Uma tentativa de homicídio contra o vereador Anderson Xará (PP), de 47 anos, foi registrado na noite de sexta-feira (26), no bairro Marechal Floriano, em Alagoinhas. O parlamentar, cujo nome civil é Anderson Carlos da Silva Carvalho, não ficou ferido e passa bem, segundo informações obtidas pela reportagem.
Segundo o site Alagonews, parceiro do Acorda Cidade, o crime aconteceu por volta das 20h40, quando o vereador trafegava pelo bairro em um automóvel sedã de cor branca. De acordo com relatos preliminares, dois homens participaram da ação e efetuaram diversos disparos de arma de fogo contra o veículo.
Ao menos quatro tiros atingiram o vidro do lado do motorista, indicando que os disparos foram direcionados diretamente ao parlamentar. Apesar da violência da ação, Anderson Xará conseguiu escapar ileso.
Minutos antes do atentado, o vereador havia publicado um story em seu perfil nas redes sociais ao lado de sua avó, moradora do próprio bairro Marechal Floriano. A postagem mostrava uma visita familiar realizada pouco tempo antes do ocorrido.
Casado e pai de dois filhos, Anderson Xará é vereador pelo Partido Progressistas (PP) e atua na Câmara Municipal de Alagoinhas. Até o momento, não há informações oficiais sobre a motivação do crime ou sobre a identidade dos suspeitos.
Em nota, o portal Alagonews manifestou solidariedade ao parlamentar e a seus familiares, repudiando qualquer forma de violência e destacando a expectativa de que o caso seja investigado com rigor pelas autoridades de segurança pública.
A Polícia Civil ficará responsável pela apuração do atentado.
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A PF (Polícia Federal) cumpriu mandado de prisão domiciliar na manhã deste sábado (27) contra Filipe Martins, ex-assessor internacional do então presidente Jair Bolsonaro (PL).
A medida foi determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), após a prisão do ex-diretor-geral da PRF Silvinei Vasques, que estava com medida cautelar e fugiu para o Paraguai, onde acabou detido.
Martins também estava cumprindo medidas cautelares, com uso de tornozeleira. Agora, elas foram convertidas em prisão domiciliar.
Integrantes da PF informaram à CNN Brasil que outras medidas contra outros condenados pelo STF estão sendo cumpridas, mas ainda sob sigilo.
Nas redes sociais, o advogado de Filipe Martins, Jeffrey Chiquini, disse que a medida “é mais um ato que atenta contra o Código de Processo Penal e contra a Constituição Federal”.
Artur Jorge pode estar perto de retornar ao futebol brasileiro, apenas um ano depois de ter conduzido o Botafogo à histórica conquista da Copa Libertadores. Após o título, o treinador seguiu para o Catar, onde assumiu o comando técnico do Al-Rayyan, cargo que ocupa até hoje.
O jornalista italiano Rudy Galetti, especialista no mercado de transferências, informou neste sábado que o técnico português teria alcançado um acordo preliminar com o clube carioca, diante das dificuldades enfrentadas pela diretoria para convencer Filipe Luís a renovar o contrato atual, que se encerra já na próxima semana.
Fontes próximas ao processo disseram ao Esporte ao Minuto que, por enquanto, não há nenhum acordo fechado entre as partes, mas confirmam que o interesse é real. Ainda assim, o avanço das negociações só deve acontecer se — e quando — ficar confirmado que o ex-jogador da seleção brasileira não renovará o vínculo.
O ex-treinador do Braga prefere aguardar até ter informações concretas em mãos, em vez de trabalhar com hipóteses. Assim, caso haja um acerto com os atuais campeões brasileiros e sul-americanos, isso só deverá ocorrer quando o futuro de Filipe Luís estiver definitivamente definido.
Afinal, o que dificulta a renovação de Filipe Luís com o Flamengo?
Atualmente, a negociação para a renovação do contrato entre Filipe Luís e o Flamengo está sob responsabilidade do diretor esportivo do clube, o português José Boto, que nas últimas semanas tem feito diversas declarações públicas demonstrando a intenção de chegar a um acordo o quanto antes.
Segundo informações recentes do portal brasileiro GloboEsporte, o principal entrave está nas exigências salariais do treinador, que deseja deixar de ser um dos técnicos mais mal pagos da Série A do futebol brasileiro para se tornar um dos mais bem remunerados.
O Flamengo está disposto a fazer um esforço financeiro para manter o treinador, mas não pretende ir tão longe. Filipe Luís, por sua vez, mantém sua posição firme e, após sair de férias, delegou ao seu empresário, o também português Jorge Mendes, a tarefa de negociar um novo contrato — que, até o momento, ainda não se concretizou.
Artur Jorge “voa” no Catar
Enquanto isso, alheio à possibilidade de retorno ao Brasil — onde comandou o Botafogo entre abril e dezembro de 2024 —, Artur Jorge vem fazendo um início de temporada praticamente impecável à frente do Al-Rayyan. Em 19 partidas disputadas em todas as competições, o treinador soma 14 vitórias, dois empates e apenas três derrotas.
Atualmente, a equipe comandada pelo técnico português, que tem contrato válido até junho de 2027, ocupa a terceira colocação do campeonato nacional, com 19 pontos — seis a menos que o líder Al-Gharafa, treinado pelo compatriota Pedro Martins. Já na Copa da Liga, o cenário é ainda mais positivo, com o Al-Rayyan liderando a competição, somando 25 pontos em 27 possíveis.
Após ajuizar uma ação civil pública por trabalho análogo à escravidão e tráfico de pessoas, o Ministério Público do Trabalho da Bahia (MPT-BA) firmou na última sexta-feira (26) um acordo de R$ 40 milhões com a montadora chinesa Build Your Dreams (BYD) e duas empreiteiras.
O processo está relacionado ao resgate de 224 trabalhadores chineses, em dezembro de 2024, na obra da fábrica da montadora em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador.
A ação foi aberta em maio deste ano e, inicialmente, o MPT-BA solicitava o pagamento de R$ 257 milhões.
De acordo com o órgão, R$ 20 milhões do acordo atual corresponde a indenizações por danos morais individuais, que serão destinados diretamente aos trabalhadores resgatados, o que equivale a mais de R$ 89 mil para cada um.
Os outros R$ 20 milhões referem-se a danos morais coletivos e serão depositados em conta judicial, com posterior destinação a instituições ou fundos indicados pelo MPT-BA.
Pelo acordo, as empreiteiras Jinjiang e Tecmonta assumem obrigações relacionadas à proteção dos direitos trabalhistas.
A BYD atua como avalista do acordo e só será responsável pelo pagamento em caso de descumprimento das obrigações pelas empreiteiras.
Caso o acordo não seja cumprido, as empresas poderão ser multadas em R$ 20 mil por trabalhador prejudicado, a cada constatação de irregularidade.
O governo do estado de São Paulo emitiu alerta para que a população economize água. A medida foi tomada porque as altas temperaturas dos últimos dias provocou o aumento de até 60% do consumo de água no estado, o que tem pressionado o sistema de distribuição, causando a interrupção do fornecimento em alguns bairros.
O pedido é de uso “consciente da água”, banhos mais rápidos e evitar desperdícios e o uso para fins não essenciais, como encher piscinas ou lavar calçadas e carros. “O uso da água deve ser priorizado para alimentação e higiene pessoal. A colaboração da população é fundamental para garantir a regularidade do abastecimento”, diz o alerta.
Nas redes sociais da Sabesp há diversas reclamações sobre a escassez de água. O perfil da Sabesp no X, por exemplo, tem notificações de usuários afirmando que não recebem água em suas residências. Segundo os relatos, há problemas em todas as zonas da capital paulista e até em outras regiões do estado, como no Vale do Paraíba.
A Sabesp se manifestou através de nota. A empresa diz que vem registrando um expressivo aumento no consumo de água em dias de temperaturas elevadas, “o que provoca oscilações pontuais no fornecimento e exige ajustes operacionais constantes na distribuição para garantir o atendimento à população”.
Segundo a companhia, as áreas altas são as mais afetadas na região metropolitana, já que a pressão da rede é menor. As regiões mais baixas, informa a Sabesp, “seguem sendo abastecidas normalmente”.
Num dia de temperatura considerada “normal”, como os da semana passada, a Sabesp produz cerca de 66 mil litros de água por segundo. Nestes últimos dias, diz a empresa, teve de produzir cerca de 72 mil litros por segundo.
Além do calor, o estado de São Paulo passa também por uma crise hídrica em seus mananciais causada pela pouca chuva dos últimos meses.
Quando um grupo de especialistas em defesa se reuniu na sede do governo britânico, no mês passado, para discutir o quão preparados o Reino Unido e seus aliados estavam para uma guerra que, segundo eles, poderia ocorrer nos próximos anos, o veredicto foi bastante sombrio: não estão.
As pessoas reunidas na conferência, organizada pela organização de especialistas londrina Rusi (Royal United Services Institute), não eram belicistas; eram pessoas bem informadas.
Integrantes atuais e antigos das forças armadas, funcionários do governo e da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), pesquisadores e profissionais da indústria de defesa cujo pensamento se baseia na avaliação de inteligência amplamente aceita de que a Rússia está se preparando para a possibilidade de um conflito direto com a Europa.
A única maneira de evitar que isso aconteça, dizem eles, é garantir que, se uma guerra eclodir, a Europa saia vitoriosa.
Mais investimentos na defesa europeia, cronicamente subfinanciada, são essenciais, mas especialistas em segurança alertam cada vez mais para a necessidade de uma grande mudança de mentalidade em todos os níveis.
É hora, dizem eles, de os governos europeus envolverem seus cidadãos e deixarem claro que o tempo em que a Europa podia ignorar a ameaça de guerra acabou.
“Acho que há indícios de que as sociedades estão dispostas a ter essa conversa, mas também vejo governos que ainda não se sentem suficientemente confiantes para dialogar com seus cidadãos”, afirmou Sam Greene, professor de política russa no King’s College London e especialista em resiliência democrática.
Há um consenso crescente entre os especialistas de que a Rússia já está travando uma guerra híbrida contra o Ocidente, realizando operações de sabotagem e semeando caos e desinformação nos debates políticos internos.
Eles apontam para as inúmeras evidências, incluindo incursões repetidas no espaço aéreo da Otan por aviões e drones russos e interferência em GPS nos países bálticos.
Também são apontadas campanhas de desinformação e ataques de sabotagem contra infraestruturas críticas em diversos países, que foram rastreados até os serviços secretos russos.
A Rússia nega consistentemente qualquer envolvimento.
Greene disse que esses ataques já mudaram a visão de muitos na Europa, mesmo que alguns políticos ainda se relutem em classificá-los abertamente como guerra híbrida.
“Acho que as pessoas estão assustadas, principalmente à medida que isso se torna mais visível”, declarou ele.
“Vemos drones nos arredores dos aeroportos, e acho que existe uma crescente sensação de que provavelmente é (apenas) uma questão de tempo até que um desses drones derrube um avião comercial”, acrescentou.
Possível ataque da Rússia contra a Europa
Embora Moscou não tenha realizado nenhum ataque direto contra os aliados da Otan na Europa, há sinais crescentes de que isso pode mudar no futuro.
Especialistas dizem que isso se deve em parte ao fato de a Rússia saber que não conseguiria derrotar a aliança com suas capacidades atuais.
O secretário-geral da Otan, Mark Rutte, alertou no início deste ano que a Rússia poderia estar pronta para usar a força militar contra a organização dentro de cinco anos.
O ministro das Relações Exteriores da Alemanha, Johann Wadephul, ecoou esse alerta em um discurso no mês passado, afirmando que os serviços de inteligência alemães acreditam que Moscou está “pelo menos mantendo aberta a opção de guerra contra a Otan até 2029, no máximo”.
Vladimir Putin, o presidente da Rússia, falou no início de dezembro que, embora seu país não planeje entrar em guerra com a Europa, “se a Europa de repente quiser entrar em guerra conosco e começar, estamos prontos agora mesmo”.
O presidente russo Vladimir Putin discursa durante uma reunião do Conselho da Organização do Tratado de Segurança Coletiva no Palácio do Senado do Kremlin, em Moscou, em 8 de dezembro • Pavel Bednyakov/Reuters via CNN Newsource
O consenso entre os países bálticos é que um ataque contra eles pode ocorrer já em três anos.
Quando pesquisadores do Centro Belfer para Ciência e Assuntos Internacionais da Escola Kennedy de Harvard analisaram os alertas e previsões feitos por diversas autoridades sobre a prontidão e a disposição da Rússia em lançar uma guerra contra a Otan, eles descobriram que os anos mais mencionados são 2027 e 2028.
O reconhecimento dessa ameaça levou a organização a desenvolver planos de contingência para se defender de uma possível agressão russa contra os países bálticos.
Mas especialistas alertam que os planos da aliança não são suficientes.
“Existe um plano, com números. Mas os governos não estão tomando as medidas necessárias para implementá-lo. Ainda estamos planejando com base em coisas que não existem”, falou Jack Watling, pesquisador sênior do Rusi (Royal United Services Institute).
Ele destacou o risco de tentar estruturar uma resposta de defesa com base em uma lista de desejos em vez da realidade, em vez de aceitar os recursos disponíveis e planejar com base neles.
Táticas de defesa do Reino Unido
No início deste ano, o governo britânico solicitou a três especialistas de renome (o ex-chefe da Otan, George Robertson, o general Richard Barrons, ex-chefe do Comando Conjunto das Forças Armadas, e Fiona Hill, ex-diretora sênior do Conselho de Segurança Nacional dos Estados Unidos) que realizassem uma revisão estratégica da Defesa do Reino Unido.
O trio apresentou um manual com os passos necessários para estar preparado para a guerra.
Em um evento do Rusi no mês passado, Barrons afirmou que o Reino Unido precisa repensar a resiliência de sua infraestrutura, fortalecer suas forças armadas, reservas e defesa civil, e investir em seu sistema de saúde, indústria e economia, para permitir uma rápida transição para um estado de prontidão para a guerra.
“Francamente, não precisamos de mais análises para saber o que precisamos fazer. O problema é que precisamos, de fato, fazer”, falou ele.
Barrons aponta para “a sociedade civil e nossos políticos” como tendo outras preocupações, o que explica a falta de pressa.
Soldados da 88ª Bateria de Canhões do Exército Britânico preparam uma peça de artilharia durante o exercício militar Allied Spirit 25 na Alemanha • Sean Gallup/Getty Images via CNN Newsource
Embora o Reino Unido esteja caminhando na direção certa, disse ele, no ritmo atual, o país levaria cerca de 10 anos para estar pronto para uma guerra.
“E nossas análises e aliados nos dizem que talvez tenhamos de três a cinco anos… então, esta é uma questão de vontade, tanto social quanto política, e também de competência. Talvez precisemos fazer melhor”, afirmou ele.
Europa passou por período mais longo de paz contínua em séculos
Muitas capitais europeias, incluindo Londres, passaram as últimas décadas praticamente sem se preocupar com defesa.
Sem grandes conflitos militares diretos no continente desde 1945, a Europa desfrutou do período mais longo de paz contínua em séculos.
Essas décadas de calma relativa trouxeram um dividendo da paz significativo.
Os sucessivos governos puderam investir em bem-estar social em vez de defesa, tornando a vida dos europeus comuns muito mais confortável, enquanto contavam com os Estados Unidos, o maior gastador militar do mundo, para intervir em caso de necessidade.
E então vieram dois duros despertares: o presidente dos EUA, Donald Trump, que deixou claro aos aliados da Otan que eles não poderiam mais depender tanto de Washington, e a invasão em larga escala da Ucrânia pela Rússia.
Essa ruptura do status quo levou a maioria dos integrantes europeus da Otan a aumentar os gastos com defesa.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, é fotografado durante uma coletiva de imprensa na cúpula da Otan em Haia, Holanda, em 25 de junho. Dos 32 membros da Otan, 31 devem atingir a meta de gastar 2% do PIB em defesa este ano • Piroschka Van De Wouw/Reuters via CNN Newsource
Gastos com defesa na Europa
Segundo dados da Otan, 31 de seus 32 integrantes devem atingir a meta de gastar 2% do PIB em defesa este ano, um aumento em relação aos apenas seis em 2021, o ano anterior à invasão russa.
A Islândia, país fundador da Otan e o único país que não deverá atingir a meta, não possui forças armadas próprias.
Em vez disso, contribui financeiramente, com pessoal civil e com sistemas de defesa aérea e vigilância.
Os países membros da Organização do Tradado do Atlântico Norte concordaram, em junho, em aumentar a meta para 5% do PIB até 2035.
Cúpula da Otan em Haia • Claudia Greco/Reuters
No entanto, muitos analistas estão céticos quanto ao objetivo, especialmente porque a maioria dos países europeus enfrenta pressões financeiras mesmo sem considerar um aumento substancial nos gastos com defesa.
Explicar aos eleitores que alguns recursos podem precisar ser realocados e que, talvez, mais pessoas precisem servir nas forças de reserva ou regulares, não é algo que a maioria dos políticos queira fazer.
Diversas pesquisas do Eurobarômetro, que medem a opinião pública em toda a União Europeia, mostraram este ano que uma esmagadora maioria dos europeus (78%) está preocupada com a defesa e a segurança da UE nos próximos cinco anos.
Um terço das pessoas acredita que a defesa deve estar entre as prioridades de gastos do bloco.
No entanto, o general Fabien Mandon, chefe das Forças Armadas da França, provocou indignação no mês passado ao alertar o público francês de que o país precisava se preparar para possíveis perdas futuras contra uma agressão russa.
Ele afirmou que a França deve “aceitar perder seus filhos” para “proteger quem somos”.
Participação dos europeus no serviço militar
Robin Potter, pesquisador associado do think tank britânico Chatham House, disse que a disposição das pessoas em toda a Europa em compreender a ameaça e em participar do seu combate varia significativamente.
“Se você está no leste, se faz fronteira com a Rússia, se está na Polônia ou nos países bálticos, a ameaça é muito real para as pessoas de lá, e elas estão tomando muito mais precauções em termos de abrigos públicos porque acreditam que o risco de um ataque aéreo é maior”, declarou ele.
Um grupo de civis participa de um treinamento de técnicas militares em uma sessão intitulada Treine com o Exército, promovida pelo Ministério da Defesa do país, em Gdynia, Polônia, no dia 5 de abril • Lukasz Glowala/Reuters via CNN Newsource
A Suécia e a Finlândia atualizaram as orientações para seus cidadãos sobre como sobreviver à guerra no ano passado, distribuindo folhetos com instruções sobre como se preparar para interrupções nas comunicações, cortes de energia e condições climáticas extremas.
Diversos países, incluindo Lituânia, Letônia e Suécia, reintroduziram o serviço militar obrigatório na última década, enquanto outros, como Alemanha, Polônia, Bélgica, Romênia e Bulgária, implementaram programas de treinamento militar voluntário para seus cidadãos.
Potter afirmou que cidadãos com maior confiança nas instituições de seus países são mais propensos a aceitar sacrifícios pelo bem comum.
“Se as pessoas sentem que o Estado está trabalhando para elas, provavelmente estarão mais inclinadas a retribuir”, disse ele.
Ele citou os países nórdicos, que consistentemente apresentam altos índices de bem-estar, felicidade e qualidade de vida, e onde o conceito de dever cívico e “defesa total” em que cada cidadão, empresa e órgão público se torna parte do esforço de guerra, se necessário, está profundamente enraizado.
“Acho que existe uma questão sobre se é possível simplesmente pegar esse modelo e aplicá-lo em uma sociedade bastante diferente, com baixíssima confiança nas instituições públicas em comparação, como o Reino Unido.”
Diante do término de mais um ano, a cresce a busca por símbolos que ajudam a compreender as tendências energética dos próximos meses. Considerando o universo da espiritualidade e da astrologia, a granada vermelha desponta como o cristal associado para 2026, reunindo significados ligados à coragem, vitalidade, paixão e poder de iniciativa.
Segundo explica Daiana Taróloga, especialista do Astrocentro, a escolha está relacionada à regência simbólica do ano. “2026 é associado ao planeta Marte, que representa ação, ousadia e impulso, e também ao número 1, que fala de recomeços e liderança. A granada vermelha reúne essas duas forças, funcionando como um catalisador dessa energia”, explica.
Qual a potência da granada vermelha?
Conhecida como uma das pedras mais antigas da humanidade, a granada é tradicionalmente ligado ao fortalecimento da energia vital, à autoconfiança e à proteção energética.
“É um cristal que ajuda a transformar padrões estagnados, estimula a clareza emocional e fortalece a conexão com os próprios propósitos”, afirma a especialista.
Além desses aspectos ligados à ação e à vitalidade, a pedra também é tradicionalmente associada ao amor e à paixão. Segundo Daiana Tarologa, ela atua no fortalecimento da autoestima, fator essencial para relações mais saudáveis.
“Ao promover autoconhecimento e segurança emocional, a granada contribui para relações mais equilibradas, tanto para quem busca um novo vínculo quanto para quem deseja fortalecer uma relação já existente”, conta.
Como utilizá-la ao longo do ano?
No campo simbólico, a granada pode ser usada de diferentes formas: acessórios, práticas meditativas ou até mesmo mantida próxima ao corpo. Também é comum associá-la a outros cristais como quartzo branco, ametista ou citrino.
A especialista diz ainda que, antes do uso, é importante realizar a limpeza energética da pedra, prática comum em diversas tradições espirituais. Entre os métodos indicados estão água com sal grosso, exposição breve ao sol, defumação com incensos naturais ou contato com a terra.
“Mais do que promessas, os cristais funcionam como símbolos de intenção. Eles ajudam a direcionar foco, consciência e atitude, elementos fundamentais para atravessar um novo ciclo com mais clareza”, conclui.
O meio-campista uruguaio Giorgian de Arrascaeta, do Flamengo, é um dos finalistas da edição 2025 do tradicional Prêmio Rei da América, concedido pelo jornal uruguaio El País. O camisa 10 do Rubro-Negro da Gávea tem como concorrentes o craque argentino Lionel Messi, do Inter Miami (Estados Unidos), e o atacante Adrián Martínez, do Racing (Argentina).
Rey de América: Giorgian de Arrascaeta, Lionel Messi y Adrián Martínez, finalistas de la encuesta de El País https://t.co/ZBVXzJ5zOh
— Pablo Cupese (@CupesePablo) December 23, 2025
Arrascaeta pode ser considerado o grande favorito a ficar com o prêmio, após ser escolhido como craque do Campeonato Brasileiro e da Copa Libertadores. O uruguaio foi peça importante no Flamengo na atual temporada, colaborando com 25 gols e 20 assistências e ajudando a conquistar quatro competições: Campeonato Carioca, Supercopa do Brasil, Campeonato Brasileiro e Copa Libertadores.
O último jogador escolhido como Rei da América foi o atacante brasileiro Luiz Henrique, que ajudou o Botafogo a conquistar a Copa Libertadores e o Campeonato Brasileiro em 2024.
Outro representante do Flamengo indicado a um prêmio concedido pelo jornal El País é o técnico Filipe Luís. O comandante do Rubro-Negro concorre na categoria melhor treinador das américas com os argentinos Gustavo Costas, do Racing, e Gustavo Alfaro, da seleção do Paraguai.
Perry Bamonte, guitarrista e tecladista da banda The Cure, morreu “durante o Natal”, aos 65 anos, após uma breve doença, informou a banda britânica nesta sexta-feira.
“É com enorme tristeza que confirmamos a morte do nosso grande amigo e companheiro de banda, Perry Bamonte, que faleceu após uma breve doença, em casa, no Natal”, diz o comunicado publicado no site do grupo.
Na nota, o The Cure relembrou as contribuições de Perry Bamonte ao longo de suas duas passagens pela banda: a primeira, entre 1990 e 2005, e a segunda, de 2022 até agora.
“Calmo, intenso, intuitivo, constante e extremamente criativo, ‘Teddy’ foi uma parte acolhedora e vital da história do The Cure”, afirmou o grupo.
“Após cuidar da banda entre 1984 e 1989, ele se tornou membro efetivo do The Cure em 1990, tocando guitarra, baixo de seis cordas e teclado em Wish, Wild Mood Swings, Bloodflowers, sucessos acústicos e outros álbuns do The Cure, além de realizar mais de 400 shows ao longo de 14 anos. Ele retornou ao The Cure em 2022, fazendo mais 90 apresentações — algumas das melhores da história da banda —, culminando no concerto The Show of a Lost World, em Londres, no dia 1º de novembro de 2024. Nossos pensamentos e condolências estão com toda a sua família. Ele fará muita falta”, acrescenta o texto.
Segundo a Variety, Perry Bamonte entrou para a equipe do The Cure em 1984 por meio de seu irmão, Daryl, que era responsável pelas turnês da banda. O músico começou como assistente pessoal e técnico de guitarra do vocalista Robert Smith antes de se juntar oficialmente à formação do grupo em 1990, após a saída do tecladista Roger O’Donnell.
Bamonte deixou a banda em 2005 e, em 2012, passou a integrar o grupo Love Amongst Ruin, antes de se reunir novamente com o The Cure para a cerimônia de introdução da banda no Rock and Roll Hall of Fame, em 2019.
O retorno oficial ao grupo aconteceu em 2022, para a turnê mundial Shows of a Lost World, que começou na Letônia, em outubro daquele ano, e terminou em dezembro de 2023. Mais recentemente, em novembro de 2024, Bamonte participou de um show do The Cure em Londres e estava previsto para integrar uma nova turnê mundial programada para 2026.
Com toda elegância e romantismo, o cantor Roberto Carlos entrou no palco da Arena Canto da Cidade, nesta sexta-feira (26), em Salvador. O artista atraiu fãs de Salvador e fora do estado em um show gratuito, parte da programação de fim de ano da cidade.
Ao som de “Emoções”, o artista foi recebido pelos fãs em meio a gritos e muita alegria. No repertório também estavam canções como “Além do Horizonte”, “Detalhes”, “Esse cara sou eu”, “Nosso Amor”, “Jesus Cristo” e “Como vai você”. Os portões de acesso à arena foram abertos por volta das 16h e os fãs chegaram cedo para conquistar um bom local.
Foto: André Carvalho / Bahia Notícias
Com mais de 70 álbuns e inúmeras indicações a premiações como o Grammy e o Grammy Latino, Roberto Carlos teve uma agenda agitada antecedendo o show na capital baiana e se apresentou, também em evento gratuito, na Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro.
Ao fim da apresentação, o cantor manteve a tradição e distribuiu as famosas rosas aos seus fãs. Foram cerca de sete buquês de rosas distribuídos para os fãs presentes nesta noite.
Foto: André Carvalho / Bahia Notícias
Apesar de gratuito, o show teve setores diferenciados e camarotes que variaram entre R$ 450 e R$ 1.800. A estrutura da apresentação foi preparada para receber cerca de 50 mil pessoas, de forma gratuita, além de ter 800 assentos reservados para idosos atendidos por abrigos conveniados com a Prefeitura.
O show ocorre logo após o Natal da capital e antecede o Festival Virada Salvador, inaugurando o palco do festival, que tem início neste sábado (27) com shows de Léo Santana, Tony Salles, Wesley Safadão, Xand Avião e Léo Foguete.