sábado, abril 11, 2026
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Clínica da namorada de Belo é interditada após ser alvo de operação

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Namorada de Belo é ex-participante da A Fazenda 17 –

A namorada de Belo, Rayane Figliuzzi, ex-participante de A Fazenda 17, foi alvo de uma operação policial em sua clínica de estética e bronzeamento artificial nesta quarta-feira, 11. O estabelecimento fica localizado em Taquara, bairro da zona oeste do Rio de Janeiro.

De acordo com informações da Polícia Civil do Rio de Janeiro, agentes foram ao local acompanhados por funcionários da Vigilância Sanitária após uma denúncia feita por uma cliente.

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Segundo a cliente, ela sofreu queimaduras ao realizar um procedimento na clínica. No local, os policiais encontraram produtos sendo guardados de forma irregular, e quatro funcionários foram levados à delegacia para prestar depoimento.

A ex-peoa ainda não se pronunciou sobre o ocorrido.



Fonte: A Tarde

Ventos fortes afetam pelo menos 110 voos em Congonhas nesta quinta

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Os fortes ventos na região da capital paulista continuam afetando os voos previstos para esta quinta-feira (11). Até as 15h30, 63 chegadas e 47 partidas tinham sido canceladas, segundo dados da Aena, concessionária que opera o aeroporto de Congonhas. 

Na quarta-feira, foram 88 chegadas e 93 partidas canceladas pelo mesmo motivo. Os ventos chegaram a 90km/h na região, mas perderam força, e o pico registrado na manhã desta quinta ficou em 64,8 km/h, segundo a Defesa Civil de São Paulo.

A Aena orienta que os passageiros com viagens programadas verifiquem a situação de seus voos diretamente com as companhias aéreas antes de se deslocarem ao aeroporto.

O Procon-SP informou por meio de nota que enviou equipes para verificar as reclamações de consumidores afetados, como cancelamento e superlotação.

“Para o consumidor que teve seu voo cancelado e não recebeu a assistência material obrigatória – como hospedagem, alimentação ou uma reacomodação satisfatória – o procedimento recomendado envolve a imediata documentação e formalização da reclamação”, explicou o órgão de defesa do consumidor. 

Atendimento

A recomendação é guardar todo e qualquer comprovante: o bilhete aéreo, o cartão de embarque, e-mails de comunicação da empresa e, se possível, a declaração de contingência emitida no guichê.

Caso a empresa não ofereça alimentação ou hospedagem, o consumidor deve custear o necessário e guardar as notas fiscais e recibos. Com estes comprovantes deve registrar uma reclamação formal, nos canais de atendimento da própria companhia aérea (anotando o protocolo) e, caso a solução seja insatisfatória, registrar a ocorrência no Procon-SP e também na Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). 

“A reclamação nos órgãos de defesa é importante para tentar mediar a situação e, se necessário, embasar uma futura ação judicial por danos morais e materiais”, complementa o Procon paulista.Entre os direitos daqueles que embarcariam em voos afetados pelo mau tempo e estão fora do município onde moram estão:

informação prévia do cancelamento do voo nos canais de atendimento disponíveis das companhias aéreas;
viajar, tendo prioridade no próximo embarque da companhia aérea com o mesmo destino;
ser direcionado para outra companhia, sem custo;
receber de volta a quantia paga ou, ainda,
hospedar-se em hotel por conta da empresa.

Se o consumidor estiver na cidade em que mora, a empresa poderá oferecer apenas o transporte para a sua residência e desta para o aeroporto.

Fonte: Agência Brasil

Clássico da Chevrolet retorna ao mercado com visual e motor renovado

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Produzido na China, o sedã volta a integrar a estratégia global da GM –

Mais de duas décadas após o fim da produção do Monza original, a General Motors decidiu ressuscitar o nome na China e, de quebra, transformar o modelo em uma peça-chave de sua estratégia global. O sedã, fabricado exclusivamente no país asiático, já aparece em diferentes regiões do mundo, embora nem sempre com o mesmo nome.

Em países da América Latina e do Oriente Médio, ele assume identidades variadas para se adaptar a cada mercado. No México, por exemplo, é chamado de Cavalier, enquanto no Catar chega às lojas como Cruze.

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A tática remete ao antigo Projeto J, iniciativa global da GM nos anos 1980 que deu origem ao Monza brasileiro de 1982. Naquele período, o mesmo carro assumia nomes de marcas diversas, como Cadillac Cimarron, Opel Ascona, Vauxhall Cavalier, Buick Skyhawk, Oldsmobile Firenza, Holden Camira e Isuzu Aska, conforme a região.

Hoje, a proposta se repete, porém com uma diferença fundamental: a Chevrolet é a única responsável pela venda do modelo, já que o conglomerado não possui mais a mesma variedade de marcas do passado.

Medidas próximas às do Cruze brasileiro

Independentemente do nome, Monza ou Cruze, o sedã atual sai das linhas chinesas com exatamente o mesmo conjunto estrutural. O modelo tem 4,65 m de comprimento, 1,79 m de largura, 1,46 m de altura e 2,64 m de entre-eixos.

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Essas dimensões o colocam praticamente no mesmo patamar do Cruze que foi vendido no Brasil até 2024, a diferença mais significativa está no entre-eixos, menor no novo Monza. O porta-malas também perde ligeiramente: são 405 litros, ante 440 litros do Cruze nacional.

Gama de motores varia conforme o país

A motorização acompanha a lógica de adaptação regional. Nos mercados do Oriente Médio, o modelo vendido como Cruze utiliza um motor 1.5 aspirado, quatro cilindros, com 113 cv, combinado a um câmbio automatizado de dupla embreagem, de seis marchas.

Já na China, o Monza oferece ainda um 1.3 turbo de três cilindros, com 163 cv e 23,5 kgfm de torque, auxiliado por um sistema híbrido leve de 48V. A Chevrolet divulga consumo de 21 km/l na cidade e 17,4 km/l na estrada, além de aceleração de 0 a 100 km/h em 9,2 segundos.

Brasil deve seguir sem o retorno do Monza ou do Cruze

Apesar da nova fase internacional, a GM não planeja trazer o Monza ou reinstalar o Cruze no mercado brasileiro. O Monza encerrou sua trajetória nacional em 1996, após longo protagonismo entre os sedãs médios. O Cruze, por sua vez, saiu de cena em 2024 devido à queda nas vendas e à forte migração dos consumidores para os SUVs.

Com isso, a estratégia da Chevrolet no Brasil permanece concentrada em modelos como Onix, Tracker, Montana, Spin e S10, além do portfólio de elétricos importados, composto por Blazer EV, Equinox EV e o recém-chegado Spark EUV.



Fonte: A Tarde

Paula Fernandes celebra presença do sertanejo feminista na TV

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Paula Fernandes entra no ar em “Coração Acelerado” com a sensação de estar reescrevendo parte da própria história. A cantora, que interpreta Cecília em cenas de flashback da próxima novela das 19h da Globo, celebra a oportunidade de ver o universo sertanejo retratado pela ótica das mulheres.

“Me sinto muito privilegiada de fazer parte do elenco. A mulher cada vez mais vem se mostrando presente nesse cenário sertanejo”, afirma. “Sou muito orgulhosa de ter pavimentado o caminho para as sertanejas femininas.”

A participação especial levou Paula até Alto Paraíso de Goiás, onde gravou sequências ao lado de Isadora Cruz, protagonista da trama. Para a artista, revisitar suas próprias batalhas dentro do sertanejo tornou a personagem ainda mais especial.

“Eu tive que enfrentar muitas barreiras para chegar até onde estou. A novela vai trazer muito desse movimento feminista e da diferença entre as gerações. Minha personagem é forte, determinada e enfrenta o machismo do marido que quer ela em casa. Isso retrata a realidade de muitas mulheres.”

A autora Izabel de Oliveira reforça que a presença da cantora foi pensada desde o início. “É muito simbólico ter a Paula Fernandes com a gente. Ficou muito bacana. Desde o começo a Cecília foi inspirada nela”, diz.

Enquanto Paula marca sua volta às novelas -a última vez havia sido em “Deus Salve o Rei” (2018)-, “Coração Acelerado” também representa o retorno de outros nomes, como Gabz, que vive Eduarda, uma jovem com o sonho de se tornar estrela do sertanejo.

A atriz ressalta o peso emocional da personagem. “Todo ator quer uma personagem muito humana, cheia de contradições. Ela é órfã, se criou sozinha e tem sonhos enormes. Isso já é uma batalha. Ao mesmo tempo que é doce, é cheia de atitude.”

Eduarda deve dividir a cena com um companheiro curioso: um cãozinho chamado Bagunça. Gabz descreve a dinâmica como “uma amizade sincera que ajuda a dar humanidade à jornada da personagem”.

O elenco reúne também Isabelle Drummond, de volta às novelas após oito anos, como Naiane Sampaio, uma influenciadora digital que promete movimentar o núcleo jovem. A direção artística é de Carlos Araujo, que levou a equipe para uma imersão nas paisagens e sonoridades de Goiás.

Criada por Izabel de Oliveira e Maria Helena Nascimento, “Coração Acelerado” estreia em janeiro de 2026, substituindo “Dona de Mim”. A produção aposta em protagonismo feminino, referências da música sertaneja e uma trama marcada por encontros entre diferentes gerações.

Cantor entra para o seleto grupo de contemplados do Prêmio da União Brasileira de Compositores; Gilberto Gil, Erasmo Carlos, Caetano Veloso Milton Nascimento e Djavan já receberam o troféu

Folhapress | 17:11 – 11/12/2025

Fonte: Noticias ao Minuto

10 locais gratuitos para curtir o Réveillon em Salvador

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A celebração de Ano Novo em Salvador oferece diversas opções gratuitas, concentrando o maior evento na Boca do Rio e descentralizando a queima de fogos para outros pontos da Orla.

O Festival Virada Salvador, na Arena Daniela Mercury (Boca do Rio), é o ponto central das celebrações públicas. O evento terá início em 27 de dezembro e segue até 31 de dezembro, oferecendo cinco dias de apresentações musicais.

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A programação do dia 31 de dezembro incluirá shows de Ivete Sangalo, Jorge & Mateus, Timbalada e Xanddy Harmonia. O local é o principal da cidade para a queima de fogos.

2 – Santo Antônio Além do Carmo

Santo Antônio Além do Carmo | Foto: Reprodução internet

Bairro histórico e charmoso, oferece vista para a Baía de Todos os Santos e possui um ponto de queima de fogos oficial. Permite curtir a celebração na rua em um ambiente boêmio.

3- Rio Vermelho (Largo da Mariquita)

Rio Vermelho

Rio Vermelho | Foto: Reprodução internet

Queima de fogos oficial e toda a atmosfera boêmia do bairro, que é conhecido por sua vida noturna e culinária de rua.

4 – Farol da Barra

Farol da Barra

Farol da Barra | Foto: Jota Freitas/Turismo Bahia

Ponto histórico e tradicional, ideal para quem quer uma celebração na Orla mais clássica com queima de fogos oficial.

5 – Itapuã

Itapuã

Itapuã | Foto: Reprodução internet

Queima de fogos oficial, para quem busca a vibe mais tranquila e litorânea desse famoso bairro de Salvador.

6 – Amaralina

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| Foto: Reprodução internet

Um dos bairros da Orla com queima de fogos oficial, oferecendo uma celebração de rua no calçadão.

7 – Jardim de Alah

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| Foto: Reprodução internet

Local com queima de fogos oficial e espaço amplo na Orla, conhecido pelas palmeiras.

8 – Patamares

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| Foto: Shirley Stolze / Ag A Tarde

Outra opção na Orla com queima de fogos oficial para a virada do ano.

9 – Ribeira

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| Foto: Reprodução internet

Queima de fogos oficial. Famosa por seus casarões e sorveteria tradicional, oferece uma atmosfera cultural na Cidade Baixa.

10 – Periperi

Periperi

Periperi | Foto: Reprodução internet

Queima de fogos oficial. Opção na região do Subúrbio Ferroviário, garantindo a festa de Ano Novo descentralizada.



Fonte: A Tarde

Business Bahia reúne empresários e políticos em confraternização

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Business Bahia reuniu grandes nomes do empresariado baiano –

Empresários, políticos e representantes do setor comercial baiano estiveram presentes na confraternização do Business Bahia, que aconteceu nesta quinta-feira, 11, em Salvador. Entre os convidados, estava o senador Angelo Coronel (PSD).

Na oportunidade, foi realizada uma retrospectiva da comunidade empresarial, com direito a uma apresentação das perspectivas para o ano de 2026, ano que será marcado pelas eleições gerais.

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Ao Portal A TARDE, Carlos Falcão, fundador do Business Bahia, fez um balanço do ano para o setor empresarial, citando os feitos do grupo, a exemplo do Vex Business Bahia Capital e do Summit Made in Bahia, que teve mais uma edição.

Carlos Falcão ainda falou sobre a presença de Angelo Coronel, que ministrou a palestra ‘As perspectivas políticas e econômicas Brasil 2026’, trazendo um panorama do cenário eleitoral do próximo ano.

“Hoje o Business Bahia está encerrando um ano em que temos muito a comemorar. Fizemos vários eventos e fizemos, lançamos a Vex Business Bahia Capital, a primeira boutique de negócios para atrair recursos do Brasil para Bahia, com o selo Made in Bahia. Nós fizemos o Summit Made in Bahia, o principal evento de negócios multisetorial do estado, com mais de 6.200 pessoas inscritas, 40 palestrantes, 100 marcas, 70 estandes, e que nos deixou com a sensação do dever cumprido”, afirmou Carlos Falcão, que continuou.

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“Eu acho que 2025 foi um ano de muitos desafios, de notícias, principalmente na parte fiscal e tributária, que não agradam o empresário baiano e brasileiro. Nós teremos um ano que vem muito desafiador, com o início da reforma tributária, com mudanças no mercado imobiliário, com a tributação de dividendos. São reformas que atacarão o bolso do empresário baiano, e começarão o ano planejando o 2026, recebendo informações chegadas de hoje, de Brasília, envolvendo não somente a parte política, mas também a parte econômica, e para nós é muito gratificante”, pontuou o empresário.

Perspectivas econômicas para 2026

Presente no evento, o senador Angelo Coronel traçou um panorama com as expectativas para o ano de 2026, marcado pelas eleições para presidente, governadores, deputados (estaduais e federais) e senadores. O parlamentar citou as principais pautas de interesse do país que devem ser discutidas no Congresso Nacional, a exemplo da reforma tributária.

Angelo Coronel e Carlos Falcão | Foto: Shirley Stolze | AG. A TARDE

Em entrevista ao Portal A TARDE, Coronel reforçou a necessidade de escutar o empresariado e suas demandas. O senador ainda defendeu a pluralidade de visões sobre os temas relacionados à economia.

“É um evento muito produtivo, uma classe empresarial da Bahia que estava em que está a fina flor do empresariado. A gente ouve as agruras do empresariado, porque eu sempre digo, não existe trabalho sem capital. O capital tem que ser preservado, que são os empresários, tem que sempre lutar pela redução da carga tributária, que é uma redução muito grande no Brasil, uma das maiores do mundo. A gente veio aqui para isso, para ouvir e falar também das perspectivas políticas e econômicas para o ano de 2026. Claro, a gente fala, não significa que todos vão concordar, mas eu falei dentro da minha visão. Espero que no final de 2026 a minha visão esteja correta”, afirmou.



Fonte: A Tarde

Periquito-da-praia funciona? Estudo comprova efeito analgésico

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Alternanthera littoralis, conhecida como periquito-da-praia –

Um novo e importante estudo de pesquisadores brasileiros forneceu evidências científicas robustas para o uso tradicional da periquito-da-praia (Alternanthera littoralis). A planta, abundante no litoral do Brasil e historicamente utilizada pela medicina popular para tratar dores e inflamações, teve sua eficácia comprovada como anti-inflamatória, analgésica e anti-artrítica em modelos experimentais.

Os resultados da pesquisa, que envolveu cientistas da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), Unigran, Universidade Estadual Paulista (Unesp) e Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), foram destaque e publicados no renomado Journal of Ethnopharmacology, com divulgação pela Agência Fapesp.

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O respaldo científico ao uso Tradicional

Por décadas, a população litorânea tem recorrido à Alternanthera littoralis para aliviar quadros dolorosos e inflamatórios, mas faltava o aval da ciência moderna. O estudo analisou o extrato etanólico das partes aéreas da planta em modelos de artrite, buscando identificar e validar a ação terapêutica de seus compostos.

Os pesquisadores realizaram um mapeamento químico detalhado do extrato antes de iniciar os testes funcionais. Os resultados foram animadores. De acordo com Arielle Cristina Arena, professora da Unesp e responsável pelas análises de segurança, os modelos experimentais demonstraram:

  • Redução notável do edema (inchaço).
  • Melhora significativa da função articular.
  • Modulação dos mediadores inflamatórios.
  • Evidência de um promissor efeito antioxidante, capaz de proteger os tecidos afetados pela inflamação.

Biodiversidade e o caminho até o medicamento

Os achados reforçam o imenso potencial da biodiversidade brasileira como fonte de novas terapias fitoterápicas. O trabalho destaca a importância de investigar a fundo as plantas da medicina tradicional com métodos científicos rigorosos.

Apesar do sucesso em comprovar os benefícios, a equipe alerta que o extrato da periquito-da-praia ainda não está liberado para uso clínico como tratamento.

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Para que a Alternanthera littoralis se transforme em um medicamento fitoterápico validado, é necessário um processo rigoroso que inclui:

  • Análises toxicológicas mais abrangentes.
  • Padronização do extrato, garantindo estabilidade, segurança e concentração correta dos componentes ativos.
  • Estudos clínicos em humanos, essenciais para confirmar definitivamente a eficácia e a segurança em pacientes.

Os autores da pesquisa defendem que compreender a fundo a atuação dos compostos, estabelecer doses seguras e métodos de produção confiáveis é crucial para que os conhecimentos ancestrais, como o uso da periquito-da-praia, resultem em tratamentos validados e acessíveis.



Fonte: A Tarde

Ucrânia ataca plataforma de petróleo russa e declara guerra energética

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A Ucrânia afirmou nesta quinta-feira (11) que seus drones de longo alcance atingiram uma importante plataforma petrolífera no Mar Cáspio esta semana, em uma missão até então não divulgada.

A atividade sinaliza uma nova expansão da lista ucraniana de alvos em uma crescente campanha para cortar as receitas energéticas russas que financiam a guerra.

“Este é o primeiro ataque da Ucrânia contra infraestrutura russa relacionada à produção de petróleo no Mar Cáspio”, disse uma fonte do Serviço de Segurança da Ucrânia à CNN, classificando o ataque como “mais um lembrete para a Rússia de que todas as suas empresas que trabalham para a guerra são alvos legítimos”.

A plataforma petrolífera Filanovsky, pertencente à Lukoil, afirma ser o maior campo de petróleo no setor russo do Mar Cáspio.

 

Escalada de ataques

A campanha de sanções profundas da Ucrânia contra instalações energéticas russas começou no início de 2024, mas desde o início de agosto desde ano, Kiev intensificou esses esforços, reforçando o que o comissário ucraniano de sanções, Vladyslav Vlasiuk, chama de “sanções de longo alcance” contra a principal fonte de renda da Rússia.

A Ucrânia agora está atingindo uma gama cada vez maior de alvos, incluindo não apenas refinarias, mas também infraestrutura de exportação de petróleo e gás, oleodutos, navios-tanque e, agora, infraestrutura de perfuração offshore.

Novembro registrou o maior número de ataques em um único mês, de acordo com dados do projeto ACLED (Armed Conflict Location & Event Data) e análise da CNN.

Isso ocorre em um momento crítico da guerra. Os recentes esforços de paz liderados pelos EUA parecem ter apenas endurecido as exigências maximalistas da Rússia, e as forças de Moscou estão avançando em diversas áreas da linha de frente.

Esse fato, aliado a um excesso de oferta global de petróleo que protege o mercado contra possíveis aumentos de preços, significa que os aliados ocidentais da Ucrânia têm demonstrado um apoio cada vez maior a essa campanha.

“Acho que a estratégia geral desde o verão é a ideia de que não se pode permitir que a Rússia retenha grande parte de sua receita energética crucial, que tem alimentado a enorme vantagem de recrutamento de mão de obra que Moscou tem sobre a Ucrânia”, disse Helima Croft, chefe global de estratégia de commodities da RBC Capital Markets.

Ela se referiu à capacidade da Rússia de pagar altos salários e bônus de alistamento para recrutar soldados.

“Portanto, acredito que seja um esforço mais sistemático para, de certa forma, fechar esse caixa eletrônico de energia”, acrescentou Croft.

Ataques repetidos, alvos maiores

Entre o início de agosto e o final de novembro, a Ucrânia atacou pelo menos 77 instalações energéticas russas, quase o dobro do total dos primeiros sete meses do ano, segundo a ACLED.

Em novembro, foram registrados pelo menos 14 ataques a refinarias e quatro a terminais de exportação russos.

Atacar as mesmas instalações várias vezes tornou-se uma parte fundamental da estratégia. A refinaria de Saratov, pertencente à Rosneft, por exemplo, foi atacada pelo menos oito vezes desde o início de agosto, sendo quatro desses ataques em novembro.

“O que antes eram ataques ocasionais com o objetivo de causar danos se transformou em um esforço contínuo para impedir que as refinarias se estabilizem completamente”, escreveu Nikhil Dubey, analista sênior de refino da empresa de dados e análises Kpler, no início de dezembro.

Ele também avalia que, desde agosto, Kiev tem tentado maximizar o impacto das greves em refinarias, visando não apenas “as partes visíveis da refinaria, mas também os principais pontos de obstrução no sistema de refino que produzem os combustíveis finais”.

Sergey Vakulenko, pesquisador sênior do centro de pesquisa Carnegie Russia Eurasia Center, com sede em Berlim, e com 25 anos de experiência na indústria russa de petróleo e gás, disse à CNN que acredita que os danos iniciais causados ​​pela Ucrânia têm sido administráveis ​​para Moscou até o momento.

Mas, isso não leva em conta os danos a longo prazo causados ​​pelos incêndios de grande escala que esses ataques costumam provocar.

“Os metais não toleram bem esse tipo de tratamento, e ninguém sabe ao certo quantos desses ciclos de aquecimento e resfriamento dessas colunas poderiam sobreviver”, disse ele à CNN.

O padrão dos ataques também sugere que a Ucrânia não está mais tentando limitar o impacto apenas ao mercado interno de energia da Rússia. Desde agosto, o país aumentou consideravelmente os ataques às instalações de exportação de petróleo russas.

Uma imagem de satélite mostra uma visão geral das instalações petrolíferas danificadas no porto russo de Novorossiysk, após um ataque ucraniano com mísseis e drones, em Novorossiysk, Rússia, em 16 de novembro de 2025 • Vantor/Reuters via CNN Newsource

Os portos de Novorossiysk e Tuapse, no Mar Negro, e Ust-Luga, no Mar Báltico, foram atingidos diversas vezes. Os oleodutos também estão em risco.

O oleoduto Druzhba, que transporta petróleo russo para os poucos países da UE que ainda dependem dele, já foi atingido cinco vezes desde agosto, provocando protestos da Hungria, que mantém boas relações com Moscou.

No final de novembro, o Consórcio do Oleoduto do Cáspio, responsável pelo transporte de 80% de todo o petróleo do Cazaquistão para o Mar Negro, informou ter sido atacado duas vezes em quatro dias.

Vakulenko acredita que isso demonstra os riscos dessa campanha crescente.

“Acho que a Ucrânia quer instaurar o medo e encarecer a entrada de petroleiros no Mar Negro”, disse ele, acrescentando: “Acho que, com isso, a Ucrânia não conquistará nenhuma simpatia e poderá arcar com alguns custos”.

A Ucrânia não se deixa intimidar. Na quarta-feira (10), o país realizou um terceiro ataque contra outro elo crucial na cadeia de suprimentos de petróleo da Rússia: os navios que transportam o petróleo para os mercados globais.

Uma fonte do serviço de segurança ucraniano afirmou que drones marítimos foram usados ​​para atacar um petroleiro sujeito a sanções no Mar Negro, que seguia para Novorossiysk.

Os dois primeiros ataques a petroleiros no final de novembro provocaram uma rara reação de Putin, que os classificou como “pirataria”, e a Turquia convocou os embaixadores da Ucrânia e da Rússia em protesto.

“Não temos outra ferramenta a não ser cortar o fluxo de dinheiro para a Rússia para evitar esta guerra pela sobrevivência”, disse Oleksandr Kharchenko, diretor do Centro de Pesquisa da Indústria de Energia em Kiev.

O fato de esses navios sancionados estarem lá, argumentou ele, demonstra claramente que as sanções ocidentais são insuficientes.

“Então, pessoal, se vocês não conseguem cumprir suas sanções, talvez alguém possa ajudá-los”, disse Kharchenko.

Apoio ocidental

Dois fatores externos permitiram que a Ucrânia intensificasse seus ataques ao setor energético nos últimos meses. Primeiro, uma mudança drástica de posição por parte dos Estados Unidos.

“É muito difícil, senão impossível, vencer uma guerra sem atacar o país invasor”, escreveu o presidente dos EUA, Trump, no Truth Social no final de agosto.

Em outubro, duas fontes disseram à CNN que os EUA aumentaram o compartilhamento de informações de inteligência com a Ucrânia após a fracassada cúpula no Alasca entre Trump e Putin, com foco em alvos relacionados à energia dentro da Rússia, na esperança de forçar o país a retornar à mesa de negociações.

A Europa também estava de acordo.

“No final do verão, ninguém na sala sequer mencionava que a Ucrânia deveria se abster de atacar qualquer alvo”, observou Dovilė Šakalienė, parlamentar lituana que atuou como ministra da Defesa do país até outubro deste ano, em comentários escritos à CNN.

Um drone marítimo ucraniano mostra o Dashan, um petroleiro alvo de sanções, sendo atingido por outro drone no Mar Negro na terça-feira, 9 de dezembro, em uma imagem de um vídeo compartilhado pelo Serviço de Segurança da Ucrânia • Security Service/Reuters via CNN Newsource
Um drone marítimo ucraniano mostra o Dashan, um petroleiro alvo de sanções, sendo atingido por outro drone no Mar Negro na terça-feira, 9 de dezembro, em uma imagem de um vídeo compartilhado pelo Serviço de Segurança da Ucrânia • Security Service/Reuters via CNN Newsource

“A crescente percepção entre os europeus de que o fracasso da Ucrânia afetará diretamente nossa segurança no período de um mandato parlamentar padrão também contribuiu”, acrescentou.

“Os EUA continuam sendo um parceiro ativo no que diz respeito aos ataques de longo alcance da Ucrânia contra alvos energéticos russos, enquanto os aliados europeus intensificaram seu envolvimento”, disse à CNN uma fonte do programa de drones da Ucrânia.

O segundo grande fator favorável para a Ucrânia tem sido a queda dos preços do petróleo, impulsionada por uma sobreoferta global.

Helima Croft, chefe global de estratégia de commodities da RBC Capital, disse que “simplesmente não conseguia imaginar que o governo Trump, tão focado na redução dos preços da gasolina no varejo”, apoiaria tanto os ataques da Ucrânia à energia russa se os preços do petróleo estivessem altos.

Uma fonte da inteligência ocidental disse à CNN que a Ucrânia está recebendo apoio extra nessa campanha “conforme necessário” e que “o objetivo é que esses ataques tenham consequências”.

Os mercados globais de petróleo “podem suportar”, acrescentou a fonte.

Por quanto tempo a Rússia conseguirá suportar?

Embora a Rússia permaneça inflexível nas negociações de paz, o setor petrolífero – o principal pilar financeiro da guerra – parece muito mais instável do que há um ano.

Segundo Dubey, analista da Kpler, as refinarias de petróleo da Rússia estão processando cerca de 6% menos petróleo do que no mesmo período do ano passado.

Embora esse número possa parecer pequeno, ele representa um problema para os russos, pois “eles geralmente operam com um pequeno excedente de gasolina”, afirmou Dubey.

Em setembro e outubro deste ano, vídeos de carros formando filas em frente a postos de gasolina circularam online e o governo russo, enfrentando escassez em algumas regiões, proibiu as exportações de gasolina até o final do ano.

No final de novembro, Putin sancionou uma lei que permite que empresas russas recebam subsídios caso refinem petróleo em refinarias bielorrussas e o importem de volta para a Rússia, informou a mídia estatal, uma medida destinada a estabilizar o mercado interno.

A escalada dos ataques na Ucrânia também coincidiu com as primeiras novas sanções impostas à Rússia desde que Trump retornou ao cargo em janeiro.

Em outubro, Trump anunciou sanções de bloqueio total contra as maiores empresas petrolíferas russas – Rosneft e Lukoil.

Os preços do petróleo bruto russo caíram gradualmente desde então, atingindo o seu ponto mais baixo desde o início da guerra, de acordo com dados da Argus Media, contribuindo para a queda das receitas de exportação de petróleo da Rússia, que atingiram o nível mais baixo desde fevereiro de 2022, segundo a Agência Internacional de Energia.

Em novembro, a mídia estatal noticiou que as receitas de petróleo e gás natural da Rússia caíram quase 34% em comparação com o mesmo mês do ano anterior.

Vakulenko acredita que os ataques às instalações energéticas russas são apenas “um dos elementos do quebra-cabeça” de como pressionar Putin a buscar a paz.

“Acho que o nível de dano econômico que se precisa infligir à Rússia é provavelmente maior do que a Ucrânia poderia causar no momento”, disse ele. “Acredito que, se a situação ficar crítica, a Rússia provavelmente conseguiria sobreviver com metade de suas exportações de petróleo e gás.”

Para Croft, a questão é se a Ucrânia e seus aliados conseguirão manter o rumo.

“A combinação de ataques à infraestrutura focados em alvos de exportação e a capacidade de bloquear as sanções, acredito que isso poderia potencialmente levar a Rússia de volta à mesa de negociações, mas precisa ser um evento de longa duração”, disse ela.

Com Trump agora pressionando a Ucrânia para aceitar concessões, isso pode ser um teste de sua disposição para fazer ambas as coisas.

Fonte: CNN BRASIL

Suplente é preso por planejar morte de vereador para assumir cadeira

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Uma disputa política em Novo Cruzeiro, no Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais, ganhou contornos de thriller policial após a Polícia Civil prender, na terça-feira, 9, um suplente de vereador acusado de mandar matar o parlamentar Ronildo Mendes Barbosa, 51 anos, o Ronildo Meu Povo (Solidariedade), para assumir seu lugar na Câmara Municipal.

Um segundo suspeito, identificado como o responsável por executar o atentado, também foi preso. De acordo com informações da Polícia Civil, o suplente, de 31 anos, seria o mentor das ações criminosas, enquanto o outro homem, de 62, teria atuado diretamente na realização dos ataques. Os nomes deles não foram revelados.

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Os ataques ocorreram em 15 de outubro e 11 de novembro. No primeiro, Ronildo foi alvo de disparos e conseguiu escapar ao se esconder em uma área de mata. No segundo, os criminosos foram até a casa do vereador, incendiaram o veículo do caseiro e deixaram estojos deflagrados próximos ao imóvel, em um gesto interpretado como ameaça explícita.

Na operação desta semana, os policiais apreenderam uma arma de fogo, munições e celulares. Todo o material será periciado.

O delegado Richard Gutemberg Silva afirmou que a motivação é política. Segundo ele, o suplente monitorava os deslocamentos de Ronildo, especialmente em dias de sessão na Câmara Municipal, para encontrar a oportunidade de executar o plano e, assim, assumir a vaga no Legislativo.

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As investigações continuam para esclarecer eventuais outros envolvidos e todos os detalhes da articulação criminosa que, segundo a polícia, pretendia transformar disputa por espaço político em alvo de violência.



Fonte: A Tarde

10 locais gratuitos para o curtir o Réveillon em Salvador

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A celebração de Ano Novo em Salvador oferece diversas opções gratuitas, concentrando o maior evento na Boca do Rio e descentralizando a queima de fogos para outros pontos da Orla.

O Festival Virada Salvador, na Arena Daniela Mercury (Boca do Rio), é o ponto central das celebrações públicas. O evento terá início em 27 de dezembro e segue até 31 de dezembro, oferecendo cinco dias de apresentações musicais.

Tudo sobre Salvador em primeira mão!

A programação do dia 31 de dezembro incluirá shows de Ivete Sangalo, Jorge & Mateus, Timbalada e Xanddy Harmonia. O local é o principal da cidade para a queima de fogos.

2 – Santo Antônio Além do Carmo

Santo Antônio Além do Carmo | Foto: Reprodução internet

Bairro histórico e charmoso, oferece vista para a Baía de Todos os Santos e possui um ponto de queima de fogos oficial. Permite curtir a celebração na rua em um ambiente boêmio.

3- Rio Vermelho (Largo da Mariquita)

Rio Vermelho

Rio Vermelho | Foto: Reprodução internet

Queima de fogos oficial e toda a atmosfera boêmia do bairro, que é conhecido por sua vida noturna e culinária de rua.

4 – Farol da Barra

Farol da Barra

Farol da Barra | Foto: Jota Freitas/Turismo Bahia

Ponto histórico e tradicional, ideal para quem quer uma celebração na Orla mais clássica com queima de fogos oficial.

5 – Itapuã

Itapuã

Itapuã | Foto: Reprodução internet

Queima de fogos oficial, para quem busca a vibe mais tranquila e litorânea desse famoso bairro de Salvador.

6 – Amaralina

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| Foto: Reprodução internet

Um dos bairros da Orla com queima de fogos oficial, oferecendo uma celebração de rua no calçadão.

7 – Jardim de Alah

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| Foto: Reprodução internet

Local com queima de fogos oficial e espaço amplo na Orla, conhecido pelas palmeiras.

8 – Patamares

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| Foto: Shirley Stolze / Ag A Tarde

Outra opção na Orla com queima de fogos oficial para a virada do ano.

9 – Ribeira

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| Foto: Reprodução internet

Queima de fogos oficial. Famosa por seus casarões e sorveteria tradicional, oferece uma atmosfera cultural na Cidade Baixa.

10 – Periperi

Periperi

Periperi | Foto: Reprodução internet

Queima de fogos oficial. Opção na região do Subúrbio Ferroviário, garantindo a festa de Ano Novo descentralizada.



Fonte: A Tarde