terça-feira, abril 7, 2026
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Datafolha: 91% dizem não se arrepender de voto para presidente em 2022

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Nove em cada dez eleitores dizem não se arrepender do voto que deram para presidente nas últimas eleições gerais, realizadas em 2022. É o que mostra pesquisa Datafolha divulgada na segunda-feira (8).

Enquanto 91% dos entrevistados dizem não se arrepender, outros 8% avaliam que, sim, se arrependem. Do total, 1% não sabe.

Entre os que votaram no presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e no ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o índice dos que não se arrependem da escolha é quase o mesmo: 91% e 92%, respectivamente.

Ao analisar a partir dos partidos que disputaram o segundo turno naquele ano, 4% dos arrependidos declaram maior preferência no PT, contra 1% dos que preferem o PL.

O instituto ouviu 2.002 pessoas em 113 municípios brasileiros entre os dias 2 e 4 de dezembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

De acordo com o levantamento, os eleitores arrependidos prevalecem na região Sul do país (11%) e entre aqueles que recebem até dois salários mínimos (10%.). Já a taxa dos não arrependidos é maior entre os que recebem de cinco a dez salários mínimos (94%.).

A pesquisa também questionou os entrevistados sobre o papel da próxima eleição presidencial, que acontece no ano que vem: 77% disseram que o pleito será muito importante e 14% consideram que será um pouco importante.

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Por outro lado, 8% acham que a eleição terá um papel nada importante e 1% não sabe.

Fonte: CNN BRASIL

Acesso negado! Partido veta candidatura de Moro para 2026

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O senador Sergio Moro (União-PR) não teve sua candidatura homologada pelo PP do Paraná ao governo do estado em 2026. A decisão do partido foi tomada de forma unânime.

No entanto, a medida criou um “mal-estar” no União Brasil, especialmente pela recente federação formada entre os dois partidos — as siglas foram ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para pedir a aprovação da federação União Progressista.

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No X, Antonio Rueda, presidente do União, classificou o veto como “arbitrário” e “inaceitável”. “O União Brasil tem o Senador Sérgio Moro, líder absoluto em todas as pesquisas, como pré-candidato ao Governo do Estado do Paraná e irá insistir na homologação da candidatura”, escreveu. O presidente do PP, Ciro Nogueira, afirmou que não irá interferir.

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Moro, também através da mesma plataforma, afirmou que o União seguirá em diálogo com o PP. “Política se faz com diálogo, respeito e não com vetos ou imposições arbitrárias. O Paraná anseia a boa política para a modernização que o estado e a sua população merecem”, declara. “Nossos únicos adversários são o PT, o atraso e o crime organizado”.



Fonte: A Tarde

Justiça libera zagueiro do Galícia preso por estupro em Salvador

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Zagueiro do Galícia detido por estupro obtém liberdade na Bahia –

A Justiça da Bahia decidiu, nesta segunda-feira, 8, conceder liberdade ao zagueiro João Victor Cubas Alves, de 25 anos, após a prisão ocorrida no último sábado, 6, em Salvador. O ex-jogador do Santos, que hoje integra o elenco do Galícia, havia sido detido sob acusação de estupro. A informação foi confirmada ao MASSA! por uma fonte ligada ao processo.

De acordo com a decisão judicial, Cubas poderá responder ao processo em liberdade, desde que cumpra todas as medidas cautelares determinadas pelo magistrado. Entre as condições impostas está o pagamento de fiança correspondente a sete salários mínimos, além de outras obrigações que deverão ser acompanhadas pela Justiça.

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Relembre o caso

A investigação conduzida pela Polícia Civil da Bahia aponta que o atleta é suspeito de estuprar uma mulher em um hotel localizado no Centro de Salvador. Segundo o boletim policial, os dois se conheceram por meio de um aplicativo de relacionamento e passaram a noite em um bar da região central da cidade.

Ainda conforme o relato da vítima, o casal seguiu para um hotel, onde a relação sexual teria ocorrido sem o consentimento dela. O caso segue sob análise das autoridades, que continuarão acompanhando o cumprimento das medidas judiciais enquanto o processo avança.



Fonte: A Tarde

Já é verão? Semana será marcada por sol e tempo firme em Salvador

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Confira previsão –

A semana entre os dias 8 e 14 de dezembro de 2025 será marcada pela predominância de tempo estável em Salvador, segundo o informativo meteorológico divulgado pela Defesa Civil de Salvador (Codesal). A atuação de uma massa de ar quente e seca manterá o predomínio de sol em grande parte do período.

Apesar disso, a entrada de ventos úmidos vindos do oceano Atlântico favorecerá o aumento da nebulosidade e a possibilidade de até 20% de chuvas isoladas a qualquer hora do dia.

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Ventos fortes durante toda a semana

As rajadas de vento chamam atenção na previsão e devem se manter entre 27 e 33 km/h, variando entre intensidade moderada e forte. A quinta-feira, 11, e a sexta-feira, 12, apresentam os ventos mais intensos, alcançando 33 km/h.

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Confira a previsão completa:

Segunda-feira, 8

Dia com sol e algumas nuvens. Pequena chance de chuva rápida (20%). Ventos moderados de 27 km/h. Temperaturas entre 23°C e 32°C.

Terça-feira, 9

Predomínio de sol com variação de nuvens. Possibilidade de chuva isolada (20%). Ventos fortes, chegando a 30 km/h. Mínima de 24°C e máxima de 32°C.

Quarta-feira, 10

Céu aberto na maior parte do dia, com baixa probabilidade de chuva (10%). Ventos moderados de 28 km/h. Temperaturas variando de 23°C a 32°C.

Quinta-feira, 11

Aumento de nebulosidade e maior chance de chuva no período (30%). Ventos fortes, atingindo 33 km/h. Mínima de 22°C e máxima de 32°C.

Sexta-feira, 12

Dia ensolarado, com possibilidade pequena de chuva (20%). Ventos fortes de 33 km/h. Temperaturas entre 23°C e 33°C.

Sábado, 13

Predomínio de sol e baixa chance de precipitação (10%). Ventos fortes de 30 km/h. Mínima de 23°C e máxima de 33°C.

Domingo, 14

Manhã de sol e aumento de nuvens ao longo do dia. Possibilidade de chuva rápida (10%). Ventos fortes de 30 km/h. Temperaturas de 23°C a 32°C.



Fonte: A Tarde

Alcaraz sofre, mas supera João Fonseca no tie-break em Miami

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Em duelo aguardado, Carlos Alcaraz vence João Fonseca em Miami. Saiba como foi o embate entre o atual número 1 e a jovem promessa brasileira. –

A tão aguardada primeira disputa entre Carlos Alcaraz e João Fonseca cumpriu o que prometia: entretenimento puro. Antes mesmo de entrar em quadra, o espanhol deixou claro que “o mais importante era o entretenimento do público”, e a proposta foi seguida à risca no confronto realizado na noite de segunda-feira, 8, no estádio do Miami Marlins, diante de 14.100 espectadores.

Apesar do caráter amistoso, o duelo teve momentos de tensão e jogadas de alto nível. Alcaraz, atual líder do ranking mundial, precisou elevar o ritmo nos instantes decisivos para superar a jovem promessa brasileira por 2 sets a 1, com parciais de 5-7, 6-2 e 10-8 no match tiebreak. O número 1 do mundo cresceu justamente no fim do primeiro set e na reta final do desempate, quando os erros dos dois lados deixaram o jogo imprevisível.

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Fonseca, de 19 anos, vive a melhor fase da carreira. Atual 24º colocado do ranking, o brasileiro já conquistou dois títulos de ATP nesta temporada — em Buenos Aires, no saibro, e em Basileia, na quadra coberta — e chegou ao duelo disposto a testar seus golpes diante do maior rival de sua geração.

Do outro lado, Alcaraz, de 22 anos, segue consolidado no topo do circuito. Protagonista do tênis mundial ao lado do italiano Jannik Sinner, o espanhol divide com ele os oito Grand Slams conquistados entre 2024 e 2025 — quatro para cada um.

No fim, o placar foi apenas um detalhe. O que se destacou na noite de Miami foram os pontos espetaculares, os sorrisos constantes e o ambiente leve que tomou conta da arena. Um encontro que, antes de ser competitivo, celebrou o talento de duas gerações e reforçou a ascensão de Fonseca diante do atual rei do tênis.



Fonte: A Tarde

Lituânia declara estado de emergência após invasão de balões de Belarus

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O governo da Lituânia declarou estado de emergência nesta terça-feira (9) devido aos balões meteorológicos enviados por contrabandistas originários de Belarus, que têm interrompido o tráfego aéreo, e solicitou ao Parlamento autorização para que as forças armadas atuem em conjunto com a polícia e a guarda de fronteira.

O aeroporto de Vilnius tem sido fechado repetidamente devido aos balões meteorológicos, que a Lituânia afirma serem enviados por contrabandistas que transportam cigarros e constituírem um “ataque híbrido” de Belarus, um aliado próximo da Rússia.

“O estado de emergência foi declarado não apenas devido às interrupções na aviação civil, mas também por questões de segurança nacional”, declarou o ministro do Interior, Vladislav Kondratovic, em uma reunião do governo transmitida ao vivo nesta terça-feira.

Belarus negou a responsabilidade pelos balões e acusou a Lituânia de provocações, incluindo o envio de um drone para lançar “material extremista”, o que o país nega.

Pedido de maior poder para o Exército

O governo lituano solicitou ao Parlamento que conceda ao Exército poderes para agir em conjunto com a polícia, a guarda de fronteira e as forças de segurança durante o estado de emergência, bem como de forma independente, afirmou Kondratovic.

Caso o Parlamento aprove, o exército terá permissão para restringir o acesso a um território, parar e revistar veículos, verificar pessoas, seus documentos e pertences, e deter aqueles que resistirem ou forem suspeitos de crimes.

O ministro da Defesa, Robertas Kaunas, afirmou que as Forças Armadas teriam permissão para usar a força para essas funções. As medidas de emergência permanecerão em vigor até que o governo as suspenda.

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, declarou em 1º de dezembro que a situação na fronteira estava se agravando e classificou as incursões com balões como um “ataque híbrido” de Belarus, considerado “completamente inaceitável”.

A Lituânia também impôs estado de emergência em 2021 na região fronteiriça com Belarus, alegando que o país enviava migrantes ilegalmente pela fronteira.

No ano seguinte, Vilnius anunciou estado de emergência na sequência da invasão da Ucrânia pela Rússia, por receio de que a Lituânia também pudesse tornar-se alvo.

Fonte: CNN BRASIL

Miss Jamaica será repatriada após sofrer acidente grave no Miss Universo

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A Miss Jamaica 2025, Gabrielle Henry, será levada de volta ao seu país nos próximos dias em um voo especialmente preparado para garantir sua segurança, com monitoramento médico durante todo o trajeto. A modelo permanece hospitalizada desde o dia 19 de novembro, quando sofreu uma queda séria durante um desfile preliminar do Miss Universo, realizado em Bangkok, na Tailândia.

De acordo com a organização do concurso, o acidente provocou hemorragia intracraniana, perda de consciência, fraturas, lacerações no rosto e outros ferimentos de grande gravidade.

Gabrielle, que também atua como médica e advogada, foi levada diretamente para a UTI de um hospital da capital tailandesa, onde segue recebendo cuidados intensivos.

A equipe responsável pela competição informou que o retorno à Jamaica está sendo organizado pelo próprio hospital, em um voo medicalizado. Assim que chegar ao país, Gabrielle será encaminhada imediatamente para outra unidade de saúde, onde dará continuidade ao tratamento.

O Miss Universo declarou que está cobrindo todas as despesas médicas na Tailândia, incluindo internação, reabilitação, acomodação e demais custos para que a mãe e a irmã da miss permanecessem ao lado dela desde o acidente. A organização também assumirá os gastos do transporte de repatriação e garantiu apoio financeiro para tratamentos futuros relacionados à queda.

Gabrielle Henry caiu da passarela durante o desfile preliminar de gala do Miss Universo, na Tailândia. A candidata foi retirada do local em uma maca e levada ao hospital, mas não sofreu ferimentos graves, segundo a organização do concurso

Notícias ao Minuto | 06:50 – 20/11/2025

Fonte: Noticias ao Minuto

Aporte aos Correios deve ser menor que R$ 6 bilhões, diz Haddad

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O aporte de R$ 6 bilhões não deve se confirmar nessa quantia –

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta segunda-feira, 8, que o aporte do Tesouro Nacional aos Correios deve ser menor que os R$ 6 bilhões inicialmente estimados pela estatal.

Ele explicou que o governo ainda analisa diferentes caminhos para fortalecer o caixa da empresa, entre eles a combinação de um aporte com um empréstimo, que poderá ser liberado ainda neste ano. Segundo Haddad, porém, a definição final sobre o modelo de apoio ainda não foi tomada.

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Haddad destacou que há espaço fiscal em 2025 para um aporte, mas reforçou que a medida não está definida. “Até teria [espaço], mas não é uma coisa que está decidida”, afirmou ao conversar com jornalistas na porta do Ministério da Fazenda.

O ministro reiterou que qualquer ajuda financeira será condicionada ao plano de reestruturação da estatal. “Nós sempre estamos condicionando tudo a um plano de reestruturação. Os Correios precisam mudar, precisam ser reestruturados”, disse.

Aporte de R$ 6 bilhões

De acordo com Haddad, o aporte de R$ 6 bilhões não deve se confirmar nessa quantia. “Esse valor, não. É valor inferior a esse pelo que eu sei”, declarou.

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Inicialmente, os Correios cogitavam receber um reforço de caixa de R$ 6 bilhões do Tesouro para cobrir o prejuízo do mesmo valor acumulado de janeiro a setembro.

O aporte pode ser viabilizado por meio de crédito extraordinário ou via Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN), caso o governo considere necessário. Ambas as alternativas ainda estão em avaliação pela equipe econômica.

Empréstimo em negociação

Além da injeção direta de recursos, o governo discute oferecer aval para um empréstimo aos Correios. A tratativa intensificou-se após o Tesouro negar um pedido de R$ 20 bilhões feita pela estatal.

A nova proposta prevê reduzir o valor do crédito para algo entre R$ 10 bilhões e R$ 15 bilhões, de modo a permitir que a empresa obtenha juros mais baixos no mercado. Foi justamente o custo elevado da operação que motivou o veto inicial do Tesouro.

Haddad disse que o empréstimo pode ser aprovado ainda este ano, mas lembrou que a negociação com os bancos continua travando o avanço.

“É uma possibilidade, mas não estamos jogando com uma possibilidade só por causa da negociação com os bancos”, afirmou.

O ministro deu as declarações após se reunir com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), por cerca de quatro horas na tarde desta segunda.

O encontro, na residência oficial da Presidência da Câmara, discutiu projetos que o governo quer que sejam aprovados antes da votação do Orçamento de 2026, prevista para a próxima semana.



Fonte: A Tarde

Congresso aprova LDO com superávit de R$ 34 bilhões em 2026

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O Congresso Nacional aprovou nesta quinta-feira (4) o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026. A LDO estabelece diretrizes para a elaboração e a execução da Lei Orçamentária de 2026. 

O texto segue agora para sanção presidencial. Com a aprovação, a expectativa é que o Congresso vote na próxima semana a Lei Orçamentária Anual (LOA) para o ano que vem.

Entre outros pontos, a LDO prevê um superávit de R$ 34,3 bilhões em 2026, o equivalente a 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB). O texto estabelece ainda que o governo poderá considerar o limite inferior da meta para fazer limitações de gastos.

Salário mínimo e limite de despesas

O texto da LDO trabalha com o parâmetro de R$ 1.627,00 para o salário mínimo em janeiro. Mas o valor final só será conhecido após a divulgação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de novembro.

Outro ponto diz respeito ao limite de despesas que foi calculado em R$ 2,43 trilhões. Esse valor teve um crescimento acima da inflação de 2,5%, conforme prevê as regras do arcabouço fiscal.

Ao defender a proposta, o relator, deputado Gervásio Maia (PSB-PB), disse que o debate sobre superávit ou déficit não vai avançar se o Congresso não se debruçar sobre algumas pautas, especialmente a revisão de benefícios fiscais aplicados a alguns setores da economia. 

Segundo o relator, por ano, o país deixa de arrecadar cerca de R$ 700 bilhões em razão da concessão desses benefícios.

Na avaliação do relator, “quem já anda com suas próprias pernas não precisa mais dos recursos públicos” e os benefícios podem ser aplicados em outros setores na economia, que necessitam de suporte. 

Ainda segundo Maia, a revisão poderia liberar cerca de R$ 20 bilhões no orçamento público para investimentos.

“Estamos falando de um país que abre mão de quase R$ 700 bilhões com isenções fiscais. E algumas das empresas e indústrias que recebem, já não deveriam receber esses benefícios há muito tempo. Eles têm que ir para uma empresa que está precisando, para gerar mais empregos e contribuir com o desenvolvimento do país”, defendeu o relator.

Fundo partidário e eleitoral

Os parlamentares incluíram os recursos dos fundos partidário e eleitoral entre as despesas que não podem ser contingenciadas, isto é aquelas que o governo não pode cortar gastos. 

Em setembro, a Comissão Mista de Orçamento (CMO) fixou os recursos do fundo eleitoral em R$ 4,9 bilhões para as eleições de 2026 e o fundo partidário em R$ 1 bilhão. Além disso, os parlamentares aprovaram um reajuste de 2,5% no montante total destinado aos partidos.

Confira as informações do Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil

Emendas

O texto aprovado também fixa prazo máximo até o final do primeiro semestre para pagamento de 65% do valor das emendas individuais e de bancadas estaduais e das transferências destinadas a fundos de saúde e assistência social. Outro ponto aprovado é o que retira a obrigatoriedade de aplicação das emendas em obras inacabadas.

Os parlamentares aprovaram ainda a redução de 105 para 100 dias o prazo para os órgãos federais analisarem as propostas das emendas individuais, ajustarem planos e divulgarem impedimentos técnicos. O texto permite o uso de recursos de emendas coletivas nos fundos de saúde para pagamento de despesas com pessoal da ativa.

Além disso, a proposta retira desconto de até 4,5% dos recursos de emendas para custeio de fiscalização quando o órgão federal executar diretamente e fixa valor mínimo de R$ 200 mil para obras e R$ 150 mil para serviços das chamadas emendas PIX.

Municípios

Em relação aos municípios, o texto aprovado dispensa cidades com menos de 65 mil habitantes de comprovar adimplência com o governo para celebrar convênios ou receber recursos; e autoriza a transferências de recursos para entidades sem fins lucrativos da área da saúde realizarem obras físicas, conforme regulamentação do Ministério da Saúde.

O texto autoriza ainda a destinação de recursos da União para construção e manutenção de rodovias estaduais e municipais ligadas à integração de modais ou ao escoamento da produção.

Em relação ao Programa de Dispêndios Globais, voltado para empresas estatais federais não dependentes, a LDO diz que a meta de déficit primário é de R$ 6,7 bilhões com um adendo de R$ 10 bilhões para as e que possuam plano de reequilíbrio econômico-financeiro aprovado e vigente.

Não serão consideradas na meta de déficit primário: as empresas do grupo Petrobras; as empresas pertencentes à Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional (ENBPar); e as despesas do Orçamento de Investimento, destinadas ao Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), limitadas a R$ 5 bilhões.

Inicialmente, a peça apresentada pelo governo, fixava como prioridade o Novo PAC e 27 objetivos do Plano Plurianual (PPA) 2024-2027. Após o acolhimento de emendas, o anexo passou a contar com 64 programas e 128 objetivos.

Fonte: Agência Brasil

veja gravação da cena da facada

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A cena do atentado sofrido por Jair Bolsonaro foi gravada para ‘Dark Horse’, filme que contará a história do ex-presidente e sua vitória nas eleições de 2018. Um novo vídeo dos bastidores das gravações mostra o momento.

Na cena, o ator Jim Caviezel aparece sendo carregado por figurantes enquanto segura a barriga, em uma alusão a facada que o ex-presidente recebeu durante um comício em Juiz de Fora.

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Veja:

Caviezel interpreta o ex-presidente, que atualmente cumpre pena em regime fechado após ser condenado a 27 anos e três meses de prisão por organização criminosa armada, golpe de Estado, tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito, dano ao patrimônio público qualificado pela violência e grave ameaça, e deterioração de patrimônio tombado.

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O elenco conta ainda com Lynn Collins (‘John Carter – Entre Dois Mundos’), Esai Morales (‘Missão: Impossível 8’), além de Felipe Folgosi como um policial federal. A obra é dirigida por Cyrus Nowrasteh (‘O Apedrejamento de Soraya M.’) e o roteiro foi escrito por Mário Frias, que foi Secretário Especial da Cultura no governo Bolsonaro.

Uma versão do roteiro obtida pelo Metrópoles descreve cenas de ação ambientadas na Amazônia, envolvendo confrontos contra cartéis de droga ao lado de indígenas e xamãs. Outras informações dizem que o filme será focado no atentado que o ex-presidente sofreu.

Dark Horse já ganhou a sua primeira prévia.

Assista:

Quem é Jim Caviezel?

O nome completo do ator é James Patrick Caviezel. Ele ganhou notoriedade em papéis associados a produções de forte apelo cristão e conservador. ‘A Paixão de Cristo’ (2004), dirigido por Mel Gibson, ‘Som da Liberdade’ (2023) e a série ‘Person of Interest’ (2011–2016) são alguns dos seus trabalhadores mais famosos. Ele também participou de filmes como ‘O Conde de Monte Cristo’ (2002), ‘Déjà Vu’ (2006) e ‘Linhas Cruzadas’ (2001).

Polêmicas

O ator se tornou, nos últimos anos, figura recorrente em eventos e palestras em que expôs teorias conspiratórias. Em conferências como a Health and Freedom Conference, em Tulsa, e a Patriot Roundup, repetiu narrativas que descrevem a existência de uma elite global envolvida em sequestro de crianças e extração de adrenocromo, tema frequentemente associado ao QAnon.

Em sua essência, o QAnon é uma teoria ampla e completamente infundada que diz que o presidente Trump está travando uma guerra secreta contra os pedófilos adoradores de Satanás do alto escalão do governo, do mundo empresarial e da imprensa.

Seus apoiadores vaticinam que esta luta levará a um dia de ajuste de contas, em que pessoas proeminentes, como a ex-candidata presidencial Hillary Clinton, serão presas e executadas.

Jim Caviezel afirmou, em discursos, que “milhões de crianças desaparecem por ano” e citou números como “5 milhões de crianças por ano” sem apresentar referências verificáveis. Além disso, em falas sobre governos, corporações e instituições, afirmou a existência de uma “cabala satânica” responsável por controlar estruturas políticas, financeiras e midiáticas.

Caviezel chegou a classificar as vacinas contra a Covid-19 como “terapia genética” e afirmou que fariam parte de um plano de despovoamento. Em outros pronunciamentos, associou imigração, aborto e debates de gênero à ideia de uma tentativa organizada de destruir a chamada “civilização cristã ocidental”.



Fonte: A Tarde