domingo, abril 12, 2026
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Homem suspeito de executar professor na Bahia é preso em Goiás

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Um líder de grupo criminoso investigado pelo homicídio do professor Diego Alves Mendes Queiroz, em Santa Maria da Vitória, na Bahia, foi preso pela Polícia Civil da Bahia nesta quinta-feira, 11. A captura ocorreu no município de Águas Lindas de Goiás, em ação conjunta com forças de segurança do Estado de Goiás.

De acordo com a PC, o investigado possuía mandado de prisão preventiva expedido pela Vara Criminal de Santa Maria da Vitória e era considerado de alta periculosidade.

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As investigações apontam que ele integra um grupo criminoso com atuação no Oeste baiano e foi identificado como o executor do ataque que vitimou o professor Diego Queiroz, na madrugada de 5 de junho de 2023, no Centro, em Santa Maria da Vitória.

Na ocasião, a vítima foi morta a tiros durante uma emboscada em via pública. Uma segunda vítima também foi atingida durante o ataque, mas sobreviveu à tentativa de homicídio.

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“O inquérito conduzido pela Polícia Civil revelou que o crime foi motivado por disputas e dívidas relacionadas ao tráfico de drogas. O suspeito ocupava posição de liderança dentro do grupo criminoso, desempenhando funções de comando e articulação do ataque”, disse a Polícia em nota.

A prisão ocorreu após trabalho conjunto de inteligência entre as forças policiais da Bahia e de Goiás. O investigado foi localizado no setor Guaíra, em Águas Lindas, e abordado enquanto conduzia um veículo. Ele está à disposição da Justiça.



Fonte: A Tarde

Copa do Brasil classificará dois times à Copa Libertadores em 2026

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A CBF anunciou aos clubes, durante o Conselho Técnico da Série A realizado nesta quinta-feira (11), que pretende alterar a distribuição das vagas brasileiras para a Copa Libertadores a partir de 2026. A principal mudança é o aumento do peso da Copa do Brasil na definição dos classificados para o torneio continental.

Pela proposta apresentada, a Copa do Brasil passará a oferecer duas vagas para a Libertadores, e não apenas uma como ocorre atualmente. Além do campeão, o vice também garantirá participação no torneio. A entidade ainda vai definir se essa segunda vaga será direta para a fase de grupos ou se valerá para a Pré-Libertadores.

Com essa redistribuição, o Campeonato Brasileiro deixaria de ter quatro vagas diretas na Libertadores e passaria a oferecer três. Outras duas vagas continuariam destinadas à fase preliminar, mantendo cinco classificados via Brasileirão.

A CBF também analisa como ficará o cenário caso campeão e vice da Copa do Brasil já tenham garantido lugar na Libertadores por meio do Brasileirão, possibilidade comum nas últimas temporadas. Os critérios de remanejamento ainda serão discutidos internamente.

Hoje, o Brasil possui sete vagas na Libertadores: quatro diretas, duas na Pré-Libertadores e uma via Copa do Brasil. Se aprovadas, as mudanças reforçarão a importância da Copa do Brasil e alterarão o equilíbrio tradicional entre mata-mata e pontos corridos na definição dos representantes brasileiros no torneio sul-americano.

Foi o quarto encontro entre os rivais cariocas na temporada, e o equilíbrio prevalece. Agora são duas vitórias para cada lado. No Campeonato Brasileiro, houve um triunfo para cada equipe; no estadual, o time das Laranjeiras levou a melhor.

Folhapress | 04:15 – 12/12/2025

Fonte: Noticias ao Minuto

Vasco arranca virada no fim e sai na frente do Fluminense na semifinal

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Com gol de Vegetti nos acréscimos, Cruz-maltino vence por 2 a 1 no Maracanã e joga por um simples empate para chegar à final da Copa do Brasil –

O Vasco abriu vantagem na semifinal da Copa do Brasil ao derrotar o Fluminense por 2 a 1, de virada, em um clássico marcado pela intensidade no Maracanã nesta quinta-feira, 11. O resultado deixa o Cruz-maltino a um empate da decisão, enquanto o Tricolor terá missão mais dura no jogo de volta.

A partida começou favorável ao Fluminense, que dominou o primeiro tempo e abriu o placar com Kevin Serna, após jogada ensaiada. O cenário mudou na etapa final: o Vasco retomou o controle das ações, buscou o empate com Rayan e alcançou a virada já nos acréscimos, com Vegetti garantindo o triunfo cruz-maltino.

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As equipes voltam a campo no próximo domingo, 14, novamente no Maracanã, às 20h30. Para avançar, o Vasco joga pelo empate, enquanto o Fluminense precisa vencer por dois ou mais gols de diferença para se classificar de forma direta. Se vencer por um gol, leva a decisão para os pênaltis.

Na outra chave, Corinthians e Cruzeiro também decidem vaga no domingo, desta vez na Neo Química Arena. O time paulista tem a vantagem por ter vencido o duelo de ida por 1 a 0 no Mineirão.

Alcançar a final significa igualmente um alívio financeiro considerável: o vice-campeão garantirá R$ 33.075.000, enquanto o campeão embolsará R$ 77.175.000.



Fonte: A Tarde

Justiça torna réu homem que confessou ter matado mulher trans na Bahia

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A denúncia feita pelo Ministério Público (MP-BA) sobre a morte de Rhianna Alves foi aceita pela Justiça e o jovem que confessou ter cometido o crime se tornou réu. A informação foi divulgada pela Polícia civil (PC). 

Sérgio Henrique Lima dos Santos, foi preso no município de Serrinha, a 904 km de distância de Luís Eduardo Magalhães, cidade onde cometeu o crime. Rhianna, de 18 anos, foi assassinada com um golpe de “mata-leão”, dentro de um carro de aplicativo na noite de sábado (6).

O investigado foi conduzido para uma unidade policial e vai passar por exames de lesões corporais no Departamento de Polícia Técnica (DPT) e permanecerá à disposição do Poder Judiciário.

O Crime

Sérgio Henrique, atua como motorista de aplicativo e trabalha em um lava-jato no município de Barreiras. O motorista relatou aos policiais que havia contratado Rhianna para um programa e os dois se desentenderam. 

Segundo o depoimento, durante a discussão, ela teria ameaçado expor o programa. O suspeito afirmou que acreditou que a jovem pegaria algo na bolsa e, por isso, reagiu aplicando uma cotovelada e um golpe “mata-leão”. 

Após deferir o golpe, ele dirigiu até a delegacia e pediu ajuda aos policiais, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado. Porém, a jovem já estava morta. 

De acordo com informações do G1, Rhianna produzia vídeos, fotos e conteúdos sobre moda e sobre sua identidade. Em uma das publicações, escreveu “Sei que não é fácil ser uma garota trans, mas foi a melhor decisão de viver a minha vida”. Amigos e seguidores costumavam elogiá-la nas redes sociais.

O caso mobilizou autoridades e instituições de defesa de direitos humanos. A Secretaria de Justiça e Direitos Humanos da Bahia informou que acompanha o caso e vai cobrar rapidez nas apurações. A deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) também se manifestou nas redes sociais.

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Fonte: Farol da Bahia

Advogada é agredida e mantida em cárcere após término: “Queria me matar’

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Mulher que matou o próprio filho vai responder em liberdade –

“Me bateu, tentou introduzir objetos em mim, dizia que ia me matar se eu não fizesse o que ele queria”. O relato, é da advogada Tabita Gomes, de 36 anos, que sobreviveu a uma tentativa de feminicídio e denunciou que foi mantida em cárcere privado durante 20 horas pelo próprio namorado, David Evangelista, em Salvador.

Em entrevista ao Portal A TARDE, a advogada de 36 anos, denunciou os momento de terror vivido. Segundo ela, tudo aconteceu após ela decidir terminar o relacionamento, pois, o companheiro já estava apresentando sinais de agressividade.

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“Nós tinhamos um relacionamento de trê meses. No início, ele demonstrou ser um anjo, veio com toda conversa bonita, palavras bonitas, e começamos a namorar, porém as coisas foram mudando e ele começou a apresenar sinais de que era violento”, contou.

Término

Ela relata que, na terça-feira, 9, saiu com o companheiro e decidiu passar a noite em um hotel no bairro de Stella Maris, porque estava sentindo fortes dores. Durante a madrugada, conta que o comportamento de David mudou.

“Ele o tempo todo tentando manter relações. Eu falei que estava doente, que precisava descansar. Ele começou a dizer que eu só falava não, que tudo meu era não, e ficava me amedrontando”, afirma.

Segundo Tabita, o companheiro abria a porta do quarto repetidamente, como se quisesse assustá-la, e reclamava por ela não ceder aos pedidos. Cansada das discussões, ela disse que pretendia terminar o relacionamento.

Cárcere privado, tortura e ameaças

Após saírem do hotel, Tabita conta que David, também conhecido como Luan Ferrari, assumiu a direção do veículo e passou a conduzir de forma agressiva.

“Ele começou a rodar comigo no carro, dar cavalo de pau, tentar me matar. Dizia que agora não tinha mais nada a perder, já que eu estava terminando com ele. Já com medol, eu mandei uma mesnagem para meu amigo e ele me ligou. Enquanto eu estava na ligação, ele exigiu que eu falasse que estava sozinha, mas eu não falei. Nervoso, ele meteu a mão no meu rosto e o sangue começou a escorrer. Ele me dava vários socos, dirigindo, uma mão no volante e a outra me batendo”, lembra emocionada.

Segundo ela, depois das agressões dentro do carro, David a levou para casa dele, na Vila Canária, em Salvador, onde ela foi mantida em cárcere privado por horas.

“Ele me manteve lá em posição de quatro, de dez horas da manhã até três e pouca da manhã. Eu apanhava, era enforcada, tomava socos. Quando ele achava que eu não estava na posição certa, batia na minha coluna”.

Ameaçava introduzir objetos em meu corpo enquanto me xingava e dizia que eu deveria fazer o que ele queria

Advogada Tabita Gomes

Buscas

Durante as horas de cárcere, familiares de Tabita a procuravam desesperados.

“Minha mãe e meu pai já estavam se acabando de chorar, mobilizaram todo mundo para orar por mim. Eu só consegui fugir hopras depois. Saí correndo, peguei meu carro num lugar que nem conhecia e fui pra casa. Cheguei tremendo, com as pernas doendo de ficar tanto tempo naquela posição. Mas agradecida por estar viva.”

Comportamento violento

A vítima relata que já tinha presenciado episódios de grosseria e agressividade antes, mas ele sempre pedia desculpas e prometia mudar.

“Ele dizia: ‘Eu vou ser melhor para você, você merece um homem bom’. Mas em discussões, ele já tinha jogado o celular em mim. Eu ficava calada para não prejudicar meu pai.”

Segundo Tabita, o agressor também a ameaçava caso ela buscasse ajuda ou contasse sobre as agressões. “Ele dizia que, se acontecesse alguma coisa, ia chamar as meninas para cortar meu cabelo e me cortar toda.”

Outras possíveis vítimas

Após o caso vir à tona, um perfil no Instagram foi criado por mulheres que afirmam ter sofrido violência cometida por Luan Ferrari.

“Tem outras vítimas se pronunciando. Mulheres que não querem aparecer, mas que contam que ele obrigava a usar drogas e fazia outras coisas”, disse Tabita.

Investigação

Nesta quinta-feira, a vítima registrou ocorrência na Casa da Mulher Brasileira, onde prestou depoimento e apresentou provas.

Segundo ela, a Polícia Civil enviou uma equipe ao endereço do suspeito, mas ele já havia fugido. Tabita também realizou exame de corpo de delito e aguarda o avanço das investigações.

O Portal A TARDE entrou procurou a Polícia Civil e aguarda resposta sobre as investigações



Fonte: A Tarde

Philippe Coutinho compara torcida do Vasco à do Liverpool: “Mesma coisa”

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Philippe Coutinho se declarou à torcida do Vasco após a vitória sobre o Fluminense nesta quinta-feira (11), no jogo de ida da semifinal da Copa do Brasil.

Ao falar sobre a festa dos torcedores após o 2 a 1 de virada no Maracanã, no Rio de Janeiro, ele ainda comparou a torcida cruzmaltina à do Liverpool.

“Com certeza, quando a gente entra no campo você vê para aquecer, você vê a torcida do jeito que eles gritam, a gente entra e fico todo arrepiado. E isso faz total diferença. Joguei em alguns lugares e posso falar: no Liverpool era a mesma coisa”, iniciou.

O meia foi além na comparação, ao compartilhar o sentimento que ele sente dentro do campo.

“A torcida era uma torcida que quando a gente entrava no campo arrepiava. E isso contagia muito. Hoje eles foram, hoje não, sempre eles são. Mas hoje, mais uma vez, foram fundamentais para nossa vitória. Agora é voltar no próximo jogo e contar com a ajuda dele”, completou.

Coutinho jogou 201 jogos com a camisa do Liverpool. Pelo clube inglês, ele acumulou 98 participações em gols, sendo 54 gols e 44 assistências.

Vasco 1 x 2 Fluminense

Vasco conseguiu uma virada sensacional sobre o Fluminense no primeiro jogo da semifinal da Copa do Brasil. Com gol no último minuto de jogo, o Cruzmaltino venceu por 2 a 1 e abriu vantagem por vaga na grande decisão.

O Flu saiu na frente no primeiro tempo com Kevin Serna, mas Rayan e Vegetti fizeram os gols da vitória cruzmaltina. Agora, para chegar à decisão, o Cruzmaltino joga por um simples empate ou vitória. O Flu precisa vencer por dois gols. Vitória simples leva o duelo para os pênaltis

Próximo jogo

Vasco e Fluminense voltam a se enfrentar no domingo (14) às 20h30 (de Brasília), pelo jogo de volta da competição, novamente no Maracanã.



Fonte: CNN BRASIL

Descontrole nas estradas

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O fim de ano se aproxima, trazendo as “boas festas” e o aumento do desejo por pegar a estrada.  Uma época apropriada para dedicar atenção ao comportamento nas rodovias.A Fundação Dom Cabral provocou os motoristas e gestores de trânsito com dados relevantes para quem preserva o hábito humano de pensar. A Bahia é sétimo lugar em acidentes, com 2.892, e perde apenas para Minas Gerais no indesejado certame de número total de óbitos, com 508.Segundo estatística publicada na edição de ontem d’A TARDE, no recorte temporal entre 2021 e 2024, os acidentes em rodovias aumentaram 23,6% e os óbitos, 37,6%. Os trechos urbanos e o veículo motocicleta aparecem na maior parte dos relatos sobre colisões, abalroamentos e atropelos.Às autoridades e instrutores cabe contribuir com o esforço para controlar os efeitos de um transporte marcado pelo individualismo. Prevalece a liberdade de cada condutor e condutora cuidarem de si e seus veículos a fim de chegarem bem a seus destinos.Neste viés, surge como maior adversário a acrasia: condição de quem, mesmo sabendo a escolha mais segura, delibera por fazer o contrário, arriscando a própria vida e a de outrem. São várias as situações nas quais a pessoa ao volante decide por ações de perigo, apesar de ter plena consciência do erro.Excesso de velocidade: o motorista põe o pé na tábua, mesmo sabendo da redução do tempo de reação, além de maior gravidade nas colisões. Ultrapassagem irregular: o motorista ignora o aviso de linhas cheias ou tracejadas e investe em deixar o próximo veículo para trás, expondo-se a uma batida frontal contra quem vem em direção oposta. Distração ao celular: a postagem não pode esperar até o posto; consumo de álcool: o artificial excesso de confiança incentiva todos os erros anteriores.Há várias outras situações particulares, nas quais quem está ao volante erra por “acrasia”, restando investigar, cada um por sua conta e mantendo o devido sigilo, por que mesmo sabendo do risco, prefere dirigir perigosamente.

Fonte: A Tarde

Volkswagen confirma novo Tiguan no Brasil para 2026

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A Volkswagen oficializou que o novo Tiguan chegará ao mercado brasileiro em 2026. O anúncio foi feito durante balanço de fim de ano e marca o retorno do SUV médio após um período fora das concessionárias. A terceira geração já é produzida e vendida no México, de onde virá para o Brasil.

A confirmação do Tiguan foi feita dentro do contexto do ciclo de investimentos de R$ 20 bilhões anunciado pela Volkswagen em 2024. Até 2027, 21 produtos serão lançados na região, sendo 18 deles no Brasil. A marca também celebra desempenho comercial forte em 2025, projetando mais de 550 mil veículos produzidos no Brasil e na Argentina.

Embora a Volkswagen ainda não tenha divulgado preço, versões e equipamentos específicos, já podemos antecipar alguns detalhes com base no modelo mexicano. A nova geração do Tiguan cresceu em relação ao antecessor. O modelo agora tem 4,79 metros de comprimento, 1,85 m de largura, 1,66 m de altura e 2,79 m de entre-eixos — ganho de 8 centímetros no comprimento e 2 cm na largura.

Volkswagen Tiguan 2026: nova geração confirmada para o Brasil • Divulgação

No México, o novo Tiguan é equipado somente com o motor 1.4 TSI de 150 cv, já utilizado em outros modelos da marca, como T-Cross, Taos e Virtus. A expectativa é que o Brasil siga a mesma configuração no lançamento, considerando que o conjunto já é homologado e possui histórico de uso local. Muitos clientes vão reclamar desta opção, já que o modelo já foi oferecido com motor 2.0 TSI de 211 cv e tração integral, bem mais potente, sem falar da concorrência dos novos SUVs chineses.

Lá na terra do Chaves, o modelo é vendido nas versões Trendline, Comfortline e R-Line. Convertendo os preços mexicanos, as faixas variam aproximadamente de R$ 170 mil a R$ 219 mil , em conversão direta. O valor para o Brasil deverá ser mais caro.

Volkswagen Tiguan 2026: nova geração confirmada para o Brasil • Divulgação
Volkswagen Tiguan 2026: nova geração confirmada para o Brasil • Divulgação

O Tiguan traz a linguagem de design mais recente da Volkswagen para interiores. Destaque para a central multimídia flutuante de 13 polegadas, compatível com Android Auto e Apple CarPlay, e para o painel digital configurável. O acabamento mescla couro e tecido texturizado, enquanto os comandos seguem o estilo adotado nos lançamentos mais recentes da marca.

Na Europa, o  Tiguan tem mais opções de motores — incluindo sistemas mild-hybrid de 48V, opções 2.0 turbo de 204 cv e 265 cv, além de versões híbridas plug-in (PHEV) de 204 cv e 272 cv. 

A Volkswagen, no entanto, declarou que todos os novos produtos lançados a partir de 2026 terão alguma forma de eletrificação. Isso inclui o primeiro híbrido flex nacional da marca, previsto para ser fabricado em São Bernardo do Campo, utilizando a plataforma MQB 37 — também chamada MQB Evo. Essa solução deverá aparecer primeiro em outro modelo, não no  Tiguan mexicano.

Volkswagen Tiguan 2026: nova geração confirmada para o Brasil • Divulgação
Volkswagen Tiguan 2026: nova geração confirmada para o Brasil • Divulgação


Fonte: CNN BRASIL

Bacalhau caro? Descubra o peixe ideal para as receitas de fim de ano

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Com a proximidade das celebrações de fim de ano, o tradicional bacalhau importado registra alta de preço, apertando o orçamento das famílias brasileiras. Diante deste cenário, um peixe nacional tem ganhado destaque nas mesas festivas: o Namorado.

Este pescado, encontrado em águas profundas da costa brasileira, está se consolidando como uma excelente alternativa para quem deseja manter a sofisticação da ceia sem comprometer as finanças.

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O consumo do Namorado tem crescido exponencialmente, impulsionado por suas características que o tornam ideal para receitas típicas da época. Sua carne é notavelmente macia, branca e de sabor suave, remetendo ao bacalhau após o preparo e absorvendo muito bem os temperos tradicionais de Natal e Ano Novo.

Versatilidade e apelo culinário

O Namorado se destaca pela sua versatilidade e facilidade de manuseio. O peixe apresenta lombos altos e poucas espinhas, o que simplifica o processo de preparo, sendo uma escolha prática para pratos elaborados ou mais simples.

Sua carne delicada permite diversas formas de cozimento: pode ser assado, grelhado, servido em postas inteiras ou desfiado para compor saladas e recheios.

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Além de sua textura agradável, que absorve bem molhos, o Namorado garante uma boa apresentação do prato, mantendo o charme e o equilíbrio necessários para uma refeição especial.

Sua adaptabilidade permite que famílias mantenham suas tradições culinárias, substituindo o bacalhau por uma opção igualmente saborosa e de qualidade.

Preço acessível garante a economia nas festas

O fator decisivo para a popularidade do Namorado é, sem dúvida, o custo-benefício. Enquanto o bacalhau alcança patamares de preço significativamente elevados na época sazonal, o peixe nacional oferece uma economia notável.

O preço médio do Namorado, mesmo sujeito a variações de mercado, gira em torno de R$ 30 o quilo do peixe inteiro, e aproximadamente R$ 70 o filé limpo. Esta diferença de valor em relação ao bacalhau importado é substancial, permitindo que as famílias desfrutem de um prato principal de qualidade com um impacto muito menor no orçamento festivo.

O Namorado segue, portanto, afirmando-se como uma escolha prática, econômica e saborosa, garantindo o clima festivo à mesa dos brasileiros.



Fonte: A Tarde

Endividado usa cartão de crédito como renda e inadimplência persiste

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O Brasil dos indicadores macroeconômicos mostra um cenário em aparente melhora, com inflação em desaceleração e números de endividamento dando sinais de recuo nas estatísticas mais recentes.

Quando o foco se desloca para o dia a dia das famílias, porém, a fotografia é bem menos confortável: conta de luz mais cara, cartão de crédito usado como complemento de renda e um nível de inadimplência ainda elevado indicam que a sensação de aperto permanece.

Segundo levantamento do Serasa, 80.436.532 brasileiros estão endividados, com 321 milhões de dívidas ativas que somam R$ 509 bilhões em todo o país.

O valor médio devido por pessoa ultrapassa R$ 6,3 mil, enquanto cada dívida individual gira em torno de R$ 1.584,96, o que revela um quadro pulverizado, mas persistente de compromissos em atraso.

O endividamento tem recorte geracional e de gênero: 33,6% dos inadimplentes têm entre 26 e 40 anos – faixa etária em que renda e responsabilidades tendem a crescer – e há leve predominância feminina, com 50,5% das dívidas no nome de mulheres, contra 49,5% de homens.

Independentemente da idade ou do gênero, a maior parte das dívidas se concentra nas faixas de menor renda, onde qualquer desequilíbrio é suficiente para levar o orçamento ao vermelho, segundo dados da CNC (Confederação Nacional do Comércio).

Entre famílias com até três salários mínimos, 82,5% estão endividadas; na faixa de três a cinco salários, o índice é de 81,1%; ainda segundo dados da CNC.

No agregado, o indicador recuou para 79,2% em novembro, registrando a primeira queda após nove meses de alta, mas ainda acima do patamar observado um ano antes, o que indica um quadro de melhora lenta e ainda frágil.

O alívio estatístico, no entanto, não se converte em folga efetiva no orçamento doméstico. Contas básicas mais caras e o uso do crédito para despesas correntes mostram que a margem de manobra das famílias continua estreita, com pouco espaço para imprevistos ou consumo de bens duráveis.

Cartão vira renda e bola de neve

Quando o aperto financeiro vira desespero, muitas famílias deixam de usar o cartão de crédito como mero meio de pagamento. Fazem dele um complemento de renda.

Luiz Fernando Mamede, 23 anos, autônomo, resume a mudança de comportamento: “Cartão de crédito acaba que hoje em dia é uma bola de neve. A gente usava para comprar roupa, algo para um lazer, e hoje usa para comprar alimento no dia a dia, porque o dinheiro do final do mês não supre todas as contas”, afirmou.

O jovem conta com orgulho ter financiado o primeiro apartamento, mas logo esboça um sorriso sarcástico: “somando os juros, pago quase três”. Não se trata de exagero retórico: em um ambiente de juros altos, esse é o preço de estender demais o prazo de pagamento.

A Selic permanece em 15% ao ano, e mesmo com inflação acumulada em 4,4% em 12 meses, itens essenciais seguem pressionando o orçamento, com destaque para artigos de residência, alimentação e bebidas, que sobem acima da média geral.

Com isso, o espaço para amortizar dívidas diminui, e o crédito caro passa a consumir fatias crescentes da renda.

Dados do Banco Central indicam que 28,8% da renda das famílias está comprometida com dívidas, o maior nível da série histórica. Desse total, 10,23% da renda é destinada exclusivamente ao pagamento de juros, recursos que deixam de financiar alimentação, transporte, educação ou qualquer forma de consumo que gere bem-estar ou investimento para o futuro.

Mesmo quem empreende sente o peso do aperto. Vanda Cristina Pereira, 40 anos, microempresária e mãe de seis filhos, conta que manter o negócio e as contas do mês em dia exige cálculo diário.

“Como chefe, líder, a gente tem famílias por trás da nossa família. E a gente tem que honrar essas famílias. E às vezes os impostos são tão grandes, as contas são tão grandes, as dificuldades são tão grandes, que acaba no final, recebendo muito menos do que o nosso próprio funcionário”, resume a microempresária.

Na prática, o limite do cartão vira linha de sobrevivência: “Muitas vezes você tem que estar ali pagando o limite, porque senão você não consegue sobreviver, pagar as contas, pelo menos ficar no empate”, frisou. Para ela, renegociar virou rotina, e o limite do cartão é a última fronteira antes de o atraso se transformar em inadimplência.

Renegociação com alcance limitado

Para o pesquisador Flávio Ataliba, do FGV Ibre (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas), “o cartão de crédito tem sido aquele instrumento mais utilizado pelas famílias para se endividarem. Praticamente mais de 90% das dívidas acontecem com o cartão de crédito”.

Ele destaca que o instrumento democratizou o acesso ao crédito, mas também criou uma porta direta para o endividamento quando passa a funcionar como “renda contínua”.

“As famílias utilizam o cartão de crédito para comprar alimentos. […] Você vai precisar todo mês comprar alimento e parcela essa fatura em 3 ou 4 vezes. Mas no próximo mês você vai precisar também comprar alimentos, mas você tem também no mês seguinte já a parcela da compra anterior, que acaba se acumulando […] então chega um ponto que o seu limite no cartão de crédito acaba ficando estourado, não consegue pagar nem o mínimo”, destacou.

Quando essa bola de neve se solta, o rombo se aprofunda, especialmente se a família não tiver qualquer reserva de emergência.

Ainda segundo o pesquisador, qualquer choque — perda de renda, doença, um gasto inesperado — empurra de novo a pessoa para o cartão, que funciona como amortecedor de curto prazo.

Sem conseguir pagar a fatura cheia, entra no rotativo, faixa em que os juros passam de 400% ao ano, multiplicando rapidamente o valor devido e tornando a saída cada vez mais difícil.

Mesmo programas de renegociação de grande escala, como o Desenrola, não são capazes de quebrar esse ciclo sozinhos.

“O programa foi um alívio temporário. Para a primeira faixa de renda houve sucesso, mas para faixas mais altas não foi tanto. Um programa como o Desenrola, quando termina, apenas minimiza o problema. A tendência estrutural permanece. É como se precisássemos de um Desenrola permanente para recompor a capacidade das famílias de realizar despesas”, detalha Ataliba.

A CNC avalia que iniciativas de renegociação são importantes, mas têm alcance limitado. Fabio Bentes, economista-chefe da entidade, afirma que programas como o Desenrola e mutirões “fazem parte de uma microagenda que provoca efeitos positivos sobre o orçamento das famílias, diminui o grau de endividamento e de inadimplência, mas não solucionam o problema”.

Para ele, o ciclo só se quebra com crédito mais barato e previsibilidade de longo prazo. “Para retomar o crédito ao consumo de forma vigorosa, é preciso um período relativamente longo de redução dos juros. A inadimplência menor ajuda no longo prazo, mas o processo é gradual”, aponta o economista.

Seguro pouco conhecido como rede de proteção

Quando não há margem financeira, um imprevisto pode transformar uma conta administrável em atraso e, depois, em negativação.

É nesse cenário que surge um instrumento pouco difundido no debate público: seguros ligados ao crédito, em especial o seguro prestamista e o seguro de pessoas.

A presidente da Comissão de Risco da Fenaprevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), Ana Flávia Ribeiro, reforça que o seguro ainda é subutilizado no país.

“Hoje, no Brasil, em torno de 6% do PIB corresponde a operações de seguro, enquanto em outros países com mais tradição apresentam esse índice lá em torno de 10% a 12%. Então a gente vê que o mercado de seguros tem bastante para avançar, bastante para cresce”, disse.

Entre os produtos, ela destaca o prestamista, um dos tipos de seguro mais populares, em boa parte das vezes vinculado diretamente a operações de empréstimo, crédito ou financiamento.

Geralmente, o seguro prestamista acompanha ou é contratado junto com operações de crédito e financiamento, sendo obrigatório no financiamento habitacional e facultativo nas demais modalidades.

Segundo Ana Flávia, essa modalidade “pode garantir a quitação integral da operação de crédito ou amortizar parte dela em caso de desemprego, perda de renda, impossibilidade de trabalhar, acidente, doença ou morte”.

Ela ressalta que o acesso não está restrito a trabalhadores com carteira assinada: autônomos, microempreendedores e pequenas e médias empresas também podem contratar esse tipo de seguro como parte de um planejamento financeiro mais amplo.

Ao funcionar como uma espécie de “airbag” para o orçamento, o prestamista reduz a chance de uma crise pontual se transformar em inadimplência definitiva.

Os dados mais recentes confirmam a demanda crescente por proteção financeira. O setor de seguros de pessoas movimentou R$ 6,8 bilhões em prêmios somente em agosto de 2025 e R$ 51,3 bilhões no acumulado até agosto, segundo levantamento da Fenaprevi com base em informações da Susep.

Em sinistros, foram R$ 1,5 bilhão pagos no mês e R$ 11,4 bilhões no acumulado anual, alta de 6,6% em relação ao mesmo período do ano anterior.

O seguro prestamista responde por 49% dos prêmios de Seguro de Pessoas e por 53% das indenizações pagas, o que mostra o peso desse produto específico dentro do segmento.

Ainda assim, o avanço do setor convive com um quadro geral de endividamento elevado, sugerindo que o seguro funciona como amortecedor, mas não como solução para a desigualdade de renda e o crédito caro.

Entre estatística e vida real

O contraste entre a desaceleração da inflação, o recuo pontual do endividamento e a persistência da inadimplência resume o Brasil dos dados e o Brasil do bolso.

De um lado, indicadores mostram melhora gradual; de outro, relatos como os de Luiz Fernando e Vanda evidenciam que a sensação de sufoco continua, especialmente entre os mais pobres e os pequenos empreendedores.

Especialistas ouvidos pelo CNN Money apontam que programas de renegociação, planejamento financeiro e instrumentos como o seguro prestamista ajudam a amortecer o impacto de choques.

Mas sem juros mais baixos por um período prolongado, aumento consistente da renda e educação financeira mais disseminada, a tendência é que o cartão continue sendo, ao mesmo tempo, porta de entrada para o consumo e principal canal de endividamento das famílias.

Para quem já sente o orçamento estrangulado pelo cartão, especialistas em finanças pessoais defendem uma combinação de diagnóstico rápido e troca de dívidas caras por modalidades mais baratas. A planejadora financeira do C6 Bank, Larissa Frias, elenca passos básicos para retomar o controle.

  • Observar se o limite é maior que a renda. Isso facilita o descontrole: sem acompanhamento, a fatura cresce mais rápido do que o orçamento permite;
  • O rotativo é a dívida mais cara do mercado: parcelar o mínimo ou rolar saldo transforma rapidamente um atraso em “bola de neve”;
  • Renegociar é a saída quando a dívida já saiu do controle: modalidades de médio e longo prazo têm juros mais baixos do que o rotativo;
  • Trocar dívida cara por dívida barata deve ser o objetivo imediato de quem está no vermelho;
  • Juros podem cair, mas ainda estão altos: com a perspectiva de redução da Selic, instituições podem oferecer condições melhores — é hora de comparar propostas;
  • Fazer um pente fino no orçamento é essencial: especialmente nos gastos variáveis, que são os que mais estouram o limite sem a pessoa perceber;
  • Cuidado com compras parceladas: priorize parcelamento apenas para itens duráveis; parcelar despesas do dia a dia gera acúmulo de parcelas e perda de controle;
  • Construir uma reserva de emergência — mesmo pequena — ajuda a evitar o retorno ao endividamento quando surge um imprevisto;
  • Planejamento é o antídoto contra a reincidência: quem entende entradas, saídas e limites de gasto reduz a chance de voltar ao cartão como renda.

Fonte: CNN BRASIL