quarta-feira, abril 8, 2026
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São Paulo, Palmeiras e Fluminense entram em campo para mostrar força no mata-mata da Copinha

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A segunda fase da Copa São Paulo de Juniores será concluída nesta terça-feira, com jogos decisivos que definem os últimos classificados para a terceira fase do torneio. Entre os destaques da rodada estão São Paulo, Palmeiras e Fluminense, clubes tradicionais da competição, que entram em campo diante de Portuguesa, Vitória e Referência FC, respectivamente, em confrontos que misturam favoritismo e possibilidade de surpresa.

Atual campeão da Copinha e dono de cinco títulos, o São Paulo encara a Portuguesa, que tenta voltar a fazer bonito no torneio após campanhas discretas nos últimos anos. O time tricolor chega embalado por três vitórias em três jogos na fase de grupos, com desempenho sólido e controle das partidas, enquanto a Lusa aposta na organização e na tradição para tentar equilibrar o duelo e seguir viva na competição.

Outro favorito em campo é o Palmeiras. Bicampeão da Copa São Paulo, o alviverde também venceu os três jogos da primeira fase e encara o Vitória, que tenta surpreender um dos principais candidatos ao título. O time baiano aposta em intensidade e jogo físico para desafiar o favoritismo palmeirense, que chega com elenco consistente e forte poder ofensivo.

Já o Fluminense, também cinco vezes campeão da Copinha, enfrenta o Referência FC, equipe que chama atenção pelo projeto recente e pelo trabalho de base estruturado. O tricolor carioca avançou na fase de grupos, mas sabe que o mata-mata exige atenção máxima, especialmente diante de um adversário que chega sem a pressão do favoritismo e disposto a surpreender.

Além dos confrontos envolvendo os grandes, a rodada que fecha a segunda fase traz outros duelos equilibrados e com potencial de zebra, característica histórica da Copinha, a exemplo de Retrô x Internacional e Botafogo e São José.

Confira os jogos desta terça-feira e onde acompanhá-los:

11h

Operário-PR x Independente-AP – YouTube Paulistão

Fortaleza x Novorizontino – Xsports

Ituano x Água Santa – YouTube Paulistão

Nacional x Juventus – YouTube Ulisses TV

14h30

Retrô-PE x Internacional – Xsports

15h

Red Bull Bragantino x Comercial Tietê – YouTube Paulistão

Canaã-DF x Figueirense – YouTube Paulistão

Juventude x Águia de Marabá-PA – YouTube XSports

Itaquaquecetuba x União Mogi – YouTube Paulistão

Flamengo-SP x Monte Roraima-RR – YouTube Ulisses TV

Ibrachina x Atlético-MG – CazéTV

18h30

Fluminense x Referência – CazéTV

19h

Audax x Santo André – YouTube Paulistão

19h30

Palmeiras x Vitória – Xsports

20h30

São Paulo x Portuguesa – CazéTV

21h45

Botafogo x São José – Xsports

Fonte: Noticias ao Minuto

Forças sírias tomam campo de petróleo de Omar, o maior do país, diz fonte

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Tropas da Síria que lutam contra as forças curdas apoiadas pelos EUA tomaram o campo de petróleo de Omar, o maior do país, e o campo de gás da Conoco, na província de Deir Zor, no leste do país, informaram autoridades e fontes de segurança neste domingo (18).

A tomada acontece enquanto forças tribais árabes aliadas avançavam na região rica em petróleo ao longo da fronteira com o Iraque.

A conquista dos campos de petróleo localizados a leste do rio Eufrates, uma das principais fontes de receita para as forças curdas, foi um grande golpe para o grupo, que, segundo as autoridades, privava o Estado de recursos utilizados pela milícia.

O exército sírio prosseguiu em direção a áreas predominantemente árabes do nordeste da Síria, controladas pelas FDS (Forças Democráticas Sírias), apoiadas pelos EUA, apesar dos apelos americanos para que interrompesse seu avanço.

Uma fonte do governo afirmou que as forças lideradas pelos curdos foram derrotadas após avanços liderados por combatentes tribais árabes, permitindo que o governo e seus aliados tribais avançassem para uma faixa de território de mais de 150 quilômetros.

A área se estende ao longo da margem leste do Eufrates, seguindo de Baghouz, perto da fronteira com o Iraque, até cidades importantes como al-Shuhail e Busayra.

No final da tarde de sábado (17), o exército também assumiu o controle da cidade de Tabqa, no norte do país, e sua represa adjacente, bem como da importante Represa da Liberdade, anteriormente conhecida como Represa Baath, a oeste de Raqqa.

As autoridades curdas sírias não reconheceram a perda desses locais estratégicos, e permanece incerto se os combates ainda estão em curso.

Fonte: CNN BRASIL

Ator Jim Carrey completa 64 anos

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O ator Jim Carrey está em festa! O icônico artista completa 64 anos neste sábado, 17 de janeiro.

Carrey nasceu em 1962, na cidade de Newmarket, em Ontário, no Canadá. O mais novo de quatro irmãos, demonstrou desde cedo talento para o entretenimento. Ainda criança, fazia pequenas apresentações teatrais para a família e, já jovem, decidiu tentar a sorte em Los Angeles, nos Estados Unidos, passando antes por clubes de comédia.

Foi em Hollywood que chamou a atenção do comediante Rodney Dangerfield, que o convidou para abrir seus shows.

A estreia no cinema aconteceu em 1983, com o filme Cooper Mountain, de David Mitchell, mas o reconhecimento só veio anos depois. Em 1994, Jim Carrey alcançou grande sucesso com Ace Ventura – Um Detetive Diferente.

Esse ano marcou um ponto de virada em sua carreira. Além de Ace Ventura, o ator estrelou Doidos à Solta e O Máskara, dois de seus filmes mais icônicos.

No ano seguinte, em 1995, participou de Batman Eternamente. Após atuar em O Pentelho, sua performance foi bastante elogiada, o que o levou a protagonizar o drama de ficção científica O Show de Truman – O Show da Vida, papel que lhe rendeu seu primeiro Globo de Ouro.

Títulos como O Mentiroso, Todo-Poderoso e Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças são outros exemplos de filmes de grande sucesso em sua carreira. Sonic 3 – O Filme está entre seus trabalhos mais recentes.

Confira a galeria e relembre algumas imagens marcantes da trajetória do ator.

Fonte: Noticias ao Minuto

O que acontece com fundos de investimento após liquidação da Reag? Entenda

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Apesar da intervenção do BC (Banco Central) que decretou a liquidação extrajudicial da Reag, os fundos de investimento administrados pela empresa não são automaticamente encerrados.

A autoridade monetária agiu na quinta-feira (15), apontando violações às normas do SFN (Sistema Financeiro Nacional).

Fundos são estruturados com uma pessoa jurídica diferente da instituição financeira, essa regra existe para proteger o dinheiro dos investidores. Ou seja: uma coisa é o dinheiro da Reag, outra é o dos investidores — valor “segregado” nos fundos.

Porém, como a Reag não opera mais, o liquidante deverá convocar uma Assembleia Geral com os cotistas para a escolha de um novo administrador para o fundo.

O liquidante da Reag, nomeado na véspera, é Antônio Pereira de Souza, ex-servidor do Banco Central. Ele trabalhou na mesma função durante parte do processo de liquidação do Banco Bamerindus.

Sobre os investidores, o dinheiro de clientes dos fundos estão protegidos pela segregação patrimonial, um dos pilares do regime fiduciário, explica Patrícia Palomo, economista na Arau Consulto.

Dessa forma, a liquidação da Reag não implica automaticamente perda ou confusão dos recursos investidos nos fundos sob sua administração.

O desenho regulatório prioriza a continuidade do fundo, com a substituição do administrador fiduciário por outra instituição habilitada, acrescenta ela. “O encerramento do fundo ou da classe de cotas somente ocorre se for deliberado em assembleia de cotistas ou se, por razões operacionais, não houver viabilidade para sua manutenção.”

Referente à escolha do novo administrador dos fundos, a assembleia deve ser convocada para até quinze dias. Se isso não ocorrer, cotistas que representem ao menos 5% do patrimônio líquido do fundo podem promover a convocação no prazo de dez dias, segundo a economista.

Para Henrique Machado, ex-diretor da CVM (Comissão de Valores Mobiliários), o impacto maior é o tempo que o fundo ficará sem uma administradora, podendo, por conta disso, ter algum prejuízo.

A Reag administrava diversos fundos de investimentos, tanto imobiliários como de investimento customizados. A gestora é formada pela Reag Asset, Reag Seguros e a Reag Weatlh.

O que acontece com os clientes dos fundos geridos pela Reag?

Os clientes de fundos de investimento da Reag não devem sofrer uma perda financeira direta, sendo que a liquidação foi sobre a gestora, explica ainda Paulo Feldmann, professor da FIA Business School.

Um grupo de consórcio é composto por uma determinada quantidade de cotas. Cada grupo possui patrimônio próprio e é autônomo em relação aos demais grupos e à administradora de consórcios.

Segundo informações do Banco Central, a perda do dinheiro investido depende da situação financeira do próprio grupo ao qual pertence o consorciado, a ser apurada pelo liquidante.

Diferentemente do caso do banco Master, não há nenhum fundo de crédito — como o FGC (Fundo Garantidor de Crédito), por exemplo — que garanta as operações realizadas pelas corretoras de câmbio ou fundos de investimentos.

Clientes podem retirar dinheiro investido nos fundos?

Com a liquidação da administradora, a possibilidade de o investidor retirar o dinheiro depende do tipo de produto, explica Palomo.

Nos fundos abertos, o cotista pode solicitar resgate conforme as regras e prazos previstos no regulamento, embora possa haver suspensão temporária de resgates por motivo operacional ou de liquidez.

Já nos fundos fechados, não existe direito de resgate a qualquer tempo, de modo que a saída do investimento ocorre por amortização, encerramento do fundo ou negociação no mercado secundário, quando houver.

A estrutura jurídica de um fundo de investimento é desenhada para impedir qualquer comunicação entre o patrimônio líquido do fundo, que pertence exclusivamente aos cotistas, e o patrimônio da instituição que o administra.

Patrícia Palomo, economista da Arau Investimentos

Referente às carteiras dos fundos, essas permanecem preservadas e segregadas do patrimônio da Reag, explica a economista. Os ativos continuam pertencendo ao fundo e não integram a massa da instituição liquidada.

O que pode ocorrer é uma “transição operacional”, com a migração da escrituração, controles e demais rotinas para um novo administrador fiduciário, sem que isso implique alteração da composição da carteira.

E se ninguém aceitar administrar o fundo de investimento?

Ainda segundo a economista, caso nenhuma instituição aceite assumir a administração fiduciária dos fundos, a regulamentação prevê um caminho de liquidação ordenada.

Nessa situação, a assembleia de cotistas pode deliberar a liquidação do fundo ou da classe, elegendo um administrador apenas para conduzir esse processo.

Caso, no prazo de até trinta dias úteis contados da publicação do ato de liquidação extrajudicial da Reag, não houver eleição de um administrador para essa finalidade, o Banco Central pode nomear uma instituição para processar a liquidação do fundo, explica Palomo.

Entenda a liquidação da Reag

Fundos administrados pela Reag Trust estruturaram operações fraudulentas com o Banco Master entre julho de 2023 e julho de 2024, segundo informações repassadas pelo Banco Central ao TCU (Tribunal de Contas da União).

No relatório encaminhado à Corte, a autoridade monetária informou que as operações estavam em desacordo com normas do Sistema Financeiro Nacional, apresentando falhas graves de gestão de risco, crédito e liquidez.

A liquidação da Reag ocorreu após a Polícia Federal, no âmbito da operação Compliance Zero, cumprir mandados de busca contra o seu fundador, o empresário João Carlos Mansur.

A empresa também já foi alvo de investigação por suspeitas de ligação com esquemas de lavagem de dinheiro apurados na operação Carbono Oculto, que apura a relação entre o setor de combustíveis, o PCC e empresas financeiras.

Em nota, a autoridade monetária informou que continuará tomando todas as medidas cabíveis em relação a Reag Trust para apurar as responsabilidades nos termos de suas competências legais.

“O resultado das apurações poderá levar à aplicação de medidas sancionadoras de caráter administrativo e a comunicações às autoridades competentes, observadas as disposições legais aplicáveis. Nos termos da lei, ficam indisponíveis os bens dos controladores e dos ex-administradores da instituição”, diz o comunicado do Banco Central.

 

Fonte: CNN BRASIL

Manchester United acerta Michael Carrick como técnico interino

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O Manchester United já teria acertado, nesta terça-feira, a chegada de Michael Carrick para assumir o comando técnico da equipe de forma interina, segundo a imprensa inglesa. O ex-meio-campista, de 44 anos, ficará à frente do time até o fim da temporada, substituindo Ruben Amorim. A diretoria, no entanto, planeja anunciar um treinador de maior peso no próximo verão europeu.

Carrick contará com Steve Holland, Jonathan Woodgate, Jonny Evans e Travis Binnion em sua comissão técnica. A estreia do novo interino está marcada para o próximo sábado, no clássico contra o Manchester City, em mais uma rodada da Premier League.

Já Darren Fletcher, que havia assumido o time de forma provisória após a saída de Ruben Amorim e somou um empate e uma derrota em dois jogos, retornará ao comando da equipe sub-18 do clube.

Michael Carrick tem três anos de experiência como treinador principal, todos no Middlesbrough. Como jogador, defendeu o Manchester United em 463 partidas e também integrou a comissão técnica de Ole Gunnar Solskjaer por quatro temporadas. Em outra passagem como interino, Carrick obteve duas vitórias em três jogos, função que agora volta a exercer.
 
 

Kaveh Solhekol, jornalista inglês da Sky Sports, mostrou-se confuso com o critério do Manchester United em trazer de volta Ole Gunnar Solskjaer ou Michael Carrick para o comando técnico do clube, apontando que nenhum deles mostrou ser melhor que Ruben Amorim.

Notícias ao Minuto Brasil | 07:25 – 10/01/2026

Fonte: Noticias ao Minuto

Copinha 2026: horários e onde assistir aos jogos deste domingo (18)

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A Copa São Paulo de Futebol Júnior 2026 inicia neste domingo (18) os jogos das quartas de final.

Oito times ainda estão na disputa, dos 128 que começaram o torneio de base, e quatro deles jogam neste primeiro dia.

A decisão do torneio está marcada para o dia 25 de janeiro, em comemoração ao aniversário da cidade de São Paulo, como é tradicional.

Nas quartas, assim como nas três fases anteriores, os confrontos continuam sendo eliminatórios, em jogo único.

Portanto, em caso de empate no tempo regulamentar, a classificação para as semifinais da Copinha será definida nos pênaltis.

Horários e onde assistir aos jogos deste domingo (18)

  • 11h – Grêmio x Ceará (RecordTV e Xsports)
  • 18h30 – Guanabara City x Cruzeiro (CazéTV)

Fonte: CNN BRASIL

Grêmio x Ceará: horário e onde assistir ao jogo da Copinha

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Grêmio e Ceará se enfrentam neste domingo (18), às 11h (de Brasília), em jogo válido pelas quartas de final da Copa São Paulo de Futebol Júnior, a Copinha.

A partida será no Estádio Zezinho Magalhães, em Jaú, e terá transmissão da RecordTV e do XSports, além de tempo real do CNN Esportes.

Para chegar às quartas, o Imortal goleou o América-RN por 4 a 1. Já o Vozão ganhou do XV de Jaú por 2 a 0.

Onde assistir a Grêmio x Ceará

  • TV: RecordTV e XSports (também no Youtube)
  • Tempo real: CNN Esportes

Ficha técnica de Grêmio x Ceará

  • Data: 18/01/2026
  • Horário: 11h (de Brasília)
  • Local: Estádio Zezinho Magalhães, em Jaú
  • Fase: Quartas de final

Fonte: CNN BRASIL

“Eles estão se aproximando de mim”: EUA perseguiram Ovnis em 1952

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A noite estava quente e úmida sobre a Base Aérea de New Castle, em Delaware, aquele tipo de calor que impregnava a fuselagem metálica dos caças em alerta, alinhados ao longo da pista.

O tenente William L. Patterson, do 142º Esquadrão de Caça Interceptador, não se afastou muito da linha de voo como parte da preparação de rotina para pilotos em 1952: manter os motores aquecidos, decolar em minutos e estar alerta para a remota possibilidade de bombardeiros soviéticos se aproximarem do meio do Atlântico.

Então veio a ordem: interceptar objetos desconhecidos sobrevoando a Casa Branca e o Pentágono. As telas de radar do Aeroporto Nacional de Washington e da Base Aérea de Andrews, nas proximidades, exibiram alvos que ninguém conseguia identificar, todos eles desrespeitando o espaço aéreo restrito.

Em todo o país, os americanos estavam constantemente olhando para o céu. A paranoia anticomunista ainda estava em alta, a Guerra da Coreia se arrastava por mais um ano e a ameaça de bombardeios soviéticos parecia iminente.

A nação também estava em meio a um ano recorde de avistamentos de Ovnis — o que aumentava as preocupações com possíveis ataques aéreos —, incluindo um caso perturbadoramente semelhante apenas uma semana antes, quando operadores de radar e pilotos comerciais relataram objetos não identificados nos céus acima da capital do país, manobrando de maneiras que nenhuma aeronave conhecida conseguia realizar.

Por gerações, os eventos daqueles dois fins de semana foram tratados como um conto fantasmagórico da Guerra Fria, relegado ao passado.

Mas, no final de 2025, mais pilotos do que nunca relatam encontros inexplicáveis no espaço aéreo dos EUA, de acordo com a Americans for Safe Aerospace, uma organização sem fins lucrativos que oferece canais confidenciais para que pilotos relatem seus avistamentos.

O recente aumento no número de denúncias levanta as mesmas questões sem resposta que fizeram Patterson fugir para a noite há mais de 70 anos.

O relato de como aquela noite se desenrolou e dos dias caóticos que se seguiram baseia-se numa revisão histórica de documentos governamentais desclassificados, artigos de imprensa arquivados, livros, entrevistas com pesquisadores e muito mais.

Galeria – OVNIs: avistamentos de Objetos Voadores Não Identificados pelo mundo

Cercado por todos os lados

Era tarde da noite de 26 de julho de 1952, quando Patterson e seu parceiro, o Capitão John McHugo, conhecidos pelos seus indicativos de chamada Shirley Red 1 e 2, aceleraram seus jatos F-94 na escuridão úmida, com os pós-combustores flamejando em branco contra a pista enquanto faziam uma curva para o sul, rumo ao desconhecido.

Assim como no incidente da semana anterior, os controladores de tráfego aéreo em Washington, D.C., observaram em seus radares objetos não identificados descendo, pairando, desaparecendo e reaparecendo ao longo de várias horas em uma área de 160 quilômetros (100 milhas). Eles entraram em contato com seus colegas em Andrews, que confirmaram estar monitorando os mesmos objetos.

Os operadores disseram que os ecos soavam como aeronaves, mas que desconheciam quaisquer voos aliados na área.

Patterson, voando a 20.000 pés, chegou primeiro perto do Aeroporto Nacional quando os controladores o direcionaram para um conjunto de ecos registrados perto de Andrews.

A noite estava escura e densa à sua frente, deixando a Patterson pouco mais do que o brilho tênue de seus instrumentos e a silhueta do horizonte.

Então, de repente, ele os viu.

Quatro luzes brilhantes apareceram a 16 km (10 milhas) à frente e um pouco acima dele.

Mas elas não piscaram nem se moveram como as luzes normais de um avião. Elas esperaram.

Ele relatou o que viu aos controladores e acelerou ao máximo. Seu interceptor atingiu quase 966 km/h (600 milhas por hora).

Os controladores observavam os ecos do radar responderem em tempo real, manobrando no céu de maneiras impossíveis para qualquer aeronave conhecida: eles davam ré rapidamente, pairavam, faziam curvas acentuadas de 90 graus e aceleravam, entrando e saindo do campo de visão em velocidades incríveis.

Antes que Patterson pudesse diminuir a distância, as luzes romperam a formação e começaram a convergir para seu interceptor. O radar na torre mostrou os alvos se aproximando de sua posição. Na cabine de pilotagem, Shirley Red 1 foi repentinamente envolvido por uma luz ofuscante.

“Eles estão se aproximando de mim”, ele comunicou aos controladores pelo rádio, com a voz carregada de alarme. “O que devo fazer?”

Patterson, um veterano da Guerra da Coreia, estava se perguntando se deveria abrir fogo contra o que quer que estivesse banhando seu avião em luz.

Não houve resposta imediata. De acordo com vários relatos, os controladores e oficiais militares que se reuniram na torre ficaram atônitos.

Por um instante de tirar o fôlego, Patterson ficou sozinho com as luzes que cercavam seu avião. Então, tão repentinamente quanto apareceram, elas desapareceram na noite, sumindo do radar em questão de segundos.

Patterson foi enviado para interceptar novos alvos que, segundo o radar, estavam sobrevoando o espaço aéreo sobre a capital dos EUA, mas cada um deles desapareceu antes que ele pudesse alcançá-los.

Após quase uma hora voando a potência máxima, com pouco combustível restante, ele retornou à base. McHugo, direcionado para um setor diferente, não relatou nenhum avistamento visual antes de se encontrar com Patterson pouco depois em New Castle.

Jornais de 1952 manchetaram a caça pelos Ovnis • Arte CNN

Objetos de metal

Uma semana antes, em 19 de julho, os controladores de tráfego aéreo do Aeroporto Nacional rastrearam vários sinais não identificados, corroborados por Andrews, pela Base Aérea de Bolling e por um piloto comercial que relatou luzes brilhantes acompanhando seu avião de passageiros.

Aeronaves interceptadoras não viram nada, e muitos oficiais superiores descartaram o incidente para a mídia, atribuindo-o a anomalias meteorológicas.

Os sinais de radar foram causados por uma inversão térmica, disseram as autoridades: uma camada quente e úmida na atmosfera mais fria que pode curvar as ondas de radar e produzir falsos retornos.

Mas o segundo fim de semana de avistamentos destruiu essa confiança.

O capitão Edward Ruppelt, diretor da equipe de pesquisa de OVNIs do governo, o Projeto Livro Azul, soube pela primeira vez que objetos voadores haviam retornado a Washington quando um repórter o ligou em sua casa em Dayton no final do dia 26 de julho, perguntando o que a Força Aérea planejava fazer.

“Não faço ideia do que a Força Aérea está fazendo”, disse Ruppelt ao repórter. “Provavelmente não está fazendo nada.”

Ele confirmou isso pouco depois. Após ligar para o Pentágono, Ruppelt enviou oficiais militares para investigar. O tenente John Holcomb, especialista em radar da Marinha, e o major Dewey Fournet, o contato do Pentágono para o Projeto Livro Azul, correram para a torre de controle do Aeroporto Nacional.

Lá encontraram os mesmos operadores de radar que haviam rastreado os sinais na semana anterior. Agora, as telas mostravam mais de uma dúzia de alvos espalhados pela região, do norte da Virgínia até Andrews.

Desta vez, os oficiais testemunharam em primeira mão como vários caças, incluindo o de Patterson, perseguiram a misteriosa aeronave naquela noite.

Holcomb e Fournet consideraram a possibilidade de uma inversão térmica, observando os alvos por horas na torre e conversando com os controladores. Holcomb, o especialista em radar, confirmou com o centro meteorológico do aeroporto que havia uma leve inversão, mas não acreditava que fosse forte o suficiente para produzir alvos de radar tão convincentes.

A Fournet então informou a Ruppelt que ninguém na torre acreditava que os sinais fossem causados pelo clima. Os operadores insistiram que estavam rastreando objetos metálicos sólidos não identificáveis.

Chamas da histeria

Ruppelt chegou a Washington na manhã de segunda-feira e descobriu que todos os principais jornais estavam repletos de manchetes sobre discos voadores. No saguão do hotel, repórteres o cercaram com perguntas sobre as misteriosas incursões na capital.

A Força Aérea foi inundada com telegramas, cartas e telefonemas do público exigindo informações. Enquanto o Pentágono tentava abafar as especulações e ignorar a imprensa, os jornais publicavam manchetes alarmistas e rumores sobre naves espaciais alienígenas.

“DISCOS AÉREOS INVADEM A CAPITAL”, apareceu na primeira página do The Cedar Rapids Gazette, em Iowa, em letras garrafais, em 29 de julho de 1952. “Confirmação da Força Aérea sobre luzes estranhas no céu coloca todas as bases em alerta”, dizia uma manchete no Daily-Times Advocate, em Escondido, Califórnia, no dia anterior.

Até Albert Einstein se pronunciou. “Essas pessoas viram alguma coisa”, relatou o Washington Times Herald, citando o influente pensador em 30 de julho de 1952. “O que é, eu não sei, e não tenho interesse em saber.”

Os avistamentos consecutivos durante o fim de semana foram apelidados de “Alarme de Washington”, e a ânsia do público por mais detalhes tornou-se tão grande que a iminente eleição presidencial de 1952 e os Jogos Olímpicos de Verão foram relegados das primeiras páginas.

A era moderna dos Ovnis havia começado cinco anos antes, quando o piloto civil Kenneth Arnold, de Boise, Idaho, descreveu ter visto nove discos voando ao redor do Monte Rainier “como um pires deslizando sobre a água”. Os jornais se apropriaram da descrição, pois os leitores estavam fascinados pelo mistério.

Em 1952, os avistamentos de Ovnis eram uma obsessão nacional, e o Projeto Livro Azul registrou um número recorde de relatos. Ruppelt estimou posteriormente que, em apenas seis meses, 148 grandes jornais publicaram mais de 16.000 matérias sobre objetos não identificados.

Até Patterson entrou na onda, relatando sua corrida desesperada em direção aos repórteres na manhã seguinte ao pouso. “Eu vi várias luzes brilhantes”, disse ele. “Eu estava em velocidade máxima, mas não tinha velocidade de aproximação.”

Logo depois, as demandas públicas por respostas chegaram à Casa Branca. O conselheiro da Força Aérea do presidente Harry Truman, o brigadeiro-general Robert Landry, telefonou para Ruppelt na terça-feira para perguntar o que ele achava que havia acontecido com o objeto que sobrevoara Washington poucos dias antes. Ruppelt só pôde oferecer teorias, já que a investigação ainda não havia solucionado o caso.

À tarde, com a demanda por esclarecimentos atingindo seu ápice, o Diretor de Inteligência da Força Aérea, Major General John Samford, convocou a maior e mais longa coletiva de imprensa da Força Aérea desde a Segunda Guerra Mundial.

Samford, acompanhado por Ruppelt e outros oficiais de inteligência na sala 3E-869 do Pentágono, sugeriu que havia uma probabilidade de “aproximadamente 50%” de que os sinais fossem resultado de uma inversão térmica distorcendo as ondas de radar. Ele habilmente evitou responder a perguntas de repórteres por mais de uma hora, descartando alegações de acobertamento ou reconhecimento hostil.

Holcomb e Fournet, os únicos oficiais militares que haviam testemunhado os sinais de radar na torre, estavam notavelmente ausentes.

Galeria – Veja relatos de pilotos brasileiros sobre Ovnis em 2025

Mistério em aberto

O tom autoritário do painel da Força Aérea pareceu acalmar a imprensa, embora as autoridades nunca tenham oferecido uma explicação definitiva. Mesmo assim, as manchetes tranquilizaram os leitores, afirmando que os misteriosos ecos não passavam de fenômenos meteorológicos.

Mas os arquivos da Força Aérea contam uma história diferente.

A investigação final determinou que inversões térmicas ocorreram quase todas as noites em Washington, D.C., durante o verão de 1952. No entanto, os inexplicáveis ecos de radar apareceram apenas algumas vezes.

Ruppelt também descobriu que alguns pilotos suspeitavam que as luzes que viam eram reflexos, e os pesquisadores concordaram, até conversarem com os operadores de radar. O diretor então se viu novamente convencido de que esses eram especialistas experientes que sabiam diferenciar um eco fantasma de um objeto sólido em movimento rápido.

Durante esses dois fins de semana, três instalações de ponta rastrearam os mesmos alvos, que alegaram ser legítimos. Antes do envio de interceptadores como o de Patterson, os controladores disseram aos investigadores que confirmaram o funcionamento adequado de seus equipamentos e receberam confirmação visual de companhias aéreas comerciais de que havia luzes no céu onde estavam rastreando os ecos de radar.

Por fim, os avistamentos em Washington foram oficialmente classificados como “desconhecidos” nos registros do Projeto Livro Azul da Força Aérea.

Mais de 70 anos depois, ainda sem uma causa definitiva para a dúzia de sinais de radar coordenados ou para as luzes brilhantes e manobráveis que os pilotos testemunharam em primeira mão, a classificação nunca mudou. Mesmo entre os pesquisadores de Ovnis, não há consenso claro sobre o que aconteceu em julho de 1952.
“Havia algo no ar, e não era apenas uma inversão térmica”, disse Kevin Randle, um dos principais ufólogos, piloto militar aposentado e autor de “Invasão de Washington: Ovnis sobre o Capitólio”, à CNN.

“Sim, certamente é possível que os homens em várias instalações de radar em Washington National e Andrews tenham sido enganados”, escreveu Randle em seu livro. “Isso não explica os avistamentos visuais de todos os outros locais, nem explica as experiências do piloto do interceptor ou dos pilotos da linha aérea.”

O Projeto Livro Azul investigou 12.618 avistamentos de Ovnis entre 1947 e o seu encerramento em 1969. Destes, 701 avistamentos permanecem sem identificação, incluindo o objeto que sobrevoou e pairou sobre a capital do país em julho de 1952.

A Força Aérea afirmou não ter encontrado evidências que sugiram que os avistamentos não identificados representem “desenvolvimentos ou princípios tecnológicos além do alcance do conhecimento científico moderno”, nem qualquer indicação de que os avistamentos sejam de “veículos extraterrestres”.

“Desde o encerramento do Projeto Livro Azul, nada ocorreu que justificasse a retomada das investigações sobre Ovnis pela Força Aérea”, afirmou o ramo militar.

Atualmente, os esforços para lidar oficialmente com fenômenos anômalos não identificados, ou UAPs — termo governamental moderno para Ovnis — são gerenciados pelo Escritório de Resolução de Anomalias em Todos os Domínios, dentro do Departamento de Defesa, desde sua criação em 2022.

O escritório realiza pesquisas, coleta e publica dados, usando detalhes de avistamentos ao longo de décadas para avaliar “se os relatos contemporâneos de UAPs apontam para explicações convencionais ou para algo potencialmente anômalo”, disse a porta-voz do Pentágono, Sue Gough, à CNN.

“Ao reexaminar relatos históricos de UAPs com conhecimento e dados científicos modernos, a AARO pode lançar nova luz sobre casos passados de UAPs e refinar continuamente sua estrutura e metodologia analíticas”, acrescentou.

Não vai desaparecer

Pilotos avistam fenômenos aéreos não identificados (UAPs, na sigla em inglês) diariamente nos céus dos EUA, afirmou Ryan Graves, fundador da Americans for Safe Aerospace, à CNN.

O ex-piloto de caça da Marinha já testemunhou perante o Congresso sobre seus próprios encontros aéreos não identificados e defende maior transparência em relação aos UAPs e a proteção de denunciantes por meio de sua organização, que conecta pilotos aos canais oficiais de denúncia.

“Não tenho dúvidas de que [Patterson] tinha certeza de que realmente havia objetos lá em cima que ele estava perseguindo”, disse Graves. “Mas pode ser solitário lá em cima, e imagino que a quantidade de confusão e incerteza que ele experimentou tenha sido excepcional.”

Ironicamente, disse Graves, esse é o mesmo problema perigoso para os pilotos de hoje que se deparam com o inexplicável. Mesmo com ferramentas modernas, os pilotos “ainda não têm o contexto necessário para entender ou os procedimentos para mitigar essas ameaças”.

Em 2025, a Americans for Safe Aerospace teve seu melhor ano até então, com mais de 700 relatos de UAPs (Fenômenos Aéreos Não Identificados), um aumento em relação aos pouco mais de 300 em 2024. Graves afirmou que a meta para 2026 é criar um padrão globalmente aceito para o relato de UAPs, desenvolvido com parceiros da aviação e do governo em todos os continentes, para que os dados sobre encontros entre pilotos e UAPs sejam comparáveis e utilizáveis.

Embora o notório denunciante de UAPs destaque as ameaças potenciais desses avistamentos, os céticos frequentemente se concentram em explicações comuns para os UAPs, como fenômenos meteorológicos, drones e radares defeituosos, questionando as implicações de adversários estrangeiros ou inteligência não humana.

Mas, por enquanto, a Força Aérea — que dedicou 20 anos de recursos à análise de avistamentos de UAPs (Fenômenos Aéreos Não Identificados) em todo o país — afirma que qualquer pessoa que deseje relatar um objeto inexplicável deve simplesmente entrar em contato com as autoridades policiais locais.

Fonte: CNN BRASIL

Entenda como as passagens de Paquetá na Europa reforçaram interesse do Flamengo

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(UOL/FOLHAPRESS) – Lucas Paquetá negocia o retorno ao Brasil para defender o Flamengo, clube que o revelou. Vendido ao futebol europeu em 2018, o meio-campista viveu uma trajetória marcada por bons momentos, oscilações em campo e problemas fora dele.

Ao longo da passagem pelo Velho Continente, Paquetá defendeu três clubes: Milan, Lyon e West Ham.

Paquetá no Milan
Após se destacar no Campeonato Brasileiro de 2018, Paquetá foi vendido ao Milan. Juventus e Paris Saint-Germain também demonstraram interesse.
A temporada de 2019 teve altos e baixos. No segundo semestre, o brasileiro disputou apenas 17 partidas, com um gol e duas assistências. Na comemoração do gol, homenageou as vítimas do incêndio no Ninho do Urubu.
Apesar de contrato de cinco anos, Paquetá permaneceu apenas uma temporada. No segundo semestre, com 27 jogos, passou a despertar o interesse de outros clubes e acabou negociado com o Lyon por cerca de R$ 150 milhões. O Milan havia pago aproximadamente R$ 162 milhões.

Melhor fase no Lyon
A mudança para a França foi decisiva para o crescimento do jogador. Mais adaptado ao futebol europeu, Paquetá teve duas temporadas consistentes.
Em 2020/21, foram 34 jogos e 17 participações diretas em gols. Na temporada seguinte, disputou 44 partidas, com 18 participações. O bom desempenho chamou a atenção da Premier League.

O West Ham avançou na negociação e pagou cerca de R$ 216 milhões, tornando Paquetá a contratação mais cara da história do clube inglês.

Problemas fora de campo no West Ham
Na Inglaterra, Paquetá teve números inferiores aos registrados no Lyon, mas se destacou pelo talento, dribles e assistências, tornando-se peça-chave da equipe. A melhor temporada foi a de 2023/24, com oito gols e sete assistências em 43 partidas.
O desempenho atraiu o interesse do Manchester City, comandado por Pep Guardiola. O clube chegou a oferecer cerca de R$ 437 milhões, mas o West Ham recusou.

Pouco depois, a carreira do brasileiro sofreu um forte abalo. Em maio de 2024, Paquetá foi acusado de suposta manipulação de resultados, por forçar cartões amarelos em jogos do West Ham. A Federação Inglesa abriu investigação, que se arrastou por quase dois anos.
O processo afetou o desempenho e a saúde mental do jogador. Em julho de 2025, ele foi absolvido de todas as acusações, mas o desgaste já havia influenciado sua decisão de deixar a Europa.

Negociação com o Flamengo
Com o cenário de retorno ao Brasil, Paquetá passou a priorizar o Flamengo, clube com o qual mantém forte identificação e onde estaria mais próximo da família. O jogador também recebeu sondagens de equipes da Itália e da Inglaterra, como o Chelsea, mas descartou as possibilidades.

O UOL apurou que o West Ham está disposto a negociar o atleta nesta janela de transferências. A principal divergência envolve valores: o clube inglês estima a venda em cerca de 50 milhões de euros, aproximadamente R$ 320 milhões.
Ainda não há proposta oficial do Flamengo. As partes devem se reunir nos próximos dias para definir o futuro de Paquetá. A vontade do jogador de voltar ao Brasil é vista como o principal trunfo rubro-negro na negociação.

O Flamengo conta a seu favor com a parceria com o próprio staff do meia; uma reunião entre as partes acontecerá ainda nesta semana

Folhapress | 15:35 – 13/01/2026

 
 
 

Fonte: Noticias ao Minuto

EUA preparam 1.500 soldados para possível envio a Minnesota, diz jornal

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O Pentágono ordenou que cerca de 1.500 soldados da ativa se preparem para um possível deslocamento para Minnesota, informou o jornal americano The Washington Post neste domingo (18), citando autoridades da Defesa.

O Exército colocou as unidades em estado de prontidão para o destacamento, caso a violência no estado aumente, segundo a reportagem.

A medida ocorre após o presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçar usar a Lei da Insurreição se as autoridades do estado não impedirem os manifestantes de atacar agentes de imigração.

“Se os políticos corruptos de Minnesota não obedecerem à lei e impedirem que os agitadores profissionais e insurgentes ataquem os Patriotas do ICE, que estão apenas tentando fazer seu trabalho, eu instituirei a LEI DA INSURREIÇÃO”, escreveu Trump em uma publicação no Truth Social na quinta-feira (15).

O Pentágono e a Casa Branca não responderam imediatamente a um pedido de comentário.

Lei da Insurreição

A ameaça de Trump nas redes sociais veio logo após um agente de imigração dos EUA ter atirado em um venezuelano que fugia de uma blitz policial em Minneapolis na quarta-feira (14), uma semana depois do assassinato de uma cidadã americana, na mesma cidade.

O estado vive tensão sob governo Trump. Cerca de dois mil agentes federais foram mobilizados como parte da mais recente repressão à imigração promovida pela Casa Branca.

O Departamento de Segurança Interna dos EUA, responsável pela supervisão da política de imigração restritiva de Trump, informou que, durante o caso de quarta-feira, duas pessoas atacaram o agente federal com um cabo de vassoura e uma pá de neve enquanto ele lutava com o venezuelano, que, segundo o Departamento, estava ilegalmente no país.

A Lei da Insurreição autoriza o presidente a mobilizar forças militares em território americano.

Fonte: CNN BRASIL