sábado, abril 11, 2026
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Davi Brito faz desabafo após ataques a irmã de 9 anos: “É violência”

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O ex-BBB Davi Brito, 23, vencedor do BBB 24, usou as redes sociais para fazer um desabafo após relatar ataques direcionados à sua irmã, de 9 anos.

Na publicação, ele afirmou que os comentários em fotos da criança com a família nas redes sociais ultrapassaram o campo da crítica e configuram racismo. “Não é sobre uma expressão no rosto. É sobre racismo”, escreveu.

Entre os comentários com ataques, Davi destacou alguns: “povo estranho”, “a menina tá com duas entidades malignas”, “essa criança salvou meu dia” (seguido de emojis de risadas, “que diabo de família feia” e “o mais preocupante é que essa espécie se reproduz”.

Segundo Davi, desde que venceu o reality show, sua família passou a ser “vigiada, julgada e atacada”, como se tivesse que “provar, todos os dias, que merece respeito”.

“Uma família preta não pode errar. Não pode cansar. Não pode ter um dia ruim. Não pode existir fora do padrão que vocês criaram”, escreveu.

Davi disse ainda que os ataques se intensificaram ao atingir uma criança. “Mas agora vocês ultrapassaram todos os limites. Vocês atacaram uma criança de 9 anos.”

No texto, o ex-BBB afirmou que práticas como racismo e xenofobia não podem ser tratadas como opinião. “Racismo e xenofobia não são opinião. São violência.”

Davi também destacou que a irmã não deveria precisar lidar com esse tipo de situação. “Minha irmã não é forte porque precisa ser. Ela deveria apenas ser criança.”

Ofensas inaceitáveis

Antes do desabafo pessoal, a equipe de Davi Brito havia divulgado nas redes do ex-BBB uma nota de repúdio em solidariedade à família.

No comunicado, a assessoria afirmou que os ataques “ultrapassam qualquer limite de crítica” e que se tratam de ações “preconceituosas, ofensivas e inaceitáveis”. “Racismo é crime. Não é opinião, não é brincadeira, não é liberdade de expressão”.

A equipe também informou que avalia medidas cabíveis diante dos ataques e declarou solidariedade a Davi e seus familiares. “Ataques racistas não apagam conquistas”, diz o texto.

No encerramento de sua publicação, Davi afirmou que não irá se calar diante das agressões. “Nós não vamos abaixar a cabeça. Não vamos pedir desculpas por existir.”

Fonte: CNN BRASIL

Protestos se espalham pelo mundo após ação dos EUA na Venezuela

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Manifestantes se reuniram em cidades ao redor do mundo para protestar contra a intervenção militar dos Estados Unidos na Venezuela, que resultou na retirada do ditador Nicolás Maduro do poder.

Enquanto parte dos venezuelanos celebrou a captura de Maduro, protestos em diferentes países classificaram a operação americana como um excesso e uma afronta à soberania e à autonomia do país.

Na Espanha, manifestações ocorreram em frente à Embaixada dos Estados Unidos, em Madri. O país abriga uma grande comunidade venezuelana, incluindo o líder da oposição Edmundo González.

A venezuelana Eugenia Contreras, que vive na Espanha há cinco anos, disse à Reuters ser “lamentável” que alguns compatriotas tenham comemorado a queda de Maduro.

“Isso é um crime contra a nossa nação, porque intervir em nossa terra, em nosso povo soberano, é um ato de agressão”, afirmou.

Carlos, morador de Madri, disse à CNN que o presidente dos EUA, Donald Trump, “não escondeu” que a intervenção teria como objetivo “controlar o petróleo do território”.

Em Havana, capital de Cuba, dezenas de milhares de pessoas se reuniram no sábado para protestar contra a ação americana. O governo cubano é aliado histórico de Maduro e condenou publicamente a operação dos Estados Unidos.

Na Colômbia, multidões também foram às ruas em Bogotá no sábado. “Como mulher latino-americana, queremos dizer ao mundo que estamos rejeitando de forma absoluta e inequívoca essa invasão criminosa, assassina e colonialista”, declarou Martha Elene Huertas à Reuters.

Protestos ainda foram registrados fora da América Latina. Na Índia, integrantes e apoiadores de partidos de esquerda se reuniram em Nova Déli, no domingo, para expressar solidariedade à Venezuela.

Já nas cidades turcas de Ancara e Istambul, manifestantes exibiram faixas denunciando o “imperialismo” e exigindo que os Estados Unidos “tirem as mãos da Venezuela”

Fonte: CNN BRASIL

Colômbia mobiliza 30 mil soldados na fronteira com a Venezuela

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Há mais de 30 mil soldados colombianos atualmente posicionados ao longo dos 2.200 quilômetros de fronteira da Colômbia com a Venezuela, informou neste domingo (4) o ministro da Defesa colombiano, Pedro Arnulfo Sánchez.

O reforço militar ocorre após os ataques dos Estados Unidos em território venezuelano e a captura do ditador Nicolás Maduro.

Segundo Sánchez, em entrevista à CNN, as tropas estão priorizando regiões estratégicas onde atuam dois grupos ligados ao narcotráfico: o Exército de Libertação Nacional (ELN) e o Tren de Aragua.

No sábado (3), por volta das 3h (horário de Brasília), tropas americanas chegaram ao complexo onde estavam Maduro e sua esposa, Cilia Flores. A ação resultou na captura do líder venezuelano.

Horas depois, Maduro foi levado aos Estados Unidos escoltado por agentes federais, algemado e vestindo roupas cinzas. Ele foi encaminhado ao Centro de Detenção Metropolitano, no Brooklyn, onde permanece detido.

O líder venezuelano deve comparecer pela primeira vez a um tribunal em Nova York às 14h desta segunda-feira (5), no horário de Brasília.

Fonte: CNN BRASIL

Venezuelanos no exterior reagem a ataque dos EUA e queda de Maduro

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O ataque dos Estados Unidos que resultou na captura do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, na madrugada de sábado (3), levou manifestantes às ruas em diversas cidades do mundo neste fim de semana, incluindo venezuelanos que migraram para outros países em busca de melhores condições de vida. 

Além de levar Maduro e a primeira-dama, Cilia Flores, para serem julgados nos Estados Unidos, por um suposto envolvimento com o tráfico internacional de drogas, o governo americano anunciou que pretende administrar a Venezuela “até que se possa realizar uma transição segura, adequada e criteriosa”.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, também afirmou que empresas americanas passarão a controlar o setor de petróleo do país, que tem as maiores reservas confirmadas de óleo e gás do mundo. 

Segundo a agência de notícias Reuters, houve atos de venezuelanos neste fim de semana comemorando a ação dos Estados Unidos em uma série de países latino-americanos e também na Espanha, em cidades como Bogotá, Lima, Quito e Madrid. 

Na Cidade do México, venezuelanos e mexicanos a favor e contra a ação militar norte-americana organizaram atos em frente às embaixadas da Venezuela e dos Estados Unidos, com críticas ao intervencionismo ou celebrações de que o país estava livre de Maduro. A polícia precisou intervir para evitar o aumento da tensão entre os grupos.  

Em Buenos Aires, na Argentina, movimentos sociais e venezuelanos contrários à ação protestaram no sábado, em frente à embaixada dos Estados Unidos, enquanto outro grupo se reuniu no Obelisco para comemorar a captura de Maduro. 

Também houve protestos contra o ataque nos Estados Unidos, em cidades como São Francisco e Nova York, além do registro de grupos de venezuelanos que celebraram a ação.

 

Pessoas celebram ação dos Estados Unidos em protesto em Buenos Aires, na Argentina REUTERS/Mariana Nedelcu

Diáspora

Cerca de 20% da população da Venezuela deixou o país desde 2014, e os principais destinos foram a Colômbia, que recebeu 2,8 milhões de venezuelanos, e o Peru, que recebeu 1,7 milhão, de acordo com a plataforma R4V, um grupo de ONGs regionais que prestam assistência a migrantes e refugiados da Venezuela, criada pela agência de migração da ONU.

Há três anos na Espanha, país que recebeu 400 mil venezuelanos, Andrés Losada disse à Reuters que está lutando entre a preocupação e a alegria com a situação na Venezuela.

“Embora o que as pessoas estejam passando em Caracas seja difícil, acredito que, além disso, há uma luz que nos levará à liberdade”, acrescentou.

Em Quito, capital do Equador, a venezuelana Maria Fernanda Monsilva disse esperar que Edmundo González, o principal candidato da oposição venezuelana na eleição presidencial de 2024, possa assumir o poder.

“Muitos de nós que estamos no exterior queremos voltar”, disse Monsilva.

Apesar da declaração do governo americano de pretende controlar a Venezuela, o Supremo Tribunal de Justiça da Venezuela (TSJ, na sigla em espanhol) decidiu que a vice-presidente executiva Delcy Rodríguez deverá assumir a presidência interina do país.

 

Manifestantes contrários ao ataque protestam na Cidade do México. Frame Reuters/Proibida reprodução

Em Caracas, capital da Venezuela e cidade que foi alvo do ataque, uma manifestação repudiou a intervenção americana. O venezuelano José Hernandez participou do protesto e classificou de criminosa a operação estrangeira em seu país.

“Os outros países do mundo precisam ter muita clareza sobre o modo completamente criminoso com que os Estados Unidos estão agindo. Isso é extrair, ou melhor, roubar recursos de outros países que têm energia e minérios”, criticou.

*Com informações da Reuters

Fonte: Agência Brasil

Flamengo segue em busca de ‘perfil Kaio Jorge’ mesmo com recusa do Cruzeiro

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BRUNO BRAZ
RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) – Se não conseguir Kaio Jorge, o Flamengo seguirá em busca de um atacante com as mesmas características do artilheiro do Cruzeiro.

CENTROAVANTE MÓVEL

O Rubro-Negro quer um centroavante que, além de ser goleador, seja móvel, que ataque a profundidade e os espaços, perfil este preenchido pelo jogador cruzeirense na análise da diretoria e comissão técnica do Flamengo.

A característica contrasta com a de Pedro -atualmente “dono” da posição- e também agrada pelo estilo de jogo praticado pelo técnico Filipe Luís.

O clube mineiro, porém, faz jogo duro e já recusou duas propostas rubro-negras: a primeira de 30 milhões de euros (R$ 191 milhões) e a segunda de 24 milhões de euros (R$ 153 milhões) mais o atacante Everton Cebolinha, avaliado pelos cariocas em 8 milhões de euros (R$ 51,4 milhões).

O Cruzeiro bate o pé e diz que só negocia Kaio Jorge por 50 milhões de euros. O Flamengo, por sua vez, cogita esticar a corda para 27 milhões de euros (R$ 172 milhões) mais Cebolinha, no entanto, sabe que um desfecho positivo é muito difícil.

Com o impasse, o Rubro-Negro já mapeia outros atacantes no mercado que possuem esta característica. O argentino Taty Castellanos era um dos alvos, mas ele encaminhou sua transferência para o West Ham, da Inglaterra.

UM REFORÇO E ALGUMAS SAÍDAS

Até o momento, o Flamengo já tem acertada a contratação do zagueiro Vitão, ex-Internacional, que assinou contrato até 2029. Além de um centroavante, o clube busca ao menos um goleiro e um meia. No gol o plano A é Gabriel Brazão, do Santos. Outro que está na lista é Pedro Morisco, do Coritiba.

Paralelamente, o Rubro-Negro já encaminhou algumas saídas. O atacante Juninho foi vendido ao Pumas, do México. O lateral-esquerdo Viña está em vias de ser emprestado para o River Plate, da Argentina. O atacante Carlinhos foi emprestado ao Remo e o meia-atacante Petterson teve seu contrato rescindido.

O Flamengo ainda tem como “negociáveis” os atacantes Everton Cebolinha e Michael e o volante Allan. O primeiro está cobiçado no mercado e pode servir como moeda de troca. Já o segundo, com um alto salário, tem gerado uma dificuldade para negociações. O terceiro interessa ao São Paulo.

Fonte: Noticias ao Minuto

Análise: Vice é importante, mas militares que decidirão rumos da Venezuela

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Os militares venezuelanos reconheceram Delcy Rodríguez como a nova presidente da Venezuela, mas são eles que deterão o poder real e decidirão os rumos do país. Esta é a análise feita pelo analista sênior de Internacional Américo Martins, no Agora CNN, que destacou a importância central das forças armadas no contexto político venezuelano.

“Os militares são fundamentais neste processo porque têm de fato o poder político e também o poder econômico na Venezuela”, explicou Martins. Segundo ele, após um golpe que derrubou brevemente Hugo Chávez no passado, houve uma grande reforma nas forças armadas venezuelanas, que passaram a deter significativo controle sobre a economia, com muitos generais responsáveis pelas principais empresas estatais, incluindo a PDVSA (estatal do petróleo).

Delcy Rodríguez, descrita como uma “chavista de primeira hora” e com forte formação ideológica crítica aos Estados Unidos, enfrenta agora o desafio de decidir qual papel desempenhará na transição. Seu irmão, Jorge Rodríguez, também possui considerável influência, controlando a Assembleia Nacional do país. No entanto, a grande questão é se ela aceitará negociar com os Estados Unidos.

Possibilidades de negociação e pressão americana

O perfil de Delcy Rodriguez não é de uma negociadora, mas de uma “ferrenha defensora do chavismo” e crítica dos Estados Unidos. Contudo, ela pode chegar à conclusão de que a própria sobrevivência política dela e do regime depende de algum tipo de negociação.

Donald Trump teria feito uma ameaça à nova líder venezuelana, sugerindo que ela poderia ser a próxima vítima de um ataque semelhante ao que aconteceu com Maduro caso não mantivesse a linha desejada pelos Estados Unidos. Anteriormente, Trump mencionou que Rodriguez havia conversado com Marco Rubio, secretário de Estado americano, sobre a transição e o futuro da Venezuela.

“A Delcy é importante no processo, mas os militares que agora apoiam a ela formalmente é que vão decidir, de fato, os próximos rumos na Venezuela”, concluiu Martins. Os militares, junto com figuras importantes do regime como Delcy Rodríguez e Jorge Rodríguez, podem chegar à conclusão de que o melhor caminho é a negociação com os Estados Unidos, permitindo, por exemplo, a volta de mais empresas americanas para explorar o petróleo venezuelano e a realização de eleições futuras.

Fonte: CNN BRASIL

Bernie Sanders e Kamala Harris criticam ações de Trump na Venezuela

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O senador norte-americano Bernie Sanders, do Partido Democrata, e a ex-vice-presidente dos Estados Unidos, a também democrata Kamala Harris, criticaram e condenaram as ações de Trump na Venezuela.

Em vídeo postado na rede social X, Sanders avaliou que Trump voltou a demonstrar desprezo pela Constituição e pelo Estado de Direito. 

“Sejamos claros: o presidente dos Estados Unidos não tem o direito de, unilateralmente, levar o país à guerra, mesmo que seja contra um ditador corrupto e brutal como Nicolás Maduro. Os Estados Unidos não têm o direito, como dito por Trump, de assumir o controle da Venezuela.”

Em sua declaração, o senador cobrou do Congresso norte-americano que aprove o quanto antes uma resolução sobre poderes de guerra para acabar com o que se referiu como operação militar ilegal: “O ataque de Trump contra a Venezuela não torna os Estados Unidos ou o mundo um lugar mais seguro”. 

Senador Bernie Sanders – Reuters/Mike Segar/direitos reservados

“Pelo contrário, essa violação descarada das leis internacionais dá sinal verde para que qualquer país do mundo que deseje atacar outra nação no intuito de aproveitar seus recursos ou fazer mudanças em seus governos o faça. Essa é a lógica perversa que Putin utilizou para justificar seu ataque brutal à Ucrânia.”

Sanders disse ainda que, mesmo antes do ataque militar à Venezuela, Trump e sua administração já haviam demonstrado abertamente o desejo de retomar a chamada Doutrina Monroe, “que prega que os Estados Unidos têm o direito de dominar os assuntos do hemisfério”. 

“Eles falaram abertamente sobre controlar as reservas de petróleo da Venezuela, as maiores do mundo. Não vamos nos enganar: isso é imperialismo de alto nível. Isso relembra períodos sombrios de intervenção norte-americana na América Latina, que deixaram um terrível legado.”

“É um ato que será e deve ser condenado pelo mundo democrático”, concluiu o senador. 

Kamala Harris

Ex-vice-presidente dos EUA, Kamala Harris – REUTERS/Kevin Lamarque/Proibida reprodução

Também em seu perfil no X, a ex-vice-presidente dos Estados Unidos condenou as ações de Trump na Venezuela, ao mesmo tempo em que classificou Maduro como “ditador brutal e ilegítimo”. 

“Já vimos esse filme antes. Guerras por mudança de regime ou por petróleo, vendidas como demonstração de força, mas que se transformam em caos e famílias americanas pagam o preço.”

Para Kamala, não se trata de tráfico de drogas ou de defesa da democracia. “É sobre o petróleo e sobre o desejo de Donald Trump de se passar como o homem mais forte da região. Se ele se importasse com alguma dessas coisas, não perdoaria um narcotráfico condenado nem marginalizaria a legítima oposição venezuelana enquanto busca acordos com aliados de Maduro”. 

A ex-vice-presidente avaliou ainda que Trump gasta bilhões de dólares com a operação, coloca a tropa norte-americana em risco, desestabiliza a região e não oferece nenhum tipo de autoridade legal, nenhum plano de saída e nenhum benefício para o povo estadunidense. 

Entenda

No sábado (3), diversas explosões foram registradas em bairros da capital venezuelana Caracas. Em meio ao ataque militar, orquestrado pelos Estados Unidos, o presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, e sua esposa, Cilia Flores, foram capturados por forças de elite norte-americanas e levados para Nova York. 

O ataque marca um novo episódio de intervenções diretas norte-americanas na América Latina. A última vez que os Estados Unidos invadiram um país latino-americano foi em 1989, no Panamá, quando militares sequestraram o então presidente Manuel Noriega, acusando-o de narcotráfico.

Assim como fizeram com Noriega, os Estados Unidos acusam Maduro de liderar um suposto cartel venezuelano chamado De Los Soles, sem apresentar provas. Especialistas em tráfico internacional de drogas questionam a existência do cartel.

O governo de Donald Trump oferecia uma recompensa de US$ 50 milhões por informações que levassem a prisão de Maduro.

Para críticos, a ação é uma medida geopolítica para afastar a Venezuela de adversários globais dos Estados Unidos, como China e Rússia, além de exercer maior controle sobre o petróleo do país, que é dono das maiores reservas de óleo comprovadas do planeta.

Matéria ampliada às 12h28

Fonte: Agência Brasil

Vídeo mostra vítimas de feminicídio em festa de Réveillon horas antes de serem assassinadas no norte da Bahia; confira

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Um vídeo que circula nas redes sociais registra Micaela Leite e Kacymyra Dias dançando juntas durante uma festa de Réveillon, um dia antes de serem encontradas mortas após o incêndio da casa onde estavam, em Remanso, no norte da Bahia. 

As vítimas participaram da celebração de Ano-Novo promovida pela prefeitura do município. Nas imagens, já ao amanhecer, Micaela e Kacymyra aparecem abraçadas, dançando e acenando para a câmera que registrava o momento.

Entenda o caso

O ex-companheiro de uma das vítimas é o principal suspeito de ter cometido o crime. 

Os corpos das duas mulheres foram localizados carbonizados na madrugada deste sábado (3). Segundo a Polícia Militar, equipes da 25ª Companhia Independente (CIPM) foram acionadas nas primeiras horas da manhã para atender a ocorrência. Com o apoio de moradores, os policiais conseguiram controlar as chamas.

Durante a vistoria no interior da residência, os agentes encontraram três corpos sem sinais vitais. Além das duas mulheres, foi identificado o corpo de Igor Galvão de Sousa, de 31 anos, ex-companheiro de uma das vítimas.

As investigações apontam que Igor teria invadido a casa, surpreendido o casal no quarto e ateado fogo de forma intencional no cômodo. Em seguida, ele teria tirado a própria vida. Micaela e Kacymyra mantinham um relacionamento.

O caso está sob investigação da Delegacia Territorial de Remanso, que trata a ocorrência como feminicídio seguido de suicídio.

Confira o vídeo:

Fonte: Farol da Bahia

Maduro deve comparecer a tribunal de Nova York nesta segunda-feira (5)

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O ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, deve comparecer pela primeira vez a um tribunal em Nova York às 14h desta segunda-feira (5), no horário de Brasília.

A audiência será conduzida pelo juiz distrital Alvin Hellerstein, informou o Tribunal Distrital dos EUA para o Distrito Sul de Nova York.

O Departamento de Justiça americano divulgou no sábado (3) uma nova acusação contra Maduro, que faz parte de um processo criminal por tráfico de drogas que o governo federal move há 15 anos.

Hellerstein supervisiona o caso há mais de uma década. O juiz de 92 anos, indicado por Clinton, é um magistrado experiente que já atuou em diversos casos de grande repercussão.

Na acusação de sábado (3), o Departamento de Justiça diz que Maduro e seus aliados transformaram as instituições venezuelanas em um foco de corrupção alimentada pelo narcotráfico para benefício próprio.

Segundo Elie Honig analista jurídico da CNN e ex-promotor federal, os advogados do ditador devem sustentar que Maduro não poderia ser processado por atos praticados enquanto chefe de Estado de um país estrangeiro.

Ele também avalia que é difícil prever como o caso será conduzido, já que não há um exemplo idêntico na história recente.

Fonte: CNN BRASIL

Professor: América do Sul deve ter cautela com cenário aberto na Venezuela

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A América do Sul precisa adotar uma postura cautelosa diante dos diferentes cenários que se abrem na Venezuela após a recente intervenção dos Estados Unidos no país. O alerta foi feito por Andre Pagliarini, professor da Universidade de Louisiana, durante entrevista ao Agora CNN sobre a reunião da Celac (Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos) que discutiu a situação na Venezuela.

Segundo o professor, há uma mudança estratégica na postura do Brasil e de outros países da região em relação à Venezuela. “Houve, sim, uma mudança de posição, mesmo antes disso, mesmo antes do Trump assumir”, observou. Ele destacou que o governo brasileiro, que em gestões anteriores demonstrava maior solidariedade com a Venezuela, adotou uma postura mais distante em relação ao regime de Maduro.

Intervenção americana e seus desdobramentos

Pagliarini analisou também as possíveis motivações por trás da ação dos Estados Unidos. “Eu não acho que há esse apetite nos Estados Unidos por uma intervenção duradoura no hemisfério”, afirmou. Na visão do especialista, a ação americana teve características específicas: “O Trump queria uma coisa dramática desse estilo quase hollywoodiano para depois entregar a sorte à América do Sul”.

Apesar de não acreditar em uma intervenção prolongada, o professor enfatizou a necessidade de vigilância por parte dos países sul-americanos. “Os líderes da América do Sul precisam ter cautela, precisam imaginar vários cenários que se abrem”, alertou, sugerindo que a intervenção pode representar “o primeiro capítulo de uma nova era intervencionista dos Estados Unidos”. O especialista concluiu ressaltando a importância de observar atentamente o posicionamento oficial do Brasil e da Celac sobre a situação.

Fonte: CNN BRASIL