Com direito a grade festa da sua torcida, o Flamengo embarcou na tarde desta quarta-feira (26) para Lima (Peru), onde disputa a final da Copa Libertadores contra o Palmeiras a partir das 18h (horário de Brasília) do próximo sábado (29).
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Um dia após empatar por 1 a 1 com o Atlético-MG em Belo Horizonte pelo Campeonato Brasileiro, resultado com o qual encaminhou o título da competição, o Rubro-Negro da Gávea recebeu o carinho dos seus torcedores durante um percurso de cerca de 45 quilômetros entre o Ninho do Urubu e o Terminal de Cargas do Aeroporto Internacional do Galeão.
Durante o trajeto, torcedores subiram em cima do ônibus que levava os jogadores. Em determinado momento, alguns dos aficionados do Rubro-Negro chegaram a entrar no veículo através da saída de emergência posicionada no teto.
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O final do cortejo, chamado de Aerofla, foi marcado por uma grande confusão, com policiais militares fazendo uso de bombas de efeito moral e gás de pimenta para tentar dispersar a multidão.
Segundo nota do Flamengo, a delegação “tem chegada prevista à capital peruana para às 23h25 desta quarta-feira”.
O Senado aprovou nesta quarta-feira (26) o projeto de Lei (PL) 3191/24 que torna crime o bloqueio de ruas com barricadas para cometer ou ocultar outros crimes.
Como o texto teve origem na Câmara dos Deputados e foi modificado no Senado, ele retorna para nova análise da Câmara. Caso vá à sanção presidencial, a prática será considerada crime contra a administração da Justiça.
A proposta altera o Código Penal para estabelecer a pena de três a cinco anos de prisão e multa para quem obstruir vias públicas ou privadas com barricadas ou qualquer outro tipo de obstáculo e também para quem dificultar a livre circulação de pessoas, bens ou serviços, ou a atuação das forças de segurança pública.
Segundo o projeto, passeatas e manifestações políticas com propósitos sociais não se enquadram na nova tipificação, ou seja, a manifestação crítica ou a reivindicação de direitos e garantias constitucionais por meio de passeatas, de reuniões, de greves, de aglomerações ou de qualquer outra forma de manifestação política com propósitos sociais não serão considerados crime.
“Obviamente, uma manifestação social, como movimento reivindicatório ou paredista, não poderia constituir crime, até porque, nesse caso, a obstrução da via não terá o objetivo de cometer ou ocultar crimes”, explicou o relator do projeto, senador Carlos Portinho (PL-RJ).
Lideranças e demais integrantes de uma organização criminosa da Bahia, ligada a facções do Rio de Janeiro e São Paulo, são alvos de Operação Rainha do Sul, deflagrada pela Polícia Civil através do Departamento Especializado de Investigação e Repressão ao Narcotráfico (Denarc), na manhã desta quinta-feira (27). O grupo é responsável pela distribuição de entorpecentes, ataques armados contra rivais, lavagem de dinheiro e também a movimentação milionária de bens e recursos financeiros.
Foto: Ascom/PCBA
O Denarc solicitou e o Poder Judiciário já autorizou o bloqueio de contas bancárias, que pode chegar ao valor R$ 100 milhões. A descapitalização do grupo criminoso também impede o acesso dos acusados a sete automóveis, uma moto aquática, um haras com cavalos de raça e uma usina que produz energia solar, avaliados em R$ 1 milhão.
Mandados judiciais são cumpridos em mais de 10 bairros de Salvador, duas cidades da Região Metropolitana (RMS), dois municípios do interior da Bahia, além dos estados de Pernambuco, Rio de Janeiro, Paraná e São Paulo.
A partir das ações, a Polícia Civil desarticula desde o financiamento e coordenação interestadual da organização criminosa baiana, refletindo diretamente na redução de violência nos territórios afetados.
Também participam das ações, equipes dos Departamentos de Repressão e Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (Draco), de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), de Proteção à Mulher, Cidadania e Pessoas Vulneráveis (DPMCV), de Inteligência Policial (DIP), Especializado de Investigações Criminais (Deic), de Polícia Metropolitana (Depom) e as Coordenações de Polícia Interestadual (Polinter), de Operações e Recursos Especiais (Core), de Operação de Polícia Judiciária (COPJ), além do apoio do Departamento de Polícia Técnica (DPT) e das Polícias Civis de Pernambuco, do Rio de Janeiro, Paraná e São Paulo.
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A final entre Palmeiras e Flamengo, neste sábado (29), em Lima, coloca frente a frente dois dos jogadores mais influentes do futebol brasileiro em 2025.
De um lado, Vitor Roque, dono de uma temporada de afirmação com a camisa alviverde. Do outro, Arrascaeta, referência técnica rubro-negra e peça central na criação de jogadas. Um levantamento do Sofascore mostra como os dois chegam à decisão e revela diferenças claras no impacto que cada um exerce dentro de campo.
Com nota média 7.08, Vitor Roque sustenta números de atacante decisivo: 20 gols, 5 assistências e participação direta em gol a cada 146 minutos. Foram 54 jogos, sendo 44 como titular, em uma temporada que oscilou entre explosão física, presença diária na área e papel mais móvel no esquema palmeirense. O jovem ainda tenta, com frequência, finalizar: são 2.3 arremates por partida, sendo 1.0 no alvo, além de média de 0.9 passes decisivos e 1.2 dribles certos por jogo.
Arrascaeta surge com uma nota ainda mais alta, 7.52, reforçando a ideia de que continua sendo o cérebro criativo do Flamengo. Em 59 partidas (51 como titular), o uruguaio soma 23 gols e 16 assistências, participando diretamente de um gol a cada 107 minutos — indicador que mostra o quanto ele influencia a engrenagem ofensiva rubro-negra. Sua média de 2.2 finalizações (0.7 no alvo) é semelhante à de Roque, mas o salto aparece na construção: 1.7 passes decisivos por jogo e 1.2 dribles certos. Na recomposição, leva leve vantagem: 2.6 bolas recuperadas por partida, contra 2.1 do jogador do Palmeiras.
Números de Vitor Roque e Arrascaeta • Arte Sofascore
Os números, embora frios, ajudam a iluminar o enredo de um duelo que, dentro de campo, costuma ser decidido por detalhes.
Idoso de 84 anos morre no HGCA após ser atropelado em Santo Estevão Idoso de 84 anos morre no HGCA após ser atropelado em Santo Estevão Idoso de 84 anos morre no HGCA após ser atropelado em Santo Estevão Idoso de 84 anos morre no HGCA após ser atropelado em Santo Estevão
O Governo da Bahia, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), reabriu a seleção do projeto Viva Horta, com o objetivo de ampliar a cobertura da iniciativa nos territórios Sudoeste Baiano, Litoral Norte e Agreste Baiano e Sisal. Coordenado pela Superintendência de Agricultura Familiar (SUAF), o edital busca selecionar Organizações da Sociedade Civil (OSC) para atuar na implementação e no fortalecimento de hortas comunitárias.
A iniciativa é voltada a áreas urbanas e periurbanas e tem como foco estimular a inclusão produtiva, promover a produção sustentável e ampliar a oferta de alimentos saudáveis no Estado.
A chamada pública ficará aberta de 27 de novembro a 27 de dezembro, e o edital já pode ser acessado no site da SDR (www.sdr.ba.gov.br/editais). Podem participar OSCs aptas a atuar nos territórios contemplados, com propostas que fortaleçam ações coletivas e promovam segurança alimentar e desenvolvimento comunitário.
Com essa reabertura, a SDR reforça seu compromisso com políticas estruturantes que ampliam oportunidades, fortalecem a agricultura familiar e contribuem para a construção de cidades mais verdes, saudáveis e integradas à produção de alimentos.
O Sistema Único de Saúde (SUS) vai ampliar em 30% o aproveitamento do plasma sanguíneo, conforme anunciou, nesta sexta (28), o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, no Hemorio, no Rio de Janeiro. Isso se tornou possível com a compra de 604 equipamentos de alta tecnologia pelo governo. Os materiais começaram a chegar e serão instalados até o primeiro trimestre do ano que vem.
Padilha disse que essa aquisição vai gerar economia de R$ 260 milhões por ano com a redução da necessidade de importação de medicamentos. O ministro argumentou que o Brasil não produzia os fatores que derivam do plasma e a necessidade de importação gera insegurança para quem tem doenças que dependem de hemoderivados.
Medicamentos essenciais
O plasma é a parte líquida do sangue e se transforma em medicamentos essenciais para o cuidado de pacientes com hemofilia, doenças imunológicas, outras condições de saúde e também para cirurgias de grande porte.
“Cada vez mais, as imunoglobulinas são utilizadas não só para doenças infecciosas, mas para outros tipos de doenças também, as imunoglobulinas hiperimunes”, disse o ministro em nota divulgada pelo governo federal.
Para a produção, o investimento foi de R$ 116 milhões do Novo PAC Saúde. Segundo estima o Ministério da Saúde, a iniciativa vai beneficiar 125 serviços de hemoterapia em 22 estados.
500 mil litros por ano
Os materiais são blast-freezers, de congelamento ultra-rápido (tecnologia avançada com a qual a rede pública ainda não contava); ultrafreezers, de congelamento rápido; e freezers.
Inclusive, ainda segundo o governo, isso significa que, com a ampliação da oferta, a nova fábrica da Hemobrás, inaugurada neste ano, poderá atingir plena capacidade de produção de medicamentos estratégicos para o SUS, com o processamento de até 500 mil litros de plasma por ano.
O Ministério da Saúde acrescentou que a disponibilização de plasma pelas unidades da rede pública aumentou 288% nos últimos três anos. O estoque passou de 62,3 mil litros para 242,1 mil litros.
No evento de anúncio, o ministro ressaltou que a Hemobrás, criada pelo governo brasileiro, é, atualmente, a maior fábrica de hemoderivados da América Latina.
Doação
O anúncio da ampliação da capacidade de armazenamento de plasma ocorre na semana nacional do doador de sangue. No país, em 2024, mais de 3,3 milhões de bolsas foram coletadas, o que representa 1,6% da população brasileira.
Atualmente, apenas 13% do plasma coletado no país por meio de doações voluntárias é utilizado em transfusões, o que significa que 87% ainda podem ser destinados à produção de hemoderivados.
No sábado, 28, a e-Agro 2025 será palco de um momento especial: o lançamento do livro “Gastronomia da Bahia pelo olhar artesão”, no espaço Artesanato Referência Bahia Original montado no evento. A publicação apresenta ao público coleções desenvolvidas a partir de consultorias aplicadas pelo Sebrae, promovendo as conexões entre artesanato e a culinária do estado.
Na e-Agro, o ambiente do Artesanato celebra o melhor do ofício baiano que nasce no campo, valorizando a tradição e a criatividade das mãos que transformam sementes, fibras, madeiras e outras matérias-primas em arte.
O objetivo é reforçar a ligação entre campo e artesanato, mostrando como a atividade artesanal contribui para dar novas formas e cores à matéria-prima rural, além de gerar técnica, conhecimento e renda para quem vive no interior. Essa integração é essencial para fixar o homem no campo, fortalecendo a economia local e preservando saberes.
Com mais de 25 unidades produtivas atendidas pelo Sebrae Bahia, em parceria com o Sistema Faeb/Senar, o espaço reúne talentos de diversas regiões como Barra, Valente, Santa Brígida, Maragogipinho, Ituberá, Região Metropooitana de Salvador, Paulo Afonso, entre outras. Uma verdadeira vitrine da identidade cultural e da força produtiva do artesanato baiano.
A e-Agro é fruto da parceria entre o Sistema Faeb/Senar e o Sebrae, e reforça o papel estratégico do Agro na economia e na cultura da Bahia.
Serviço e-Agro 2025 Local: Centro de Convenções Salvador Data/Horário: 28/11 – 13h às 22h 29/11 – 12h às 21h Inscrições e programação: https://eagrodigital.com.br
O Ministério da Justiça enviou ao Senado um parecer que aponta graves falhas no projeto de lei antifacção. A pasta alega que o texto pode enfraquecer a polícia, punir inocentes e ser inconstitucional, sugerindo uma série de mudanças ao relator da proposta, que deve ser votada na próxima semana.
Qual a principal crítica ao projeto?
O projeto propõe que bens e valores apreendidos pela Polícia Federal sejam divididos com os estados. O Ministério da Justiça alerta que isso pode descapitalizar as polícias federais (PF, PRF e Penal), que dependem desses recursos para coordenar ações e combater o crime organizado. Na prática, o enfraquecimento dos fundos federais prejudicaria o trabalho das próprias polícias que atuam em todo o país.
Por que o governo afirma que o projeto pode punir inocentes?
O projeto proíbe a concessão de auxílio-reclusão para dependentes de presos por crimes de facção. Este benefício é um direito previdenciário pago à família de baixa renda do detento, e não ao criminoso. O ministério classifica a medida como inconstitucional, pois pune crianças e cônjuges inocentes por atos que não cometeram, o que poderia agravar a vulnerabilidade social e os ciclos de violência.
O projeto pode criminalizar movimentos sociais?
Sim, há esse risco. O texto cria o crime de “domínio social estruturado” com definições muito vagas, como “dificultar a circulação de pessoas”. O ministério alerta que essa redação ampla pode ser usada para criminalizar manifestações políticas, movimentos sociais e sindicais legítimos, que não têm relação com o crime organizado. Foi sugerida uma proteção para esses grupos, como já existe na Lei Antiterrorismo.
Quais os problemas apontados para o sistema prisional?
A proposta obriga que líderes de facções cumpram pena em presídios federais de segurança máxima. O ministério argumenta que isso descaracteriza o modelo de prisão cautelar, pois o Supremo Tribunal Federal (STF) exige a fundamentação da prisão com base na situação concreta, e não por uma regra automática. A medida causaria superlotação, enfraquecendo o controle, e geraria um alto custo financeiro com a necessidade de ampliar a estrutura federal.
Existem outros problemas técnicos na proposta?
Sim. O ministério critica a criação de novos conceitos, como “organização criminosa ultraviolenta”, que podem gerar conflitos com a lei de organizações criminosas já existente, trazendo insegurança jurídica. Outro ponto é a regra da audiência de custódia por videoconferência, que seria incompatível com tratados internacionais assinados pelo Brasil, que preveem o contato pessoal do preso com o juiz.
Este conteúdo foi gerado com inteligência artificial. Para acessar a informação na íntegra e se aprofundar sobre o tema consulte a reportagem a seguir.
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Prestes a ser concluída, a obra da nova rodovia Perimetral Leste, que possibilitará a utilização da Ponte da Integração, pode não ser a solução rápida para uma segunda ligação entre Foz do Iguaçu (PR) e o Paraguai. A sonhada operação da ponte, pronta desde 2022 e que promete desafogar o trânsito pesado sobre a Ponte da Amizade, vai iniciar de forma parcial e precária.
Do lado paraguaio da estrutura, obras definidas como indispensáveis – o contorno da cidade de Presidente Franco e a ponte sobre o Rio Monday – não ficarão prontas antes de 2027. Sem este conjunto de obras estruturantes não será possível o escoamento de caminhões com cargas, 24 horas por dia.
“É um processo complexo que envolve muitos órgãos de fiscalização, interesses da sociedade, o adequado funcionamento destas obras de acesso e infraestrutura e eu diria que tudo está sendo feito da forma mais rápida possível”, afirmou Daniel Falcon Lins, representante do Ministério das Relações Exteriores do Brasil.
A situação foi tema de uma acalorada discussão entre autoridades brasileiras e paraguaias no último dia 19, durante reunião convocada pelos ministérios das Relações Exteriores dos dois países. Ao final do encontro, sequer a data da entrega formal das obras pelos presidentes das repúblicas restou acordada.
Representantes dos governos federais dos dois países afirmaram que não tinham autonomia para estabelecer o dia. Cogita-se, para a abertura parcial, a possibilidade de duas datas para o próximo mês, 15 ou 21 de dezembro. A “novela” para iniciar o trânsito parcial pela estrutura também depende da confirmação esperada da presença dos presidentes Lula e Santiago Peña.
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Brasil e Paraguai discutem horário inicial para funcionamento da Ponte da Integração
O cronograma provisório discutido entre Brasil e Paraguai enfrenta a busca por um consenso. A Receita Federal do Brasil (RFB) teria proposto que, num primeiro momento, somente caminhões vazios utilizem a via entre 7h e 19h, com fluxo de veículos em ambos os sentidos.
De acordo com o órgão brasileiro, houve proposta da delegação do Paraguai para utilização do horário no período noturno. Enquanto os paraguaios querem que, inicialmente, somente caminhões vazios utilizem a via entre 22h e 5h, a RFB propôs a atuação no período das 19h às 7h, visto que trabalham em plantões de 12 horas.
Em nota à Gazeta do Povo, a Receita Federal do Brasil afirmou que “a abertura inicial da Ponte da Integração em um período de 12 horas é resultado de tratativas diplomáticas entre as delegações do Brasil e do Paraguai, tendo por premissas a segurança e a necessidade de que ambos os países se adaptem à realidade decorrente da abertura da nova ponte”.
O órgão afirmou, ainda, que “participa das reuniões em conjunto com outros órgãos como a Polícia Federal, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), o MAPA (Ministério da Agricultura e Pecuária), e apresenta manifestações técnicas, as quais servem para subsidiar as tratativas diplomáticas brasileiras.”
O cronograma de abertura provisório é de que após um mês de operações, ônibus de turismo também poderão utilizar a ponte, mas caminhões com cargas só serão permitidos no primeiro trimestre de 2027. Automóveis e motos serão liberados após avaliações iniciais de funcionamento das aduanas dos dois países. Após seis meses de funcionamento, há previsão de que o trânsito seja ininterrupto na Ponte da Integração.
Atualização
A reportagem foi atualizada com informações enviadas pela Receita Federal do Brasil.
Atualizado em 28/11/2025 às 23:35
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