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Araucária em projetos arquitetônicos: de vilã a estrela

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A araucária, antes vista como um entrave por construtoras, virou protagonista em projetos arquitetônicos de alto padrão. Impulsionada pela valorização de espécies nativas, a árvore agora orienta o design de novos empreendimentos no Brasil, principalmente em Curitiba e Campos do Jordão.

Por que a araucária era vista como um problema?

Por ser protegida pela Lei Federal nº 11.428, que proíbe seu corte, a árvore representava um obstáculo para a ocupação de terrenos. Construtoras viam a necessidade de preservar a araucária como uma restrição técnica que limitava o potencial dos empreendimentos, tornando-a uma figura indesejada nos canteiros de obras.

O que mudou na percepção de arquitetos e construtoras?

Houve uma mudança de mentalidade, impulsionada pela busca por maior conexão com a natureza e pela valorização de espécies nativas. Em vez de ser um problema, a araucária passou a ser vista como um elemento que agrega valor e identidade aos projetos. A árvore se tornou uma peça-chave na concepção da arquitetura contemporânea.

Como essa integração acontece na prática?

Em Curitiba, um residencial está sendo erguido em torno de uma araucária, que estrutura todo o conceito paisagístico e define os fluxos do projeto. Em Campos do Jordão (SP), uma casa foi desenhada para “abraçar” as árvores, com seus volumes distribuídos pelo terreno de forma a integrar a construção à paisagem serrana.

Construir ao redor de uma araucária oferece riscos?

Sim, a integração exige cuidados técnicos. Por ser uma árvore de grande porte, a queda de galhos pode danificar a estrutura, exigindo um planejamento detalhado da cobertura e do posicionamento da obra. Além disso, a araucária é biologicamente frágil a alterações no solo e na drenagem, demandando atenção durante a construção.

Qual a importância de preservar a espécie?

A Floresta de Araucárias, um dos principais biomas do Sul do Brasil, está criticamente ameaçada. Apenas 4,3% de sua área original ainda existe, e a maior parte desses fragmentos não está em áreas de proteção oficial. Integrar a árvore a projetos arquitetônicos contribui para a sua conservação a longo prazo.

Este conteúdo foi gerado com inteligência artificial. Para acessar a informação na íntegra e se aprofundar sobre o tema consulte a reportagem a seguir.

VEJA TAMBÉM:

  • Protegida por lei, Araucária ganha protagonismo no paisagismo de imóveis de alto padrão

Fonte: Gazeta do Povo

Copa do Brasil: Veja reação na quadra da Gaviões após gol de Yuri Alberto

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A quadra da Gaviões da Fiel, localizada na capital paulista recebeu milhares de torcedores para acompanharem a grande decisão da Copa do Brasil, neste domingo (21).

A final acontece no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro contra o Vasco. No jogo de ida, na Neo Química Arena, as equipes ficaram num empate sem gols.

O primeiro gol do jogo veio dos pés de Yuri Alberto, camisa 9, aos 18 minutos da primeira etapa e fez a torcida ir à loucura no local. Veja abaixo.

Copa do Brasil

O Corinthians busca seu quarto título de Copa do Brasil na história — a última taça foi em 2009. Já o Vasco sonha com o bicampeonato, depois de conquistar o troféu pela primeira vez em 2011.

Fonte: CNN BRASIL

Primeiro longa gaúcho com som será exibido no Festival de Roterdã

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Longa-metragem pioneiro do cinema gaúcho, Vento Norte (1951), de Salomão Scliar, venceu o processo de seleção e curadoria e será um dos destaques da programação oficial da próxima edição do Festival Internacional de Cinema de Roterdã, na Holanda, que acontecerá de 29 de janeiro a 8 de fevereiro de 2026.

O festival é considerado um dos cinco maiores do gênero na Europa e exibirá o filme na mostra Cinema Regained, que reúne obras clássicas restauradas, documentários e produções experimentais sobre a cultura cinematográfica. O anúncio da escolha de Vento Norte ocorreu no último dia 16.

O filme, que foi restaurado em 4K, terá duas exibições durante o festival, mas o calendário com as datas ainda não foi divulgado.

A restauração foi feita pela Cinemateca Capitólio, por meio da Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre, em parceria com a Cinemateca Brasileira, de São Paulo. Em entrevista à Agência Brasil, a diretora da Cinemateca Capitólio, Daniela Mazzilli destaca a importância histórica do longa-metragem.

“Por ser o primeiro filme de ficção sonora realizado inteiramente no estado do Rio Grande do Sul, um dos principais objetivos era conseguir recuperar essa cinematografia gaúcha”.

Vento Norte teve uma primeira digitalização, em VHS, no início dos anos de 1990. Daniela explicou que, hoje em dia, com as projeções digitais de altíssima definição, esse tipo de material “já não dá mais conta”.

“Então, a recuperação do filme, o restauro dele, a partir das cópias em película, e a restauração inclusive do próprio som, era extremamente importante”.

O projeto estava no radar da cinemateca há muito tempo, e a restauração foi concluída este ano, quando se comemora o centenário de nascimento do cineasta.

 

Cena de Vento Norte, longa-metragem de Salomão Scliar que será destaque no Festival Internacional de Cinema de Roterdã, na Holanda. Foto Salomão Scliar/ Cinemateca Capitólio

Situação de risco

O número de pessoas que solicitavam a exibição do filme era outro motivo que justificava a realização de sua restauração, conta Daniela. Ela explica que o fato de o filme ter, hoje, só duas cópias em 35 milímetros, uma delas no Rio Grande do Sul, cria uma situação de risco à projeção dessas cópias.

“Então, realmente, a digitalização também vem ao encontro dessa necessidade de existir uma cópia muito melhor para poder circular, porque 35 mm começa a ser, hoje, uma cópia de guarda. E, não mais, uma cópia de difusão”.

A diretora da cinemateca conta que talvez exista uma cópia do filme no Museu de Arte Moderna de Nova York (Moma). Segundo ela, essa possibilidade está sendo investigada.

A restauração que será exibida no festival holandês foi feita em 4K, que é um sistema mais moderno de projeção cinematográfica, de altíssima resolução. Tanto cinemas comerciais como cinemas de arte e festivais já exibem no formato DCP 2K e 4K.

O DCP (‘Digital Cinema Package’) é o formato padrão mundial para a exibição de filmes em salas de cinema digitais, funcionando como o equivalente digital das antigas bobinas de filme. Os termos 2K e 4K referem-se às diferentes opções de resolução de imagem dentro desse sistema.

Daniela Mazzilli afirmou que, além de sua questão histórica, de como foi realizado, em que local e momento, Vento Norte é um filme esteticamente muito lindo.

“É um filme brasileiro que precisa muito ser visto. É o elo entre o neorrealismo italiano e o cinema novo brasileiro, por conta da linguagem que é usada, pelo fato de serem não atores em boa parte do filme, pelas paisagens naturais, a forma como foi filmado”.

 

Pescadores de Torres, no Rio Grande do Sul, são os personagens de Vento Norte. Foto Salomão Scliar/ Cinemateca Capitólio 

O filme

Primeiro longa-metragem de ficção com som inteiramente filmado no Rio Grande do Sul, no início da década de 1950, Vento Norte foi rodado em preto e branco na cidade de Torres, no litoral gaúcho. Muitos dos pescadores de Torres participaram do filme como atores.

A trama retrata a rotina de uma pequena vila de pescadores, abalada pela chegada de um misterioso forasteiro. Sua presença desperta paixões e desencadeia uma série de ações violentas entre os habitantes locais, conduzindo a trama a um desfecho trágico.

Município litorâneo do Rio Grande do Sul, Torres revela no filme uma paisagem de dunas e ventos pouco conhecida pelo resto do Brasil. Para Daniela, essa é uma outra forma de mostrar a grandeza do país, com a diversidade de formas comum aos próprios estados brasileiros.

“A gente tem no imaginário um Rio Grande do Sul serrano ou de pampa e, de repente, tu tens esse primeiro longa que é feito na praia, com pescadores, onde tem toda uma cultura própria”, descreve. “Realmente, é um filme em que a beleza da fotografia vai chamar bastante atenção”.

O longa foi montado no Rio de Janeiro, onde foi exibido pela primeira vez no Círculo de Estudos Cinematográficos, em janeiro de 1951.

Em maio deste ano, Vento Norte teve sessões no Museu de Arte de São Paulo e no Clube de Cinema de Porto Alegre. Em julho, também entrou em cartaz no Cinema Imperial, na capital gaúcha.

Salomão Scliar

O cineasta Salomão Scliar (1925-1991) era fotógrafo e trabalhou nos principais veículos do país. Apesar disso, a diretora da Cinemateca Capitólio reconheceu que ele não é muito conhecido pelas novas gerações de cineastas brasileiros.

“Justamente porque o Salomão só fez, em termos de longa-metragem, esse único filme. Como era, em essência, fotógrafo, ele acabou se dedicando muito mais à fotografia. Até mesmo quem estuda cinema provavelmente não conhece ainda esse filme, embora ele seja muito trabalhado no Rio Grande do Sul, porque é o primeiro longa sonoro aqui do estado”.

 

Fotógrafo Salomão Scliar dirigiu o longa-metragem considerado pioneiro no cinema gaúcho Foto Cinemateca Capitólio/ Divulgação

Daniela contou que o pesquisador Glênio Póvoas fez uma pesquisa muito extensa sobre essa obra, que acabou sendo um farol no processo de restauração do filme.

Ainda que Scliar seja pouco trabalhado nas escolas de cinema, ela acredita que vai ter um impacto muito importante as pessoas conhecerem esse único longa que ele fez.

“Vai inspirar outros, com certeza. Assistindo ao trailer do filme, percebe-se uma conexão com o cinema novo brasileiro, com Glauber Rocha em especial. Por isso que existe essa conexão com o cinema novo brasileiro”.

Experiência surreal

Para Daniela Mazzilli, assistir Vento Norte no cinema é uma experiência surreal. Desde que a Cinemateca iniciou o trabalho de digitalização da película e seu restauro, Daniela começou a conversar com alguns programadores de festivais, “porque é um filme que circula no imaginário de muitos programadores”.

“A gente vinha construindo em que lugar seria o lançamento dessa cópia, justamente em espaços que priorizam e que tenham esse olhar para o cinema de arquivo e para a importância de trazer filmes até então desconhecidos, de conhecer outras cinematografias. E, aí, Rotterdã realmente foi um presente para o cinema gaúcho nesse sentido”.

Para ser escolhido, Vento Norte passou por um processo de seleção, de curadoria e de programação para o festival. “É um processo longo. São meses de espera, de mandar cópia, porque é um time de curadores que faz esse processo de seleção. Roterdã é um dos mais importantes festivais do mundo. O funil é muito grande”.

No ano passado, concorreram 43 filmes nessa seleção de filmes de arquivo. São quase 400 filmes na seleção geral do festival, que tem diversas mostras.

“Ser o único filme brasileiro nessa mostra em específico é muito significativo. É realmente um trabalho de formiguinha, de meses”, celebrou Daniela.

Além de Roterdã, outros festivais que têm esse olhar para filmes de arquivo são Berlim, Cannes, Veneza e Locarno. Para o Brasil, a participação de Vento Norte em Roterdã é especialmente importante porque vai ser a primeira exibição mundial, que poderá abrir novas portas para outros festivais.

 

Vento Norte, longa-metragem de Salomão Scliar, será destaque no Festival Internacional de Cinema de Roterdã, na Holanda. Foto Salomão Scliar/ Cinemateca Capitólio

Fonte: Agência Brasil

Clube da Série A faz proposta por titular do Vitória, que tenta renovação

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Coritiba entrou na briga pela contratação do atacante Erick, de 28 anos, que pertence ao São Paulo e está emprestado ao Vitória até o fim de 2025. A informação é do jornalista André Hernan.

A movimentação do Coxa aumenta a concorrência pelo jogador, que teve protagonismo no Vitória ao longo da temporada. O Rubro-Negro, inclusive, tem interesse na permanência de Erick.

No entanto, a proposta apresentada pelo Coritiba é considerada superior. Além disso, o Vitória ainda possui uma dívida pendente com o São Paulo referente ao empréstimo firmado neste ano, o que dificulta uma eventual negociação para a permanência do atleta.

O contrato de Erick com o São Paulo é válido até dezembro de 2026. Para o Tricolor paulista, a venda do atacante neste momento é vista como estratégica, já que evita o risco de o jogador poder assinar um pré-contrato com outra equipe no meio de 2026 e deixar o clube sem custos.

Neste ano, Erick disputou 38 partidas, sendo 27 como titular, marcou três gols e distribuiu cinco assistências. Ele terminou o ano como titular do time comandado por Jair Ventura e ajudou o clube a evitar o rebaixamento para a Série B do Campeonato Brasileiro.

O time alternativo do Vitória, formado por jogadores da base e alguns da equipe principal que tiveram poucos minutos em campo em 2025, se reapresenta nesta sexta-feira (26), sob o comando de Rodrigo Chagas, visando o início do Campeonato Baiano, agendado para 11 de janeiro.

Já o elenco principal do Vitória, comandado por Jair Ventura, está previsto para voltar às atividades apenas no dia 3 de janeiro, com foco total na preparação para o Campeonato Brasileiro, cuja estreia será no fim de semana do dia 28 de janeiro.

Fonte: CNN BRASIL

Lula diz esperar que Senado vote indicação de Messias ao STF em 2026

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta quinta-feira (18) que espera que o Senado Federal analise e vote a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para a vaga aberta ao cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), no ano que vem, após a volta do recesso parlamentar. No início do mês, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, cancelou o calendário que previa a sabatina de Messias ainda em dezembro, justificando não ter sido enviada a Mensagem Presidencial formalizando a indicação.

“Vou encaminhar a papelada toda do [Jorge] Messias. Eu sei que não será mais votado este ano, a gente vai ter que esperar a volta do Congresso Nacional. O Poder Judiciário vai entrar de férias, o Congresso vai entrar de férias, só quem não vai entrar de férias sou eu. Então, eu vou fazer com que, quando voltar do recesso, o nome do Messias esteja lá e eu espero que haja a votação”, disse o presidente durante entrevista coletiva, no Palácio do Planalto.

Lula comentou sobre o interesse de Alcolumbre na indicação do senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) ao cargo, que considerou legítima, mas ponderou que tinha planos para que o parlamentar concorresse ao governo de Minas Gerais.

“O Senado queria indicar o companheiro Pacheco, que é um companheiro que tem muito mérito, que é uma pessoa que eu gosto pessoalmente, que é uma pessoa que eu sonhei em fazer o ser candidato para ganhar as eleições de Minas Gerais e ser governador de Minas Gerais”, disse. 

Lula lembrou que o agora ex-ministro Luís Roberto Barroso antecipou sua aposentadoria no STF, o que teria causado uma “confusão” na expectativa da escolha.

“Não estava previsto, mas aconteceu um imprevisto. O Barroso pediu as contas do tribunal, se aposentou. Então, o companheiro Pacheco mudou de posição [sobre ser candidato a governador], e o companheiro Alcolumbre queria indicar, era um direito dele também, mas era um direito dele que propôs para mim. Ora, houve essa confusão, [mas] eu continuo com o nome do Messias”, explicou.

Lula voltou a defender a escolha de Messias para o posto, a quem classificou de “uma pessoa altamente capacitada na relação com a Suprema Corte” e que seria  “motivo de orgulho” para o país.

Sobre sua relação com o Congresso Nacional, Lula fez questão de elogiar a interlocução com a cúpula do Congresso Nacional e negou haver problemas com os presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado.  

“Não tem nada pessoal entre eu e o companheiro Alcolumbre. Eu sou amigo do Alcolumbre, gosto pessoalmente dele, ele tem nos ajudado de forma extraordinária a aprovar grande parte das coisas que a gente quer aprovar. É com ele que, muitas vezes, o [Fernando] Haddad [ministro da Fazenda] conversa, é com ele que muitas vezes a Gleisi [Hoffmann, ministra da Secretaria de Relações Institucionais] conversa. Então, não existe nada, não tem nenhuma crise entre eu e o Alcolumbre, entre eu e o Hugo Motta [presidente da Câmara dos Deputados]”, afirmou.

Fonte: Agência Brasil

Aníbal Moreno fala em tom de despedida do Palmeiras e se anima com River Plate: ‘Decisão certa’

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Depois de uma temporada marcada por falhas em partidas importantes do Palmeiras, Aníbal Moreno se mostra empolgado para mudar de ares. O volante de 26 anos tem encaminhado o retorno para o seu país e deverá vestir a camisa do River Plate no próximo ano.

Questionado sobre a troca de clubes após uma partida beneficente em Catamarca, região onde nasceu, neste sábado, o jogador argentino pareceu entusiasmado com a chegada a Buenos Aires. “É a decisão certa”, resumiu o volante. “Estou muito ansioso para começar o ano. Estou me preparando muito bem e, se Deus quiser, estamos perto de um acordo.”

De acordo com a imprensa argentina, o Palmeiras teria aceitado a oferta do River Plate com o pagamento dos mesmos US$ 7 milhões (R$ 38,6 milhões, em valores atualizados) que desembolsou pelo atleta em 2023, quando ele defendia o Racing.

Depois de um ano para esquecer e sem vaga na Libertadores, o clube argentino faz uma reformulação no elenco para entregar uma equipe de qualidade ao técnico Marcelo Gallardo – Fausto Vera, ex-Corinthians e Atlético-MG, foi o primeiro reforço.

Contratado no fim de 2023 para ocupar a vaga deixada por Zé Rafael no meio de campo palmeirense, o ex-atleta do Racing se tornou uma peça importante do esquema de jogo do técnico Abel Ferreira e teve um bom desempenho em sua primeira temporada.

Neste ano, porém, erros em sequência em jogos importantes, como a expulsão no jogo de volta pelas oitavas de final da Copa do Brasil contra o Corinthians e o erro na saída de bola que deu origem ao terceiro gol do Flamengo na derrota por 3 a 2, pela 29ª rodada do Brasileirão, o jogador foi considerado o “vilão” pela ausência de títulos.

“Não toquei no meu celular nas últimas horas. Você vem aqui para se divertir. Meu agente sabe que fizemos o melhor para mim, minha família e meu futuro”, disse o meio-campista, que foi convocado pela primeira vez para a seleção argentina neste ano e precisará de mais espaço, após ter sua titularidade em risco no conjunto alviverde, para realizar o sonho de disputar a Copa do Mundo.

Com a camisa do Palmeiras, Aníbal marcou quatro gols, deu quatro assistências em 117 paridas e foi campeão do Paulistão em 2024.

Fonte: Noticias ao Minuto

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Fonte: Farol da Bahia

Cabeleireira é morta a facadas por ex-companheiro em São Paulo

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Uma mulher, identificada como Simone Pereira de Oliveira e que trabalhava como cabeleireira, foi morta a facadas pelo ex-companheiro, de 40 anos, na noite de sábado (20), em Osasco, na Grande São Paulo. Desde então, a Polícia Civil investiga o caso.

De acordo com a corporação, policiais militares foram acionados para uma ocorrência de violência doméstica na rua Maria do Céu Henrique Barbosa.

Ao chegarem no local, foram informados que o homem teria esfaqueado Simone após uma discussão. A mulher, de 44 anos, foi socorrida ao pronto-socorro, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. 

Segundo a SSP-SP (Secretaria de Segurança Pública de São Paulo), o suspeito do crime está foragido e a polícia segue com trabalhos para tentar localizá-lo. Além disso, exames periciais foram solicitados e o caso foi registrado como feminicídio no 10º Distrito Policial de Osasco.

Familiares pedem justiça

Nas redes sociais, uma filha de Simone disse que o homem que cometeu o crime “não pode passar impune pelo que fez”.

MPF investiga falta de políticas contra violência a mulheres em SP

Em uma publicação ao lado da mãe, a jovem escreveu: “Você era perfeita em tudo, minha mãe. Que falta já está fazendo. É como se tivessem arrancado um pedaço de mim.”

Além dela, outras pessoas também pediram por justiça, lamentaram a morte da mulher e a classificaram como “guerreira”, “batalhadora”, “alegre” e “sorridente”.

*Sob supervisão de Jorge Fernando Rodrigues

Fonte: CNN BRASIL

Paes diz que “forças ocultas” atuam para mudar regras no Santos Dumont

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Eduardo Paes (PSD), prefeito do Rio de Janeiro, publicou um post no X na tarde deste domingo (21) afirmando que “forças ocultas” atuam dentro da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) para alterar a política de restrição do número de voos do Aeroporto Santos Dumont.

Ele destaca que a coordenação do sistema aeroportuário da cidade fortalece o Aeroporto Internacional do Galeão e diz que a medida é “fundamental para o desenvolvimento do Rio e do Brasil”.

Em seu post, Paes também citou um despacho da Anac convocando as companhias aéreas, no dia 17 de dezembro, para uma reunião “de última hora”, com o objetivo de comunicar a possível flexibilização das regras atuais.

Paes relacionou a decisão da agência à viabilização da relicitação do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro. “Depois de tanto esforço do presidente Lula, do ministro Silvio Costa Filho e dos ministros do TCU para viabilizar o acordo e a relicitação do Galeão, que acontecerá em março de 2026, chama a atenção a movimentação às escuras da Anac para flexibilizar a restrição de voos no Santos Dumont.”

O prefeito também classificou como “um absurdo” o uso de um acordo realizado no TCU (Tribunal de Contas da União) como embasamento para a mudança, já que, segundo Paes, a decisão buscava criar mecanismos para preservar a política pública que fortaleceu o Galeão.

No fim do post, o político cita o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e o ministro Silvio Costa Filho, da pasta de Portos e Aeroportos, e afirma ter certeza de que o Executivo federal não permitirá que “a maior conquista do governo seja ameaçada por interesses que são, no mínimo, estranhos”.

A CNN Brasil procurou a Anac, mas não obteve resposta até a publicação deste texto.

Redução de voos e movimentação no Galeão

Desde outubro de 2023, o Aeroporto Santos Dumont passou a ter seus voos reduzidos e, como consequência, o Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, o Galeão, registrou aumento na frequência de voos.

A redução ocorreu para atender a uma diretriz definida pela Secretaria Nacional de Aviação Civil, do Ministério de Portos e Aeroportos, que estabeleceu um limite máximo de 10 milhões de passageiros atendidos no Santos Dumont até o fim de 2023.

No início de 2024, o Santos Dumont passou a operar apenas voos dentro de um raio de até 400 quilômetros.

Já em 2023, a restrição se mostrou benéfica para o Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, que registrou crescimento de 35% no número de passageiros em relação a 2022, alcançando 7,9 milhões de viajantes.

Fonte: CNN BRASIL

Araucária ganha protagonismo em projetos arquitetônicos

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A Araucária representou entraves para as empresas da construção civil durante anos por ser uma árvore protegida pela Lei Federal nº 11.428, o que restringia as ocupações urbanas. Quase 20 anos após a proibição do corte, a Araucária assume um novo papel: deixa de ser obstáculo técnico e passa a ser elemento estruturante da arquitetura contemporânea. A paisagem original entra no centro do projeto, e essa mudança acompanha a valorização das espécies nativas. O território não precisa ser apagado e a arquitetura passa a dialogar com o que já existe.

A reconexão entre pessoas e natureza ganha força no mercado imobiliário. Nesse cenário, a Araucária assume uma função ecológica ativa. “São conceitos que ampliam o papel da sustentabilidade para além da mitigação de impactos, promovendo recomposição ecológica”, define o engenheiro civil, Iago de Oliveira, consultor de sustentabilidade e sócio fundador da consultoria Bloco Base. “Quando trazemos espécies nativas, em risco de extinção, que sejam polinizáveis e frutíferas, transformamos o espaço construído em uma ferramenta de regeneração do ecossistema local”, complementa.

O engenheiro civil defende também a manutenção dos espécimes já existentes e a adesão de novas unidades. “Isso é fundamental para a conservação das relações ecossistêmicas que já existem, mas também é relevante a inclusão de novas mudas de Araucária nos projetos, contribuindo para a preservação a longo prazo da espécie e fortalecendo a variabilidade genética entre elas”, ressalta.

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Em Curitiba, a Araucária ganha espaço e incentivo para manutenção

Em Curitiba, essa lógica se materializa em novos empreendimentos com a árvore símbolo do Paraná, que passa a ganhar centralidade nos projetos. Assim, a Araucária orienta as escolhas desde as etapas iniciais.

Um exemplo é o residencial Kóra, das incorporadoras AGL e ALTMA, que preserva uma Araucária existente. A árvore estrutura todo o conceito paisagístico do projeto na capital do Paraná. O Refúgio da Araucária nasce como espaço de contemplação urbana. Ali, o pinheiro-do-Paraná define fluxos e experiências.

“A Araucária tende a ser ‘demonizada’ em projetos por conta da área de preservação que institui”, afirma o arquiteto Andrei Crestani, da Urbideias – estúdio que assina o projeto. “Para nós, ela é um marco da história da paisagem do estado. […] Por isso, decidimos colocá-la no centro das decisões conceituais, funcionais e de experiências”, completa.

Na capital paranaense, a Araucária também influencia políticas públicas. A legislação municipal prevê incentivos à preservação. O decreto nº 597/2023 garante benefícios construtivos a quem preserva as árvores. Além disso, a cidade carrega o nome do símbolo paranaense em sua origem. Em guarani, Curitiba significa “grande quantidade de pinheiros.”

Integrada ao desenho do residencial, a Araucária transforma o terreno em refúgio urbano no coração de Curitiba.Integrada ao desenho do residencial, a Araucária transforma o terreno em refúgio urbano no coração de Curitiba. (Foto: Liz Magnaguagno/Acervo AGL e ALTMA)

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Na Serra da Mantiqueira, Araucária tem protagonismo na arquitetura

Na Serra da Mantiqueira, a Araucária também orienta os projetos. Em Campos do Jordão (SP), a Casa das Araucárias nasce integrada à paisagem e ao clima serrano, que definem o ritmo da arquitetura. Nesse modelo, a obra se adapta à árvore. O resultado reforça identidade e pertencimento.

“Na Casa das Araucárias, o ponto de partida do projeto foi o respeito absoluto ao lugar. Entendemos que a arquitetura deve se integrar à paisagem existente, e não se impor a ela. Preservar as araucárias — algumas centenárias e símbolo da região, hoje ameaçadas de extinção — foi uma premissa fundamental”, afirma a arquiteta Chantal Ficarelli, do escritório Arkitito, que assina o projeto.

Os espaços externos surgem entre troncos e copas. e a Araucária organiza a ocupação do terreno. “Os volumes foram dispostos de maneira a abraçar as árvores e aproveitar os desníveis para criar espaços externos únicos e privativos”, explica a arquiteta.

Em Campos do Jordão, o projeto se molda às araucárias existentes e transforma a paisagem serrana em elemento central da arquitetura.Em Campos do Jordão, o projeto se molda às Araucárias existentes e transforma a paisagem serrana. (Foto: Andreia Soares/Arkitito Arquitetura)

Cuidados técnicos devem orientar a manutenção das Araucárias nas obras

Integrar uma Araucária exige precisão técnica. Árvores de grande porte demandam planejamento específico com atenção à preservação desde o canteiro de obras.

“Em um temporal, se cai um galho de uma Araucária, é como uma flecha perfurando uma cobertura”, alerta a arquiteta Karin Lauer, do escritório Wunder Haus, no Rio Grande do Sul. “Há cuidados que devem ser tomados até para que a própria obra não seja a razão da morte da Araucária. Ela precisa de cuidados quanto ao que pode ser feito no entorno”, alerta a arquiteta.

Além do risco físico, existe a fragilidade biológica. A Araucária responde a alterações no solo e na drenagem. Cada decisão interfere na sua sobrevivência. “Mesmo com a fiação elétrica subterrânea é necessário cuidado. Paisagisticamente, é uma escultura, algo incrível”, completa Lauer.

Em Curitiba, a preservação da araucária também gera incentivo urbano, com benefícios construtivos para imóveis que mantêm a árvore no terreno.Em Curitiba, a preservação da araucária também gera incentivo urbano. (Foto: Andreia Soares/Acervo Arkitito Arquitetura)

Apenas 4,3% da floresta das Araucárias original permanece em pé

A Araucária marca a identidade do Sul do Brasil. A floresta Ombrófila Mista, como é conhecida a Floresta de Araucárias, sobrevive em fragmentos. Antes, ocupava cerca de 200 mil quilômetros quadrados. Atualmente, apenas 4,3% da floresta original permanece em pé. Isso equivale a cerca de 1,2 milhão de hectares. Os dados constam em estudo da revista Biological Conservation.

Outro alerta dos autores recai sobre a proteção insuficiente da floresta remanescente. Dos 1,2 milhão de hectares ainda existentes, apenas 13,5% estão oficialmente protegidos. O estudo indica que os dez maiores fragmentos de florestas de Araucárias seguem vulneráveis, já que 68% dessas áreas permanecem fora de zonas de proteção efetiva.

Fonte: Gazeta do Povo