terça-feira, março 31, 2026
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Famosos que foram recusados em papéis icônicos e algumas razões foram desagradáveis!

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Muita gente tem a tendência de colocar celebridades em um pedestal e assumir que tudo o que eles tocam vira ouro. É difícil imaginar nossos atores favoritos perdendo papéis que podemos até considerar abaixo do talento deles. Na realidade, é claro, a rejeição faz parte da vida e há grandes nomes do entretenimento que não conseguiram interpretar personagens que queriam.

Na galeria, descubra quem foram os astros e estrelas que foram recusados em papéis importantes!

Celebridades lidam com comentários por estarem velhas, acima ou abaixo do peso!

Notícias Ao Minuto | 05:30 – 28/03/2026

Fonte: Noticias ao Minuto

Moraes dá prazo a Bolsonaro para explicar polêmica com Eduardo nos EUA

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Deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) –

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, deu um prazo de 24h à defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para que explique um vídeo no qual o filho, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) em um evento nos Estados Unidos afirmando que está gravando um vídeo para mostrar ao pai.

A ação do ex-parlamentar fere as medidas impostas por Moraes ao conceder prisão domiciliar ao liberal — Jair Bolsonaro está proibido de utilizar celulares, telefones ou qualquer outro meio de comunicação externa.

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Na decisão, expedida no domingo, 29, Moraes pede que os advogados de Bolsonaro prestem esclarecimentos à Suprema Corte sobre a postagem.

“O descumprimento das regras da prisão domiciliar humanitária temporária ou de qualquer das medidas cautelares implicará na sua revogação e ao retorno imediato ao regime fechado ou, se necessário for, ao hospital penitenciário”, afirmou o magistrado.

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Prisão domiciliar

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou, na tarde da última terça-feira, 24, que o ex-presidente Jair Bolsonaro seja transferido para a prisão domiciliar após passar quatro meses preso em penitenciária federal.

A decisão estabelece um prazo inicial de 90 dias para o cumprimento da medida, contados a partir da data de alta hospitalar do ex-presidente.



Fonte: A Tarde

Bahia tem mais de 1,2 milhão de novas famílias beneficiadas pelo Gás do Povo em março – Acorda Cidade

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A Bahia teve em março, na nova etapa de expansão do programa Gás do Povo, do Governo do Brasil, um total de 1.215.423 novas famílias contempladas, fruto de um investimento federal de mais de R$ 129,3 milhões. O programa, voltado ao público de baixa renda, assegura a recarga gratuita do botijão de 13 quilos direto nas revendas credenciadas, de forma simples, digital e segura. Em março, o Gás do Povo alcançou aproximadamente 15 milhões de famílias em todo o país.

Pelas regras do programa, famílias com duas ou três pessoas podem receber até quatro recargas por ano, ou seja, um vale a cada três meses. Já as famílias com quatro ou mais pessoas podem receber até seis recargas por ano, o equivalente a um vale a cada dois meses. Das mais de 1,2 milhão de famílias baianas beneficiadas em março, 204,1 mil receberam vales de dois meses, e 1 milhão receberam vales de três meses. Na Bahia, 1,1 milhão de famílias atendidas este mês têm mulheres como responsáveis familiares, o que equivale a 92% do total de famílias que receberam o benefício.

NOVA ETAPA – Com a nova etapa de expansão, em março, o programa triplicou o número de beneficiários e se consolidou como uma das maiores políticas públicas de cozimento limpo do mundo, ampliando o acesso à energia limpa e segura e reduzindo o uso de alternativas como lenha e carvão, que expõem principalmente mulheres e crianças à fumaça tóxica, a doenças respiratórias e riscos de acidentes domésticos. A nova fase de operacionalização teve início nesta segunda-feira (23/3), com 9,4 milhões de famílias recebendo o benefício nesta etapa. A meta é viabilizar cerca de 65 milhões de recargas por ano às famílias atendidas pelo programa.
 

RECURSOS POR ESTADO – O investimento de março supera R$ 957,2 milhões e contempla todas as unidades da Federação. A Bahia lidera em volume de recursos, com R$ 129,3 milhões destinados a cerca de 1,2 milhão de famílias. Em seguida, São Paulo registra R$ 120 milhões para aproximadamente 1,19 milhão de lares atendidos. No Norte, o Pará se destaca com R$ 85,9 milhões para 808 mil famílias. Minas Gerais recebe R$ 70,4 milhões, alcançando 737 mil famílias, enquanto Pernambuco soma R$ 68,3 milhões para 753 mil lares. Em todas as regiões, a predominância de mulheres como responsáveis familiares permanece elevada, superando 85% e chegando a 96% em estados como Goiás, Mato Grosso e Santa Catarina.

ESCALA E EXPANSÃO – O Gás do Povo foi implementado de forma gradual e estruturada. A primeira fase, em novembro de 2025, contemplou 1 milhão de famílias, em 10 capitais. Em janeiro de 2026, o programa foi ampliado para 17 capitais e, posteriormente, passou a abranger todas as capitais do país. Na etapa seguinte, o programa incorporou automaticamente as 4,5 milhões de famílias que já recebiam o Auxílio Gás dos Brasileiros. Com a expansão contínua, a política alcança agora praticamente toda a meta prevista, com presença em grande parte do território nacional.
 

LARES CHEFIADOS POR MULHERES – Outro destaque é o perfil das famílias atendidas. Em março, 92% dos lares beneficiados têm mulheres como responsáveis familiares, o equivalente a 8,7 milhões de famílias. Isso reforça o papel do programa na proteção social e no apoio às mulheres, especialmente em contextos de maior vulnerabilidade.
 

MAIS EFETIVIDADE – O Gás do Povo substitui o modelo anterior de transferência em dinheiro pela entrega direta do gás, aumentando a efetividade da política pública e garantindo o acesso ao insumo essencial para o preparo de alimentos. “Estamos triplicando o número de famílias atendidas”, destaca o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira. “O programa combina inclusão social, promoção à saúde, tecnologia e parceria com o setor produtivo para garantir alcance amplo e operação eficiente em todo o território nacional. Ao integrar política social, política energética e coordenação federativa, o Gás do Povo fortalece a atuação do Estado no enfrentamento da pobreza energética, ao mesmo tempo em que estimula a organização do mercado local de revendas e a eficiência na distribuição”, prossegue o ministro.
 

DIGNIDADE – Titular do Ministério de Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias ressalta que o programa é sinônimo de dignidade. “O Gás do Povo representa um avanço importante no combate à pobreza e na garantia de dignidade às famílias brasileiras. É uma política que chega diretamente às mulheres, que são maioria entre as responsáveis pelos lares atendidos. Garantir o acesso gratuito ao gás de cozinha é assegurar condições básicas para que essas famílias vivam melhor”, afirma o ministro.
 

ARTICULAÇÃO – A ampliação do programa é resultado de articulação contínua do Governo do Brasil com distribuidoras e revendedoras, o que permitiu a rápida expansão do credenciamento. Entre novembro de 2025 e março de 2026, o número de revendas credenciadas quadruplicou, garantindo capilaridade e acesso ao benefício em todos os municípios.
 

COMO TER ACESSO – Para saber se foi contemplado, o beneficiário deve consultar o aplicativo “Meu Social – Gás do Povo”, onde é possível verificar a situação do vale e localizar as revendas credenciadas. Não é necessário ir até um Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) ou postos do Cadastro Único. As revendas estarão identificadas com a logo do Gás do Povo.
 

CARTÕES OU CPF – Quem não tem celular ou acesso à internet pode utilizar o cartão do Programa Bolsa Família (com chip), o cartão de débito da CAIXA, ou informar o CPF do Responsável Familiar na maquininha “Azulzinha” ou no aplicativo “Azulzinha Aproxima”, meio de pagamento utilizado nas revendas credenciadas.
 

CRITÉRIOS – Para ter acesso ao Gás do Povo, é preciso ter pelo menos duas pessoas na composição familiar, ter renda per capita de até meio salário-mínimo e Cadastro Único atualizado nos últimos 24 meses. O CPF do responsável familiar deve estar regular e o cadastro não pode apresentar pendências, como averiguação cadastral ou indício de óbito do responsável familiar. O Programa prioriza famílias do Bolsa Família.
 

COMBATE À POBREZA ENERGÉTICA – Ao garantir a recarga gratuita do botijão, o programa Gás do Povo enfrenta diretamente a pobreza energética. O alto custo da recarga e as dificuldades de distribuição, principalmente em áreas mais afastadas, impediam muitas famílias de acessar energia limpa e segura. Como consequência, era comum o uso de alternativas precárias, como lenha, carvão e querosene, que expõem principalmente mulheres e crianças à fumaça tóxica, doenças respiratórias e risco de queimaduras. A política atua para transformar esse cenário, ao mesmo tempo em que fortalece a segurança alimentar e movimenta economias locais.
 

ACESSO AO COZIMENTO LIMPO – A política também institui o Programa Nacional de Acesso ao Cozimento Limpo, que passa a estruturar as ações de combate à pobreza energética. O modelo integra a gratuidade do botijão e outras modalidades de cocção limpa, com fontes diversificadas de financiamento, mecanismos de monitoramento e governança reforçada, incluindo comitê gestor permanente e publicação periódica de relatórios.
 

LEI FEDERAL – A recente transformação do Gás do Povo em Lei Federal reforça esse caminho. Mais do que uma ação pontual, o programa se consolida como uma política pública estruturante, que combina proteção social, planejamento energético e desenvolvimento econômico.

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Fonte: Acorda Cidade

Eduardo Leite reage após PSD escolher Ronaldo Caiado à Presidência

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Governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite –

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, reagiu após o PSD optar pelo governador de Goiás, Ronaldo Caiado, como pré-candidato do partido à Presidência da República. A medida veio após a desistência do preferido ao pleito, Ratinho Júnior, governador do Paraná.

Nesta segunda-feira, 30, em um evento na sede do partido, em São Paulo, o presidente da sigla, Gilberto Kassab, vai oficializar o nome do gestor goiano como postulante ao Palácio do Planalto.

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O que Leite decidiu?

Com a escolha do PSD, Eduardo Leite decidiu ficar no cargo até o final do mandato e conduzir a sua própria sucessão sentado na cadeira. Segundo o colunista Igor Gadelha, do Metrópoles, a decisão deve ser anunciada pelo titular do Palácio do Piratini nas próximas horas.

Na ocasião, ele deve comunicar apoio à eleição de seu atual vice, Gabriel Souza (MDB), como candidato a governador em outubro. Para a vaga de vice, Leite deve anunciar o deputado estadual Ernani Polo. Ex-secretário de Desenvolvimento Econômico do Rio Grande do Sul, o parlamentar se filiará ao PSD para ser companheiro de chapa de Gabriel Souza.



Fonte: A Tarde

É preciso declarar transferências Pix no Imposto de Renda?

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Declaração do Imposto de Renda 2026 já está disponível –

Com o início do prazo de entrega do Imposto de Renda 2026, contribuintes ainda têm dúvidas sobre como declarar valores movimentados via Pix, especialmente após o anúncio de novas regras de fiscalização pela Receita Federal.

Não existe taxação sobre o Pix

Apesar das dúvidas, não há qualquer tipo de taxação sobre o Pix.

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O que a Receita Federal considera na hora da declaração não é o meio de pagamento, mas sim a origem e o valor dos recursos movimentados.

Ou seja, independentemente de o dinheiro ter sido transferido via Pix, TED, DOC ou dinheiro em espécie, ele pode estar sujeito à tributação, dependendo da sua natureza.

Novas regras de fiscalização foram anunciadas pela Receita Federal | Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

O que deve ser declarado no Imposto de Renda

O contribuinte não precisa declarar especificamente transferências via Pix, mas sim os rendimentos recebidos ao longo do ano.

Em 2026, está obrigado a declarar quem recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 33.888,00 no ano anterior.

Entre os principais exemplos de rendimentos tributáveis estão:

  • salários e férias
  • horas extras
  • benefícios do INSS
  • aluguéis
  • rendimentos de investimentos
  • pensões e benefícios sociais

Assim, valores recebidos via Pix, como pagamento por serviços, aluguéis ou até doações, devem ser informados, caso o contribuinte se enquadre nas regras da Receita.

Comprovantes são fundamentais

Para quem utiliza o Pix com frequência, especialmente para recebimentos recorrentes, a recomendação é guardar todos os comprovantes.

Esses registros funcionam como recibos e são essenciais para comprovar a origem dos valores declarados, evitando inconsistências que possam levar à malha fina.

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Receita monitora movimentações financeiras

A Receita Federal acompanha as movimentações financeiras dos contribuintes, incluindo as feitas via Pix.

Bancos e instituições financeiras são obrigados a informar:

  • movimentações mensais acima de R$ 2 mil para pessoas físicas
  • movimentações acima de R$ 6 mil para pessoas jurídicas

Caso haja divergência entre os valores movimentados e os declarados, como movimentar R$ 90 mil no ano e declarar apenas R$ 45 mil, o contribuinte pode cair na malha fina.

Atenção na hora de declarar

Diante disso, a principal recomendação é preencher a declaração com atenção e transparência, incluindo todos os rendimentos recebidos, independentemente da forma de pagamento.

O uso do Pix, por si só, não gera imposto, mas os valores movimentados podem, sim, ter impacto na sua declaração.

O Pix é taxado no Imposto de Renda?

Não, o Pix em si não é taxado. O que importa na declaração é a origem e o valor dos recursos movimentados.

O que devo declarar se recebi dinheiro via Pix?

Você deve declarar os rendimentos recebidos, como salários, aluguéis e benefícios, se estes forem superiores a R$ 33.888,00 no ano anterior.

Quais comprovantes devo guardar ao usar o Pix?

É essencial guardar todos os comprovantes de transferências recebidas via Pix, pois eles ajudam a comprovar a origem dos valores na declaração.

Como a Receita Federal monitora as movimentações via Pix?

A Receita Federal acompanha movimentações financeiras, obrigando bancos a reportar transações mensais acima de R$ 2 mil para pessoas físicas.

O que acontece se eu declarar um valor menor do que movimentei?

Se houver divergência entre o que você movimentou e declarou, pode ocorrer malha fina, resultando em possíveis penalidades.



Fonte: A Tarde

Garçom e decisivo, Erick iguala números de 2025 com apenas três meses

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O Vitória investiu R$ 7 milhões para comprar Erick em definitivo junto ao São Paulo, no fim do ano passado, e o atacante tem mostrado serviço. Decisivo na vitória por 4 a 2 sobre o CRB, pela Copa do Nordeste, ele igualou o número de participações em gols da temporada passada.

Principal garçom rubro-negro de maneira isolada, Erick precisou de somente 14 partidas para repetir os números do último ano. Em 2025, o ponta-direita disputou 38 jogos, marcou três gols e distribuiu cinco assistências — mesma marca de 2026.

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Este já é o segundo melhor início de temporada de Erick na carreira, ficando atrás apenas temporada 2023, quando fez sete gols e deu nove assistências pelo Ceará em 17 partidas entre janeiro e março.

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Participações em gols de Erick

  • Temporada 2025: 3 gols e 5 assistências em 38 jogos
  • Temporada 2026: 3 gols e 5 assistências em 14 jogos

Sonho do título

Peça importante no elenco do Vitória desde 2025, Erick busca conquistar seu primeiro título pelo clube. Ele, que chegou a ter outra passagem no Leão da Barra entre 2018 e 2019, sonha com a conquista da Copa do Nordeste.

Em entrevista ao portal A TARDE, o atacante falou sobre a vontade de “fazer história” com a camisa rubro-negra e ressaltou a importância do Nordestão. Vale lembrar que o Rubro-Negro não é campeão regional desde 2010.

“A gente quer ganhar. Somos o único clube da Série A que vai disputar a competição. Particularmente falando, eu quero ganhar muito, quero ser campeão por esse clube e a possibilidade da Copa Nordeste é muito grande. Tenho certeza que a gente vai fazer uma grande competição”, indicou o atacante.

Próximo desafio

Antes de voltar a jogar pela Copa do Nordeste, o Vitória de Erick enfrenta o Cruzeiro na próxima quarta-feira, 1º, às 20h, no Mineirão, pela 9ª rodada do Campeonato Brasileiro.



Fonte: A Tarde

Caminhada do Silêncio em São Paulo denuncia violência de estado

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São Paulo – A 6ª edição da Caminhada do Silêncio pelas Vítimas de Violência do Estado ocorreu neste domingo (29), na capital paulista. A concentração foi, a partir das 16h, em frente ao antigo prédio do DOI-Codi/SP, na rua Tutóia, onde funcionava um dos principais centros de repressão e tortura da ditadura militar brasileira (1964-1985).

O cortejo seguiu pelas ruas da zona sul, com destino ao Monumento em Homenagem aos Mortos e Desaparecidos Políticos, no Parque Ibirapuera, sob escolta da polícia militar. Os agentes ficaram circulando entre os manifestantes do ato. Organizado pelo Movimento Vozes do Silêncio, iniciativa do Instituto Vladimir Herzog e do Núcleo de Preservação da Memória Política, o ato reuniu centenas de pessoas, incluindo familiares de vítimas e movimentos de direitos humanos.

Com o mote “aprender com o passado para construir o futuro”, as entidades não apenas relembraram os crimes cometidos durante a ditadura militar mas denunciaram a repetição das violências de estado ao longo de décadas, mesmo após a redemocratização.

A coordenadora da área de Memória, Verdade e Justiça do Instituto Vladimir Herzog, Lorrane Rodrigues chamou atenção para a importância de discutir os impactos da ditadura mesmo após a redemocratização. “A ditadura militar geralmente é um tema pensado, no imaginário coletivo, como algo estanque, como algo parado, como se o que aconteceu naquele período ficasse pra lá, a gente não precisasse falar ou conversar sobre ela”, disse.

“O lema da caminhada traz essa discussão: tentar entender quais são os impactos do período da ditadura militar no presente, no período contemporâneo, pra gente pensar um pouco o futuro”, acrescentou Lorrane, ao mencionar a necessidade de fortalecimento da democracia.

“A gente também tem que pensar um pouco sobre a construção dessa democracia, porque como está hoje não é suficiente, não é igualitária para uma parte significativa da população. A caminhada tem esse desejo de aproximar o passado e o presente de uma forma mais objetiva para as pessoas”, explicou. Uma das ferramentas para alcançar resultados no campo da memória, verdade e justiça, segundo ela, é o conjunto das recomendações da Comissão Nacional da Verdade.

“São 49 recomendações ao estado [brasileiro], e que até esse momento, do período que foi lançado até agora, foram pouco cumpridas ou parcialmente cumpridas. A gente já tem um caminho, o instituto faz o monitoramento das recomendações a cada dois anos, e o que a gente tem percebido é que são movimentações pequenas, alguns avanços significativos, mas acho que muito pouco perto do que as recomendações propõem para a sociedade”, relatou.

O diretor executivo do Instituto Vladimir Herzog, Rogério Sotilli, afirmou, em nota, que a Caminhada do Silêncio nasceu como uma resposta coletiva ao autoritarismo e às tentativas de apagamento. Ele destacou que a ditadura militar deixou uma herança de impunidade, o que se reflete na violência de estado que o país ainda sofre atualmente.

“Após cinco edições, queremos retomar o sentimento que originou essa manifestação. Temos vivido tempos em que a defesa do Estado democrático de Direito ficou muito delegada às mais altas instituições, mas seguimos enfrentando ataques graves contra a democracia. Por isso, este é o momento de dizermos que estamos na rua, de voltarmos a demonstrar nossa força”, disse.

Mais de 30 organizações da sociedade civil, movimentos sociais e entidades de direitos humanos participaram da iniciativa. Neste ano, os movimentos destacaram também a possibilidade defendida pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), de afastar a aplicação da Lei da Anistia aos casos que envolvam crimes permanentes, como ocultação de cadáver.

São Paulo (SP)-29/03/2026. Caminhada Silenciosa em memória das vítimas da ditadura militar. Foto: Paulo Pinto/Agencia Brasil – Paulo Pinto/Agencia Brasil

Perto do final do evento, a organização leu o manifesto da caminhada:

“Hoje, caminhamos em silêncio, mas não em ausência.

Nosso silêncio é a presença viva, é memória que resiste, é a voz que ecoa nos passos de cada pessoa que se recusa a esquecer.

Saímos de um lugar marcado pela dor, o antigo DOI-Codi, onde o Estado torturou, matou e tentou apagar histórias. E seguimos até um monumento que insiste em lembrar: as  histórias não foram apagadas.

Nossos mortos não estão no passado. Nossos desaparecidos não são ausência.

Cada vítima de violência do Estado é permanência.

Se a Caminhada do Silêncio nasceu da urgência de resistir, seguimos caminhando porque ainda é preciso.

Este ato nasceu quando a democracia voltou a ser ameaçada de forma aberta, quando o autoritarismo deixou de ser lembrança e voltou a ser projeto.

Hoje, anos depois, seguimos aqui, porque a ameça não desapareceu. Ele se transformou, se reorganizou e segue à espreita.

Nunca foi tão importante defender a democracia. E nunca podemos esquecer: essa luta é contínua.

Relembrar para não repetir. Ocupar a memória para não esquecer nossa história.

Porque sem memória, a violência se naturaliza. Sem verdade, a mentira se institucionaliza. E sem justiça, a barbárie se repete.

A violência de Estado não ficou no passado.

Lutar por memória, verdade e justiça é afirmar que não aceitamos a impunidade. É exigir a responsabilização de torturadores, de seus cúmplices e daqueles que financiaram o terror.

É dizer, com todas as letras: ditadura nunca mais. Tortura nunca mais.

Este manifesto não é apenas denúncia. É compromisso.

Por isso, fazemos um chamado:

Às novas grações que não viveram o terror, mas herdam suas consequências. À sociedade civil que não pode se calar. Às instituições, que precisam ser defendidas, mas também transformadas.

Este é um tempo de escolha: entre esquecer ou lembrar. Entre repetir ou transformar. Entre silenciar ou agir.

Sabemos que resistir não é apenas lembrar o passado. Mas disputar o futuro.

Hoje, nosso silêncio fala. E o que ele diz é simples e inegociável:

Para que nunca se esqueça.

Para que nunca mais aconteça.

Seguiremos caminhando”.

A seguir, foram lidos os nomes das vítimas de violência de estado do período da ditadura e também quem sofreu com isso também nos dias atuais. Após a leitura de cada um dos nomes, as manifestantes diziam, em coro, “presente”.

Fonte: Agência Brasil

Combate ao feminicídio pode ganhar reforço com medida inédita

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Ministro da Saúde, Alexandre Padilha detalhou a iniciativa –

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, revelou que foi sugerido à Organização Mundial de Saúde (OMS) colocar no CID, que é a Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde, o tema do feminicídio,

A declaração aconteceu durante a inauguração da 1ª etapa do ambulatório do Hospital da Mulher, nesta segunda-feira, 30, em Salvador.

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O CID é um padrão mundial da OMS que reúne códigos alfanuméricos para classificar todas as doenças, sintomas e causas de morte, facilitando o diagnóstico, estatísticas e comunicações médicas globais.

“Porque muitas vezes a gente acaba não tendo essa associação, e fica registrado como morte violenta. Se tem o código do CID, vai possível saber melhor onde está acontecendo e organizar melhor as ações de prevenção”, explicou o ministro.

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O chefe da pasta federal aproveitou para detalhar a medida que obriga o profissional de saúde a fazer uma notificação caso desconfie de alguma situação de violência contra a mulher no momento da consulta.

“Se o profissional, na consulta, desconfiar de alguma situação de violência contra aquela mulher no exame físico, na conversa, no acolhimento, ele é obrigado a notificar, isso tem que ser registrado, porque a partir daí a gente consegue saber onde isso está acontecendo e o organizar os serviços”, disse o ministro durante discurso.

Segundo Padilha, em março deste ano, foi reforçada aos profissionais a importância dessa notificação obrigatória.

Alexandre Padilha, ministro da Saúde | Foto: Geovana Albuquerque | Agência Brasil

Já é lei

Em 2019, foi publicada pelo Senado a lei que obriga profissionais de saúde a registrar no prontuário médico da paciente e comunicar à polícia, em 24 horas, indícios de violência contra a mulher.

A lei se originou de um Projeto de Lei (PL que havia sido vetado pelo então presidente da República, Jair Bolsonaro (PL) e, no fim de novembro daquele ano, teve o veto derrubado pelo Congresso Nacional.

Saúde mental das mulheres

Alexandre Padilha também falou que o governo federal começou a oferecer atendimento online com foco na saúde mental das mulheres. “Ela pode entrar no Meu SUS Digital, que é o aplicativo do Ministério da Saúde. A medida vai ser associada com a rede estadual de saúde, vai ter apoio de psiquiatras, psicólogos, assistentes sociais e terapeutas ocupacionais”, afirmou.

Na ocasião, o ministro também abordou o “maior mutirão de cirurgias da história do SUS” que aconteceu no final de semana passado.

“Foram quase mil hospitais e 230 mil mulheres que fizeram cirurgia ou exame em um sábado. E na última sexta-feira, nós lançamos o primeiro guia de manejo integral do cuidado às mulheres no momento do climatério”, completou.



Fonte: A Tarde

Casais famosos que têm filhos juntos (e nós tínhamos esquecido)

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Existem alguns casais de celebridades cujos filhos estão constantemente sob os holofotes. Eles não têm problemas em postar fotos das crianças no Instagram, ou mesmo andando pelo tapete vermelho. No entanto, há outros casais de celebridades que, indo na contra-mão, fazem tudo o que podem para manter seus filhos completamente longe das notícias. O resultado é que, às vezes, esquecemos (ou nunca soubemos para começar) quem tem filhos com quem.

Confira esta galeria e veja famosos que têm filhos juntos mas que muita gente nem sabe!

Celebridades lidam com comentários por estarem velhas, acima ou abaixo do peso!

Notícias Ao Minuto | 05:30 – 28/03/2026

Fonte: Noticias ao Minuto

Artistas internacionais celebram 10 anos de residência em Salvador

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Programa do Goethe Institut que recebe artistas e especialistas de vários países para morar em Salvador –

Agora em março, a Residência Vila Sul completa uma década de pesquisas realizadas em Salvador. Um programa internacional do Goethe Institut que recebe artistas e especialistas de vários lugares para morar em Salvador por dois meses e pensar o mundo a partir do ‘Sul Global’.

Com o tema ‘Tecidos de Narrativas’, a residência artística está recebendo o primeiro grupo de artistas internacionais de 2026, previstos para ficarem aqui até 23 de maio. Eles vêm da Índia (Ankit Ravani), Peru (Maria José Murilo), Brasil/Argentina (Dudu Quintanilha) e Canadá (Alexandre Craig).

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A proposta, desta vez, é explorar o tecido, tanto como suporte material de histórias – presente em diversas culturas por meio de bordados, símbolos e técnicas de estamparia – quanto como metáfora para o próprio ato de compor narrativas. O projeto também quer refletir sobre o entrelaçamento destas histórias ao longo do tempo.

Para Friederike Möschel, diretora do Goethe Institut Salvador-Bahia, o tema nos convida a pensar sobre como histórias são construídas, compartilhadas e transformadas, sobretudo através de um ambiente onde essas narrativas podem se encontrar e se reconfigurar a partir de múltiplas perspectivas.

Espiritualidade e arte

Artista visual radicado em Berlim, cuja produção contém trabalhos com vídeo, performance, fotografia e texto, o paulista Dudu Quintanilha, 38, explora a subjetividade contemporânea, memória e espiritualidade, investigando as relações entre arte, ritual e convivência.

“Minha participação na Vila Sul irá ‘acontecendo’ e irei me entrelaçando com a cidade, seu ritmo, as pessoas, sua história e paisagem. Chego com o desejo de investigar e refletir sobre diferentes interseções entre espiritualidade e artes. Especificamente, me interessa observar e aprender com a arquitetura barroca da cidade, a filosofia do candomblé e seu legado”, define Quintanilha.

“Minha prática artística se concentra no vídeo e na performance para vídeo e, durante minha estadia, vou realizar algumas sessões de filmagem que vão desde scores performáticos a observação de arquiteturas barrocas”, complementa o artista.

Ele torce para que as relações iniciadas durante a residência sejam recíprocas. “Nesse sentido, espero que os encontros, as ideias e as conversas sejam inspiradoras. De certa forma, espero que meu trabalho possa acessar uma sensibilidade compartilhada e abrir – ou continuar – conversas não apenas sobre arte, mas também sobre como estamos vivendo”.

Já a peruana Maria José Murilo, 37, que cultiva especial interesse em se envolver com culturas e tradições têxteis locais, enraizadas em cosmologias indígenas e africanas, é uma artista que utiliza a tecelagem como prática de reexistência e afirmação de saberes indígenas andinos. Sua pesquisa compreende o tecido como sistema vivo de memória, identidade e transmissão de conhecimento.

“Pretendo investigar como esses horizontes culturais, embora em tensão, coexistem, se cruzam e resistem, dialogando conosco a partir do presente”. Segundo ela, Salvador pode esperar uma prática fundamentada na troca, na escuta e na colaboração.

“Durante esta residência, tenho interesse em me envolver com o tecido social e material local, gerando gestos de encontro e diálogo recíproco por meio do têxtil. Concebo a tecelagem como um meio-mãe, uma linguagem fundamental que, ao longo do tempo, conectou pessoas, histórias e formas de saber e existir entre comunidades, a natureza e o cosmos”, finaliza a artesã.

Celebração de aniversário

Este primeiro grupo de 2026 compreende ainda o indiano Ankit Ravani, artista visual e marionetista, cujo trabalho investiga relações entre o humano e o inanimado, criando narrativas visuais fragmentadas a partir de desenhos, objetos e performance.

E o canadense Alexandre Craig, artista multidisciplinar que explora as tensões entre o absurdo cotidiano e a busca por felicidade, combinando música, narrativa visual e observação do mundo.

E como parte das celebrações pelos 10 anos, a Vila Sul preparou uma série de iniciativas para 2026. Uma delas é o lançamento do podcast Under the Mango Tree – talks from Vila Sul, apresentado pelo ator e dramaturgo baiano Aldri Anunciação.

A série, em inglês, trará conversas com artistas residentes e convidados, com episódios mensais até o fim do ano. O primeiro – com a artista e pesquisadora Karina Griffith e com a fotógrafa e documentarista Nyancho NwaNri – será lançado em abril.



Fonte: A Tarde