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Denúncias de assédio moral disparam no governo Lula, aponta relatório da CGU

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O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registrou 7,2 mil denúncias de assédio moral em 2025, uma média de 20 casos por dia na administração federal, de acordo com dados da Controladoria-Geral da União (CGU). Houve uma disparada de 62% em relação a 2024 e um salto de 600% na comparação com 2020.

O levantamento, apurado pelo Estadão neste final de semana com dados da CGU, indica que as queixas vêm crescendo de forma contínua nos últimos seis anos dentro do governo federal. Em 2020, ainda durante o governo Bolsonaro, foram 1.029 registros, número que chegou a 7.227 em 2025.

A CGU justificou a disparada de denúncias a um maior estímulo à formalização dos registros. Segundo o órgão, o aumento não deve ser interpretado “apenas sob uma ótica quantitativa”, pois estaria ligada à ampliação do conhecimento sobre o tema e ao fortalecimento dos canais oficiais.

“O crescimento das manifestações está associado, em grande medida, à ampliação do conhecimento sobre o tema, às ações de comunicação e sensibilização e ao fortalecimento dos canais de denúncia, incluindo iniciativas do Programa Federal de Prevenção e Enfrentamento do Assédio e da Discriminação (PFPEAD), instituído pelo Decreto nº 12.122/2024, além de orientações técnicas que ampliaram a credibilidade desses canais”, afirmou em nota (veja na íntegra mais abaixo).

VEJA TAMBÉM:

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As denúncias de 2025 foram registradas em ouvidorias de 301 órgãos federais espalhados pelo país. A própria CGU concentrou o maior número de reclamações, com 676 registros, seguida pelo Ministério do Trabalho, com 325, e pelo Ministério da Saúde, com 198.

Também aparecem entre os órgãos mais citados a Fundação Oswaldo Cruz, com 101 denúncias, e a Eletronuclear, com 87 registros no período analisado. A CGU explica que sua ouvidoria recebe relatos não apenas de servidores do órgão, mas também de funcionários de outras áreas do governo.

Além das 7,2 mil denúncias contabilizadas em 2025, outras 1,4 mil reclamações acabaram descartadas logo no início do processo. Segundo a Controladoria, esses registros não apresentaram informações mínimas, como identificação dos envolvidos ou descrição detalhada dos fatos.

A CGU define assédio moral como uma “conduta abusiva que expõe pessoas ou grupos a situações hostis e de humilhação, constrangimento, intimidação, agressividade e menosprezo”. De acordo com o órgão, esse tipo de prática gera sofrimento psíquico ou físico e interfere negativamente na vida pessoal e profissional das vítimas.

Em manual divulgado em 2023, a Controladoria reforçou que o assédio moral e outras formas de discriminação são “inaceitáveis em qualquer circunstância”. O documento afirma que essas práticas violam direitos fundamentais e deterioram o ambiente de trabalho dentro da administração pública.

Veja, abaixo, o que disse a CGU sobre a disparada de casos de assédio moral no último ano:

Os dados do Painel Resolveu refletem manifestações de ouvidoria registradas na Plataforma Fala.BR, incluindo denúncias, e não se confundem com casos confirmados. As denúncias são relatos que podem ou não se confirmar após a apuração pelos órgãos competentes, o que exige cautela em análises sobre aumento ou redução da ocorrência de assédio, sempre considerando o contexto de uso do canal.

A elevação dos registros não deve ser interpretada apenas sob uma ótica quantitativa. O crescimento das manifestações está associado, em grande medida, à ampliação do conhecimento sobre o tema, às ações de comunicação e sensibilização e ao fortalecimento dos canais de denúncia, incluindo iniciativas do Programa Federal de Prevenção e Enfrentamento do Assédio e da Discriminação (PFPEAD), instituído pelo Decreto nº 12.122/2024, além de orientações técnicas que ampliaram a credibilidade desses canais.

Somente no segundo semestre de 2025, a CGU realizou cerca de 20 treinamentos sobre assédio e discriminação para servidores de todo o Poder Executivo Federal, contribuindo para a prevenção e o enfrentamento do tema no âmbito federal.

A CGU reafirma o compromisso com o tratamento responsável das manifestações, a proteção ao denunciante e o aperfeiçoamento contínuo dos fluxos de apuração. Todas as denúncias registradas na Plataforma Fala.BR passam por análise técnica e estruturada, conforme os normativos vigentes, com verificação de admissibilidade e encaminhamento às unidades competentes sempre que identificados indícios suficientes, assegurando o devido processo e o sigilo.

Fonte: Gazeta do Povo

Mauro Vieira participa de reunião da Celac sobre crise na Venezuela

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O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, participa neste domingo (4) de reunião extraordinária da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac) convocada para discutir a situação na Venezuela, após ataque militar orquestrado pelos Estados Unidos. O encontro, agendado para o início da tarde, ocorre por meio de videoconferência. 

A Celac é um mecanismo intergovernamental de diálogo e acordo político que inclui permanentemente 32 países da América Latina e do Caribe. Funciona ainda como um fórum regional com todos os países da América Latina e do Caribe e aspira ser uma voz singular e estruturada na tomada de decisões políticas e na cooperação em apoio aos programas de integração regional.

Entenda

No sábado (3), diversas explosões foram registradas em bairros da capital venezuelana Caracas. Em meio ao ataque militar, orquestrado pelos Estados Unidos, o presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, e sua esposa, Cilia Flores, foram capturados por forças de elite norte-americanas e levados para Nova York. 

O ataque marca um novo episódio de intervenções diretas norte-americanas na América Latina. A última vez que os Estados Unidos invadiram um país latino-americano foi em 1989, no Panamá, quando militares sequestraram o então presidente Manuel Noriega, acusando-o de narcotráfico.

Assim como fizeram com Noriega, os Estados Unidos acusam Maduro de liderar um suposto cartel venezuelano chamado De Los Soles, sem apresentar provas. Especialistas em tráfico internacional de drogas questionam a existência do cartel.

O governo de Donald Trump oferecia uma recompensa de US$ 50 milhões por informações que levassem a prisão de Maduro.

Para críticos, a ação é uma medida geopolítica para afastar a Venezuela de adversários globais dos Estados Unidos, como China e Rússia, além de exercer maior controle sobre o petróleo do país, que é dono das maiores reservas de óleo comprovadas do planeta.

Fonte: Agência Brasil

Ações da Chevron e de refinarias dos EUA sobem após captura de Maduro

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As ações das empresas petrolíferas dos EUA subiam nas negociações pré-mercado nesta segunda-feira (5), com investidores apostando que a ação do presidente Donald Trump contra a liderança da Venezuela permitirá que as empresas norte-americanas tenham maior acesso às maiores reservas de petróleo do mundo.

As ações da Chevron, a única grande empresa dos EUA que atualmente opera nos campos de petróleo da Venezuela, subiram 7,3%, enquanto as refinarias Phillips 66, Marathon Petroleum, Valero Energy e PBF Energy subiram entre 5% e 16%.

Os ganhos ocorreram depois que Trump disse que os EUA precisavam de “acesso total” às vastas reservas de petróleo da Venezuela após a prisão do presidente Nicolás Maduro, aumentando as expectativas de que Washington poderia diminuir as restrições sobre exportações venezuelanas de petróleo bruto.

“Vamos fazer com que nossas grandes empresas petrolíferas dos EUA, as maiores do mundo, entrem, gastem bilhões de dólares, consertem a infraestrutura muito quebrada, a infraestrutura de petróleo, e comecem a ganhar dinheiro para o país”, disse Trump no sábado.

A Venezuela produzia até 3,5 milhões de barris por dia (bpd) na década de 1970, respondendo por mais de 7% da produção global.

A produção caiu para menos de 2 milhões de bpd na década de 2010 e atingiu uma média de cerca de 1,1 milhão de bpd no ano passado, ou aproximadamente 1% da oferta global, após anos de subinvestimento e sanções.

O petróleo venezuelano é um petróleo heavy sour com alto teor de enxofre, o que o torna adequado para a produção de diesel e combustíveis mais pesados, embora com margens menores em comparação com outros tipos, principalmente os do Oriente Médio.

“Esse tipo de petróleo se alinha bem com a configuração das refinarias da Costa do Golfo dos EUA, que historicamente foram projetadas para processar esses tipos de petróleo”, disse Ahmad Assiri, estrategista de pesquisa da Pepperstone.

A presença atual da Chevron na Venezuela, sob uma isenção dos EUA, posicionou-a como uma possível primeira beneficiária de qualquer mudança de política, enquanto as refinarias ganham com a maior disponibilidade de petróleo pesado mais perto de casa.

Ainda assim, analistas advertiram que qualquer recuperação significativa na produção de petróleo venezuelana provavelmente levaria tempo, dada a incerteza política, a deterioração da infraestrutura e os anos de subinvestimento.

Fonte: CNN BRASIL

Wagner Moura perde Critics Choice de TV, mas segue na disputa de cinema

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Wagner Moura foi desbancado por Owen Cooper, da série “Adolescência”, na categoria de melhor ator coadjuvante em série limitada ou filme feito para a TV do Critics Choice Award. Ele ainda concorre ao prêmio de melhor ator, na seção de cinema da premiação, pelo filme “O Agente Secreto”.

A cerimônia, que acontece em Los Angeles, na noite deste domingo (4), marca o início da temporada de prêmios de cinema e televisão. A premiação é considerada um termômetro do Oscar.

Wagner concorria em ator coadjuvante em minissérie por “Ladrões de Drogas”, série policial da Apple TV+ em que divide protagonismo com Brian Tyree Henry.

Além do vencedor, Owen Cooper, ele concorreu contra Ashley Walters, também da série “Adolescência”, Nick Offerman, de “Como um Relâmpago”, Michael Peña, de “All Her Fault”, e Ramy Youssef, de “Mountainhead”.

Já na categoria de melhor ator, Moura concorre com grandes nomes de Hollywood, como Leonardo DiCaprio, de “Uma Batalha Após a Outra”, Ethan Hawke, de “Blue Moon”, Joel Edgerton, de “Sonhos de Trem”, Timothée Chalamet, de “Marty Supreme”, e Michael B. Jordan, de “Pecadores”.

“O Agente Secreto” disputou na categoria de melhor filme internacional e venceu, desbancando “Foi Apenas Um Acidente”, da França, “A Garota Canhota”, da China, “A Única Saída”, da Coreia do Sul, “Sirât”, da Espanham e “Belén: Uma História de Injustiça”, da Argentina.

O QUE É O CRITICS CHOICE AWARDS

A premiação é organizada pelo Critics Choice Association, a maior associação de críticos da América do Norte. Os troféus são distribuídos de acordo com uma votação por escrito para selecionar os indicados, seguida pela votação para escolher o vencedor de cada categoria. São 575 membros votantes, que inclui críticos de cinema e televisão e jornalistas de entretenimento.

Antes do Critics Choice Awards, Wagner Moura foi laureado na 78ª edição do Festival de Cannes como melhor ator, tornando-se o primeiro brasileiro a conquistar a estatueta de interpretação masculina na competição principal. Na mesma cerimônia, Kleber Mendonça Filho também foi premiado com o troféu de melhor direção.

Na disputa das premiações, Moura também concorre ao Globo de Ouro, indicado como melhor ator em filme de drama pela atuação no longa de Kleber Mendonça Filho. Esta é a primeira vez que um ator brasileiro disputa nesta categoria. A cerimônia está marcada para o dia 11 de janeiro de 2026, em Los Angeles. “O Agente Secreto”, por sua vez, concorre em duas categorias –melhor filme e melhor filme em língua não inglesa.

O filme de Kleber Mendonça Filho desbancou o novo longa do cineasta iraniano Jafar Panahi, “Foi Apenas um Acidente”, que foi vencedor do Palma de Ouro, prêmio de maior prestígio do Festival de Cinema de Cannes. Também superou “A Garota Canhota”, de Taiwan, “A Única Saída”, da Coreia do Sul, “Sirât”, da Espanha, e “Belén: Uma História de Injustiça”, da Argentina

Folhapress | 05:15 – 05/01/2026

Fonte: Noticias ao Minuto

Em comunicado, Brasil e mais cinco países condenam ataque à Venezuela

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Em comunicado conjunto divulgado neste domingo (4), Brasil, Chile, Colômbia, Espanha, México e Uruguai condenaram o ataque militar orquestrado pelos Estados Unidos contra a Venezuela. Eles manifestaram, ainda, grande preocupação com as ações militares conduzidas pelo presidente norte-americano Donald Trump. 

Na nota, os governos dos seis países citam a gravidade das ações registradas na Venezuela e reafirmam sua adesão aos princípios previstos na Carta das Nações Unidas, documento que representa as aspirações e conquistas da humanidade em direção à paz. 

“Expressamos nossa profunda preocupação e repúdio às ações militares realizadas unilateralmente em território venezuelano, que contrariam princípios fundamentais do direito internacional, em particular a proibição do uso e da ameaça de força, e o respeito à soberania e à integridade territorial dos Estados, consagrados na Carta das Nações Unidas.” 

Ainda de acordo com o comunicado, os seis países avaliam que as ações constituem precedente “extremamente perigoso” para a paz e a segurança regional e colocam em risco a população civil.

“A situação na Venezuela deve ser resolvida exclusivamente por meios pacíficos, através do diálogo, da negociação e do respeito à vontade do povo venezuelano em todas as suas expressões, sem interferência externa e em conformidade com o direito internacional”. 

“Reafirmamos que somente um processo político inclusivo, liderado pelos venezuelanos, pode conduzir a uma solução democrática e sustentável que respeite a dignidade humana”, completou o comunicado conjunto, que reafirma a América Latina e o Caribe como uma zona de paz, “construída sobre o respeito mútuo, a solução pacífica de controvérsias e a não intervenção“.

Ao final da carta, os países signatários fazem um apelo à unidade regional que vá além das diferenças políticas diante de qualquer ação que ponha a estabilidade regional em risco.

Os países pedem ainda ao secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, e aos Estados-membros de mecanismos multilaterais relevantes que ajudem a reduzir as tensões e a preservar a paz na região. 

“Manifestamos nossa preocupação a qualquer tentativa de controle governamental, administração ou apropriação externa de recursos naturais ou estratégicos, que seja incompatível com o direito internacional e que ameace a estabilidade política, econômica e social da região”, concluiu o documento. 

Entenda

No sábado (3), diversas explosões foram registradas em bairros da capital venezuelana Caracas. Em meio ao ataque militar, orquestrado pelos Estados Unidos, o presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, e sua esposa, Cilia Flores, foram capturados por forças de elite norte-americanas e levados para Nova York. 

O ataque marca um novo episódio de intervenções diretas norte-americanas na América Latina. A última vez que os Estados Unidos invadiram um país latino-americano foi em 1989, no Panamá, quando sequestraram o então presidente Manuel Noriega, acusando-o de narcotráfico.

Assim como fizeram com Noriega, os Estados Unidos acusam Maduro de liderar um suposto cartel venezuelano chamado De Los Soles, sem apresentar provas. Especialistas em tráfico internacional de drogas questionam a existência do cartel.

O governo de Donald Trump oferecia uma recompensa de US$ 50 milhões por informações que levassem à prisão de Maduro.

Para críticos, a ação é uma medida geopolítica para afastar a Venezuela de adversários globais dos Estados Unidos, como China e Rússia, além de exercer maior controle sobre o petróleo do país, que é dono das maiores reservas de óleo comprovadas do planeta.

 

Fonte: Agência Brasil

João Fonseca desiste de importante torneio por conta de lesão na coluna

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Número 1 do tênis brasileiro, o carioca João Fonseca desistiu de disputar o ATP 250 de Brisbane, na Austrália, que marcaria sua estreia na temporada 2025. O atleta precisou abandonar o torneio devido a uma lesão na região lombar, segundo nota oficial da Associação de Tenistas Profissionais. Atual número 24 do mundo, João enfrentaria o norte-americano Reilly Opeka (54º no ranking) na primeira rodada de Brisbane, na madrugada de segunda (5). O torneio é preparatório para o Aberto da Austrália, o primeiro Grand Slam do ano.

Há pouco mais de dois meses, o carioca antecipou o encerramento da temporada de 2025, por conta de uma lombalgia. Na ocasião, ele desistiu de competir no ATP 250 de Atenas, na Grécia, que seria seu último torneio oficial. Aparentemente recuperado, no último dia 8 de dezembro, o brasileiro participou de uma partida de exibição contra o espanhol Carlos Alcaraz. Número 1 do mundo, Alcaraz superou João por 2 sets a 1.

Com a desistência de Brisbane, João Fonseca deve deixar o top 30 do ranking mundial. Ele defendia 125 pontos no torneio australiano, mesmo total que obteve com o título do Challenger de Camberra, seu primeiro torneio na temporada passada.

Após Brisbane, João Fonseca já tem programados outros sete compromissos oficiais neste início de ano.

 

Próximos torneios de João Fonseca

12 de janeiro 

ATP 250 de Adelaide (Austrália);

18 de janeiro

Aberto da Austrália;

6 de fevereiro 

Copa Davis com seleção brasileira (Canadá);

9 de fevereiro

ATP 250 de Buenos Aires;

16 de fevereiro 

ATP 500 do Rio de Janeiro;

4 de março

Masters 1000 de Indian Wells (Estados Unidos);

18 de março

Masters 1000 de Miami  (Estados Unidos).

Fonte: Alô Bahia

Cadillac anuncia Zhou Guanyu como reserva para estreia na Fórmula 1

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O chinês Zhou Guanyu foi anunciado nesta segunda-feira (5) como piloto reserva da Cadillac, vindo da Ferrari, para a temporada de estreia da equipe na Fórmula 1. O time, apoiado pela General Motors, fará sua primeira participação na categoria ainda este ano.

Aos 26 anos, Zhou disputou 68 Grandes Prêmios pela Sauber, equipe suíça, entre 2022 e 2024, período em que foi companheiro de equipe do finlandês Valtteri Bottas. O piloto é gerenciado pelo chefe da Cadillac, Graeme Lowdon.

De propriedade norte-americana, a Cadillac será a 11ª equipe do grid e contará com Bottas e o mexicano Sergio Pérez como pilotos titulares. Na estreia, marcada para março, no GP da Austrália, o time utilizará motores Ferrari.

Além de Zhou, a Cadillac também terá o americano Colton Herta, ex-piloto da IndyCar, como piloto de testes. Herta competirá na Fórmula 2 nesta temporada.

Nascido em Xangai, Zhou é o único piloto chinês a ter competido na Fórmula 1. A categoria, atualmente administrada pela Liberty Media, considera a China — país com mais de um bilhão de habitantes — um mercado estratégico para expansão.

“Trabalhei com Graeme e com Valtteri por muitos anos em diferentes funções, então entrar para a equipe parece como voltar para a família”, afirmou Zhou.

 

Fonte: CNN BRASIL

Flamengo é time da Série A com mais campeonatos em 2026

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(UOL/FOLHAPRESS) – Em ano com pausa para Copa do Mundo e com a criação de novos torneios regionais, o UOL mostra quais campeonatos cada equipe da Série A disputará em 2026.

O QUE CADA UM JOGA?

O Flamengo é o time com mais competições. O Rubro-Negro começará 2026 com seis campeonatos para disputar, sendo duas Recopas -uma no Brasil e outra Sul-Americana.

Athletico-PR e Coritiba serão os que menos torneios irão jogar. A dupla paranaense, recém-promovida à Série A do Brasileiro, disputará três torneios.

Chapecoense, Internacional, Remo e Vitória serão os únicos times a jogarem torneios regionais. Eles disputarão Copa Sul-Sudeste, Copa Verde e Copa do Nordeste, respectivamente, por não estarem envolvidos em nenhum campeonato continental e atenderem aos critérios de classificação aos regionais.

A extensão do calendário de cada time varia. Quanto mais a equipe avançar nos campeonatos que disputará, mais jogos fará. Se um brasileiro for campeão da Libertadores, ainda jogará a Copa Intercontinental no final do ano.

Os times da Série A não jogarão as primeiras fases da Copa do Brasil. As 20 equipes entrarão já na quinta etapa do torneio, prevista para abril.

As competições ficarão paralisadas durante a realização da Copa do Mundo. O torneio será disputado entre 11 de junho e 19 de julho de 2026, nos Estados Unidos, México e Canadá.

COMPETIÇÕES DE CADA TIME

Flamengo (6): Libertadores, Recopa Sul-Americana, Brasileiro, Copa do Brasil, Supercopa Rei e Carioca

Corinthians (5): Libertadores, Brasileiro, Copa do Brasil, Supercopa Rei e Paulistão

Palmeiras (4): Libertadores, Brasileiro, Copa do Brasil e Paulistão

Cruzeiro (4): Libertadores, Brasileiro, Copa do Brasil e Mineiro

Mirassol (4): Libertadores, Brasileiro, Copa do Brasil e Paulistão

Fluminense (4): Libertadores, Brasileiro, Copa do Brasil e Carioca

Botafogo (4): Libertadores, Brasileiro, Copa do Brasil e Carioca

Bahia (4): Libertadores, Brasileiro, Copa do Brasil e Baiano

São Paulo (4): Sul-Americana, Brasileiro, Copa do Brasil e Paulistão

Santos (4): Sul-Americana, Brasileiro, Copa do Brasil e Paulistão

Bragantino (4): Sul-Americana, Brasileiro, Copa do Brasil e Paulistão

Atlético-MG (4): Sul-Americana, Brasileiro, Copa do Brasil e Mineiro

Grêmio (4): Sul-Americana, Brasileiro, Copa do Brasil e Gaúcho

Vasco (4): Sul-Americana, Brasileiro, Copa do Brasil e Carioca

Vitória (4): Brasileirão, Copa do Brasil, Copa do Nordeste e Baiano

Internacional (4): Brasileiro, Copa do Brasil, Copa Sul-Sudeste e Gaúcho

Chapecoense (4): Brasileiro, Copa do Brasil, Copa Sul-Sudeste e Catarinense

Remo (4): Brasileiro, Copa do Brasil, Copa Norte e Paraense

Athletico (3): Brasileiro, Copa do Brasil e Paranaense

Coritiba (3): Brasileiro, Copa do Brasil e Paranaense

CALENDÁRIO DAS COMPETIÇÕES

Internacionais
Libertadores: 4 de fevereiro a 28 de novembro
Sul-Americana: 4 de março a 21 de novembro
Recopa Sul-Americana: 18 de fevereiro e 25 de fevereiro

Nacionais e estaduais
Brasileirão: 28 de janeiro a 2 de dezembro
Copa do Brasil: 18 de fevereiro a 6 de dezembro
Supercopa Rei: 1° de fevereiro
Estaduais: 6 de janeiro a 8 de março

Regionais
Copa Sul-Sudeste: 25 de março a 7 de junho
Copa do Nordeste: 25 de março a 7 de junho
Copa Verde: 25 de março a 7 de junho

Decisão foi tomada horas depois de uma entrevista coletiva tensa do treinador português, concedida após o empate por 1 a 1 em Elland Road, resultado que aumentou a pressão sobre o comando técnico do clube inglês.

Notícias ao Minuto | 07:08 – 05/01/2026

Fonte: Noticias ao Minuto

Prefeito de Nova York critica ato de guerra de Trump contra Venezuela

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O prefeito de Nova York, o democrata Zohran Mamdani, criticou o que considera ser “um ato de guerra” da administração de Donald Trump contra a Venezuela, cujo chefe de Estado foi capturado e levado para os Estados Unidos.

Em coletiva de imprensa no sábado, Zohran Mamdani disse ter tido uma conversa telefônica “franca e direta” com Donald Trump, a quem transmitiu o seu desacordo diante da “insistência em uma mudança de regime” na Venezuela.

Em comunicado publicado na sua página na rede social X, o prefeito disse que foi informado sobre a captura de Nicolás Maduro por tropas dos Estados Unidos, bem como sobre a “planejada detenção sob custódia federal em Nova York”.

Mamdani, que foi eleito em novembro e tomou posse na última quinta-feira (1°), lembrou que “atacar unilateralmente uma nação soberana é um ato de guerra e uma violação da lei federal e internacional”.

A “busca por uma mudança de regime” na Venezuela “não afeta apenas quem está no estrangeiro, mas também impacta diretamente os nova-iorquinos”, assinalou, recordando que dezenas de milhares de venezuelanos consideram Nova York a sua casa.

“O meu foco é a segurança deles e a segurança de cada nova-iorquino”, realçou Mamdani, prometendo que vai “continuar a monitorar a situação e emitir orientações relevantes”.

Acusação

A acusação dos Estados Unidos contra Nicolás Maduro vai ser julgada no Tribunal Distrital dos Estados Unidos no Distrito Sul de Nova York, onde promotores do Ministério Público já haviam apresentado um processo em 2020, acusando o líder venezuelano de narcoterrorismo, conspiração para importar cocaína e crimes com armas automáticas.

A acusação baseia-se em uma investigação da Administração de Repressão de Drogas (DEA, da sigla em inglês), que identifica Maduro como líder do Cartel de Los Soles, rede ligada a altas chefias militares venezuelanas que procurava enriquecer utilizando “a cocaína como arma contra os Estados Unidos”.

Nicolás Maduro e a sua mulher, Cília Fortes, estão desde ontem sob custódia em uma prisão federal em Brooklyn, Nova York, após terem sido capturados em Caracas, capital venezuelana.

Depois de aterrisar na Base Aérea da Guarda Nacional de Stewart, aeroporto militar localizado no norte do estado de Nova York, o chefe de Estado venezuelano desceu do avião militar Boeing 757 acompanhado por uma ampla operação de segurança.

Imagem de vídeo de Nicolás Maduro, divulgada na página da Casa Branca na internet – @RapidResponse47/DEA headquarters in Manhattan

Dezenas de agentes do FBI (polícia federal de investigação) e da DEA esperavam Maduro, sob uma temperatura de dois graus Celsius negativos.

Maduro foi então escoltado para uma instalação federal ligada à DEA, onde foi identificado, e transferido para o Centro de Detenção Metropolitano.

A presidência dos Estados Unidos divulgou imagens da detenção e da transferência, mostrando Maduro caminhando por um corredor com uma passadeira azul e com a inscrição DEA NYD – Administração de Repressão de Drogas do Distrito de Nova York.

O líder venezuelano deverá se apresentar a um juiz federal em Manhattan nos próximos dias.

Entenda

Os Estados Unidos lançaram no sábado (3) “um ataque de grande escala contra a Venezuela”, que capturou Maduro e sua mulher, e anunciaram que vão governar o país até se concluir uma transição de poder.

Entretanto, o Supremo Tribunal de Justiça da Venezuela entregou a presidência interina à vice-presidente executiva, Delcy Rodriguez, “de forma a garantir a continuidade administrativa e a defesa integral da nação”.

Não se sabe ainda quando ela tomará posse, mas Delcy Rodriguez, que será a primeira mulher na história do país a liderar o Executivo, já exigiu “a libertação imediata” de Nicolás Maduro, “o único presidente da Venezuela”, e condenou a operação militar dos Estados Unidos.

A comunidade internacional tem se dividido entre a condenação da ação dos Estados Unidos e o júbilo pela queda de Maduro.

*É proibida a reprodução deste conteúdo

Fonte: Agência Brasil

Petro pede que população da Colômbia “tome o poder” se ele sofrer violência

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O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, fez uma publicação na rede social X, durante a madrugada desta segunda-feira (5), pedindo que a população colombiana tome o poder “em cada município do país”, para defendê-lo contra “qualquer ato ilegítimo de violência”.

“Tenho enorme fé no meu povo, e é por isso que lhes pedi que defendam o presidente contra qualquer ato ilegítimo de violência. A forma de me defenderem é tomar o poder em cada município do país. A ordem para as forças de segurança não é atirar contra o povo, mas sim contra os invasores”, escreveu o presidente.

A declaração de Petro ocorre depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou a Colômbia no domingo (4), com uma ação militar, um dia após forças americanas invadirem a Venezuela para capturar o ditador Nicolás Maduro e a esposa dele, sob a acusação de ligação com o narcotráfico internacional.

“A Colômbia também está muito doente, governada por um homem doente, que gosta de produzir cocaína e vendê-la para os Estados Unidos”, afirmou Trump a bordo do avião presidencial em direção à capital Washington, fazendo referência ao líder colombiano.

Petro também afirmou que “qualquer comandante das Forças Armadas que preferir a bandeira dos EUA à bandeira colombiana será imediatamente destituído da instituição por ordem de todos os soldados e por minha própria ordem.”

O líder colombiano ressaltou que é o comandante supremo das forças militares e policiais do país por ordem constitucional. “E se prenderem o presidente, a quem grande parte do meu povo ama e respeita, libertarão a onça-pintada do povo”, escreveu o presidente.

“Não sou ilegítimo, nem traficante de drogas. Meu único bem é a casa da minha família, que ainda pago com meu salário. Meus extratos bancários são públicos. Ninguém conseguiu provar que gastei mais do que ganho. Não sou ganancioso”, continuou Petro.

O presidente também defendeu o histórico de seu governo no combate ao narcotráfico na Colômbia. Ele listou alguns dos sucessos de sua administração no combate às drogas.

Isso incluiu o que ele descreveu como “a maior apreensão de cocaína da história mundial e o controle de El Plateado — ‘A Wall Street da Cocaína’, que governos anteriores permitiram prosperar”.

Petro afirmou ter ordenado bombardeios direcionados contra grupos armados ligados ao narcotráfico, respeitando o direito humanitário, e alertou outros contra ataques a esses grupos sem informações suficientes.

Em relação aos comentários de Trump, o presidente disse que responderá assim que souber “o verdadeiro significado”.

Fonte: CNN BRASIL