quarta-feira, abril 1, 2026
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Reunião de Jerônimo com Geddel e Otto pode ter encaminhado definição da chapa governista

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Reunião nesta segunda-feira, 30, pode ter definido composição da chapa governista. –

Tudo indica que a indefinição que ainda restava sobre a vice na chapa governista teve um fim na noite desta segunda-feira, 30. O governador Jerônimo Rodrigues (PT) se reuniu com o senador Otto Alencar (PSD), o ex-ministro Geddel Vieira Lima (MDB), o secretário de Relações Institucionais (Serin), Adolpho Loyola, e teria batido o martelo em relação à composição.

De acordo com informações apuradas pelo Portal A TARDE, o acordo entre os caciques envolve uma nova peça no tabuleiro: a presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), Ivana Bastos (PSD).

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Mais cedo, uma reunião com Geddel teria acertado a substituição de Geraldo Júnior por Ivana, desde que ela se filiasse ao MDB. Dessa forma o partido manteria a posição e de quebra teria o comando do Legislativo baiano, até o final do ano pelo menos. Vale lembrar que Ivana iniciou sua trajetória partido liderado pelos Vieira Lima, em 2010.

Depois do sinal verde de Geddel, apontado por uma fonte como “entendimento com o MDB“, Otto foi chamado às pressas para comparecer ao gabinete do governador para avaliar a proposta. Ainda de acordo com a apuração, o presidente o PSD na Bahia deu aval para a execução do plano.

A expectativa é de que o anúncio seja realizado ainda nesta semana.

O que dizem os envolvidos

Em contato com reportagem, Geddel Vieira Lima desconversou sobre o cenário especulado e reforçou o que vem pregando em suas redes sociais, de que “o MDB não servirá de “barriga de aluguel” para outro candidato”.

O senador Otto Alencar não retornou as ligações, assim como o chefe da Serin, Adolpho Loyola, bem como a deputada Ivana Bastos.

Vice disputada

O posto de vice na chapa de Jerônimo tem sido alvo de disputas políticas nos últimos meses. Diversos nomes já foram cogitados como postulantes, a exemplo dos deputados Júnior Nascimento e Marcinho Oliveira, como possíveis indicações do deputado federal Elmar Nascimento, com quem o governador se reuniu nesta semana.

Outro nome “oferecido” a Jerônimo foi o do presidente da União dos Prefeitos da Bahia (UPB) e prefeito de Andaraí, Wilson Cardoso (PSB), que teve o nome apresentado por uma comitiva de prefeitos do interior.



Fonte: A Tarde

Selo Lilás reconhece 111 empresas por ações de equidade de gênero

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A cerimônia foi realizada no Auditório Mário Cravo, no Sesc Casa do Comércio –

A terceira edição do Selo Lilás certificou, nesta segunda-feira, 30, 111 empresas e entidades na Bahia pelo compromisso com a valorização profissional das mulheres e a promoção de ambientes de trabalho mais inclusivos.

A cerimônia foi realizada no Auditório Mário Cravo, no Sesc Casa do Comércio, em Salvador. Promovida pela Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM), a certificação integra uma estratégia de incentivo à adoção de políticas de equidade de gênero no ambiente corporativo.

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As organizações reconhecidas passaram por processo seletivo e comprovaram a implementação de medidas como igualdade salarial, incentivo à liderança feminina e ações de qualificação profissional.

A secretária de Políticas para as Mulheres, Neusa Cadore, destacou a importância do selo como instrumento de transformação social.

“O selo reconhece empresas que identificam o potencial da mulher e oferecem condições para sua promoção a cargos de comando, além de estarem atentas às violências no ambiente de trabalho, como salários inadequados ou a falta de espaços para amamentação. As empresas também devem ser parceiras na luta contra o feminicídio”, afirmou.

Avanços nas empresas

Entre as instituições certificadas, a Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder) renovou o selo e destacou avanços na presença feminina em cargos de liderança.

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“Estamos renovando o Selo Lilás e hoje temos 45% de mulheres em cargos de gestão. A diretoria abraçou essa causa e a equidade de gênero se tornou uma pauta fundamental na empresa”, afirmou a diretora Larissa Brito.

A CoopGNP, de Luiz Eduardo Magalhães, também foi reconhecida pela segunda vez. A entidade foi a primeira do Oeste baiano a conquistar o selo, abrindo caminho para outras organizações da região.

“É um reconhecimento às entidades que colocam em prática os direitos das mulheres. Fomos a primeira do Oeste da Bahia a receber o selo, abrindo portas para outras organizações”, disse a coordenadora Glaucia Cristina Scapini.

Políticas consolidadas

O reconhecimento também contempla empresas com trajetórias mais longas na promoção da equidade. É o caso da Bracell, que desenvolve políticas voltadas à inclusão feminina há cerca de duas décadas.

“Ampliamos estratégias para inclusão de mulheres no setor florestal, historicamente masculino, com capacitações e metas para aumentar a presença feminina em cargos de liderança”, destacou a gerente de sustentabilidade Angela Ribeiro.

Instituído pela Lei Estadual nº 14.343/2021 e regulamentado pelo Decreto nº 22.173/2023, o Selo Lilás busca fortalecer a participação das mulheres no mercado de trabalho e incentivar boas práticas entre empresas e instituições.



Fonte: A Tarde

Cientista brasileiro é nomeado pelo Papa Leão para Conselho na Igreja

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Carlos Nobre, climatologista brasileiro –

O cientista brasileiro Carlos Nobre foi nomeado pelo Papa Leão XIV, nesta segunda-feira, 30, para o Dicastério do Vaticano para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral da Igreja Católica. O órgão funciona como um conselho sobre temas como direitos humanos, justiça, paz, saúde, migrações, emergências humanitárias e obras de caridade da Igreja.

O Dicastério foi criado pelo Papa Francisco em agosto de 2016 como resultado da fusão de quatro Pontifícios Conselhos preexistentes:

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  • Pontifício Conselho para a Justiça e Paz;
  • Pontifício Conselho para a Pastoral dos Migrantes e Itinerantes;
  • Pontifício Conselho Cor Unum;
  • Pontifício Conselho para os Agentes de Saúde para a Pastoral da Saúde.

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A decisão do papa foi motivada, entre outras coisas, pelo alerta emitido na última semana pela Organização Meteorológica Mundial (OMM), agência da ONU, que afirmou que a quantidade de calor acumulada pela Terra atingiu um nível recorde em 2025, com potenciais consequências por centenas ou mesmo milhares de anos.

“O clima global está em estado de emergência. Estamos levando o planeta Terra além de seus limites. Todos os principais indicadores climáticos ultrapassaram o limiar de alarme”, alertou o Secretário-Geral da ONU, António Guterres, na última segunda-feira, 23.

Quem é Carlos Nobre?

Climatologista e pesquisador aposentado do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Nobre é o único brasileiro nomeado para compor o Dicastério do Vaticano.

Com formação em engenharia elétrica pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e doutor em meteorologia pelo MIT (Massachussets Institute of Technology), Carlos Nobre atua hoje no Instituto de Estudos Avançados (IEA) da Universidade de São Paulo (USP).

Carlos Nobre | Foto: Divulgação

O cientista, que é referência internacional em pesquisas sobre a Amazônia e mudanças climáticas, declarou que a nomeação para o conselho é reflexo do agravamento da crise climática global e indica preocupação da Igreja com as consequências ambientais sobre a Humanidade.

“A Igreja tem uma grande importância para a humanidade e, quando ela escolhe olhar para o meio ambiente, ela está olhando para as pessoas. Muitas vidas estão em risco. Estou honrado de ser parte desse grupo e poder ajudar”, disse ele em entrevista ao g1.

Ele foi um dos primeiros cientistas em todo o planeta a alertar para o risco de “savanização” da floresta amazônica.

O termo descreve um possível ponto de ruptura em que partes da floresta deixam de se comportar como um ecossistema úmido e denso e passam a assumir características de savana, mais secas, com vegetação baixa e menos biodiversidade – processo associado ao avanço do desmatamento e ao aquecimento global.



Fonte: A Tarde

Jacuipense empata em Pituaçu e soma primeiro ponto na Copa do Nordeste

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O Jacuipense empatou em 0 a 0 com o América-RN na noite desta segunda-feira, 30, e pontuou pela primeira vez na Copa do Nordeste no Estádio Pituaçu, em Salvador. Em sua primeira participação na história da fase de grupos do torneio, o Leão do Sisal perdeu na estreia para o Sport, mas segue em busca de vaga no mata-mata.

O duelo fechou a segunda rodada da competição e, na terceira colocação, o Jacuipense se encontra atrás de Fortaleza e Retrô, que possuem 6 pontos e estão invictos. ABC, com 1 ponto, e Maranhão, que ainda não pontuou, completam o Grupo D do Nordestão.

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O Leão do Sisal volta a campo no próximo sábado, 4, para a estreia da Série D do Campeonato Brasileiro. A equipe encara o ASA-AL, às 17h, em Alagoas, para largar bem rumo ao acesso à Série C do Brasileiro.

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No dia 8 de abril, a equipe encara Ferroviário, às 19h30, no Presidente Vargas, em Fortaleza, e decide as outras últimas rodadas decisivas contra ASA, Ceará, fora de casa, e Imperatriz, como mandante, na Copa do Nordeste.



Fonte: A Tarde

Flávio terá mais palanques estaduais que o pai em 2022

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O senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) chega à reta final das articulações para as eleições de 2026 ampliando seus palanques estaduais. Longe de encarnar um outsider, ele mantém trânsito entre políticos do Centrão para além da direita “pura”, aglutinando a intenção de voto no campo conservador desde que foi anunciado oficialmente pelo PL — um dos maiores partidos do país, com amplo caixa do Fundo Eleitoral para financiar a campanha no pleito deste ano.

Nas contas do presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, o partido deve ter pelo menos 12 candidaturas próprias aos governos estaduais neste ano — o que abre espaço para palanques mais robustos durante a campanha presidencial do senador nesses estados. Para fins de comparação, quando o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) concorreu à reeleição contra Lula (PT) e perdeu a disputa em 2022, o PL contou com apenas quatro palanques próprios.

De acordo com dois parlamentares do PL de São Paulo que acompanham de perto esta articulação, em conversa com a Gazeta do Povo, Flávio Bolsonaro assumiu o papel de principal articulador político do partido para as eleições majoritárias de 2026, centralizando a montagem dos palanques estaduais com foco em sua possível candidatura presidencial.

Ele considera fundamental ter um candidato majoritário forte, ao governo ou ao Senado, em São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro — estados que, juntos, concentram cerca de 40% do eleitorado. Em São Paulo, apesar de não ser do PL, o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) deu reiteradas mostras de ser um aliado fiel da família Bolsonaro e conquistou a confiança do senador. 

Apesar de um arco amplo de alianças do centro à direita, a prioridade são mesmo os palanques próprios. A estratégia — com a participação do ex-presidente Jair Bolsonaro, que teve o benefício de prisão domiciliar por 90 dias — assegura a presença de Flávio nos palanques de estados-chave. Por outro lado, a mudança de rumo coloca em risco alianças regionais com governadores de centro-direita, além de mostrar a autonomia do PL em relação aos partidos do Centrão.

A reviravolta da semana passada no Paraná é um exemplo disso. Entre outros fatores, o anúncio da filiação do senador Sergio Moro ao PL para concorrer ao governo do estado com o apoio mútuo com Flávio, teria pegado o governador Ratinho Junior (PSD-PR) de surpresa e feito ele abandonar sua pré-campanha presidencial para tentar reorganizar sua base eleitoral em casa.

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  • Como Ratinho Jr. viu Moro crescer com filiação ao PL e apoio do Novo — e criou problema pra si mesmo

Alianças devem levar Flávio Bolsonaro a 24 palanques estaduais

Somadas às candidaturas de aliados, o número de palanques disponíveis para Flávio Bolsonaro discursar pode chegar a pelo menos 24 neste ano, abrangendo quase todo o país com candidaturas à reeleição ou de oposição nos governos estaduais.

Essas alianças são importantes, pois trazem penetração e capilaridade às campanhas nacionais regionalmente, principalmente fora dos grandes centros, com aliados locais que conhecem e são conhecidos pelos eleitores — um diferencial importante em uma campanha que deve ser apertada e que tem de ser feita presencialmente, percorrendo um país de dimensões continentais como o Brasil.

Em São Paulo, principal colégio eleitoral do país, a aliança de apoio mútuo já está fechada com o governador Tarcísio de Freitas, que tentará a reeleição. Flávio e Valdemar ainda não desistiram, inclusive, de tentar emplacar o vice na chapa de Tarcísio. O nome indicado pela sigla é o do presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), André do Prado (PL). 

Em Minas Gerais, o segundo maior colégio eleitoral do país, o cenário é de indefinição na construção de um palanque para o pré-candidato do PL, sob o comando do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG). O pré-candidato ao governo e senador Cleitinho Azevedo (Republicanos-MG) e o atual governador Mateus Simões (PSD-MG) disputam o apoio do PL no estado, mas a sigla ainda não desistiu de ter um nome próprio na eleição mineira.

No Sul do país, o PL deve ter candidatura própria em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, além do Paraná. O governador catarinense, Jorginho Mello (PL), buscará a reeleição. Em terras gaúchas, o deputado federal Luciano Zucco (PL) já anunciou a intenção de disputar o Palácio Piratini, sede do Executivo gaúcho.

“O que está por trás dessa ampliação de palanques estaduais do PL é uma mudança silenciosa, mas profunda: a família Bolsonaro deixa de ser um movimento e passa a fazer parte de um projeto partidário clássico”, afirma à Gazeta do Povo o cientista político Samuel Oliveira.

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  • Redes sociais: Flávio Bolsonaro e Nikolas Ferreira.

    Flávio Bolsonaro revela prioridades de campanha e convoca direita a se unir

Sem ex-presidente da República, PL adota pragmatismo político nas articulações

O cientista político lembra que Bolsonaro conseguia mobilizar partidos aliados por força da popularidade e da pressão da base, orbitando acima da estrutura partidária. “Flávio Bolsonaro não tem, ao menos por ora, o mesmo magnetismo eleitoral. Ele é competitivo, mas não produz o mesmo nível de mobilização emocional que obrigava partidos a aderirem quase automaticamente ao projeto”, avalia o analista. 

Nesse contexto, quem estaria ganhando um protagonismo silencioso é Valdemar Costa Neto. “A estratégia de lançar mais candidaturas próprias aos governos estaduais mostra que o PL está pensando menos como movimento e mais como partido que quer ampliar bancada, especialmente no Senado e na Câmara”, diz Oliveira.

Dessa forma, a lógica passa a ser mais institucional: fortalecer presença territorial, aumentar número de governadores, garantir palanques e, sobretudo, consolidar o PL como principal legenda da direita.

“Só que isso pode ter efeito colateral eleitoral. Bolsonaro cresceu como fenômeno ‘antissistema’, com forte apelo popular e discurso contra a política tradicional”, alerta o cientista político. “Quando a estratégia passa a ser percebida como engenharia partidária, parte do eleitor mais ao centro, e até setores da própria direita, podem reagir com mais cautela”, completa.

Na avaliação do analista, a priorização de candidaturas próprias também tende a tensionar aliados naturais da direita, como PSD, PP e União Brasil. “Com Jair, muitos partidos aceitavam papel secundário porque havia um líder que concentrava votos e agenda. Com Flávio, a lógica muda: os partidos passam a se comportar como partidos, buscando espaço próprio, palanque próprio e protagonismo próprio.” 

Fonte: Gazeta do Povo

Delicatessen é interditada por apresentar cenário insalubre e risco à saúde

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Uma delicatessen foi fechada pela Vigilância Sanitária na manhã desta segunda-feira, 30, em Feira de Santana, após a identificação de problemas graves nas condições de higiene do local. O estabelecimento fica no bairro Muchila.

Durante a fiscalização, foram encontradas diversas irregularidades no espaço onde eram preparados pães e salgados. Entre os problemas apontados estão equipamentos com ferrugem, presença de umidade nas paredes, sujeira acumulada no ambiente, além de utensílios sem condições adequadas de uso e sinais de infiltração.

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Segundo a coordenadora do órgão, Thaís Marques, as falhas comprometem diretamente as condições sanitárias do local e representam risco à saúde dos consumidores.

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Inspeção

A Secretaria Municipal de Saúde informou que o estabelecimento havia solicitado alvará sanitário.

  • Na primeira inspeção, os responsáveis alegaram que os produtos eram fornecidos por uma empresa terceirizada e negaram o uso de um espaço anexo, separado por uma parede de gesso.
  • No entanto, ao retornar ao local nesta segunda-feira, os fiscais constataram que a área anteriormente negada estava sendo utilizada como cozinha para a produção dos alimentos.

Diante das irregularidades e do risco à saúde pública, o local foi interditado e permanecerá fechado até que todas as exigências sanitárias sejam cumpridas.



Fonte: A Tarde

Delicatessen é interditada pela Vigilância Sanitária por condições insalubres

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Uma delicatessen foi fechada pela Vigilância Sanitária na manhã desta segunda-feira, 30, em Feira de Santana, após a identificação de problemas graves nas condições de higiene do local. O estabelecimento fica no bairro Muchila.

Durante a fiscalização, foram encontradas diversas irregularidades no espaço onde eram preparados pães e salgados. Entre os problemas apontados estão equipamentos com ferrugem, presença de umidade nas paredes, sujeira acumulada no ambiente, além de utensílios sem condições adequadas de uso e sinais de infiltração.

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Segundo a coordenadora do órgão, Thaís Marques, as falhas comprometem diretamente as condições sanitárias do local e representam risco à saúde dos consumidores.

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Inspeção

A Secretaria Municipal de Saúde informou que o estabelecimento havia solicitado alvará sanitário.

  • Na primeira inspeção, os responsáveis alegaram que os produtos eram fornecidos por uma empresa terceirizada e negaram o uso de um espaço anexo, separado por uma parede de gesso.
  • No entanto, ao retornar ao local nesta segunda-feira, os fiscais constataram que a área anteriormente negada estava sendo utilizada como cozinha para a produção dos alimentos.

Diante das irregularidades e do risco à saúde pública, o local foi interditado e permanecerá fechado até que todas as exigências sanitárias sejam cumpridas.



Fonte: A Tarde

Governo tem déficit de R$ 30 bilhões em fevereiro

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Pressionado pelo Programa Pé-de-Meia e pelos reajustes ao funcionalismo público, o Governo Central – Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central – teve déficit primário de R$ 30,046 bilhões em fevereiro.

O resultado foi divulgado nesta segunda-feira (30) pelo Tesouro.

O déficit primário ocorre quando as despesas superam as receitas, desconsiderando os juros da dívida pública. Apesar do saldo negativo, houve melhora em relação ao mesmo mês de 2025, quando o rombo foi maior: R$ 31,598 bilhões.

O desempenho também veio melhor que o esperado pelo mercado, indicando algum alívio nas contas públicas no curto prazo. A pesquisa Prisma Fiscal, sondagem com instituições financeiras divulgada todos os meses pelo Ministério da Fazenda, estimava resultado negativo de R$ 34,3 bilhões.

O resultado reflete aumento das receitas, impulsionado pela arrecadação de tributos, mas também crescimento das despesas, especialmente em áreas como Previdência, pessoal e programas sociais.

No acumulado do ano, o governo ainda mantém superávit, graças ao resultado positivo de janeiro, o que ajuda a equilibrar parcialmente as contas.>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Fevereiro

Em fevereiro, o resultado negativo foi influenciado por receitas menores do que os gastos totais do governo.

Principais números do mês:

déficit primário: R$ 30,046 bilhões;
receita líquida: R$ 157,8 bilhões (+5,6% acima da inflação);
despesas totais: R$ 187,7 bilhões (+3,1% acima da inflação);
diferença em relação a 2025: melhora frente a déficit maior no ano anterior.

Receitas

A arrecadação cresceu em termos reais, ou seja, acima da inflação. Na prática, isso significa que o governo conseguiu arrecadar mais, mas ainda não o suficiente para cobrir todos os gastos.

Entre os destaques:

alta na arrecadação de tributos como Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) e Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins);
crescimento das contribuições para a Previdência Social, refletindo o aumento do emprego formal. 

Esses dois fatores ajudaram a compensar a queda em receitas não administradas, como dividendos de estatais.

Despesas

Os gastos também aumentaram, pressionando o resultado final. O avanço das despesas está ligado tanto a políticas públicas quanto ao aumento no número de beneficiários e reajustes salariais.

Principais altas:

educação: R$ 3,4 bilhões a mais (programa Pé-de-Meia);
saúde: R$ 1,4 bilhão a mais;
pessoal: R$ 2,2 bilhões a mais (reajustes a servidores);
previdência: R$ 1,7 bilhão a mais.

Acumulado do ano

No primeiro bimestre, o governo ainda registra resultado positivo por causa do superávit de R$ 86,9 bilhões em janeiro. Tradicionalmente, o primeiro mês do ano é caracterizado por resultados positivos.

Principais números do ano:

superávit primário: R$ 56,85 bilhões;
receita líquida: R$ 430,5 bilhões (+2,8% acima da inflação);
despesas totais: R$ 373,6 bilhões (+3% acima da inflação).

Meta fiscal

A meta do governo para 2026 é encerrar o ano com superávit de 0,25% do PIB, cerca de R$ 34,3 bilhões. O arcabouço fiscal permite uma margem de tolerância de 0,25 ponto percentual do Produto Interno Bruto (PIB).

Na prática: 

resultado primário pode variar entre zero e R$ 68,6 bilhões de superávit;
parte das despesas (como precatórios e alguns gastos com defesa, saúde e educação) pode ser retirada do cálculo.

Na semana passada, os ministérios da Fazenda e do Planejamento divulgaram que, ao considerar todos os gastos públicos, a previsão oficial de déficit está em R$ 59,8 bilhões no ano.

Investimentos

Em janeiro e fevereiro, os investimentos – obras públicas e compra de equipamentos – somaram R$ 9,527 bilhões. Isso representa alta de 49,7% em relação ao mesmo período do ano passado, descontada a inflação.

 

Fonte: Agência Brasil

Neymar desabafa após ficar fora da Seleção: “A galera te massacra”

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A pausa da Data FIFA serviu para Neymar dividir com o público um pouco dos bastidores de sua rotina fora dos gramados. Em vídeo publicado em seu canal no Youtube nesta segunda-feira, 30, o atacante fez um desabafo sobre a pressão enfrentada por jogadores no Brasil em meio ao momento de críticas diante a sua ausência na convocação da Seleção Brasileira.

“É um preço ser jogador, é difícil, porque no Brasil é muito massacrante. A galera te massacra demais. Eles não entendem que você é uma pessoa normal. Tudo certo: é f…; sou grato para c…, mas eu trabalhei para isso, mas eu sou um ser humano”, declarou.

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“Tenho os mesmos sentimentos que você, eu também sofro, eu sinto dor, acordo de mau humor, eu choro, fico p…, fico feliz, normal. Por que não posso fazer as coisas normais?”, continuou.

O vídeo publicado mostra Neymar passando tempo ao lado das filhas e fazendo atividades realizadas em casa com foco na prevenção de lesões. O conteúdo também trouxe registros do jogador acompanhando o amistoso entre Brasil e França, com destaque para a atuação de Kylian Mbappé, ex-companheiro no Paris Saint-Germain, que marcou um dos gols da vitória francesa.

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Nos vídeos, o jogador também comentou sua condição física em jogos recentes. Segundo ele, houve preocupação com possíveis dores musculares no clássico contra o Corinthians, disputado semanas atrás.

“Um jogo que me senti muito bem foi contra o Vasco, foi um jogo que não senti dor nenhuma. Contra o Corinthians, eu já estava com um certo receio de posteriores. Contra o Inter, estava um pouco mais solto, com um pouco mais de confiança para correr, arrancar”, afirmou.



Fonte: A Tarde

NASA prepara missão histórica e pode levar humanos à Lua após 53 anos

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A NASA iniciou nesta segunda-feira, 30, a contagem regressiva para o primeiro lançamento tripulado à Lua em 53 anos. A missão Artemis II está programada para decolar na noite de quarta-feira, 1º, com quatro astronautas a bordo.

O lançamento será realizado com o foguete Space Launch System, que possui altura equivalente a um prédio de cerca de 32 andares. Após um dia em órbita terrestre, a cápsula Orion seguirá em direção à Lua, realizando uma manobra de contorno antes de retornar à Terra.

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A missão não prevê pouso no satélite natural. O objetivo é testar sistemas e preparar futuras expedições tripuladas que devem, de fato, levar humanos à superfície lunar nos próximos anos.

O voo terá duração de aproximadamente 10 dias e terminará com um pouso no Oceano Pacífico.

Ajustes e adiamentos

Inicialmente prevista para fevereiro, a missão foi adiada após a identificação de vazamentos de hidrogênio. Embora o problema tenha sido resolvido, uma obstrução em uma linha de pressurização de hélio levou o foguete a retornar ao hangar para novos ajustes.

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O veículo voltou à plataforma de lançamento há cerca de uma semana e meia, e, segundo a NASA, está em boas condições para a decolagem. A previsão do tempo também é considerada favorável.

Tripulação diversa

A equipe da Artemis II é composta por três astronautas americanos e um canadense. Diferentemente do programa Apollo, que levou apenas homens à Lua entre 1968 e 1972, a nova missão marca um avanço em diversidade.

A tripulação inclui uma mulher, uma pessoa negra e um astronauta não americano, refletindo uma proposta mais inclusiva da exploração espacial contemporânea.

O piloto da missão, Victor Glover, destacou o impacto simbólico da viagem. “Quero que meninas pensem ‘isso é incrível’, e que jovens negros possam se ver representados e imaginar que também podem chegar lá”, afirmou.

Glover também ressaltou que espera que, no futuro, essas “primeiras vezes” deixem de ser destaque e que a exploração espacial seja vista como uma conquista coletiva.

Próximos passos

A NASA tem até os primeiros dias de abril para realizar o lançamento. Caso a missão não ocorra dentro dessa janela, a próxima oportunidade será apenas no fim do mês.



Fonte: A Tarde