Vivendo boa fase desde que assumiu a titularidade no Vitória, Thiago Couto foi decisivo na vitória por 2 a 0 sobre o Mirassol, no último sábado, 29. Seu desempenho também é traduzido pelas estatísticas, já que ele se tornou o goleiro com mais defesas em um único mês no Brasileirão de 2025.
De acordo com o aplicativo Sofascore, Thiago Couto realizou impressionantes 32 defesas somente em novembro, sendo 18 dessas intervenções em finalizações dentro da área. Nos seis jogos disputados neste mês, foram apenas quatro gols sofridos pelo arqueiro.
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Couto também atingiu outra marca expressiva na mesma plataforma. O goleiro de 26 anos foi o jogador, dentre todas as equipes da Série A, que tirou a maior nota no Sofascore do mês de novembro, com 7.85 de média.
Mesmo enfrentando adversários da parte de cima da tabela — Cruzeiro, Palmeiras, Botafogo e Mirassol—, o Vitória saiu sem ser vazado em quatro compromissos do mês passado. O bom momento do sistema defensivo como um todo também reflete nos resultados do Leão, que não perde há cinco rodadas seguidas.
🔎 Em novembro, Thiago Couto se tornou o goleiro com mais defesas em um único mês no @Brasileirao 2025! 🧤🔥
⚔️ 6 jogos 🚫 4 gols sofridos (!) 👐 32 defesas (!) 🙌 18 defesas em finalizações na área (!) 📊 89% bolas defendidas (!) 🧤 4 jogos sem sofrer gols (!) 🥅 4.81 gols… pic.twitter.com/IEWttG5v7q
O Vitória de Thiago Couto volta a campo para enfrentar o RB Bragantino, às 19h da próxima quarta-feira, 3. A partida será realizada no Estádio Cícero De Souza Marques, em Bragança Paulista.
RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) – Débora Maia, 53, mãe da atriz Mel Maia, 21, será velada hoje no Rio de Janeiro. O velório está marcado para ter início às 12h, no Crematório da Penitência, na Zona Norte. A cerimônia de despedida será seguida da cremação, prevista para às 15h, no mesmo local.
Débora morreu ontem. Ela foi encontrada sem vida dentro do banheiro de seu apartamento, na zona sudoeste do Rio, onde morava sozinha, segundo informações de Léo Dias.
Mel Maia confirmou a morte por meio de uma publicação.
“É com imenso pesar que comunicamos o falecimento de Débora Maia, mãe da atriz Melissa Maia. Neste momento de dor e luto, pedimos a todos os fãs, imprensa, amigos e parceiros que compreendam a necessidade de recolhimento e privacidade da família. Agradecemos a todos pela compreensão e respeito”, disse publicou a equipe da atriz no Instagram.
Débora também era mãe de Yasmin Maia. A empresária compartilhava sua vida nas redes sociais e celebrava os trabalhos da filha online.
Débora Maia, que tinha 53 anos, foi encontrada morta em casa, na Barra da Tijuca, por uma funcionária
O governo Jerônimo Rodrigues (PT) encaminhou, nesta segunda-feira, 1º, à Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), o projeto de lei que promove a reestruturação do Plano de Assistência à Saúde dos Servidores Públicos Estaduais da Bahia (Planserv). O governador já havia informado que enviaria uma proposta de reestruturação do Planserv em outubro.
A entrega foi realizada pelo secretário de Relações Institucionais (Serin), Adolpho Loyola, e o secretário de Administração da Bahia (Saeb), Rodrigo Pimentel no salão nobre da Alba.
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O projeto apresenta um novo critério de contribuição. As faixas salariais serão substituídas por um percentual único aplicado sobre a remuneração do servidor. Com essa mudança, estima-se que cerca de 130 mil servidores terão redução no valor pago. Além disso, a proposta prevê a interiorização da rede com cidades-polo; a revisão da remuneração dos médicos; e a prospecção de novos profissionais para ampliar atendimentos.
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Conforme explicou o secretário de Administração, Rodrigo Pimentel, o percentual irá iniciar com 5.5% em 2026 e em 2027 chega a 6%. Na patronal a proposta é elevar de 2,5% para 3,25% em 2026, e para 4,0% em 2027. Em relação a interiorização, a ideia é fortalecer as micro-regiões, levando serviços itinerantes a locais desassistidos e ampliando a oferta de telemedicina, especialmente nas especialidades com menor disponibilidade.
“Sob a condução da Serin chegamos a um produto que visa reequilibrar o Planserv e possibilitar, a partir da aprovação da lei, a mudança na questão do critério de contribuição do participante, tornando um plano de justiça social. Quero agradecer ao empenho de todos e dizer que hoje é um dia especial, pois estamos comemorando a vitória do diálogo”, afirmou Pimentel.
Aposentadoria de policiais
Na ocasião também foi apresentada a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que altera as regras de aposentadoria para policiais civis e agentes penitenciários, com foco na paridade e integralidade.
A medida vale para policiais civis e agentes penitenciários que ingressaram até a entrada em vigor da Emenda Constitucional nº 26, de 31 de janeiro de 2020, e que se aposentaram após a publicação da nova Emenda Constitucional. A proposta também estabelece uma diferença mínima na idade exigida para aposentadoria entre homens e mulheres.
As mulheres terão uma redução na idade, tanto na regra especial transitória quanto na permanente, aplicada aos policiais civis, agentes penitenciários e servidores expostos a agentes nocivos.
Já a proposta de PEC tem foco na paridade e integralidade das Polícias Civil e Penal e modifica a regra dos proventos de aposentadoria, estabelecendo uma regra única baseada na última remuneração em atividade.
A proposta também define idades mínimas diferentes para a aposentadoria de homens e mulheres, assegura a integralidade e paridade nas pensões por morte e prevê revogação do §3º do art. 9º da Emenda Constitucional nº 26/2020, eliminando duas regras praticamente iguais.
“Viemos aqui em nome do governador Jerônimo trazer estas propostas e quero agradecer aos sindicatos pela construção conjunta, através do diálogo que sempre mantivemos aberto. Nosso objetivo é melhorar ainda mais o nosso plano de saúde e dizer que o Planserv é um patrimônio do Estado baiano e dos servidores públicos da Bahia. Por isso que temos mais de 60 dias entre idas e vindas dialogando e construindo essa proposta. Além disso peço as nossas bancadas de governo e da oposição uma atenção a essa PEC das polícias civil e penal e ressaltar que também foi uma construção coletiva do movimento sindical com o governador Jerônimo”, pontuou o secretário de Relações Institucionais da Bahia, Adolpho Loyola.
As propostas, que foram recebidas pela presidente da Alba, Ivana Bastos (PSD), e pelos demais deputados, serão submetidas à apreciação. Caso aprovadas, entrarão em vigor assim que forem sancionadas pelo governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues.
A 1ª Semana da Economia Brasileira reúne no Rio de Janeiro, a partir desta segunda-feira (1º), acadêmicos e economistas para debater os principais avanços que marcaram os últimos 40 anos da economia no país, após a retomada da democracia. O diretor de Planejamento e Relações institucionais do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Nelson Barbosa, abriu o evento.
“Se você ficar focado só no curto prazo, deixa de olhar principalmente os avanços que temos feito nos últimos 40 anos”, afirmou.
A semana vai se estender até o próximo dia 5. Especialistas debatem temas econômicos ocorridos no país a partir de 1983. Entre eles, a crise da dívida externa e alta da inflação, estabilização com crise cambial, crescimento com distribuição de renda, crise interna com estagnação.
Diretor de Planejamento e Relações institucionais do BNDES, Nelson Barbosa. Foto – Valter Campanato/Agência Brasil
Barbosa destacou que a semana de comemoração é a primeira de várias outras que virão.
A ideia de fazer o evento surgiu de trabalho que o banco de financiamento já vinha promovendo, desde que o atual presidente, Aloizio Mercadante, tomou posse. “É recuperar o papel do BNDES na promoção do debate sobre política econômica brasileira”, disse.
Durante o evento, pela manhã, foram relembradas as crises e a recuperação do país, sua posição como foco do crescimento, redução da pobreza, integração no mercado de trabalho e geração de emprego.
O Brasil conseguiu estabilizar e fazer a evolução, disse Barbosa. Conseguimos reduzir a pobreza, criar o sistema de saúde pública universal, em um país de mais de 100 milhões de habitantes. Temos uma rede de transferência de renda que ajuda no combate à pobreza e nos períodos de crise, como na pandemia de covid-19. E hoje estamos no debate tradicional de todas as democracias, que é o debate fiscal”.
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Desasfios
Barbosa comentou a importância da discussão neste momento. “Continuamos a viver grandes transformações que exigem reflexão a partir de formulações e, principalmente, a partir de conceitos”. Ele considera que é preciso capacidade para construir consenso no sentido institucional antigo, que suporta choques.
“Isso é mais importante do que nunca, porque vivemos grandes desafios. O Brasil é um dos países mais desenvolvidos do mundo. E em países com o grau de desigualdade que temos, a solução óbvia para reequilibrar o orçamento é uma política tributária progressista.”
O diretor citou Aloizio Mercadante, que acredita que o desenvolvimento do Brasil tem que ser para todos. “Não é para 30%, não é para uma minoria, tem que ser para todos. Temos que superar o desafio de crescimento com inclusão.”
Disse ainda que, em bases muito melhores do que há 40 anos, “muito se avançou nos indicadores sociais, na diversidade”.
“Não só abrimos mais universidades, mas também abrimos as portas das universidades na hora da formação das mulheres E temos novos desafios do século 21.”
A mudança climática é um dos desafios, e não pode ser enfrentada sem a ação do governo. “O risco é muito grande, o investimento é muito grande, o tempo necessário é muito”. Ele ressaltou a necessidade de se fazer uma transição energética, a preservação das florestas. É muito importante que nos próximos anos se reconstruam as nossas florestas”.
Outro desafio deste século é o demográfico, ressaltou. Em sua avaliação, as pessoas estão vivendo com mais qualidade, a produtividade está subindo, é possível sustentar a população em ordem crescente, com foco no padrão de vida. “Só que isso também exige repensar nosso sistema de previdência, educação, saúde. E isso é um desafio que vai ficar cada vez maior”.
Além da parte financeira, Nelson Barbosa vê uma transformação tecnológica crescente no Brasil, que nunca parou de olhar para a evolução industrial.
“Com novas tecnologias de inteligência artificial mudando a realidade da nossa vida, é preciso gerar emprego de qualidade. É a empregabilidade que faz milhões de pessoas. Essas mudanças estão ocorrendo em todos os países. E temos que saber como o Brasil vai se inserir nessa nova tecnologia, nessa nova divisão de trabalho, nessa nova forma de organização da economia internacional.”
Segundo Barbosa, o debate aberto e transparente sobre a economia, com os custos e benefícios de cada alternativa, pode ajudar na tomada de decisões. “Tudo na vida tem risco, inclusive não fazer nada. Precisamos discutir quais são os desafios e, principalmente, ouvir os professores, os pesquisadores”, concluiu.
Alunos na Casa do Papai Noel vivem experiência que mistura fantasia e aprendizado –
Estudantes das redes municipal, estadual e privada de ensino de Salvador curtiram um momento especial na Fenagro. Ao todo, cerca de 1.400 alunos, a partir de 4 anos, se encantaram com a magia natalina na Casa do Papai Noel na feira.
A visita fez parte das ações promovidas pelo Programa A TARDE Educação, do Grupo A TARDE. Para a coordenadora da Casa do Papai Noel, Irma Santos, mais do que encantamento, as crianças aprenderam lições importantes no encontro com o bom velhinho.
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“A gente quis despertar o amor em cada um deles e mostrar o Papai Noel que existe em cada um de nós, e que o espírito natalino deve existir independente da época”, afirma.
| Foto: José Simões | Ag. A TARDE
Construída com elementos rústicos, a atração se tornou um refúgio de magia para famílias que visitam a capital baiana e buscam o autêntico espírito natalino. Com funcionamento diário (10h às 12h e 14h às 20h), o bom velhinho da Fenagro se destaca por priorizar o encontro sincero e “nada comercial” com o público.
Trajado com um macacão, em homenagem à cultura rural, o Papai Noel do evento destaca a busca pela naturalidade e autenticidade em cada interação. Longe do foco comercial, ele prioriza a conexão genuína com o público. De acordo com Irma, ele ouviu pacientemente todas as crianças e as despertou para a importância do campo na cidade.
“Falamos até sobre a agricultura familiar de tudo que eles comem na ceia natalina. A gente queria trazer esse clima natalino em novembro”, contou.
| Foto: José Simões | Ag. A TARDE
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| Foto: José Simões | Ag. A TARDE
A Fenagro 2025, em Salvador, projeta movimentar R$ 120 milhões em negócios e receber mais de 200 mil visitantes ao longo de seus nove dias. Além da magia natalina, o evento conta com:
Exposição de mais de 3 mil animais;
Foco em Agronegócio 4.0 (inteligência artificial, agricultura de precisão e ordenha robotizada);
Arena Pônei,
Feira de adoção,
Espaço Kids e o tema “Diversão e Aventura para Todos”, incluindo o Parque Inflável Gigante e Tirolesa Radical.
Fenagro 2025
A Fenagro 2025 é apresentada pelo Governo do Estado da Bahia, por meio da Secretaria da Agricultura, Irrigação, Pesca e Aquicultura (Seagri), com a realização do Grupo A TARDE e produção da On Line Entretenimento.
SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Joelson Veloso, 50, pai de Isabel Veloso, 19, desabafou sobre a internação da filha na UTI. Ela está internada desde ontem.
Em suas redes sociais, Joelson publicou um desabafo. “Onde um mês atrás estávamos eu e você, minha princesa. Conversamos, rimos, choramos. Era antes do transplante. Agora, sozinho, senti o vazio? a saudade bateu forte”.
“Mas o que mais sinto é esperança. Porque eu acredito em você, Isabel. Você é guerreira, é forte, é luz. Estou aqui, esperando por você. Sei que vai vencer mais essa batalha”, disse Joelson Veloso.
Joelson finalizou. “A vitória já chegou – porque o amor nunca falha, e Deus está contigo”.
Isabel Veloso precisou ser intubada após uma complicação de saúde na madrugada de ontem. De acordo com o marido da influenciadora, o empresário Lucas Borbas, ela estava com excesso de magnésio no sangue.
Mariana Weickert, 43, revelou ter sido diagnosticada com CBC, tipo de câncer de pele de baixa gravidade, mas que exige tratamento. Em vídeo, destacou a importância da prevenção, como uso de protetor e acompanhamento dermatológico. A modelo, mãe de dois filhos, decidiu compartilhar para incentivar cuidados e evitar sustos semelhantes.
O primeiro modelo de Fair Play Financeiro finalmente chegou ao futebol brasileiro através do Sistema de Sustentabilidade Financeira (SSF), apresentado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) na última quarta-feira, 26, prometendo ajustar a rota dos clubes de acordo com as regras inspiradas em padrões internacionais.
Protagonista em janelas de transferências desde que vendeu 90% da sua Sociedade Anônima do Futebol (SAF) para o City Football Group, o Bahia é uma das equipes que precisará se redirecionar em direção à maior estabilidade financeira definida pelo SSF.
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A maneira que o clube encara suas economias, com o nível de investimento em elenco, e suas consequências, retratadas pelo tamanho do déficit operacional nos primeiros anos de projeto, é o principal causador da “zona de atenção”, o real estado do Bahia em relação às sanções caso o Sistema fosse aplicado desde o início da SAF, de acordo com Renato Gueudeville, Especialista em Finanças Corporativas e Conselheiro Consultivo.
Em entrevista ao Portal A TARDE, Renato alertou o perigo, mas destacou um “movimento importante” realizado pelo Tricolor que “contaria a favor em qualquer análise financeira”.
“Se a régua atual fosse aplicada desde o início da SAF, eu diria que o Bahia certamente estaria em “zona de atenção”, principalmente por dois pontos: o nível de investimento em elenco e o tamanho do déficit operacional nos primeiros anos de projeto. Por outro lado, a SAF também vem fazendo um movimento importante de limpeza de passivos antigos e de profissionalização, o que contaria a favor em qualquer processo de análise: dívidas antigas foram renegociadas, questões trabalhistas foram equacionadas e existe um controlador com capacidade de aporte. Seria um cenário de “monitoramento de perto” pela métrica do Sistema de Sustentabilidade Financeira”, comentou o Especialista.
Renato Gueudeville| Foto: Divulgação
A venda bem efetuada — e não desesperada — dos ativos é a forma mais rápida de crescer economicamente e impedir futuras “zonas de atenção”, ou coisa pior. Questionado se o Bahia pode ter que vender jogadores precocemente em uma possível situação de alerta, Renato Gueudeville afirmou que o clube não será “obrigado”, mas, se o custo de elenco continuar muito alto em relação à receita recorrente, o mercado de transferências deverá ser utilizado com mais disciplina.
Isso significa “comprar melhor, desenvolver ativos e vender em bons momentos”.
“Não é que o clube “seja obrigado” a vender jogadores cedo, mas o fair play empurra todos os clubes, inclusive o Bahia, para uma mentalidade em que esse tipo de receita (não recorrente) passa a ser ainda mais uma linha muito relevante de modelo de negócios. Não há forma mais rápida de crescer economicamente do que venda de direitos econômicos desde que o clube ou SAF estejam estruturados na sua divisão de base, o que é o caso do Bahia”, iniciou Renato.
“Se o custo de elenco continuar muito alto em relação à receita recorrente, a consequência natural é que o Bahia tenha de usar o mercado de jogadores com mais disciplina: comprar melhor, desenvolver ativos e vender em bons momentos para financiar parte do próprio projeto esportivo“, completou.
Vender bem, não vender desesperado, essa é a diferença
As contratações de Kauê Furquim e David Martins, que se encaixam na “filosofia” do Grupo City em adquirir jovens e desenvolvê-los, deverão ser mais frequentes segundo o especialista.
“Casos como o de Kauê Furquim e David Martins, adquiridos junto ao Corinthians por R$ 14 milhões e ao América-MG por R$ 12 milhões, respectivamente, deverão ser mais frequentes. Esse modelo (comprar barato, desenvolver dentro de um ambiente competitivo e vender no auge) gera ROI (retorno sobre investimento) positivo, sustenta a folha, e cria uma dinâmica sustentável entre futebol e finanças”, completou.
Em suma, o Fair Play Financeiro promete fazer do Bahia um clube “ainda mais preso a um plano de médio prazo”. As regras não impedem a ambição do Tricolor, e sim apenas o redireciona para “dentro de um trilho bem definido”.
Raul Aguirre reafirma desejo em fazer o Bahia ter a melhor divisão de base do Brasil| Foto: Divulgação | ECBahia
“O Fair Play Financeiro muda a lógica da tomada de decisão. O Bahia passa a ter de organizar sua gestão olhando, o tempo todo, para alguns indicadores-chave: quanto gasta com elenco em relação à receita, quanto se endivida no curto prazo, qual o tamanho do déficit operacional e como ele é coberto.
“Na prática, isso significa um Bahia cada vez mais assertivo e mais preso a um plano de médio prazo: folha, contratações, vendas, uso de aportes do controlador e até estruturação de dívidas passam a se relacionar com um limite regulatório. O clube continua podendo ser ambicioso, mas dentro de um trilho bem definido”, disse.
Mas há, sim, áreas em que o Bahia vai precisar ajustar a rota.
“Especialmente em três frentes: reduzir gradualmente a relação custo de elenco/receita, tornar mais clara a relação entre dívida com o controlador e aportes de capital e planejar o caminho para sair de um ciclo de déficit relevante para um equilíbrio operacional mais próximo do que o regulador vai exigir. É justamente por isso que existe um período de adaptação dos clubes e SAFs ao modelo proposto”, completou.
Veja outros trechos da entrevista
Com o limite de que a folha e os custos de elenco não ultrapassem 70% das receitas (no longo prazo), o Bahia terá de revisar contratos e projeções salariais?
“Sim, isso é inevitável de alguma forma. Hoje o Bahia opera em um momento de investimento forte, típico de início de projeto, o que tende a pressionar esse indicador. Com o tempo, o clube terá de ajustar a curva: ou cresce receita numa velocidade muito grande, ou reduz o peso relativo da folha. O ideal é fazer os 2 movimentos em paralelo”.
“Isso significa ser mais criterioso em renovações, ter política salarial clara, limitar apostas caras e calibrar a duração dos contratos. O fair play não impede o clube de ter jogadores caros; ele impede que a soma de todas as decisões coloque o orçamento em risco”.
As regras de endividamento de curto prazo (dívida líquida menor que 45% das receitas) podem afetar empréstimos, parcelamentos ou dívidas pendentes do Bahia?
“No curto prazo, o Bahia não parece ter um problema explosivo de dívidas de curtíssimo prazo em relação à receita, justamente porque alongou passivos e tem suporte do grupo controlador. Mas o fair play vai olhar para a qualidade dessa estrutura, não só para o número seco”.
“Isso pode influenciar, sim, como o Bahia contrata novos empréstimos, como organiza o fluxo de pagamento a fornecedores e agentes. A lógica passa a ser: mais previsibilidade de caixa e mais coerência entre endividamento, receita e capacidade real de pagamento”.
“No cenário atual, o controlador do Bahia tem mútuos (empréstimos) dentro da empresa e que ajudam no investimento inicial e financiamento da operação. É provável que isso seja convertido em aporte (como Capital Social) o que levará a uma recomposição societária na SAF”.
A necessidade de superávit operacional anual ou cobertura de déficit com aportes define uma nova lógica de planejamento: o Bahia pode ter que priorizar equilíbrio financeiro em detrimento de contratações ousadas?
“O racional é claro: os clubes e SAFs precisam entender que não dá mais para “queimar caixa” indefinidamente apostando que o resultado esportivo resolve tudo depois. Se houver déficit, ele terá que ser coberto de forma transparente por aportes de capital, e isso será monitorado. O desafio ficará muito grande nas associações e que não contam com investidores para aportar”.
“Isso não significa abandonar ambição esportiva, mas muda a ordem das perguntas. Em vez de “dá para contratar e depois a gente vê?”, a pergunta passa a ser “cabe no plano, no fluxo de caixa e na régua do regulador?”. Em alguns momentos, o Bahia vai, sim, ter de dizer “não” para contratações mais impactantes porque a conta regulatória não fecha”.
“Para outros clubes em processo de reestruturação financeira esse cenário será ainda mais desafiador. Serão vários “pratos para equilibrar” com os mais diversos atores do sistema e compor o alinhamento de expectativas com aquele que cobra sempre um time competitivo: o seu torcedor”.
Como o controle de dívidas entre clubes (transações registradas, forma de pagamento detalhada) vai impactar as negociações do Bahia no mercado de transferências?
“O efeito principal é trazer saudabilidade ao ecossistema. Hoje há um risco sistêmico com a explosão do endividamento e das altas taxas de carregamento dessas dívidas. Os clubes terão de registrar com mais detalhe valores, prazos, formas de pagamento, comissões, cláusulas adicionais e tudo isso passa a ser visível para o regulador e comparável entre clubes”.
“Na prática, isso tende a profissionalizar ainda mais o departamento de futebol: contratos mais padronizados, menos acordos “informais”, menos risco de surpresas futuras. Para um clube com investidor global como o Bahia, isso pode virar até vantagem competitiva, porque a cultura de compliance e transparência já eram consolidadas antes mesmo de virar SAF”.
A obrigatoriedade de registrar contratos e transferências no sistema da CBF antes da publicação no BID muda a forma como o Bahia estrutura contratos, pagamentos e prazos?
“Muda o timing e a disciplina do processo. O Bahia terá que ter seus contratos e estruturas de pagamento redondos antes da inscrição, sem aquela cultura de “acerta depois”. Isso pressiona o clube a organizar jurídico, finanças e futebol na mesma mesa desde o início das negociações”.
“Para quem já vem de uma lógica de SAF e de grupo multinacional, isso é mais ajuste de procedimento do que revolução. Mas, sim, exige mais planejamento: menos correria em fechamento de janela e mais pipeline organizado de negociações”.
A nova agência reguladora (ANRESF) e a possibilidade de sanções — desde multa e advertência até perda de pontos — podem alterar a gestão de riscos do Bahia nos próximos anos?
“Esse será um impacto geral e o futuro vai responder essa pergunta, pois, no Brasil, a regulação é forte até encontrar o primeiro interesse. Quando a consequência de um erro de gestão deixa de ser só “apertar o caixa” e passa a envolver perda de pontos, restrição de registro de atletas ou até rebaixamento indireto, o risco deixa de ser apenas financeiro e passa a ser esportivo. Esse será o grande teste da agência reguladora”.
“No caso do Bahia e demais clubes, isso obriga a tratar compliance financeiro e regulatório como tema de diretoria, não de backoffice. Governança, Conselho, CFO e Executivo de futebol terão de olhar o mesmo painel de riscos”.
Gabriel Jesus voltou a ser relacionado pelo Arsenal após mais de 10 meses afastado dos gramados por lesão. O atacante brasileiro assistiu do banco de reservas o empate contra o Chelsea por 1 a 1 neste domingo (30), no Stamford Bridge, válido pela 13ª rodada da Premier League.
O clube inglês fez uma postagem celebrando o retorno do camisa 9: “322 dias desde a sua última aparição no Arsenal. Que bom ver-te, Gabby”, escreveu os Gunners.
322 days since his last appearance for The Arsenal.
Ao comentar o retorno aos gramados, Gabriel Jesus demonstrou gratidão à família e ao Arsenal, que contribuíram para a plena recuperação.
“Só o fato de ficar no banco de reservas novamente, depois de meses de recuperação, me fez sentir feliz e com a sensação que valeu a pena todo o esforço. Glorifico a Deus primeiramente, porque o Senhor me capacitou em superar todo esse processo, que foi longo e desgastante, mas nunca perdi a esperança que voltaria bem mais uma vez”, falou o brasileiro.
“E obviamente pelo apoio da minha família, minha esposa, meus filhos, que estiveram comigo todos esses dias, e do Arsenal, que me apoiou em todos os momentos. Vou continuar trabalhando forte nos treinamentos para estar pronto quando surgir a oportunidade de entrar em campo”, completou.
Lesão de Gabriel Jesus
Jesus se lesionou contra o Manchester United, em partida da Copa da Inglaterra, quando disputou uma bola com o português Bruno Fernandes e caiu de mau jeito. Ele precisou passar por cirurgia, que foi realizada em 22 de janeiro.
A lesão ocorreu justamente quando o brasileiro de 28 anos vivia um de seus melhores momentos da última temporada. Ele havia recuperado a vaga de titular e feito seis gols em quatro jogos disputados.
Números na Premier League
Gabriel Jesus chegou ao Arsenal vindo do Manchester City na temporada 2022-23. Ao todo, ele participou de 46 gols em 96 partidas. Com a camisa dos Gunners, o brasileiro foi 26 vezes às redes e distribuiu 20 assistências.
Jesus está muito próximo de se tornar o atleta do Brasil com mais gols na história da Premier League. Ele possui 76 no total e está apenas atrás de Roberto Firmino, que tem 82.
O Vitória deixou a zona de rebaixamento ao vencer o Mirassol por 2 a 0 no Barradão, chegou aos 42 pontos e passou à 15ª posição. Com dois jogos restantes, contra Bragantino fora e São Paulo em casa, o time baiano depende apenas dos próprios resultados para não ser rebaixado para a Série B.
O caminho mais direto é simples: se ganhar as duas partidas finais, o Vitória chega a 48 pontos, ultrapassa a projeção de 47 como “nota de corte” calculada pela UFMG e fica matematicamente fora do Z-4, independentemente do que fizerem Fortaleza, Santos, Internacional e Ceará. Com esse cenário, Sport e Juventude, já rebaixados, seriam acompanhados por outros dois rivais, mas não pelo Rubro-Negro.
Mesmo sem 100% de aproveitamento, a equipe de Jair Ventura pode se salvar com certa folga. Os modelos de probabilidade indicam que terminar o Brasileiro com 46 pontos — uma vitória e um empate nas rodadas restantes — praticamente elimina o risco de queda, com chance inferior a 0,1%. Já uma campanha final de 45 pontos, isto é, mais um triunfo e uma derrota, deixa o risco em torno de 1%, cenário ainda bem confortável para permanecer na elite.
Se o Vitória fizer só dois pontos (dois empates, chegando a 44) ou apenas um ponto (um empate, parando em 43), a situação volta a ficar perigosa. Estudos da UFMG mostram que “a campanha de 45 pontos confere menos de 1% de risco de cair para a Série B”, enquanto 44 e 43 pontos elevam bastante a probabilidade de rebaixamento, o que colocaria o clube dependente de tropeços de Fortaleza, Santos e Internacional nas rodadas derradeiras.
O pior cenário é não pontuar mais: com duas derrotas, o Vitória terminaria o campeonato com 42 pontos, faixa em que as projeções apontam risco muito alto de queda, especialmente porque Fortaleza ainda tem jogos em casa, Santos encara Juventude e Cruzeiro e o Inter pega São Paulo e Bragantino. Por isso, além de seguir fazendo sua parte, o Rubro-Negro observa de perto os adversários diretos, mas entra na reta final com uma vantagem importante: hoje, o destino está mais nos pés do próprio time do que na combinação de resultados alheios.
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Tiago Barnabé, conhecido por interpretar a personagem Narcisa, apresentou sua nova personagem, “Barnabela”, durante o Black Friday Live Show do SBT, na noite de quarta-feira (26).
A mudança acontece depois de tensão com Narcisa Tamborindeguy, que demonstrou incômodo com o uso de seu nome pelo humorista em ações publicitárias.
A revelação foi feita ao vivo por Celso Portiolli, que brincou com a estreia do novo codinome. “Hoje teremos a luxuosa companhia de ninguém menos que ela: Barnabela. Venha pra cá”, anunciou o apresentador.
O conflito começou quando Narcisa, em entrevista ao podcast Festa da Firma, afirmou que se divertia com a imitação feita por Tiago no Domingo Legal, mas não aceitava que o humorista utilizasse o nome “Narcisa” em campanhas de marca. Segundo ela, a publicidade deveria ser assinada como Tiago Barnabé -e não como uma versão dela própria.
“Gosto da imitação, mas não gosto que faça publicidade com o meu nome. A Narcisa sou eu. Ele é o Tiago Barnabé”, disse a socialite, ao ser questionada pelo apresentador do podcast.
Narcisa ainda revelou que sua equipe jurídica já havia alertado o humorista sobre o desconforto. “Meu advogado já falou com o empresário dele. E ele continua. Tá errado da parte dele”, afirmou. “Ele tem que fazer o nome dele na publicidade.”
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