SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Judi Dench contou que já não consegue enxergar devido ao avanço de uma degeneração macular relacionada à idade. A atriz de 90 anos, afastada das telas e dos palcos desde 2022, falou sobre o estado de saúde em uma entrevista à ITV News, ao lado do amigo de longa data Ian McKellen.
“Você não [me vê mais nas telas], porque eu não consigo mais enxergar”, disse. “Não consigo ver televisão, não consigo ler.”
Na entrevista, Dench também contou que passou a depender da memória e da ajuda de outras pessoas para tarefas simples do dia a dia. Brincando com McKellen, ela explicou que só consegue identificá-lo porque conhece bem a silhueta do colega. “Posso ver seu contorno e te conheço tão bem, mas não consigo reconhecer ninguém agora”, afirmou.
Diagnosticada em 2012, a atriz disse que a condição piora ano a ano e vem limitando cada vez mais sua autonomia. Ela afirmou que não gostaria de se apostar, mas que sua condição de saúde tem sido um empecilho.
Judi Dench ficou conhecida do grande público como M, a chefe de James Bond, papel que interpretou em todos os filmes da franquia “007” entre 1995 e 2012. Ela também venceu o Oscar de atriz coadjuvante ao interpretar a rainha Elizabeth em “Shakespeare Apaixonado” (1998) e foi indicada ao prêmio mais sete vezes por títulos como “Iris”, “Philomena” e “Chocolate”.
Ao longo de mais de sete décadas de carreira, Dench coleciona um Oscar, um Tony, Globos de Ouro, BAFTAs de cinema e TV. Em reconhecimento à trajetória, ela recebeu da rainha Elizabeth 2ª o título de Dame Commander of the Order of the British Empire (Dama Comandante da Ordem do Império Britânico), tornando-se oficialmente Dama Judi Dench.
Djavan anunciou a turnê Djavanear 50 anos. Só Sucessos em 2026, celebrando sua carreira com shows em 11 capitais brasileiras. O repertório inclui clássicos como “Sina”, “Oceano” e “Flor de Lis”. A estreia será em São Paulo, dia 9 de maio, com ingressos entre R$ 210 e R$ 595.
A Polícia Civil da Bahia localizou e prendeu, nesta segunda-feira, 1º, em uma mansão no bairro de Buraquinho, em Lauro de Freitas, um homem de 38 anos acusado de integrar uma das maiores redes de tráfico internacional de drogas em atuação no país. O investigado era procurado pela Justiça Federal do Rio Grande do Norte.
A detenção ocorreu após o compartilhamento de dados entre unidades especializadas baianas e forças federais, que cruzaram informações obtidas em uma operação da Polícia Federal no Rio Grande do Norte. A ofensiva federal resultou na denúncia de 54 integrantes do grupo apontado pelo Ministério Público Federal como responsável por remessas que somam mais de oito toneladas de cocaína enviadas a portos brasileiros com destino final na Europa.
Tudo sobre Polícia em primeira mão!
Função estratégica e rotas usadas pelo grupo
As investigações indicam que o suspeito participava da logística operacional da quadrilha, articulando a movimentação da droga inserida em contêineres com cargas lícitas ou diretamente embarcada em navios. A organização mantinha uma divisão interna em núcleos responsáveis por logística, transporte, financiamento, infiltração da droga em mercadorias e atuação fora do país.
O esquema utilizava estruturas portuárias de diferentes regiões, passando por Salvador, Santos, Natal, Fortaleza e Belém, além de outras instalações nos estados da Bahia, São Paulo, Ceará e Pará. No Rio Grande do Norte, especialmente, estavam concentradas ações centrais do grupo.
Leia Também:
Participação da Bahia na captura
A localização do investigado em Lauro de Freitas ocorreu após trabalho de inteligência do Departamento Especializado de Investigação e Repressão ao Narcotráfico (Denarc), com atuação direta da Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes de Itabuna. Uma equipe foi enviada ao município para cumprir o mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça Federal. Depois dos procedimentos legais, o homem permanece custodiado à espera de transferência para uma unidade prisional federal.
Apreensões acumuladas desde 2021
O esquema vinha sendo desmontado ao longo dos últimos anos. Desde 2021, operações no Brasil e na Europa resultaram na apreensão de mais de oito toneladas de cocaína ligadas à organização. A droga foi encontrada em diferentes pontos: portos de Natal, Mucuripe, Barcarena, Santos, Salvador e Belém, além de carregamentos localizados às margens do Rio Potengi e em depósitos associados ao grupo. As sucessivas interceptações revelam o alcance e o volume das remessas enviadas ao exterior.
A atriz Millie Bobby Brown, 21, conhecida por seu papel em “Stranger Things”, agora tem um novo nome legal. A mudança aconteceu após o casamento com Jake Bongiovi, filho do músico Jon Bon Jovi, em maio de 2024.
A revelação ganhou um toque cômico durante uma recente entrevista em vídeo com Noah Schnapp, 21, amigo próximo e colega de elenco de Millie. Ao tentar dizer o novo nome completo da atriz, Noah acabou se enrolando várias vezes.
“É Millie Bonnie Brown”, começou ele, confuso. Quando Millie o corrigiu, ele tentou novamente: “Millie Bonnie Brown Bongiovi”. A cada tentativa, o ator acrescentava sílabas: “Millie Bonnie Bobby Bongiovi… É tão longo! Millie Bonnie Bobby Bongiovi Brown”.
Rindo, Millie precisou intervir para esclarecer de uma vez por todas. Ela disse que é só tirar o “Brown” e o “Bobby”, ficando apenas Millie Bonnie Bongiovi, apelidando carinhosamente de Millie BonBon.
Apesar da mudança legal, a estrela continua usando Millie Bobby Brown como nome artístico. No registro oficial, o “Brown” foi retirado e o sobrenome do marido, “Bongiovi”, foi adicionado.
A confusão divertida de Noah Schnapp durante a entrevista apenas reforça que o novo nome de Millie está longe de ser simples de decorar, mas agora, oficialmente, é Millie Bonnie Bongiovi.
Sobre o relacionamento de Millie e Jake Bongiovi
Millie Bobby Brown e Jake Bongiovi, filho do lendário músico Jon Bon Jovi, começaram a namorar em 2021, após se conhecerem pelo Instagram.
O casal assumiu publicamente o relacionamento em novembro daquele ano e passou rapidamente a compartilhar momentos juntos nas redes sociais e em eventos de tapete vermelho.
Em abril de 2023, eles anunciaram o noivado com uma publicação romântica no Instagram. Em março de 2024, a atriz revelou que foi pedida em casamento de uma maneira inusitada. Dois meses depois, em maio, a união foi oficializada, em uma cerimônia discreta nos Estados Unidos, apenas com familiares próximos.
Já agosto deste ano, o casal surpreendeu os fãs ao anunciar a adoção de uma filha, mantendo a identidade da bebê em total privacidade. Pouco depois, Millie revelou que o ator Noah Schnapp, também de “Stranger Things”, é padrinho da filha do casal.
Vivendo boa fase desde que assumiu a titularidade no Vitória, Thiago Couto foi decisivo na vitória por 2 a 0 sobre o Mirassol, no último sábado, 29. Seu desempenho também é traduzido pelas estatísticas, já que ele se tornou o goleiro com mais defesas em um único mês no Brasileirão de 2025.
De acordo com o aplicativo Sofascore, Thiago Couto realizou impressionantes 32 defesas somente em novembro, sendo 18 dessas intervenções em finalizações dentro da área. Nos seis jogos disputados neste mês, foram apenas quatro gols sofridos pelo arqueiro.
Tudo sobre Esportes em primeira mão!
Couto também atingiu outra marca expressiva na mesma plataforma. O goleiro de 26 anos foi o jogador, dentre todas as equipes da Série A, que tirou a maior nota no Sofascore do mês de novembro, com 7.85 de média.
Mesmo enfrentando adversários da parte de cima da tabela — Cruzeiro, Palmeiras, Botafogo e Mirassol—, o Vitória saiu sem ser vazado em quatro compromissos do mês passado. O bom momento do sistema defensivo como um todo também reflete nos resultados do Leão, que não perde há cinco rodadas seguidas.
🔎 Em novembro, Thiago Couto se tornou o goleiro com mais defesas em um único mês no @Brasileirao 2025! 🧤🔥
⚔️ 6 jogos 🚫 4 gols sofridos (!) 👐 32 defesas (!) 🙌 18 defesas em finalizações na área (!) 📊 89% bolas defendidas (!) 🧤 4 jogos sem sofrer gols (!) 🥅 4.81 gols… pic.twitter.com/IEWttG5v7q
O Vitória de Thiago Couto volta a campo para enfrentar o RB Bragantino, às 19h da próxima quarta-feira, 3. A partida será realizada no Estádio Cícero De Souza Marques, em Bragança Paulista.
RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) – Débora Maia, 53, mãe da atriz Mel Maia, 21, será velada hoje no Rio de Janeiro. O velório está marcado para ter início às 12h, no Crematório da Penitência, na Zona Norte. A cerimônia de despedida será seguida da cremação, prevista para às 15h, no mesmo local.
Débora morreu ontem. Ela foi encontrada sem vida dentro do banheiro de seu apartamento, na zona sudoeste do Rio, onde morava sozinha, segundo informações de Léo Dias.
Mel Maia confirmou a morte por meio de uma publicação.
“É com imenso pesar que comunicamos o falecimento de Débora Maia, mãe da atriz Melissa Maia. Neste momento de dor e luto, pedimos a todos os fãs, imprensa, amigos e parceiros que compreendam a necessidade de recolhimento e privacidade da família. Agradecemos a todos pela compreensão e respeito”, disse publicou a equipe da atriz no Instagram.
Débora também era mãe de Yasmin Maia. A empresária compartilhava sua vida nas redes sociais e celebrava os trabalhos da filha online.
Débora Maia, que tinha 53 anos, foi encontrada morta em casa, na Barra da Tijuca, por uma funcionária
O governo Jerônimo Rodrigues (PT) encaminhou, nesta segunda-feira, 1º, à Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), o projeto de lei que promove a reestruturação do Plano de Assistência à Saúde dos Servidores Públicos Estaduais da Bahia (Planserv). O governador já havia informado que enviaria uma proposta de reestruturação do Planserv em outubro.
A entrega foi realizada pelo secretário de Relações Institucionais (Serin), Adolpho Loyola, e o secretário de Administração da Bahia (Saeb), Rodrigo Pimentel no salão nobre da Alba.
Tudo sobre Política em primeira mão!
O projeto apresenta um novo critério de contribuição. As faixas salariais serão substituídas por um percentual único aplicado sobre a remuneração do servidor. Com essa mudança, estima-se que cerca de 130 mil servidores terão redução no valor pago. Além disso, a proposta prevê a interiorização da rede com cidades-polo; a revisão da remuneração dos médicos; e a prospecção de novos profissionais para ampliar atendimentos.
Leia Também:
Conforme explicou o secretário de Administração, Rodrigo Pimentel, o percentual irá iniciar com 5.5% em 2026 e em 2027 chega a 6%. Na patronal a proposta é elevar de 2,5% para 3,25% em 2026, e para 4,0% em 2027. Em relação a interiorização, a ideia é fortalecer as micro-regiões, levando serviços itinerantes a locais desassistidos e ampliando a oferta de telemedicina, especialmente nas especialidades com menor disponibilidade.
“Sob a condução da Serin chegamos a um produto que visa reequilibrar o Planserv e possibilitar, a partir da aprovação da lei, a mudança na questão do critério de contribuição do participante, tornando um plano de justiça social. Quero agradecer ao empenho de todos e dizer que hoje é um dia especial, pois estamos comemorando a vitória do diálogo”, afirmou Pimentel.
Aposentadoria de policiais
Na ocasião também foi apresentada a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que altera as regras de aposentadoria para policiais civis e agentes penitenciários, com foco na paridade e integralidade.
A medida vale para policiais civis e agentes penitenciários que ingressaram até a entrada em vigor da Emenda Constitucional nº 26, de 31 de janeiro de 2020, e que se aposentaram após a publicação da nova Emenda Constitucional. A proposta também estabelece uma diferença mínima na idade exigida para aposentadoria entre homens e mulheres.
As mulheres terão uma redução na idade, tanto na regra especial transitória quanto na permanente, aplicada aos policiais civis, agentes penitenciários e servidores expostos a agentes nocivos.
Já a proposta de PEC tem foco na paridade e integralidade das Polícias Civil e Penal e modifica a regra dos proventos de aposentadoria, estabelecendo uma regra única baseada na última remuneração em atividade.
A proposta também define idades mínimas diferentes para a aposentadoria de homens e mulheres, assegura a integralidade e paridade nas pensões por morte e prevê revogação do §3º do art. 9º da Emenda Constitucional nº 26/2020, eliminando duas regras praticamente iguais.
“Viemos aqui em nome do governador Jerônimo trazer estas propostas e quero agradecer aos sindicatos pela construção conjunta, através do diálogo que sempre mantivemos aberto. Nosso objetivo é melhorar ainda mais o nosso plano de saúde e dizer que o Planserv é um patrimônio do Estado baiano e dos servidores públicos da Bahia. Por isso que temos mais de 60 dias entre idas e vindas dialogando e construindo essa proposta. Além disso peço as nossas bancadas de governo e da oposição uma atenção a essa PEC das polícias civil e penal e ressaltar que também foi uma construção coletiva do movimento sindical com o governador Jerônimo”, pontuou o secretário de Relações Institucionais da Bahia, Adolpho Loyola.
As propostas, que foram recebidas pela presidente da Alba, Ivana Bastos (PSD), e pelos demais deputados, serão submetidas à apreciação. Caso aprovadas, entrarão em vigor assim que forem sancionadas pelo governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues.
A 1ª Semana da Economia Brasileira reúne no Rio de Janeiro, a partir desta segunda-feira (1º), acadêmicos e economistas para debater os principais avanços que marcaram os últimos 40 anos da economia no país, após a retomada da democracia. O diretor de Planejamento e Relações institucionais do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Nelson Barbosa, abriu o evento.
“Se você ficar focado só no curto prazo, deixa de olhar principalmente os avanços que temos feito nos últimos 40 anos”, afirmou.
A semana vai se estender até o próximo dia 5. Especialistas debatem temas econômicos ocorridos no país a partir de 1983. Entre eles, a crise da dívida externa e alta da inflação, estabilização com crise cambial, crescimento com distribuição de renda, crise interna com estagnação.
Diretor de Planejamento e Relações institucionais do BNDES, Nelson Barbosa. Foto – Valter Campanato/Agência Brasil
Barbosa destacou que a semana de comemoração é a primeira de várias outras que virão.
A ideia de fazer o evento surgiu de trabalho que o banco de financiamento já vinha promovendo, desde que o atual presidente, Aloizio Mercadante, tomou posse. “É recuperar o papel do BNDES na promoção do debate sobre política econômica brasileira”, disse.
Durante o evento, pela manhã, foram relembradas as crises e a recuperação do país, sua posição como foco do crescimento, redução da pobreza, integração no mercado de trabalho e geração de emprego.
O Brasil conseguiu estabilizar e fazer a evolução, disse Barbosa. Conseguimos reduzir a pobreza, criar o sistema de saúde pública universal, em um país de mais de 100 milhões de habitantes. Temos uma rede de transferência de renda que ajuda no combate à pobreza e nos períodos de crise, como na pandemia de covid-19. E hoje estamos no debate tradicional de todas as democracias, que é o debate fiscal”.
>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp
Desasfios
Barbosa comentou a importância da discussão neste momento. “Continuamos a viver grandes transformações que exigem reflexão a partir de formulações e, principalmente, a partir de conceitos”. Ele considera que é preciso capacidade para construir consenso no sentido institucional antigo, que suporta choques.
“Isso é mais importante do que nunca, porque vivemos grandes desafios. O Brasil é um dos países mais desenvolvidos do mundo. E em países com o grau de desigualdade que temos, a solução óbvia para reequilibrar o orçamento é uma política tributária progressista.”
O diretor citou Aloizio Mercadante, que acredita que o desenvolvimento do Brasil tem que ser para todos. “Não é para 30%, não é para uma minoria, tem que ser para todos. Temos que superar o desafio de crescimento com inclusão.”
Disse ainda que, em bases muito melhores do que há 40 anos, “muito se avançou nos indicadores sociais, na diversidade”.
“Não só abrimos mais universidades, mas também abrimos as portas das universidades na hora da formação das mulheres E temos novos desafios do século 21.”
A mudança climática é um dos desafios, e não pode ser enfrentada sem a ação do governo. “O risco é muito grande, o investimento é muito grande, o tempo necessário é muito”. Ele ressaltou a necessidade de se fazer uma transição energética, a preservação das florestas. É muito importante que nos próximos anos se reconstruam as nossas florestas”.
Outro desafio deste século é o demográfico, ressaltou. Em sua avaliação, as pessoas estão vivendo com mais qualidade, a produtividade está subindo, é possível sustentar a população em ordem crescente, com foco no padrão de vida. “Só que isso também exige repensar nosso sistema de previdência, educação, saúde. E isso é um desafio que vai ficar cada vez maior”.
Além da parte financeira, Nelson Barbosa vê uma transformação tecnológica crescente no Brasil, que nunca parou de olhar para a evolução industrial.
“Com novas tecnologias de inteligência artificial mudando a realidade da nossa vida, é preciso gerar emprego de qualidade. É a empregabilidade que faz milhões de pessoas. Essas mudanças estão ocorrendo em todos os países. E temos que saber como o Brasil vai se inserir nessa nova tecnologia, nessa nova divisão de trabalho, nessa nova forma de organização da economia internacional.”
Segundo Barbosa, o debate aberto e transparente sobre a economia, com os custos e benefícios de cada alternativa, pode ajudar na tomada de decisões. “Tudo na vida tem risco, inclusive não fazer nada. Precisamos discutir quais são os desafios e, principalmente, ouvir os professores, os pesquisadores”, concluiu.
Alunos na Casa do Papai Noel vivem experiência que mistura fantasia e aprendizado –
Estudantes das redes municipal, estadual e privada de ensino de Salvador curtiram um momento especial na Fenagro. Ao todo, cerca de 1.400 alunos, a partir de 4 anos, se encantaram com a magia natalina na Casa do Papai Noel na feira.
A visita fez parte das ações promovidas pelo Programa A TARDE Educação, do Grupo A TARDE. Para a coordenadora da Casa do Papai Noel, Irma Santos, mais do que encantamento, as crianças aprenderam lições importantes no encontro com o bom velhinho.
Tudo sobre Fenagro em primeira mão!
“A gente quis despertar o amor em cada um deles e mostrar o Papai Noel que existe em cada um de nós, e que o espírito natalino deve existir independente da época”, afirma.
| Foto: José Simões | Ag. A TARDE
Construída com elementos rústicos, a atração se tornou um refúgio de magia para famílias que visitam a capital baiana e buscam o autêntico espírito natalino. Com funcionamento diário (10h às 12h e 14h às 20h), o bom velhinho da Fenagro se destaca por priorizar o encontro sincero e “nada comercial” com o público.
Trajado com um macacão, em homenagem à cultura rural, o Papai Noel do evento destaca a busca pela naturalidade e autenticidade em cada interação. Longe do foco comercial, ele prioriza a conexão genuína com o público. De acordo com Irma, ele ouviu pacientemente todas as crianças e as despertou para a importância do campo na cidade.
“Falamos até sobre a agricultura familiar de tudo que eles comem na ceia natalina. A gente queria trazer esse clima natalino em novembro”, contou.
| Foto: José Simões | Ag. A TARDE
Leia Também:
Negócios e diversão em família
| Foto: José Simões | Ag. A TARDE
A Fenagro 2025, em Salvador, projeta movimentar R$ 120 milhões em negócios e receber mais de 200 mil visitantes ao longo de seus nove dias. Além da magia natalina, o evento conta com:
Exposição de mais de 3 mil animais;
Foco em Agronegócio 4.0 (inteligência artificial, agricultura de precisão e ordenha robotizada);
Arena Pônei,
Feira de adoção,
Espaço Kids e o tema “Diversão e Aventura para Todos”, incluindo o Parque Inflável Gigante e Tirolesa Radical.
Fenagro 2025
A Fenagro 2025 é apresentada pelo Governo do Estado da Bahia, por meio da Secretaria da Agricultura, Irrigação, Pesca e Aquicultura (Seagri), com a realização do Grupo A TARDE e produção da On Line Entretenimento.
SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Joelson Veloso, 50, pai de Isabel Veloso, 19, desabafou sobre a internação da filha na UTI. Ela está internada desde ontem.
Em suas redes sociais, Joelson publicou um desabafo. “Onde um mês atrás estávamos eu e você, minha princesa. Conversamos, rimos, choramos. Era antes do transplante. Agora, sozinho, senti o vazio? a saudade bateu forte”.
“Mas o que mais sinto é esperança. Porque eu acredito em você, Isabel. Você é guerreira, é forte, é luz. Estou aqui, esperando por você. Sei que vai vencer mais essa batalha”, disse Joelson Veloso.
Joelson finalizou. “A vitória já chegou – porque o amor nunca falha, e Deus está contigo”.
Isabel Veloso precisou ser intubada após uma complicação de saúde na madrugada de ontem. De acordo com o marido da influenciadora, o empresário Lucas Borbas, ela estava com excesso de magnésio no sangue.
Mariana Weickert, 43, revelou ter sido diagnosticada com CBC, tipo de câncer de pele de baixa gravidade, mas que exige tratamento. Em vídeo, destacou a importância da prevenção, como uso de protetor e acompanhamento dermatológico. A modelo, mãe de dois filhos, decidiu compartilhar para incentivar cuidados e evitar sustos semelhantes.
O primeiro modelo de Fair Play Financeiro finalmente chegou ao futebol brasileiro através do Sistema de Sustentabilidade Financeira (SSF), apresentado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) na última quarta-feira, 26, prometendo ajustar a rota dos clubes de acordo com as regras inspiradas em padrões internacionais.
Protagonista em janelas de transferências desde que vendeu 90% da sua Sociedade Anônima do Futebol (SAF) para o City Football Group, o Bahia é uma das equipes que precisará se redirecionar em direção à maior estabilidade financeira definida pelo SSF.
Tudo sobre Esportes em primeira mão!
A maneira que o clube encara suas economias, com o nível de investimento em elenco, e suas consequências, retratadas pelo tamanho do déficit operacional nos primeiros anos de projeto, é o principal causador da “zona de atenção”, o real estado do Bahia em relação às sanções caso o Sistema fosse aplicado desde o início da SAF, de acordo com Renato Gueudeville, Especialista em Finanças Corporativas e Conselheiro Consultivo.
Em entrevista ao Portal A TARDE, Renato alertou o perigo, mas destacou um “movimento importante” realizado pelo Tricolor que “contaria a favor em qualquer análise financeira”.
“Se a régua atual fosse aplicada desde o início da SAF, eu diria que o Bahia certamente estaria em “zona de atenção”, principalmente por dois pontos: o nível de investimento em elenco e o tamanho do déficit operacional nos primeiros anos de projeto. Por outro lado, a SAF também vem fazendo um movimento importante de limpeza de passivos antigos e de profissionalização, o que contaria a favor em qualquer processo de análise: dívidas antigas foram renegociadas, questões trabalhistas foram equacionadas e existe um controlador com capacidade de aporte. Seria um cenário de “monitoramento de perto” pela métrica do Sistema de Sustentabilidade Financeira”, comentou o Especialista.
Renato Gueudeville| Foto: Divulgação
A venda bem efetuada — e não desesperada — dos ativos é a forma mais rápida de crescer economicamente e impedir futuras “zonas de atenção”, ou coisa pior. Questionado se o Bahia pode ter que vender jogadores precocemente em uma possível situação de alerta, Renato Gueudeville afirmou que o clube não será “obrigado”, mas, se o custo de elenco continuar muito alto em relação à receita recorrente, o mercado de transferências deverá ser utilizado com mais disciplina.
Isso significa “comprar melhor, desenvolver ativos e vender em bons momentos”.
“Não é que o clube “seja obrigado” a vender jogadores cedo, mas o fair play empurra todos os clubes, inclusive o Bahia, para uma mentalidade em que esse tipo de receita (não recorrente) passa a ser ainda mais uma linha muito relevante de modelo de negócios. Não há forma mais rápida de crescer economicamente do que venda de direitos econômicos desde que o clube ou SAF estejam estruturados na sua divisão de base, o que é o caso do Bahia”, iniciou Renato.
“Se o custo de elenco continuar muito alto em relação à receita recorrente, a consequência natural é que o Bahia tenha de usar o mercado de jogadores com mais disciplina: comprar melhor, desenvolver ativos e vender em bons momentos para financiar parte do próprio projeto esportivo“, completou.
Vender bem, não vender desesperado, essa é a diferença
As contratações de Kauê Furquim e David Martins, que se encaixam na “filosofia” do Grupo City em adquirir jovens e desenvolvê-los, deverão ser mais frequentes segundo o especialista.
“Casos como o de Kauê Furquim e David Martins, adquiridos junto ao Corinthians por R$ 14 milhões e ao América-MG por R$ 12 milhões, respectivamente, deverão ser mais frequentes. Esse modelo (comprar barato, desenvolver dentro de um ambiente competitivo e vender no auge) gera ROI (retorno sobre investimento) positivo, sustenta a folha, e cria uma dinâmica sustentável entre futebol e finanças”, completou.
Em suma, o Fair Play Financeiro promete fazer do Bahia um clube “ainda mais preso a um plano de médio prazo”. As regras não impedem a ambição do Tricolor, e sim apenas o redireciona para “dentro de um trilho bem definido”.
Raul Aguirre reafirma desejo em fazer o Bahia ter a melhor divisão de base do Brasil| Foto: Divulgação | ECBahia
“O Fair Play Financeiro muda a lógica da tomada de decisão. O Bahia passa a ter de organizar sua gestão olhando, o tempo todo, para alguns indicadores-chave: quanto gasta com elenco em relação à receita, quanto se endivida no curto prazo, qual o tamanho do déficit operacional e como ele é coberto.
“Na prática, isso significa um Bahia cada vez mais assertivo e mais preso a um plano de médio prazo: folha, contratações, vendas, uso de aportes do controlador e até estruturação de dívidas passam a se relacionar com um limite regulatório. O clube continua podendo ser ambicioso, mas dentro de um trilho bem definido”, disse.
Mas há, sim, áreas em que o Bahia vai precisar ajustar a rota.
“Especialmente em três frentes: reduzir gradualmente a relação custo de elenco/receita, tornar mais clara a relação entre dívida com o controlador e aportes de capital e planejar o caminho para sair de um ciclo de déficit relevante para um equilíbrio operacional mais próximo do que o regulador vai exigir. É justamente por isso que existe um período de adaptação dos clubes e SAFs ao modelo proposto”, completou.
Veja outros trechos da entrevista
Com o limite de que a folha e os custos de elenco não ultrapassem 70% das receitas (no longo prazo), o Bahia terá de revisar contratos e projeções salariais?
“Sim, isso é inevitável de alguma forma. Hoje o Bahia opera em um momento de investimento forte, típico de início de projeto, o que tende a pressionar esse indicador. Com o tempo, o clube terá de ajustar a curva: ou cresce receita numa velocidade muito grande, ou reduz o peso relativo da folha. O ideal é fazer os 2 movimentos em paralelo”.
“Isso significa ser mais criterioso em renovações, ter política salarial clara, limitar apostas caras e calibrar a duração dos contratos. O fair play não impede o clube de ter jogadores caros; ele impede que a soma de todas as decisões coloque o orçamento em risco”.
As regras de endividamento de curto prazo (dívida líquida menor que 45% das receitas) podem afetar empréstimos, parcelamentos ou dívidas pendentes do Bahia?
“No curto prazo, o Bahia não parece ter um problema explosivo de dívidas de curtíssimo prazo em relação à receita, justamente porque alongou passivos e tem suporte do grupo controlador. Mas o fair play vai olhar para a qualidade dessa estrutura, não só para o número seco”.
“Isso pode influenciar, sim, como o Bahia contrata novos empréstimos, como organiza o fluxo de pagamento a fornecedores e agentes. A lógica passa a ser: mais previsibilidade de caixa e mais coerência entre endividamento, receita e capacidade real de pagamento”.
“No cenário atual, o controlador do Bahia tem mútuos (empréstimos) dentro da empresa e que ajudam no investimento inicial e financiamento da operação. É provável que isso seja convertido em aporte (como Capital Social) o que levará a uma recomposição societária na SAF”.
A necessidade de superávit operacional anual ou cobertura de déficit com aportes define uma nova lógica de planejamento: o Bahia pode ter que priorizar equilíbrio financeiro em detrimento de contratações ousadas?
“O racional é claro: os clubes e SAFs precisam entender que não dá mais para “queimar caixa” indefinidamente apostando que o resultado esportivo resolve tudo depois. Se houver déficit, ele terá que ser coberto de forma transparente por aportes de capital, e isso será monitorado. O desafio ficará muito grande nas associações e que não contam com investidores para aportar”.
“Isso não significa abandonar ambição esportiva, mas muda a ordem das perguntas. Em vez de “dá para contratar e depois a gente vê?”, a pergunta passa a ser “cabe no plano, no fluxo de caixa e na régua do regulador?”. Em alguns momentos, o Bahia vai, sim, ter de dizer “não” para contratações mais impactantes porque a conta regulatória não fecha”.
“Para outros clubes em processo de reestruturação financeira esse cenário será ainda mais desafiador. Serão vários “pratos para equilibrar” com os mais diversos atores do sistema e compor o alinhamento de expectativas com aquele que cobra sempre um time competitivo: o seu torcedor”.
Como o controle de dívidas entre clubes (transações registradas, forma de pagamento detalhada) vai impactar as negociações do Bahia no mercado de transferências?
“O efeito principal é trazer saudabilidade ao ecossistema. Hoje há um risco sistêmico com a explosão do endividamento e das altas taxas de carregamento dessas dívidas. Os clubes terão de registrar com mais detalhe valores, prazos, formas de pagamento, comissões, cláusulas adicionais e tudo isso passa a ser visível para o regulador e comparável entre clubes”.
“Na prática, isso tende a profissionalizar ainda mais o departamento de futebol: contratos mais padronizados, menos acordos “informais”, menos risco de surpresas futuras. Para um clube com investidor global como o Bahia, isso pode virar até vantagem competitiva, porque a cultura de compliance e transparência já eram consolidadas antes mesmo de virar SAF”.
A obrigatoriedade de registrar contratos e transferências no sistema da CBF antes da publicação no BID muda a forma como o Bahia estrutura contratos, pagamentos e prazos?
“Muda o timing e a disciplina do processo. O Bahia terá que ter seus contratos e estruturas de pagamento redondos antes da inscrição, sem aquela cultura de “acerta depois”. Isso pressiona o clube a organizar jurídico, finanças e futebol na mesma mesa desde o início das negociações”.
“Para quem já vem de uma lógica de SAF e de grupo multinacional, isso é mais ajuste de procedimento do que revolução. Mas, sim, exige mais planejamento: menos correria em fechamento de janela e mais pipeline organizado de negociações”.
A nova agência reguladora (ANRESF) e a possibilidade de sanções — desde multa e advertência até perda de pontos — podem alterar a gestão de riscos do Bahia nos próximos anos?
“Esse será um impacto geral e o futuro vai responder essa pergunta, pois, no Brasil, a regulação é forte até encontrar o primeiro interesse. Quando a consequência de um erro de gestão deixa de ser só “apertar o caixa” e passa a envolver perda de pontos, restrição de registro de atletas ou até rebaixamento indireto, o risco deixa de ser apenas financeiro e passa a ser esportivo. Esse será o grande teste da agência reguladora”.
“No caso do Bahia e demais clubes, isso obriga a tratar compliance financeiro e regulatório como tema de diretoria, não de backoffice. Governança, Conselho, CFO e Executivo de futebol terão de olhar o mesmo painel de riscos”.