terça-feira, abril 7, 2026
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Brasil envelhece e fortalece a economia da longevidade

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A “economia prateada” ou de longevidade tem se fortalecido no mercado brasileiro: movimenta trilhões de reais por ano e cresce de forma contínua. O Brasil envelhece em ritmo acelerado e a longevidade redefine o perfil do consumidor. Especialistas indicam que tal movimento, mais que um desafio, é uma oportunidade para o país.

Projeções do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostram a dimensão da mudança. Pessoas com mais de 65 anos somam 10% da população. Em 2040, esse grupo tem potencial de chegar a 17,4%. Em 2100, 29,5% do total.

No sentido oposto, o contingente jovem encolhe. Brasileiros com menos de 15 anos representam 21% da população atual. Esse percentual tem projeção de cair para 16,8% em 2040 e para 13,5% em 2100. Em menos de duas décadas, um em cada três brasileiros terá 60 anos ou mais.

Demandas de pessoas com mais de 60 anos integram a economia da longevidade

A “economia prateada” reúne atividades ligadas às demandas da população acima de 60 anos. Inclui saúde, bem-estar, tecnologia assistida, moradia, turismo, consumo e inclusão social. Trata-se de um mercado amplo, sofisticado e em rápida expansão.

No Brasil, esse segmento movimenta cerca de R$ 2 trilhões por ano. O dado é do Instituto Locomotiva, empresa brasileira de pesquisa e inteligência de mercado. No cenário global, chamada de silver economy, a “economia prateada” supera US$ 15 trilhões, segundo a consultoria Oxford Economics.

“A economia prateada ela não é um desafio, ela é uma grande oportunidade. Beneficia vários setores, como o de serviços, comércio e agropecuária – porque são os setores que concentram a maior parte dos negócios liderados por pessoas com mais de 60 anos”, dimensiona a consultora do Sebrae-PR Leticia Monteiro Pimentel. Além disso, áreas como saúde, turismo, moradia também são beneficiadas pela “economia prateada”, porque esse público busca qualidade de vida, autonomia e praticidade.

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Sul do Brasil concentra as maiores populações de idosos do país

No Sul do Brasil, o envelhecimento avança com mais intensidade que no resto do país. E é o estado do Rio Grande do Sul lidera o ranking nacional de população idosa: 20,15% dos gaúchos têm 60 anos ou mais. São mais de 2 milhões de pessoas. Em 2026, esse percentual deve chegar a 21,8%.

Nenhum outro estado brasileiro apresenta proporção semelhante. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios de 2024 (Pnad Contínua) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O Paraná segue a mesma trajetória. Projeções do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes) indicam que a população com mais de 60 anos passará de 2,08 milhões em 2025 para 3,69 milhões em 2050. A participação no total da população saltará de 17,56% para 29,81%.

Em 2050, o Paraná terá 164 mil pessoas com mais de 90 anos. Curitiba concentrará cerca de 36 mil desse total. Santa Catarina também acelera nesse processo. O estado soma 1,25 milhão de pessoas com 60 anos ou mais.

Esse grupo representa 15,6% da população, segundo a Pnad Contínua de 2024. A projeção aponta que, até 2034, os idosos responderão por 20% da população catarinense.

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Trabalho entre idosos cresce e representa quase 10% da força laboral no Sul

O envelhecimento não afasta esse público do mercado de trabalho. Dados da Síntese de Indicadores Sociais do IBGE mostram que 24,4% das pessoas com mais de 60 anos estavam ocupadas em 2024. Mesmo após os 70 anos, a atividade persiste. Nesse grupo, 15,7% dos homens e 5,8% das mulheres permaneciam ocupados.

No Paraná, o número de idosos com trabalho formal ou informal cresceu 63% nos últimos 12 anos. Em 2024, cerca de 490 mil pessoas com mais de 60 anos trabalhavam no estado. Esse contingente representou 8% da população ocupada.

No estado vizinho de Santa Catarina, 338.800 idosos estavam no mercado de trabalho em 2024. Eles respondiam por 7,7% da força de trabalho estadual. No Rio Grande do Sul, 590 mil pessoas com 60 anos ou mais trabalhavam no mesmo período. O grupo representava 9,83% dos trabalhadores gaúchos.

Com o envelhecimento acelerado do Brasil, saúde, turismo, moradia e serviços passam a liderar a economia prateada.Com o envelhecimento acelerado do Brasil, saúde, turismo, moradia e serviços passam a liderar a “economia prateada”. (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

“Economia prateada” reforça o peso do consumo após os 60 anos

O comportamento de consumo também mudou. Uma pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) revela que 41% dos idosos gastam mais com produtos de desejo do que com itens básicos. Para 66%, aproveitar a vida ocupa o primeiro lugar nas prioridades.

O turismo aparece como um dos setores mais impactados. Segundo a Associação Brasileira de Agências de Viagem (Abav), brasileiros com mais de 50 anos viajam, em média, duas a três vezes por ano.

O Data8, hub latino-americano especializado em economia da longevidade, desenvolveu a pesquisa “Mercado prateado”. O trabalho inspira-se em um estudo europeu de referência mundial. O objetivo é estimar o peso do público com mais de 50 anos no Produto Interno Bruto (PIB), mapear padrões de consumo e projetar cenários futuros.

Os números impressionam. Nos próximos anos, esse grupo deve movimentar R$ 3,8 trilhões no Brasil. Em 2024, o consumo das pessoas com mais de 50 anos somou R$ 1,8 trilhão. Esse valor representou 24% do consumo privado total dos domicílios brasileiros.

No Paraná, o peso econômico desse grupo já se impõe. “Um dado que ajuda a entender isso é que cerca de 13% dos empreendedores do estado possuem mais de 60 anos. São mais de 200 mil negócios liderados por pessoas dessa faixa etária, ou seja, não estamos falando de um grupo dependente, nós estamos falando de pessoas que trabalham empreendem consomem e movimentam a economia paranaense”, afirma a consultora do Sebrae-PR.

Consumo da população com mais de 60 anos varia por classe social e redefine prioridades de gastos

O estudo do Data8 detalha a cesta de consumo por classe social.

  • Na classe A, transporte lidera os gastos, com 25%. Alimentação e habitação aparecem com 20% cada. Saúde responde por 16%.
  • Na classe B, habitação concentra 24% do consumo. Alimentação soma 22%. Transporte chega a 20%.
  • Na classe C, habitação assume peso ainda maior, com 30%. Alimentação atinge 26%. Saúde representa 15%.
  • Na classe D, habitação alcança 34% dos gastos. Alimentação responde por 28%. Saúde soma 12%.

A economista-chefe do Sistema Fecomércio-RS, Patrícia Palermo, avalia que as iniciativas públicas e privadas ainda são tímidas, diante do acelerado envelhecimento da população. “As estatísticas mostram a revolução que estamos vivendo em termos demográficos. Não vejo, de forma estruturada, uma transformação nas políticas públicas, nem na forma como o setor privado lida com essa rápida mudança da nossa composição demográfica”, afirma a economista.

Patrícia Palermo aponta que o Brasil deve passar por um processo de mudança no mercado de trabalho nos próximos anos. “Ainda que haja iniciativas, públicas e privadas, voltadas à mudança do perfil demográfico, elas são nichadas e pontuais. A lógica das empresas, no que diz respeito ao mercado de consumo ou ao mercado de trabalho, ainda é focada no padrão histórico em que éramos uma sociedade jovem”, completa a chefe da Fecomércio-RS.

Turismo social e eventos impulsionam a economia da longevidade no Sul do Brasil

Com visão mais otimista, a analista de turismo do Departamento Regional do Sesc-SC Anna Luiza Pillar Correa acredita que o turismo social ilustra como o mercado da “economia prateada” se organiza na prática. No Serviço Social do Comércio (Sesc), o público idoso domina os roteiros.

“Esse público vem muito forte, eles gostam da ideia de viajar em grupo para poder compartilhar um pouco mais de experiências, trocar ideia”, afirma a analista. No Rio Grande do Sul, a economia da longevidade ganhou um palco próprio. A “Geronto Fair”, realizada anualmente em Gramado, tornou-se referência nacional.

O evento reúne iniciativas de negócios, políticas públicas e inovação. Um dos exemplos é a cooperativa “Olhares de Hamburgo”, de Novo Hamburgo. Mulheres acima de 60 anos transformaram encontros em torno do chimarrão em um negócio de bolsas e acessórios de couro reaproveitado.

A diretora da Merkator Feiras e Eventos, Roberta Pletsch, destaca a proposta do evento.
“Não falamos só de saúde, mas também de moda, turismo, lazer, bem-estar, consumo e políticas públicas. Queremos provocar um olhar mais amplo sobre o envelhecimento ativo e produtivo”, diz a diretora.

No Paraná, políticas públicas reforçam esse movimento. As secretaria estaduais do Turismo e da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa desenvolvem um projeto que amplia o acesso da população com mais de 60 anos ao turismo estadual, com a proposta de desenvolver bem-estar social, cultural, psicológico e físico por meio de viagens subsidiadas.

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Fonte: Gazeta do Povo

Argentina tem 2º ano consecutivo de superávit fiscal e supera meta com FMI

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O ministro da Economia da Argentina, Luis Caputo, afirmou que o país registrou pelo segundo ano consecutivo superávit fiscal primário e financeiro.

Segundo ele, a Argentina encerrou 2025 com superávit primário de 11,77 trilhões de pesos e superávit financeiro de 1,45 trilhão de pesos, o equivalente a cerca de 1,4% e 0,2% do Produto Interno Bruto (PIB), respectivamente.

Em publicação no X, Caputo destacou que, apesar do resultado positivo no acumulado do ano, dezembro apresentou déficit, em linha com a sazonalidade dos gastos públicos.

De acordo com o ministro, o setor público nacional registrou déficit primário de 2,88 trilhões de pesos e déficit financeiro de 3,29 trilhões de pesos no último mês de 2025.

Caputo ressaltou que foi a primeira vez desde 2008 que a Argentina alcançou dois anos consecutivos de superávit financeiro em base caixa e que o resultado foi obtido com pagamento integral dos serviços da dívida pública.

O ministro também afirmou que o gasto primário em 2025 foi 27% menor, em termos reais, do que em 2023, preservando e ampliando programas sociais voltados aos setores mais vulneráveis. Ele acrescentou que os gastos com o Auxílio Universal por Filho e o Cartão Alimentar cresceram 43% em termos reais entre dezembro de 2023 e dezembro de 2025.

O resultado divulgado por Caputo também supera a meta nominal acordada com o Fundo Monetário Internacional (FMI) após a primeira revisão do programa. De acordo com parâmetros definidos pelo FMI em julho, a Argentina deveria alcançar cerca de 10,4 trilhões de pesos de superávit primário, objetivo superado em aproximadamente 1,3 trilhão de pesos.

Em termos de PIB, a meta indicativa era de 1,6%, ligeiramente acima do resultado informado por Caputo, mas a avaliação predominante, segundo o Ámbito Financiero, é de que o compromisso deve ser considerado cumprido na próxima revisão, prevista para fevereiro.

Fonte: CNN BRASIL

Gianni Infantino recebeu mais de R$ 32 milhões da Fifa em 2024, diz jornal

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O presidente da Fifa (Federação Internacional de Futebol), Gianni Infantino, recebeu US$ 6,1 milhões (R$ 32,3 milhões) da entidade que governa o futebol mundial ao longo de 2024, segundo o jornal francês Le Monde, que afirmou ter tido acesso a documentos fiscais americanos.

Conforme a publicação, os valores incluem US$ 2,9 milhões (R$ 15,6 milhões) em salários, US$ 1,8 milhão (R$ 9,7 milhões) de bônus, além de US$ 1,15 milhão (R$ 6,2 milhões) em “outras remunerações declaráveis” e US$ 155 mil (R$ 834,5 mil) em “pensão e outras remunerações diferidas”.

Análise feita pelo jornal francês com base nas declarações de imposto de renda ao fisco americano (Formulário 990) indicam que os rendimentos do dirigente ítalo-suíço dispararam ao longo dos últimos anos.

O salário anual, assim como outros benefícios contratuais, é determinado pelo Subcomitê de Remuneração da Fifa.

Em 2015, a Fifa havia declarado ao IRS (Serviço de Receita Federal dos EUA) um pagamento de US$ 3,6 milhões em rendimentos e “outras remunerações” ao predecessor de Gianni Infantino, o suíço Joseph Blatter, sendo US$ 2,9 milhões de salário-base e US$ 435 mil (R$ 2,3 milhões) a título de bônus.

Quando Blatter foi afastado na esteira de um escândalo de corrupção e Infantino assumiu, em meados de 2016, o Subcomitê fixou o valor da remuneração do novo executivo em US$ 1,8 milhão (R$ 9,7 milhões) anuais.

Ainda de acordo com as declarações de IR, segundo o jornal francês, na esteira das bem-sucedidas Copas do Mundo de 2018, na Rússia, e de 2022, no Qatar, e da reeleição do dirigente, em 2023, Infantino passou a custar à Fifa US$ 3,6 milhões (R$ 19,4 milhões) em 2022 e US$ 4,1 milhões (R$ 22 milhões) em 2023.

“Como parte de seu compromisso legal com a transparência, a Fifa publica anualmente a remuneração paga aos principais membros de sua equipe de gestão”, declarou a organização ao Le Monde.

No entanto, o valor das contribuições para a “previdência social, contribuições para a aposentadoria, seguro contra acidentes na Suíça e outros benefícios contratuais”, mencionado no relatório anual da entidade, não é divulgado.

Próximo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de quem se aproximou nos últimos meses por causa da realização da Copa do Mundo no país, Infantino, de 55 anos, ainda pode tentar um terceiro mandato no ano que vem, o que pode estender sua permanência à frente da entidade máxima do futebol até 2031.

Claudinho, Savarino e Everton Cebolinha chegaram a ser apresentados à direção corintiana, porém nenhuma conversa avançou

Folhapress | 12:15 – 16/01/2026

Fonte: Noticias ao Minuto

Trabalhador sofre choque elétrico em poste na Avenida Garibaldi, em Salvador – Acorda Cidade

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Fonte: Acorda Cidade

Votação que define indicados ao Oscar termina nesta sexta

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Termina nesta sexta-feira (16) a votação que definirá os indicados ao Oscar 2026. A etapa, iniciada na segunda-feira (12), reúne os votos de mais de 10 mil profissionais da indústria cinematográfica — entre atores, diretores, roteiristas e executivos — que integram a Academy of Motion Picture Arts and Sciences (AMPAS). A lista final de indicados será divulgada na próxima quinta-feira (22).

Nesta primeira fase, os membros da academia votam majoritariamente dentro de suas próprias áreas: atores indicam atuações, diretores votam em direção, técnicos escolhem categorias técnicas. A exceção é Melhor Filme, para a qual todos os votantes participam.

A 98ª edição do Oscar terá a cerimônia realizada em 15 de março de 2026, em Los Angeles, tradicionalmente no Dolby Theatre.

Depois de uma temporada internacional marcada por prêmios e forte repercussão, o cinema brasileiro chega competitivo ao anúncio dos finalistas. O destaque é O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho, que integra a a lista prévia de Melhor Filme Internacional e também aparece em Melhor Direção de Elenco.

O longa brasileiro venceu recentemente o Globo de Ouro de Filme Internacional, o que ampliou sua visibilidade entre os votantes.

O país ainda marca presença com Apocalipse nos Trópicos, documentário de Petra Costa, pré-selecionado em Melhor Documentário de Longa-Metragem, e com o curta Amarela, de André Hayato Saito, na lista prévia de Melhor Curta-Metragem em Live Action.

O documentário Yanuni e o diretor de fotografia Adolpho Veloso, que está na produção independente americana Sonhos de Trem, também aparecem nas pré-listas técnicas.

Há ainda expectativa de que o Brasil possa alcançar até nove indicações, incluindo a possibilidade de Wagner Moura figurar entre os concorrentes a Melhor Ator por O Agente Secreto.

Confira as pré-listas com presença brasileira

Melhor Filme Internacional (15 selecionados)

O Agente Secreto (Brasil)
Belén: Uma História de Injustiça (Argentina)
Foi Apenas um Acidente (França)
O Som da Queda (Alemanha)
Homebound (Índia)
O Bolo do Presidente (Iraque)
Kokuho (Japão)
Tudo Que Resta de Você (Jordânia)
Valor Sentimental (Noruega)
Palestina 36 (Palestina)
A Única Saída (Coreia do Sul)
Sirât (Espanha)
Late Shift (Suíça)
A Garota Canhota (Taiwan)
A Voz de Hind Rajab (Tunísia)

Melhor Direção de Elenco

O Agente Secreto
Hamnet: A Vida Antes de Hamlet
Frankenstein
Marty Supreme
Uma Batalha Após a Outra
Valor Sentimental
Pecadores
Sirât
A Hora do Mal
Wicked: Parte 2

Melhor Documentário de Longa-Metragem

Apocalipse nos Trópicos
Yanuni
The Alabama Solution
Coexistence, My Ass!
Come See Me in the Good Light
Cover-Up
Cutting Through Rocks
Folktales
Holding Liat
Mr. Nobody Against Putin
Mistress Dispeller
My Undesirable Friends: Part 1 – Last Air in Moscow
The Perfect Neighbor
Seeds
2000 Meters to Andriivka

Melhor Fotografia

Hamnet: A Vida Antes de Hamlet
Frankenstein
Marty Supreme
Valor Sentimental
Sirât
Wicked: Parte 2
O Som da Queda
Song Sung Blue – Um Sonho a Dois
Balada de um Jogador
Bugonia
Morra, Amor
F1
Nouvelle Vague
Uma Batalha Após a Outra
Pecadores
Sonhos de Trem

Melhor Curta-Metragem em Live Action

Amarela
Ado
Beyond Silence
The Boy with White Skin
Butcher’s Stain
Butterfly on a Wheel
Dad’s Not Home
Extremist
A Friend of Dorothy
Jane Austen’s Period Drama
Pantyhose
The Pearl Comb
Rock, Paper, Scissors
The Singers
Two People Exchanging Saliva

Além dessas, o Oscar mantém pré-listas em categorias como som, trilha sonora original, canção original, maquiagem e penteados e efeitos visuais.

Fonte: Agência Brasil

Bancos se unem para defender autonomia do BC no caso Master

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A escalada do embate entre o Tribunal de Contas da União (TCU) e o Banco Central (BC) no caso da liquidação extrajudicial do Banco Master, decretada em 18 de novembro de 2025, levou o sistema financeiro do país a uma rara atuação coordenada de bastidores e de comunicação pública para tentar impedir qualquer indício de revisão de decisões técnicas do regulador.

O movimento ganhou impulso logo após decisões institucionais, análises e reportagens acenarem para o crescente temor de agentes econômicos com a “desmoralização” do Banco Central e da abertura de precedente para ingerência externa na supervisão bancária, com impacto direto sobre investimentos e juros. O episódio é visto como extremamente incomum para a regulação do setor em 61 anos do BC.

O advogado Paulo Doering, ex-servidor técnico da área de controle externo do Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul (TCE-RS), destaca que “tudo é inédito” no episódio envolvendo o conflito entre o Master e as instituições públicas com funções claramente fixadas pela Constituição. Ele atribui a singularidade – com reações de entidades como a Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), conhecida pela discrição – ao contexto único do caso.

“Pela primeira vez na história, STF e TCU cogitaram debater e até questionar decisão do BC de liquidar uma instituição financeira [Banco Master]. Já houve discussões judiciais sobre efeitos de decisões consumadas do órgão fiscalizador, mas nunca tentativa de questionar o mérito delas a ponto de considerar sua reversão”, diz. Desse ineditismo surgiu outro: a mobilização de instituições financeiras.

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Reação conjunta de bancos explicita gravidade das decisões institucionais

A reação coletiva de entidades do setor financeiro ficou explícita na virada do ano. Em 5 de janeiro, elas publicaram uma nota conjunta em defesa da autonomia do BC em que afirmaram que “depositam plena confiança nas decisões técnicas” da autarquia e ainda que era “imprescindível” preservar a independência dela. O texto destacou também que a atuação do BC é “exclusivamente técnica, prudente e vigilante”.

No mesmo dia, a decisão do relator no TCU, ministro Jhonatan de Jesus, de determinar inspeção no BC e de elevar o tema ao plenário, consolidou a leitura de que a crise havia extrapolado o rito usual. Nesta semana, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, saiu em defesa do BC, endossou as ações do Banco Central no caso Master e afirmou que pode se tratar da “maior fraude bancária da história do país”.

Curiosamente, o presidente do BC, Gabriel Galípolo, assinou na terça-feira (13) manifesto internacional em defesa da independência das autoridades monetárias e apoio ao presidente do Federal Reserve (Fed), o BC americano, Jerome Powell, que tem sofrido pressões do governo americano. O texto defende que a independência é fundamental para estabilizar preços e o bem-estar geral.

Na avaliação de Doering, o sistema financeiro — que ocupa posição central em diversos aspectos da vida de qualquer país e em qualquer momento da história — tenderá a ser preservado ao final do processo. “Resta saber só até que ponto cederá, inclusive em termos de acordos políticos”, observa.

Tensão decorre de relações do controlador do Master com autoridades

O conselheiro de investimentos Júlio Hegedus Netto avalia que a reação dos bancos brasileiros diante dos embates institucionais em torno do caso Master é rara tanto pela forma quanto pela intensidade devido à extensão e ao peso da rede de personagens do poder beneficiados pelo controlador do Master, Daniel Vorcaro, alcançando todas as cores ideológicas.

Não é por acaso, ressalta ele, que esse entrelaçamento confere um caráter potencialmente explosivo às informações contidas no celular e em outras provas coletadas pela Polícia Federal (PF) do banqueiro durante as investigações, conforme indicam informações de bastidores. Tal arranjo faz com que a tensão alcance dimensão proporcional ao grau de incerteza.

Hegedus Netto descarta a hipótese de disputa entre instituições financeiras pelos ativos remanescentes do Master, esvaziados por desvios e fraudes. Segundo demonstrações financeiras de dezembro de 2024, anteriores à liquidação, o banco registrava ativo permanente de R$ 1,7 bilhão, mas concentrava ativos com risco de crédito bem superiores: R$ 21,9 bilhões.

A liquidação extrajudicial do Master foi decretada pelo BC em novembro, após a identificação de suspeitas de fraudes financeiras e de reavaliações indevidas de ativos. A decisão provocou forte debate no mercado e levou à mobilização do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) para ressarcir milhares de investidores, ampliando as implicações institucionais e políticas do caso.

BC e TCU selam acordo para baixar a temperatura do impasse com auditoria

A tensão com o TCU se elevou quando o BC reagiu formalmente às suas decisões monocráticas, defendendo que medidas dessa natureza deveriam passar pelo colegiado da Corte de Contas. A partir daí foi construída saída negociada, na qual o BC aceitou a inspeção e o TCU recuou no que diz respeito ao alcance de suas medidas, abdicando de pedir a desliquidação do Master.

Diante da grande repercussão negativa das decisões do relator, ministro Jhonatan de Jesus, o presidente do TCU, Vital do Rêgo, precisou vir a público para dizer que apenas o STF tem autoridade para desfazer a liquidação. Ele admitiu que o mercado acompanhava de forma tensa os desdobramentos da crise em razão de incertezas sobre o alcance delas e os precedentes regulatórios.

Na segunda-feira (12), Vital do Rêgo, Jhonatan de Jesus e Gabriel Galípolo se reuniram na sede do BC em Brasília para definir o roteiro capaz de sanar o impasse. Após o encontro, o presidente do TCU declarou que a Corte de Contas teria acesso total aos documentos que embasaram a liquidação e cravou: “Só o Banco Central podia liquidar o Master — nunca discutimos isso. Mas cabe ao TCU analisar os documentos”.

Já na manhã do dia seguinte, o BC formalizou sua parte no acordo, retirando o recurso que levaria o tema da inspeção ao plenário, num gesto lido por analistas como tentativa de “baixar a temperatura” sem, contudo, ceder no ponto central da autonomia técnica. A inspeção será tocada por unidade técnica do TCU, com duração estimada de um mês. Mesmo com a concertação, as tensões continuam.

Mobilização inédita de bancos teve foco na independência do Banco Central

O consultor empresarial e palestrante Ismar Becker destaca que a reação conjunta de grandes instituições financeiras, do Banco Central e da opinião pública contra uma ofensiva articulada no âmbito do STF e do TCU, marcada pela falta de clareza e pelo objetivo de descredibilizar a autoridade monetária, chamou atenção pelo perfil inusitado das empresas envolvidas.

“Nunca vi tanta gente do setor financeiro assinando um mesmo documento de protesto, ainda mais surpreendente por se tratar de meio empresarial que tradicionalmente evita se manifestar e prefere permanecer em silêncio. Creio que a mobilização rara foi movida pela defesa de algo muito maior e absolutamente indispensável: a independência do Banco Central”, afirma.

Segundo Becker, nos bastidores ficaram evidentes não apenas os abusos já dimensionados tecnicamente a partir da análise de ativos fraudados, mas também os choques de vaidade entre alguns personagens influentes do mercado financeiro com trânsito nos círculos íntimos de poder em Brasília. De forma indireta, essa briga contribuiu para a reação coletiva dos bancos.

“Essa crise está longe de terminar, a começar pela auditoria em curso do TCU no BC, conduzida em meio a encontros reservados e a um véu de sigilo. O envolvimento surpreendente da Corte de Contas nesse episódio já foi o suficiente para revelar a complexidade da situação, justamente por envolver figuras poderosas dos mundos jurídico, político e econômico”, conclui.

Fonte: Gazeta do Povo

EUA fazem ameaça em português a imigrantes: “Trump vai te jogar na cadeia”

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A conta em português do Departamento de Estado dos Estados Unidos fez uma publicação no X ameaçando imigrantes que “roubem os americanos”.

“Se você vier aos Estados Unidos para roubar os americanos, o presidente Trump vai te jogar na cadeia e te mandar de volta para o lugar de onde você veio”, disse..

A postagem acompanha uma foto de Trump durante um discurso com o escrito “envia-os de volta”.

De toda forma, a ameaça não foi feita exclusivamente em português, tendo sido postada também na conta principal do Departamento de Estado, em inglês, e na conta em espanhol.

Um dos grandes focos de Trump durante o início de seu segundo mandato como presidente é a repressão contra a imigração.

Além de intensificar as deportações e as operações do ICE (Serviço de Imigração e Alfândega), ele também suspendeu a entrada de pessoas de diversos países.

Recentemente, o governo americano anunciou a pausa no processamento de vistos de imigrante do Brasil e mais 74 países.

A medida abrange vistos de imigrante, como os de trabalho nos EUA. Ela não se aplica a vistos de não imigrante, como vistos de estudante e de turista.



Fonte: CNN BRASIL

Coelba remove cerca de 130 mil ligações irregulares de energia em 2025 – Acorda Cidade

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Em 2025, a Neoenergia Coelba identificou e removeu cerca de 130 mil ligações irregulares de energia em toda a Bahia. A quantidade é 17% superior quando comparada a 2024 e representa o maior volume registrado no estado. As ações recuperaram 476 milhões de quilowatts/hora de energia, suficiente para abastecer 3,8 milhões de residências por um mês ou todo o município de Salvador por 45 dias.

Para alcançar os resultados, a Neoenergia Coelba investiu em ferramentas tecnológicas e sistemáticas que permitem uma maior assertividade na identificação das fraudes. Em 2025, a quantidade de inspeções em campo foi inferior à 2024, porém o volume de fraudes encontradas foi maior. Em campo, a empresa também adquiriu novos drones para facilitar a identificação das ligações clandestinas.

“Nossas ações de combate ao furto de energia beneficiam toda a Bahia, assegurando aos consumidores regulares um fornecimento mais seguro e confiável, além de garantir que os impostos arrecadados retornem à sociedade na forma de investimentos no estado”, destaca a gerente de Gestão da Receita da Neoenergia Coelba, Narah Rank.

Os municípios que registraram maior volume de ligações removidas foram Salvador (15,8 mil), Feira de Santana (10,8 mil), Camaçari (5,2 mil), Juazeiro (4,3 mil) e Lauro de Freitas (3,6 mil). Já as cidades com o maior volume de energia recuperada foram Cocos (47 GWh), Barreiras (46 GWh), Juazeiro (31 GWh), Jaborandi (26 GWh) e Salvador (14 GWh).

Crimes e prejuízos

As ligações clandestinas representam riscos à população, pois são realizadas por profissionais não qualificados e autorizados e que não seguem as normas técnicas de segurança. A prática também prejudica o fornecimento de energia devido ao aumento indevido e não dimensionado de carga na rede elétrica.

Além disso, o furto de energia é crime previsto no artigo 155 do Código Penal Brasileiro, com pena que pode chegar a oito anos de reclusão. Os responsáveis pelas unidades flagradas com ligações clandestinas podem responder a inquérito para apurar a conduta praticada.

Por isso, a Neoenergia Coelba reforça os canais de denúncia: central telefônica 116 e site (www.neoenergia.com/bahia).

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Fonte: Acorda Cidade

Moraes abre inquérito sobre vazamento de dados de ministros

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O ministro Alexandre de Mores, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a abertura de um novo inquérito para apurar o suposto vazamento de dados fiscais de ministros da Corte por meio de órgãos como o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) e a Receita Federal. 

O inquérito, relatado pelo próprio Moraes, foi aberto sem a provocação da Procuradoria-Geral da República (PGR) ou da Polícia Federal (PF), procedimento incomum, embora previsto no Regimento Interno do Supremo.

A existência da investigação, que corre sob sigilo, foi revelada pelo portal Poder 360 e confirmada pela Agência Brasil. 

Entenda

A apuração surge após a imprensa revelar ligações entre familiares de ministros do Supremo e o Banco Master, instituição envolta em um escândalo de fraude financeira e cuja investigação tramita na própria Corte, sob relatoria de Dias Toffoli.

Entre as revelações está a que irmãos e primos de Toffoli venderam uma participação em um resort no Paraná a um fundo ligado a Fabiano Zettel, cunhado e sócio de Daniel Vorcaro, dono do Master.

Os dois já foram alvo de mandados de busca e de prisão temporária proferidas no inquérito relatado pelo próprio ministro. 

Ainda em dezembro, o jornal O Globo revelou que o escritório de advocacia administrado por Viviane Barci, esposa de Alexandre de Moraes, fechou um contrato de R$ 129 milhões para representar o Banco Master conforme a demanda, antes do escândalo de fraude financeira vir à tona. 

Moraes tem a suspeita de que essas informações foram vazadas do Coaf ou da Receita.

De acordo com ministro do STF, reuniões realizadas com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, trataram exclusivamente da Lei Magnitsky, aplicada pelo governo dos Estados Unidos contra o magistrado.

O Banco Central também confirmou que as reuniões trataram dos efeitos da lei. 

Arquivamento

No dia 27 de dezembro, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, decidiu arquivar o pedido para investigar Alexandre de Moraes e sua esposa no caso do Banco Master. 

Ao arquivar o pedido de investigação, Gonet cita “absoluta ausência de lastro probatório mínimo que sustente a acusação formulada”.

“Veículos de imprensa não apresentaram elementos concretos ou indícios materiais que corroborem a tese de intimidação, permanecendo a narrativa no campo das suposições”, argumenta.

Ainda segundo o procurador-geral, no que diz respeito ao contrato mencionado entre Viviane e o Banco Master, não se vislumbra, a priori, qualquer ilicitude que justifique intervenção.

“Os relatos apresentados, portanto, são desprovidos de elementos informativos mínimos capazes de indicar a materialidade de ilícitos cíveis, penais ou administrativos”.

“A representação fundamenta-se estritamente em matérias jornalísticas – fontes secundárias destituídas de confirmação probatória autônoma – e carece de diligências prévias que lhes confiram consistência jurídica”, concluiu Gonet.

Inquérito

Apesar de criticada pelo Ministério Público e por juristas e especialistas, a abertura de inquéritos de ofício por um ministro do Supremo está prevista no Regimento Interno, que em seu Artigo 43 diz que: “ocorrendo infração à lei penal na sede ou dependência do Tribunal, o Presidente instaurará inquérito, se envolver autoridade ou pessoa sujeita à sua jurisdição, ou delegará esta atribuição a outro Ministro”. 

No momento, Moraes ocupa a presidência do Supremo, com a ausência do atual presidente, Edson Fachin, devido ao recesso do Judiciário. 

As revelações trazidas pelo caso Master têm levado Fachin a sugerir a criação de um código de conduta para ministros de tribunais superiores, incluindo o Supremo.

Em seu discurso para encerrar o ano de 2025, o ministro colocou o tema entre as prioridades do tribunal para este ano. 

* Matéria alterada às 12h28 para complementação de informações sobre arquivamento de pedido para investigar Alexandre de Moraes e sua esposa no caso do Banco Master. 

Fonte: Agência Brasil

Pamela Anderson diz ter se sentido enojada ao encontrar Seth Rogen no Globo de Ouro 2026

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RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) – Pamela Anderson, 58, comentou o encontro com Seth Rogen, 43, no Globo de Ouro 2026, noste domingo (11), em Beverly Hills, na Califórnia. A atriz disse ter se sentido enojada ao vê-lo na plateia, já que ele foi produtor de “Pam & Tommy”, série sobre sua vida feita sem sua autorização.

As declarações foram dadas em entrevista a Andy Cohen, na rádio SiriusXM. A atriz contou ao apresentador que foi embora logo após entregar o prêmio de Melhor Atriz em Filme de Comédia ou Musical a Rose Byrne (Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria). “Ele fez uma série sobre os momentos mais difíceis da minha vida sem falar comigo. Como assim? Eu estou aqui, sou um ser humano vivo, respirando”, afirmou.

Lançada em 2022, Pam & Tommy retrata o relacionamento de Pamela com o baterista Tommy Lee, 63, e explora, principalmente, o vazamento de uma fita íntima do casal, gravada na lua de mel em 1995 e divulgada sem consentimento. A atriz já havia criticado publicamente a produção por reviver um trauma pessoal. Ela e músico se divorciaram em 1998, após um relacionamento marcado por brigas e confusões.

Pamela continuou desabafando ao explicar os motivos de ter se sentido enojada com a presença de Rogen. “Talvez eu só tenha sentido algo como: ‘Eu não sou irrelevante aqui'”, disse. “Fiquei um pouco estranha com isso. Triste. Senti que, sabe, eu tenho trabalhado tanto… Fiz cinco filmes no último ano! Então tenho estado ocupada, mas às vezes isso te atinge e você fica meio para baixo.”

Na entrevista, a atriz disse ainda esperar um pedido de desculpas de Rogen e reforçou que figuras públicas não deveriam ter suas tragédias transformadas em entretenimento. “Dizem que você vira alvo fácil quando é uma pessoa pública, que não tem direito à privacidade. Mas seus segredos mais profundos ou as tragédias da sua vida não deveriam ser material para uma série de TV. Isso me deixou um pouco ‘p. da vida”, disparou Pamela que há quase três anos decidiu não usar mais maquiagem.

Além de produtor, Seth Rogen também atuou na série, estrelada por Lily James e Sebastian Stan. No Globo de Ouro 2026, ele ganhou o prêmio de Melhor Ator em Série de Comédia ou Musical por “O Estúdio”.

Ator diz que paternidade define sua vida mais do que ser artista. ‘A gente comete erros mas precisa aprender a se perdoar’, diz vencedor do Globo de Ouro

Folhapress | 06:40 – 16/01/2026

Fonte: Noticias ao Minuto