segunda-feira, abril 6, 2026
spot_img
Home Blog Page 1370

Homem é flagrado tentando entrar com medicamento para disfunção erétil no Conjunto Penal Masculino de Salvador – Acorda Cidade

0





Fonte: Acorda Cidade

Jogador que se assumiu homossexual acusa ex-clube de homofobia

0

SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O jogador australiano Josh Cavallo, primeiro atleta de futebol profissional em atividade a se declarar homossexual, acusou o Adelaide United, seu ex-clube, de homofobia. O time negou as acusações.

Cavallo, de 26 anos, afirmou que deixou o clube por decisões internas motivadas por sua orientação sexual. Em postagem nas redes sociais, ele escreveu: “É difícil aceitar que meu próprio clube era homofóbico”, disse Josh Cavallo em postagem no Instagram.

O atleta contou que ficou afastado dos jogos por razões que, segundo ele, não tinham relação com lesão ou desempenho. “Decisões foram tomadas por pessoas no poder que bloquearam minhas oportunidades, não por causa do meu talento, mas por causa de quem eu escolhi amar”, afirmou o jogador.

Cavallo relatou também ter se sentido isolado e questionou se fez bem ao tornar pública sua orientação sexual. “Fiquei com raiva porque as pessoas achavam que eu estava fora por lesão, quando na verdade foi a homofobia interna que me manteve no banco”, declarou.

O Adelaide United negando as acusações através de uma nota oficial. “O clube está extremamente desapontado com as alegações e rejeita categoricamente qualquer sugestão de homofobia. Todas as decisões de escalação são tomadas apenas por critérios esportivos”, afirmou.

O clube também destacou o compromisso com a inclusão e lembrou que realiza ações como a Pride Cup, evento anual contra a homofobia no futebol. “O Adelaide United sempre se comprometeu a promover um ambiente inclusivo para jogadores, funcionários e torcedores”, diz outro trecho do comunicado.

Josh Cavallo se tornou referência para atletas LGBTQIA+ ao se assumir gay em 2021. Desde então, ele tem sido voz ativa contra a homofobia no esporte, participando de campanhas e eventos em defesa da diversidade.

O jogador deixou o Adelaide United em 2025 e atualmente atua na Inglaterra, em um time semiprofissional. Apesar do episódio, agradeceu à cidade de Adelaide e aos torcedores pelo apoio: “Adelaide é onde encontrei minhas asas. Aos fãs e apoiadores: obrigado pela paixão e apoio. Vocês merecem honestidade e sucesso. Foi incrível jogar diante de vocês”, publicou Cavallo.

O Flamengo conta a seu favor com a parceria com o próprio staff do meia; uma reunião entre as partes acontecerá ainda nesta semana

Folhapress | 15:35 – 13/01/2026

Fonte: Noticias ao Minuto

“Fui perseguido pelo regime dos aiatolás”, diz brasileiro sobre Irã

0

O sheik Rodrigo Jalloul, brasileiro exilado do regime do Irã, relatou, em entrevista ao CNN 360º, a perseguição que sofreu no país governado pelos aiatolás. Segundo ele, mesmo sendo brasileiro, muçulmano e xiita, foi perseguido por não convergir com certas situações políticas do regime.

“Até eu, que sou brasileiro, muçulmano, xiita, estudei lá, eu cheguei a ser perseguido pelo regime dos aiatolás por não convergir com uma situação”, afirmou Jalloul. De acordo com o sheik, o governo iraniano utiliza a religião como justificativa para atos políticos, tanto internamente quanto em suas relações internacionais.

“Eles sempre utilizam da religião para justificar os atos políticos deles no mundo”, apontou o sheik.

Controle da informação e falta de liberdade

O entrevistado destacou o controle total que o governo exerce sobre os meios de comunicação no Irã. “Se você levar em conta que todos os meios de comunicação do Irã são do governo, agora, você pode ver vários vídeos de manifestações pró-governo”, explicou Jalloul, mas não há espaço para vozes dissidentes.

“Você não vai ver eles entrevistando um apoiador da monarquia. Só estão mostrando que há uma intervenção e eles estão quebrando tudo e são vândalos”, disse o sheik, referindo-se à forma como os protestos contra o governo são retratados pela mídia oficial iraniana.

Legitimidade dos protestos

Questionado sobre quais manifestações seriam mais legítimas atualmente no Irã, Jalloul não hesitou em defender os movimentos contrários ao regime. “Eu acredito que as manifestações contra o governo do Aiatolá, elas são mais legítimas, porque ali o povo está enfrentando um país que não é democrático”, afirmou.

O sheik descreveu um ambiente de opressão sistemática contra vozes dissidentes: “Um país que persegue as opiniões contrárias, só pode falar bem, e que se tiver uma opinião contrária, você é boicotado”. Ele também mencionou que qualquer crítico pode ser acusado de espionagem ou conspirar: “Um país que te acusa por qualquer coisa de ser espião americano, trabalhar, conspirar contra o governo, porque está ligado a Estados Unidos e Israel”.

De acordo com a organização Human Rights Activists (HRANA), citada na descrição do vídeo, pelo menos 2.003 pessoas já morreram durante os protestos no país, evidenciando a violenta repressão do regime contra manifestantes que se opõem ao governo.

Fonte: CNN BRASIL

This page could not be found

0

This page could not be found.

Fonte: Farol da Bahia

Abertas inscrições para o Prêmio Grande Otelo

0

Estão abertas até o dia 20 de março as inscrições para a 25ª edição do Prêmio Grande Otelo, a mais importante premiação do setor audiovisual do país. O regulamento pode ser acessado no site da Academia Brasileira de Cinema. Esta edição marca o retorno da categoria Melhor Longa-metragem Comédia e inclui o prêmio de Melhor Montagem Documentário. Poderão concorrer também à premiação obras cinematográficas e séries brasileiras lançadas entre 1º de maio de 2025 e 30 de abril de 2026.

Os filmes e séries com lançamento previsto para depois do encerramento das inscrições, em 20 de março, deverão enviar carta de compromisso da distribuidora ou canal exibidor com a data de lançamento até 30 de abril deste ano. Durante o período de votação do primeiro turno, essas produções precisam enviar documentos comprobatórios de lançamento.

No total, serão entregues 32 prêmios para longas-metragens, curtas-metragens e séries brasileiras, sendo 31 produções escolhidas por um júri formado por profissionais associados à Academia Brasileira de Cinema (ABC), além do Prêmio Grande Otelo de Melhor Filme, escolhido pelo Júri Popular, por meio de votação aberta realizada no site da Academia. Concorrerão ao voto popular os cinco finalistas das categorias Melhor Longa-metragem Ficção, Melhor Longa-metragem Comédia e Melhor Longa-metragem Documentário.

Academia

Sediada no Rio de Janeiro, a Academia Brasileira de Cinema foi criada no dia 20 de maio de 2002 com o objetivo de instituir o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, agora denominado Prêmio Grande Otelo, além de contribuir para a discussão, promoção e fortalecimento da indústria audiovisual em todo o Brasil.

Em 2020, a Academia Brasileira de Cinema foi reconhecida pela Academy of Motion Picture, Arts and Sciences como única entidade credenciada para indicar o filme que representa o cinema brasileiro na categoria Melhor Longa-Metragem Internacional no Oscar, sem qualquer tutela do governo que esteja no poder.

Profissionais de diversas áreas do setor cinematográfico podem se associar à academia, com direito de votar no Prêmio Grande Otelo e participar também das assembleias e eventos que acontecem ao longo do ano, como a eleição para a comissão que escolhe o filme brasileiro indicado para representar o país no Oscar. A Academia Brasileira de Cinema é presidida por Renata Almeida Magalhães, com diretoria composta por Paulo Mendonça (vice-presidente), Bárbara Paz, Ariadne Mazzetti, Allan Deberton e Jeferson De. 

 

Fonte: Agência Brasil

Ricardinho desiste da disputa do Quarto Branco no BBB 26

0

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Ricardinho foi a primeira pessoa a desistir da dinâmica do Quarto Branco, anunciada por Tadeu Schmidt na estreia do BBB 26. O concorrente da região Norte apertou o botão na tarde desta terça (13).

Até então, ele estava isolado e brigando com quase todos os competidores. Ele preferiu ficar sem falar com os demais por muitas horas. Mas não aguentou e apertou o botão.

Os concorrentes das cinco casas de vidro que não entraram no reality foram colocados no cômodo com a promessa de uma vaga na casa mais vigiada do Brasil para as duas últimas pessoas que resistirem ao desafio. Nove pessoas participaram da disputa.

Da região Norte, estão Lívia e Ricardinho. Da região Nordeste, participam Rafaella e Leandro. Do Centro-Oeste, Chaiany e Ricardo. Os concorrentes do Sul são Elisa e Matheus. Já o Sudeste é representado apenas por Gabriela, pois Breno entrou na casa após a desistência de Marcel.

Esta ainda não é a dinâmica do Laboratório, anunciada ainda em dezembro de 2025, que reunirá pré-participantes que poderão substituir brothers e sisters. A ação acontecerá futuramente e contará com a participação do público.

Ex-bailarina do Faustão relembra comentário considerado machista e anuncia ter dado o emoji de cobra no queridômetro para sister; participante do grupo Veterano admite erro, pede desculpas e afirma ter mudado nos últimos dez anos

Folhapress | 15:48 – 13/01/2026

Fonte: Noticias ao Minuto

Cruzeiro: Gerson é direto sobre passagens na Europa e cita Sampaoli

0

Principal contratação do Cruzeiro nesta janela de transferências, o meio-campista Gerson foi oficialmente apresentado nesta terça-feira (13), na Toca da Raposa II. Durante entrevista coletiva, o jogador relembrou suas passagens na Europa.

O camisa 97 do Cruzeiro estava no Zenit, da Rússia, mas também acumulou passagens por Roma, Fiorentina, ambos da Itália, e Olympique de Marseille, da França. No time francês, inclusive, ele trabalhou com Jorge Sampaoli, atual técnico do Atlético-MG, e o citou em entrevista.

“Vale a pena frisar: na minha primeira saída do Brasil, fui para a Roma muito novo. Ainda não estava pronto. Sou um cara muito sincero. Decidi voltar para o Brasil, para o meu país. Depois volto para o Brasil, onde tive grandes coisas conquistadas. Depois fui para o Olympique de Marseille. Antes disso, tem a minha passagem pela Fiorentina, onde na maioria dos jogos fui titular”, relembrou.

“Chega a ser engraçado. As pessoas falam muitas vezes que não dei certo na Europa. Mas, se vocês pararem para analisar direitinho, na minha passagem pela Fiorentina sempre joguei. Depois, volto para o Brasil, vou para o Marselha. Foi onde fiz mais gols, (tive) a camisa mais vendida do elenco. Se você perguntar para Sampaoli, pode ter certeza que ele vai dizer coisas boas”, foi além, logo na sequência.

Durante o mesmo depoimento, Gerson reafirmou o desejo de fazer história com a camisa do Cruzeiro. Ele assinou contrato em definitivo com o clube celeste, até o fim de 2030.

“O mais importante hoje é frisar que estou muito feliz. Estou em um grande clube, sou viciado em vencer e tenho a oportunidade de escrever o meu nome em um grande clube. Não poderia deixar essa oportunidade passar”, finalizou.

Fonte: CNN BRASIL

General preso por golpe vai trabalhar no Comando Militar do Planalto

0

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou o general Mário Fernandes, condenado como um dos autores intelectuais do plano de golpe de Estado julgado pela Corte, a trabalhar no Comando Militar do Planalto, em serviços como a revisão de produtos doutrinários e literários utilizados pelos militares. 

Fernandes cumpre pena de 26 anos e seis meses de prisão no próprio Comando Militar do Planalto, por seu envolvimento no núcleo 2 da trama golpista que tentou manter o ex-presidente Jair Bolsonaro ilegalmente no poder. 

De acordo com os autos do processo, Fernandes foi o responsável por elaborar o plano Punhal Verde e Amarelo, que foi encontrado pela Polícia Federal (PF) e que previa diversas ações para a realização de um golpe de Estado em 2022, incluindo o sequestro e assassinato de autoridades como o próprio Moraes, além do então presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva. 

Durante o governo Bolsonaro, Mário Fernandes foi chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República.

A defesa do general apresentou a Moraes um plano de trabalho elaborado pelo Comando Militar. O general prestará serviços “de cunho intelectual” à Diretoria de Patrimônio Histórico e Cultural do Exército e ao Centro de Doutrina do Exército. Entre as suas atribuições do militar da reserva está a “revisão de produtos doutrinários e literários”, informa o documento. 

Moraes afirmou que o trabalho do preso deve “ser estimulado como instrumento de ressocialização”. O ministro destacou que o ordenamento jurídico assegura ao preso o “direito-dever” de trabalhar. 

Ao ser condenado, Fernandes foi considerado culpado de praticar cinco crimes: organização criminosa armada, golpe de Estado, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, dano qualificado e deterioração do patrimônio tombado. 

Fonte: Agência Brasil

Comando Vermelho expande tentáculos e desafia Estado brasileiro

0

Hoje presente em todo o Brasil e também no exterior, com o domínio de amplos territórios e exploração de serviços da economia formal e até infiltração nos serviços públicos e na política, o Comando Vermelho (CV) não nasceu nas ruas, mas sim dentro das muralhas do Instituto Penal Cândido Mendes, na Ilha Grande, Angra dos Reis (RJ), a partir de 1979. É fruto de um dos maiores erros na história da segurança pública brasileira, que forneceria o modelo copiado depois pelo Primeiro Comando da Capital (PCC) em São Paulo e outras facções criminosas ao redor do país. 

O presídio de segurança máxima conhecido como “Caldeirão do Diabo” foi o berço involuntário da organização. Em um movimento que se mostraria histórico, a ditadura militar vigente na época misturou detentos comuns com presos políticos e militantes de organizações clandestinas guerrilheiras de esquerda, capturados pelo regime.

Os presos políticos e guerrilheiros, com sua experiência em organização, disciplina, ideologia e táticas de resistência aprendidas na luta armada contra o regime, acabaram transferindo seu conhecimento para os criminosos comuns. Surgia então a Falange Vermelha, precursora do Comando Vermelho.

“Misturou-se presos da Lei de Segurança Nacional, que eram terroristas, guerrilheiros de esquerda contra a ditadura, de linha leninista-marxista-trotskista, responsabilizados por atentados e roubo a banco, principalmente, com criminosos comuns, inclusive indivíduos perigosos, como assaltantes de bancos, mas sem nenhuma linha ideológica ou partidária”, afirma Paulo Storani, ex-capitão do Bope da Polícia Militar do Rio de Janeiro e especialista em segurança pública, com ampla experiência no combate ao Comando Vermelho, à Gazeta do Povo

“O que se consolidou foi uma necessidade destes grupos, para poderem se sustentar dentro das cadeias e também pagar advogados e dar suporte às famílias, igual eles viram os terroristas de esquerda fazerem, começarem a se expandir para atividades criminosas fora dos presídios”, afirma Storani. Isso coincidiu, justamente ali no início dos anos 1980, com a expansão do tráfico de drogas no Rio de Janeiro, principalmente da cocaína.

VEJA TAMBÉM:

  • De Cuiabá a Ubatuba, Comando Vermelho expande negócios no crime e grilagem de terras

Assaltantes de banco viram no tráfico uma atividade mais lucrativa e menos perigosa

O ex-capitão do Bope pontua que, na década de 1980, já havia várias quadrilhas de tráfico de drogas, inclusive em comunidades. “Os integrantes do Comando Vermelho, na sua maioria até então assaltantes de bancos, enxergam nisso uma atividade muito mais lucrativa e menos perigosa, e migraram para ela”, conta ele.

Os pontos de vendas de drogas em comunidades de pequenos grupos independentes começaram a ser tomados pelo Comando Vermelho. Era o início do controle de território.

Assistencialismo do crime organizado com a comunidade se perdeu conforme as lideranças iniciais do CV foram substituída por outros mais jovens e mais violentos.

“Nessa primeira década, até os anos 1990, existia uma mentalidade de buscar se preservar a comunidade. Essa primeira geração de lideranças, que tinha tido contato lá atrás com o pessoal da guerrilha na cadeia, tinha essa ideia de criar uma zona de proteção por meio da cooptação da comunidade”, explica o ex-integrante do Bope carioca. 

“Então tinha ali um assistencialismo como comprar remédio, brinquedo, comida, fazer sepultamento, festas, ajudar financeiramente, impedir crimes e violência dentro da comunidade, e isso criava uma simpatia natural de quem morava lá. Isso se perdeu ao longo do tempo, conforme essas lideranças iniciais foram sendo substituídas por outras mais jovens, mais violentas e menos ‘instruídas’”, diz o policial. 

Após a consolidação de territórios no Rio de Janeiro, com a exploração do tráfico de drogas e de serviços prestados às comunidades, como gás, água, internet e até habitação, até os anos 2010, a expansão nacional do grupo e de seu modelo de negócios foi uma evolução natural a partir dali. Em franca e contínua expansão pelo território brasileiro, o Comando Vermelho tem atuado agora, cada vez mais, na diversificação de seus negócios criminosos.

VEJA TAMBÉM:

  • O domínio das facções sobre territórios brasileiros.

    Tudo dominado: até 61 milhões de brasileiros vivem sob o domínio do crime

Provedores de internet encerram operação após ataques e ameaças de grupos criminosos

Depois do domínio da distribuição do sinal de internet em diversas cidades do Nordeste e da Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro, o que ficou conhecido como “cybercangaço”, a facção criminosa investe na invasão e grilagem de grandes áreas públicas e particulares país afora. De acordo com a Associação dos Provedores do Ceará (Uniproce), por exemplo, pelo menos cinco provedores de internet encerraram suas operações no estado devido a ataques e ameaças de grupos criminosos à infraestrutura e funcionários das empresas em 2025.

Os ataques aconteceram em Fortaleza, Caucaia, Caridade e São Gonçalo do Amarante. O Comando Vermelho começou a se estabelecer no Ceará há cerca de 10 anos, em 2015, em Fortaleza. Entre 2016 e 2017, avançou para o interior e litoral. 

Na Amazônia, em paralelo à consolidação e domínio das rotas de narcotráfico fluvial que trazem cocaína da Bolívia, Colômbia e Peru para o Brasil, a partir de 2017, o Comando Vermelho aplica o mesmo modus operandi desde 2022. Por lá, assim como em outros locais do país, a invasão e a grilagem de terras são atrativos econômicos adicionais, com derrubada de madeira da floresta ou a possibilidade de garimpo ilegal, para além do valor da terra em si, em áreas de mata fechada e difícil acesso.

“A lógica da expansão contínua de território, adotada pelo Comando Vermelho, é baseada no número de pessoas que vivem nesses locais: quanto mais gente e terra, mais lucro. Com o tempo, grupos criminosos verificaram que podiam explorar e controlar toda a atividade comercial dentro das comunidades: marca de cigarro e bebida que pode ou não ser vendida nos bares, empreendimentos imobiliários, fornecedores dos mercados, pontos de venda de drogas, pontos de internet, monopólio na venda de água e gás, e por aí vai… daí as grandes comunidades serem muito visadas e alvo de tentativas de controle de facções rivais”, explica Storani. 

Na opinião do especialista, a contínua expansão do grupo criminoso primeiro pelo Rio e depois por todo o país da década de 1980 até hoje aponta para uma incapacidade muito grande do poder público como um todo de lidar com a criminalidade crescente no país. 

VEJA TAMBÉM:

  • PCC corrupção policial

    PCC: corrupção policial por organizações mafiosas é a ponta do iceberg de infiltração no Estado

  • Crime organizado

    Como o crime organizado agiu para tentar interferir nas eleições municipais

Fonte: Gazeta do Povo

Trump despista ao ser questionado sobre ajuda “prometida” aos iranianos

0

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi questionado nesta terça-feira (13) sobre o significado de uma publicação que ele fez nas redes sociais dizendo que “a ajuda está a caminho” para os manifestantes no Irã.

Porém, o presidente apenas afirmou a jornalistas que eles teriam que descobrir.

“Vocês terão que descobrir isso. Me desculpem”, disse Trump em resposta à pergunta. Ele viajou a Detroit para fazer um discurso sobre a economia.

Entenda os protestos no Irã

Protestos antigoverno no Irã eclodiram no país no final de dezembro, em uma onda de agitação nacional que representa o maior desafio ao regime em anos.

Os protestos começaram como manifestações nos bazares de Teerã contra a inflação desenfreada, mas se espalharam pelo país e se transformaram em manifestações mais gerais contra o regime.

As preocupações com a inflação atingiram o auge na semana passada, quando os preços de produtos básicos como óleo de cozinha e frango dispararam dramaticamente da noite para o dia, com alguns produtos desaparecendo completamente das prateleiras.

A situação foi agravada pela decisão do banco central de encerrar um programa que permitia a alguns importadores acessar dólares americanos mais baratos em comparação ao restante do mercado – o que levou lojistas a aumentarem os preços e alguns a fecharem suas portas, iniciando os protestos.

A decisão dos bazaaris, como são conhecidos, é uma medida drástica para um grupo tradicionalmente alinhado à República Islâmica.

O governo liderado por reformistas tentou aliviar a pressão ao oferecer transferências diretas de quase US$ 7 por mês, mas a medida não conseguiu conter a insatisfação.

As autoridades cortaram o acesso à internet e as linhas telefônicas na quinta-feira (8) – a maior noite de manifestações nacionais até agora – deixando o Irã praticamente isolado do mundo exterior.

Organizações de direitos humanos disseram que milhares de pessoas foram mortas desde o início dos protestos.

Enquanto isso, o presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçou atacar o Irã se as forças de segurança responderem com força. O líder supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei, pediu a Trump que “foque em seu próprio país” e culpou os EUA por incitarem os protestos.

*com informações da Reuters

 

Fonte: CNN BRASIL