cartão amarelo.

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Segundo Everaldo, o árbitro “brigou com a imagem”. “O jogador deles pisou no meu pé, foi pênalti. O árbitro marcou, o VAR achou que deveria revisar, e acabou que não confirmaram”, afirmou o atacante.

Contudo, embora tenha demonstrado inconformidade com a anulação da penalidade, a maior chateação do jogador foi o cartão amarelo por simulação — o que, segundo ele, não aconteceu.

Fiquei mais chateado ainda pelo cartão amarelo, como se eu tivesse simulado, o que não aconteceu.

Everaldo Stum

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Apesar do incômodo com o lance, Everaldo celebrou a vitória e destacou a importância do resultado diante de um adversário direto na parte de cima da tabela do Brasileirão: “Apesar do placar de 3 a 0, não foi um jogo fácil. Foi uma partida difícil.”

De acordo com o atacante, o Bahia soube ser letal contra o Athletico, mesmo sem dominar completamente o confronto. “Em vários jogos, criamos bastante e não conseguimos ‘matar’ a partida. Hoje foi diferente: criamos e fomos letais. Isso é fundamental — sair na frente e confirmar o triunfo, que é o mais importante”, concluiu.



Fonte: A Tarde

Ceni exalta “dedicação” do Bahia contra Athletico: “Competimos muito”

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Rogério Ceni, técnico do Bahia, em entrevista coletiva –

O Bahia comandado por Rogério Ceni fez valer o mando de campo e venceu o Athletico por 3 a 0, na noite desta quarta-feira, pela 9ª rodada do Campeonato Brasileiro. Atuando na Arena Fonte Nova, o Tricolor construiu a vantagem ainda na etapa inicial e confirmou o triunfo nos minutos finais.

Com o resultado, o Bahia chegou aos 17 pontos e assumiu a terceira colocação, ficando a dois do líder Palmeiras, que ainda entra em campo nesta quinta-feira. As equipes, inclusive, se enfrentam no próximo domingo, pela décima rodada.

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Após o jogo, o técnico Rogério Ceni destacou a postura competitiva do time e valorizou o desempenho, mesmo sem um grande “brilho técnico”.

Competimos muito. Everaldo deu carrinho, Kike correndo muito. Mesmo não sendo um jogo tecnicamente brilhante, nos posicionamos bem, competimos bem, puxamos bons contra-ataques. Segundo gol veio num momento que eles estavam bem. Time continuou batalhando no segundo tempo, não desistiu, se defendeu bem, David fez bom jogo. Nico também, muito desgastado, ele e o David. Caio, Jean e Everton construíram e sofreram na marcação. Teremos boas horas para fazer um bom jogo contra o líder do campeonato”, disse.

“Palmeiras pode chegar a uma diferença de pontos que não nos permita brigar pela liderança. Importante foi que o time produziu bem, especialmente no começo. Caiu um pouco. Conseguiu se defender bem, numa linha mais baixa. Muitos jogadores retornando, não estão em 100%, e erramos muitos passes em um momento de encaixar contra-ataques. Fica a dedicação de positivo”, completou.

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O confronto também marcou a estreia do goleiro Léo Vieira, anunciado pelo clube no mesmo dia. Ceni explicou a escolha pelo arqueiro como titular e a justificou pelo “ritmo de jogo” recente do atleta.

“Ritmo de jogo. Léo vinha jogando muitos jogos em sequência. Poderia ter ido com o João Paulo, foi uma opção minha. Eu e o Duda [Varjão, preparador de goleiros], que trabalhou mais com o Léo diretamente, três treinamentos. João já tinha visto sete jogos. Foi uma decisão difícil. Trabalhei com o Léo faz 12 anos, vejo pela TV, é um cara tranquilo, calmo. Principal fator foi o ritmo de jogo, João estava sentindo um pouco essa falta de ritmo. Pensei em dar essa chance para o Léo, que fez bom jogo com os pés, calma. Foi uma escolha. Infelizmente a gente tem que tomar decisões e tem que contar que as coisas deem certo”, completou.

O Bahia volta a campo neste domingo, às 19h30, quando recebe o Palmeiras, novamente na Arena Fonte Nova, em duelo direto pelas primeiras posições da tabela.



Fonte: A Tarde

Jair Ventura aponta problema recorrente do Vitória: “Gol sobre gol”

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A derrota por 3 a 0 sofrida pelo Esporte Clube Vitória diante do Cruzeiro, nesta quarta-feira, 1º, no Mineirão, trouxe à tona dois velhos problemas da equipe comandada por Jair Ventura na temporada: o mau desempenho fora de casa e também o que o técnico chama de “gol sobre gol”.

O termo foi muitas vezes repetido por Jair durante entrevista coletiva no Mineirão, palco da partida em Belo Horizonte. O treinador reconheceu a atuação ruim e apontou sobre a recorrência da situação em jogos do Leão da Barra.

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“A gente está vendo os mesmos problemas. Nós queremos a regularidade e isso passa por vencer e também performar fora de casa. Conseguimos fazer isso no outro jogo [contra o CRB], mas hoje a gente não conseguiu. Essa é a grande verdade. Tomamos aquela pressão inicial e suportamos. Quando estávamos no nosso melhor momento, tomamos três gols em seis minutos. A gente não pode normalizar essa situação”, iniciou Jair Ventura.

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“É uma situação que nós estamos nos cobrando bastante e temos que sanar o quanto antes. Tomar o gol acontece, só que nunca pode acontecer o que acontece depois do gol. A gente se abater e tomar sempre gols sobre gols, que é uma situação recorrente”, completou.

O ponto para ser atacado é esse do gol sobre gol. A gente não pode esconder do nosso torcedor, não pode esconder de quem está acompanhando.

Jair Ventura – Técnico do Vitória

De acordo com Jair, um dos maiores motivos para a “discrepância” nas performances longe do Barradão é a falta da torcida, que ele avalia como o “12º jogador” da equipe. “Todos nós sentimos quando não estamos junto com ela [torcida], que ela nos empurra, que o Barradão ferve”.

Queda emocional

Segundo o treinador rubro-negro, após ser pressionado no começo, o Vitória controlava o jogo por volta dos 30 minutos do primeiro tempo. No entanto, foi vazado pela primeira vez, pouco demonstrou reação e acabou se perdendo emocionalmente ao decorrer do jogo.

“A gente não pode, no melhor momento que a gente estava no jogo, parecia que iríamos controlar, começamos a melhorar, a gente toma gol sobre gol. Três gols. Então, acho que o jogo ficou resumido a isso”, lamentou.

“Primeiro tempo muito abaixo, em seis minutos tomamos três gols. Emocionalmente, psicologicamente, o time se abateu e praticamente o jogo se definiu nesses seis minutos”, analisou.

Próximo compromisso

O Vitória de Jair Ventura volta a jogar pelo Brasileirão no próximo domingo, 5, contra a Chapecoense. A bola rola às 16h na Arena Condá, na cidade de Chapecó, em duelo válido pela rodada 10.



Fonte: A Tarde

Brasileiro feminino: Bahia derrota América-MG e assume 3ª colocação

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Com gols de Dany Silva, Raquel e Cássia o Bahia derrotou o América-MG por 3 a 1, nesta quarta-feira (1) no Estádio de Pituaçu, em Salvador, pela 6ª rodada da Série A1 do Campeonato Brasileiro de futebol feminino.

Graças ao triunfo em casa, as Mulheres de Aço assumiram a terceira colocação da classificação com doze pontos. Já as Spartanas permanecem na lanterna da competição após o revés, com apenas um ponto conquistado.Superior durante todo o confronto, o Bahia abriu o marcador logo aos 7 minutos do primeiro tempo, com a meio-campista Cássia. O América-MG chegou a igualar o placar aos 23, com Dani Ortolan em cobrança de pênalti. Porém, após o intervalo, as Mulheres de Aço confirmaram a vitória com gols de Raquel, aos 33, e de Dany Silva, já aos 48.

Quem também triunfou como mandante nesta rodada do Brasileiro Feminino foi o Fluminense. Jogando no estádio Luso-Brasileiro, no Rio de Janeiro, o time das Laranjeiras derrotou o Juventude por 1 a 0 graças a um gol de Raquel Fernandes. A vitória levou a equipe carioca aos 11 pontos, na 6ª colocação. Já as gaúchas permaneceram com quatro pontos, na 16ª colocação.

 

Com a recomendação de pena máxima, Douglas Schwartzmann e Mara Casares foram encaminhados para exclusão do quadro associativo do São Paulo

Folhapress | 20:00 – 01/04/2026

Fonte: Noticias ao Minuto

Bahia provoca atacante do Athletico que fez post polêmico após triunfo

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O Bahia provocou o atacante Kevin Viveros, do Athletico, após o triunfo por 3 a 0 nesta quarta-feira, 1º. Um dia antes da partida, o jogador do Furacão chegou a postar uma foto de um gol marcado contra o Tricolor na temporada passada, enquanto ainda atuava pelo Atlético Nacional-COL, em jogo válido pela fase de grupos da Copa Libertadores.

Apesar da publicação ter sido excluída pouco tempo depois, o ato foi visto por torcedores do Esquadrão como uma provocação por parte do colombiano. Após o jogo na Arena Fonte Nova, o Bahia fez uma postagem usando os mesmos emojis utilizados pelo jogador em seu story do Instagram.

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Confira:

Publicação feita pelo jogador nesta terça-feira, 31:

Publicação feita por Kevin Viveros | Foto: Reprodução | Redes Sociais

Com gols marcados por Everaldo (duas vezes) e Luciano Juba, o Tricolor chegou à terceira colocação do Campeonato Brasileiro com 17 pontos em oito jogos. A equipe do técnico Rogério Ceni volta a campo para encarar o Palmeiras, no domingo, 5, às 19h30, novamente na Arena Fonte Nova.



Fonte: A Tarde

Privatização da Copasa entra na reta final e atrai empresas

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A privatização da Copasa, companhia de saneamento de Minas Gerais, entrou na reta final após a renovação do contrato com Belo Horizonte, principal entrave para o avanço da oferta de ações, e mobiliza grandes grupos privados do setor.

Avaliada em até R$ 10 bilhões, a estatal mineira teve o contrato com a capital mineira renovado no último dia 25, um passo considerado decisivo para a desestatização. A renovação selou um acordo que vinha sendo negociado há meses.

“Em torno de R$ 1,8 bilhão de outorga livre deve cair na conta da prefeitura”, afirmou à Itatiaia o secretário de governo de Belo Horizonte, Guilherme Daltro, presente à cerimônia ao lado do governador Mateus Simões (PSD) e da presidente da Copasa, Marília Melo.

Dias antes, o prefeito da capital, Álvaro Damião (União Brasil), antecipava o desfecho. “O contrato vai ser renovado com certeza absoluta, vai ser muito importante e bom para Belo Horizonte e para a empresa também”, disse em conversa com jornalistas.

“Nós não temos intenção nenhuma de trocar a fornecedora, nós só não podemos aceitar da forma como estava, com ruas remendadas, conta de água cara”, complementou Damião. Com o contrato assinado, o próximo passo é a publicação do prospecto da oferta, o que é determinante para que os interessados definam se entram na disputa.

O governador Mateus Simões indicou um cronograma apertado para a operação. Em entrevista ao jornal O Tempo, afirmou que espera concluir a privatização em até dois meses, com publicação do edital nas próximas semanas e leilão na sequência.

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Aegea e grupo formado por Sabesp e Equatorial estariam de olho na Copasa

A empresa Aegea — a maior do segmento privado no país — e a recentemente privatizada Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) são apontadas como favoritas para assumir o posto de acionista de referência da Copasa.

A perspectiva é de que a companhia paulista entre na disputa ao lado da Equatorial Energia, seu acionista de referência — parceria que funcionou na privatização da própria Sabesp, há dois anos. O diretor-executivo da Sabesp, Carlos Piani, tem respondido que não descarta o negócio.

“Quando olhamos oportunidades inorgânicas, tentamos focar em grandes negócios. Tamanho importa para nós”, afirmou Piani em teleconferência de resultados.

Já a Aegea atende cerca de 39 milhões de pessoas em mais de 800 municípios, com receita bilionária. A empresa tem no capital nomes de peso: a Itaúsa, braço de investimentos do grupo Itaú, e o GIC, fundo soberano de Singapura, o que lhe confere capacidade financeira para movimentos de vulto.

Para a Aegea, a Copasa tem uma função estratégica além do saneamento: a empresa vê a estatal mineira como uma alavanca para aumentar o seu valor de mercado e viabilizar a abertura de capital. Uma das possibilidades estudadas internamente é usar a Copasa como veículo para ir à Bolsa de Valores, em um modelo de “IPO reverso”, em que a Aegea seria fundida com a Copasa já listada.

A Equatorial, por sua vez, já foi a acionista de referência da Sabesp na privatização de dois anos atrás e deve repetir o papel, desta vez ao lado da própria Sabesp, em uma parceria que reúne operadora e investidor estratégico no mesmo time.

Pessoas ligadas do setor não descartam que as duas empresas proponham a fusão das operações mineira e paulista, uma consolidação que reuniria as duas maiores companhias de saneamento da Região Sudeste do país sob o mesmo guarda-chuva.

A Sabesp tem a favor um balanço pouco alavancado financeiramente, o que lhe proporciona capacidade de tomar dívida para financiar a compra. Contra ela pesa o desafio de cumprir metas agressivas de universalização dentro de São Paulo, estado no qual o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) antecipou para 2029 o atingimento de metas nacionais previstas para o ano de 2033 e a companhia entregou sua meta de 2026 antes do prazo, o que sinaliza fôlego operacional.

A própria Sabesp admitia, antes da assinatura do contrato de Belo Horizonte, que ainda não tinha visibilidade suficiente para decidir. “A Sabesp está em compasso de espera porque está sem visibilidade de informações-chave para a tomada de decisão”, afirmou o diretor-executivo de Novos Negócios da companhia, Rafael Strauch, em nota à Gazeta do Povo.

“Não temos os contratos atuais nem sabemos o que está sendo negociado com Belo Horizonte, o mais relevante”, complementou Strauch. Com o contrato assinado, um dos principais entraves citados pela empresa foi removido.

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Empresas podem ficar à margem da disputa por restrições financeiras ou estratégicas

Outras empresas cogitadas pelo mercado têm chances menores, de acordo com pessoas ligadas ao setor e ouvidas pela reportagem da Gazeta do Povo. A Perfin, gestora com participação minoritária do BTG Pactual e já acionista minoritária da Copasa, também está olhando o negócio, mas separadamente da Aegea, com quem se associou em outros leilões.

A BRK Ambiental, controlada pela canadense Brookfield e pelo Fundo de Investimento do FGTS, está muito alavancada financeiramente e acabou de absorver concessões grandes, a região metropolitana de Recife, o interior de Pernambuco e Maceió. O foco no momento seria, portanto, interno.

Por sua vez, a Veolia, gigante francesa do saneamento, manifestou interesse, mas é vista como menos engajada no processo. Historicamente, a atuação da empresa no Brasil se concentrou em aterros sanitários e a Copasa seria um cheque muito grande para seu padrão de operação no país, dizem pessoas ligadas ao mercado.

A Aegea e a Equatorial enviaram notas à Gazeta do Povo com declarações genéricas sobre acompanhamento de oportunidades no setor, sem confirmar interesse direto na Copasa. A Copasa, por sua vez, informou estar em período de silêncio, conforme exigido pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

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O mecanismo que pode afastar os interessados

Há uma questão técnica que pode mudar tudo na disputa pelo ativo da Copasa: o desenho do processo de privatização. O modelo em discussão prevê a entrada de um investidor de referência, que pode adquirir cerca de 30% da companhia, além da venda de uma parcela das ações ao mercado como parte da oferta de privatização.

O problema está na transição entre as duas fases. Se o mercado, na segunda etapa, topar pagar mais pelas ações do que o preço acordado na primeira, o governo teria a prerrogativa de tirar o acionista de referência da jogada e vender tudo para o mercado.

Para os interessados, o risco é claro: entrar na primeira fase, precificar a empresa, animar o mercado. Porém, acabar excluído da estrutura acionária por consequência do próprio sucesso.

“Se for assim, eu não tenho nenhum estímulo para colocar minha oferta na primeira fase do leilão”, resumiu Márcio Santiago, sócio da Araújo Fontes, especialista em fusões e aquisições nos setores de energia e infraestrutura. “O acionista de referência pode precificar e dar um tiro no próprio pé”, complementou Santiago.

Privatização da Copasa foi uma das bandeiras do ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema.

A saída que os candidatos estão pedindo ao governo é a inclusão de um mecanismo chamado “right to match”, que se refere à possibilidade de igualar o preço que o mercado oferecer na segunda fase. Assim, mesmo que as ações valorizem após o anúncio de um comprador estratégico robusto, esse comprador teria a chance de cobrir o preço e manter sua posição.

O edital final, aguardado a qualquer momento, ainda não tem confirmação de que essa cláusula seja incluída. O modelo foi desenhado justamente para corrigir uma crítica que o governo de São Paulo sofreu na privatização da Sabesp. No processo, a Equatorial comprou 15% das ações a R$ 67 por ação.

O mercado foi tão bem que, quando o governo foi vender os outros 17%, a ação já estava a R$ 75, mas o estado foi obrigado a vender ao mesmo preço de R$ 67. “O governo Tarcísio foi criticado por ter deixado dinheiro na mesa”, lembrou Santiago.

O governo de Minas Gerais quer evitar a mesma crítica, mas o desafio é encontrar um formato que proteja o caixa do estado sem espantar os compradores. Há um parâmetro claro de que o negócio vale a pena: a ação da Copasa estava a R$ 23,42 há um ano e no último dia 23, era negociada a R$ 55,48, praticamente o dobro.

A valorização reflete o anúncio da privatização, melhorias no marco regulatório estadual e mudanças recentes na metodologia de cálculo tarifário e no reconhecimento de investimentos pela Agência Reguladora de Serviços de Abastecimento de Água e de Esgotamento Sanitário do Estado de Minas Gerais (Arsae-MG).

O governo mineiro confirmou, em resposta enviada à Gazeta do Povo, que os recursos obtidos com a privatização serão destinados ao pagamento da dívida do estado com a União, no âmbito do Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag).

A privatização da Copasa é uma promessa de campanha de duas eleições seguidas do ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), que deixou o cargo para disputar a Presidência da República. A conclusão do processo em ano eleitoral reforça o peso político da medida.

A BRK Ambiental e a Veolia não responderam aos contatos da Gazeta do Povo até a publicação desta reportagem. O espaço segue aberto para manifestação das empresas.

Fonte: Gazeta do Povo

Vitória perde dupla de volantes para jogo contra a Chapecoense

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Além do resultado negativo, o Esporte Clube Vitória ganhou mais dois desfalques durante o confronto contra o Cruzeiro nesta quarta-feira, 1º, no Mineirão. Emmanuel Martínez e Gabriel Baralhas, dupla titular de volantes, ficam fora do próximo jogo.

Baralhas e Martínez receberam o terceiro cartão amarelo seguido no Brasileirão, e por isso vão cumprir suspensão automática no duelo contra a Chapecoense. Eles devem ser substituídos por Caíque Gonçalves e Edenilson, além da opção de Zé Vitor.

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O camisa 44 foi titular em todos os jogos do Leão na Série A e já marcou dois gols, enquanto o argentino começou jogando em cinco desses, além de ter saído uma vez do banco de reservas.

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Próximo compromisso

Sem peças importantes, o Vitória volta a jogar pelo Brasileirão no próximo domingo, 5, contra a Chapecoense. A bola rola às 16h na Arena Condá, na cidade de Chapecó, em duelo válido pela rodada 10.



Fonte: A Tarde

“Obrigação de dar resposta”, afirma volante após derrota do Vitória

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Acionado no segundo tempo na derrota por 3 a 0 do Vitória contra o Cruzeiro, o volante Zé Vitor lamentou a atuação da equipe na partida disputada no Mineirão, nesta quarta-feira, 1º, pela 9ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Em entrevista ao Premiere, o meio-campista afirmou que o Leão tem “obrigação de dar uma resposta” nos jogos fora de casa e projetou uma mudança contra a Chapecoense, que é o próximo adversário na competição.

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“O Jair [Ventura, técnico] vem cobrando a gente isso. Não podemos tomar gol sobre gol. A equipe tem consciência da partida que fez, é juntar o que foi de bom do jogo. Temos um próximo jogo daqui a três dias e temos que dar resposta. A gente sabe que temos que dar uma resposta fora de casa. O Brasileiro é um campeonato muito complicado”, afirmou Zé Vitor.

“Vamos organizar a equipe, ver o que o Jair tem para nos evoluir pro próximo jogo e temos obrigação de ganhar um jogo fora de casa. Nossa equipe tem qualidade, acho que falta detalhe. Vamos consertar esse resultado e vamos para o próximo jogo mais forte”, completou.

Próximo compromisso

O Vitória de Zé Vitor volta a jogar pelo Brasileirão no próximo domingo, 5, contra a Chapecoense. A bola rola às 16h na Arena Condá, na cidade de Chapecó, em duelo válido pela rodada 10.



Fonte: A Tarde