sábado, abril 11, 2026
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Apesar de vantagem competitiva, Brasil tem mão de obra insuficiente para IA

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As discussões sobre a aplicação de ferramentas inteligência artificial no mercado financeiro brasileiro estão bastante aquecidas.

O avanço acontece em um cenário de crescimento recorde dos investimentos em tecnologia por parte das instituições e de maior atenção do Banco Central ao assunto, embora a criação de normas específicas sobre o tema ainda não esteja prevista no curto prazo.

Dados da Febraban (Federação Brasileira de Bancos), em parceria com a Deloitte, mostram que os bancos brasileiros investiriam R$ 47,8 bilhões em tecnologia até o fim de 2025, tendo uma parcela significativa desse investimento destinada a soluções de IA, big data e Analytics.

No cenário global, o movimento é semelhante. Segundo a IMARC Group, o mercado mundial de IA aplicada a fintechs pode chegar a US$ 97,7 bilhões até 2033.

Ainda que em um ambiente de crise financeira global seja impulsionado por mecanismos de IA, profissionais e estudiosos da área acreditam que a solidez do sistema bancário brasileiro coloca o País em uma situação relativamente privilegiada, o que não deve ser confundido com imunidade.

Eles apontam que o Brasil tem um dos sistemas financeiros mais digitalizados e regulados do mundo, que conta com forte infraestrutura de pagamentos instantâneos, o avanço do Open Finance e a atuação de um Banco Central tecnicamente robusto.

“O Brasil tem uma arquitetura muito sólida para lidar com riscos de liquidação e crises de informação. Isso nos dá vantagem, mas não nos torna imunes”, afirma o professor André Filipe Batista, especialista em ciência de dados e coordenador do Centro de Ciência de Dados do Insper.

Para ele, a combinação entre digitalização avançada e capacidade regulatória cria uma janela de oportunidade para o País se tornar referência em arquitetura de confiança digital, conceito que envolve transparência algorítmica, diversidade de modelos, supervisão humana e combate a fraudes.

Ivo Mósca, diretor de Inovação, Produtos, Serviços e Segurança da Febraban, reforça essa visão, destacando a resiliência histórica do sistema financeiro nacional e a capacidade de reação rápida do regulador diante de novas ameaças, como crimes digitais e golpes envolvendo IA. Ainda assim, afirma, há desafios estruturais importantes.

O principal deles é a escassez de mão de obra qualificada em tecnologia, incluindo docentes na área. Enquanto países como Índia e China formam centenas de milhões de profissionais na área, o Brasil ainda avança em ritmo mais lento, diz.

“A inteligência artificial pode ajudar a acelerar esse processo, mas ela não substitui investimento em educação, formação docente e infraestrutura”, afirma o executivo.

Na visão de Ticiana Amorim, o caminho passa por uma combinação de regulação clara, governança corporativa e ética. Muitas empresas brasileiras já adotam políticas internas para o uso responsável da IA, mas o risco de uso indevido, fraude e desinformação permanece. “A regulação sempre vai andar um passo atrás da tecnologia. Mas o desafio é garantir segurança e estabilidade; não é sufocar a inovação”, diz.

Com esse objetivo, as entidades nacionais vêm buscando trabalhar em conjunto. Uma das iniciativas recentes é o Plano Brasil Digital+, que deixou de ser um plano e passou a se tornar uma associação.

Trata-se de um grupo multissetorial e colaborativo, criado com o objetivo de posicionar o Brasil como líder nas cadeias globais de valor digital até 2030 e além, impulsionando o crescimento econômico, a inovação e a inclusão social por meio do uso estratégico das tecnologias digitais.

Inicialmente liderado pela Brasscom (associação de empresas de tecnologia de informação), o grupo tem hoje 80 associados no Brasil e no exterior, entre eles agentes como a CNI, a Fiesp e a Febraban. A ideia é unificar esforços do governo, setor privado e sociedade para criar um ambiente digital competitivo.

Fonte: CNN BRASIL

“Não conseguia respirar”, esposa de cantor relata tentativa de homicídio

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Cantor João Lima agredindo influencer Raphaella Brilhante –

A médica e influenciadora digital Raphaella Brilhante, afirma, neste sábado, 24, ter sido vítima de uma tentativa de homicídio cometida pelo cantor paraibano João Lima. O novo relato veio a tona por conta de imagens que mostram uma agressão dentro da casa do casal.

De acordo com informações do portal LeoDias, em parceira com a jornalista Patrícia Calderón, Rafaela diz que o episódio mais grave aconteceu dentro de casa, quando o artista tentou sufocá-la.

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Em depoimento, ele afirmava que chegou a acreditar que não sairia viva da situação. “Ele pegou, me agrediu. Ele, ele literalmente, literalmente, ele tentou me matar, literalmente. Ele tentou me sufocar, eu não conseguia respirar”, declarou.

Cantor João Lima agredindo influencer Raphaella Brilhante | Foto: Reprodução | Portal LeoDias

A médica informa que as agressões começaram dias após o casamento, que durou cerca de dois meses.

Segundo a mesma, os episódios de violência eram recorrentes e, em muitos casos, motivados por crises de ciúmes do cantor ou até sem qualquer motivo aparente.

Em seu relato, Raphaella descreve que, já sem conseguir respirar, foi levada à força para o banheiro da casa. Percebendo que seria agredida novamente, ela tentou se proteger como conseguiu.

“Ele me levou para o banheiro e, quando ele foi me dar um murro, eu protegi com o braço”, disse a médica.

Ela ainda diz que depois das agressões, João Lima deixou a residência sem demonstrar reações, abandonando-a sozinha no local. “Ele me deixou lá e foi embora, como se nada tivesse acontecido”, disse.

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Garantir provas

Além do choque e do medo gerados pela situação, Raphaella disse que se preocupou imediatamente em garantir as provas do que havia acontecido.

De acordo com a mesma, houve uma incerteza se as câmeras de segurança teriam registrado a agressão.

“Eu não sabia se as câmeras tinham pego. Então, primeiro, eu tentei… eu tinha que ter certeza que eu tinha, que eu tinha todas as provas, sabe, para poder me proteger”, afirmou.

Relato de Raphaella sobre agressão

Relato de Raphaella sobre agressão | Foto: Reprodução | Redes Sociais

Acusação de violência doméstica

O cantor, João Lima, passou a ser formalmente acusado de violência doméstica depois da divulgação do vídeo. Na manhã deste sábado, 24, Raphaella esteve na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher, em João Pessoa.

Ela estava junto da mãe e da advogada, onde registrou o boletim de ocorrência contra o cantor.

Segundo a defesa da médica, o artista já estaria sendo monitorado pelas autoridades e diligências estão em andamento para localizá-lo. A advogada ainda afirmou que uma prisão pode ocorrer a qualquer momento, a depender do avanço das investigações.



Fonte: A Tarde

TV Brasil exibe documentário com iniciativas de preservação da costa

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O documentário Mar Brasileiro revela um oceano de histórias e descobertas com profissionais e ativistas que compartilham suas relações íntimas com as águas e suas ações em prol da conservação do litoral. A produção independente é exibida pela TV Brasil neste domingo (25), às 11h. O conteúdo que acompanha iniciativas para preservar a costa do território nacional está disponível no app TV Brasil Play.

Conduzido pela oceanógrafa e escritora Katharina Grisotti, comunicadora de impacto que guia a narrativa, o filme realiza uma viagem por vários destinos na orla do país para acompanhar o trabalho desenvolvido por entrevistados com histórias inspiradoras.

A atração audiovisual traz depoimentos cativantes e comoventes que fomentam a reflexão. A conversa inclui a surfista Tainá Hinckel, a pesquisadora Camila Brasil, a analista Kelen Leite, o oceanógrafo Rafael Langello, a engenheira ambiental Diulie Tavares e as biólogas Natalia Della Fina e Carla Beatriz Barbosa.

Os convidados mostram, na prática, muitos projetos desenvolvidos no Brasil em busca de soluções para a degradação dos oceanos. Os especialistas discutem estratégias para sensibilizar as pessoas sobre a relação do ser humano com o meio ambiente e formas de engajar a população em favor da causa.

Entre os dados alarmantes levantados no média-metragem de 52 minutos, os problemas relacionados à poluição marinha têm foco. Cada brasileiro pode ser responsável por levar aos mares cerca de 16 kg de plástico por ano e um terço do plástico produzido no país corre o risco de chegar aos oceanos.

A viagem pelo litoral percorre lugares que mantêm a biodiversidade, destaca a complexidade dos recifes de coral e explica os desafios com a destinação do lixo marinho. Com imagens surpreendentes, a produção reforça a conexão intrínseca entre a humanidade e o oceano.

Com exemplos concretos, o doc ressalta a importância da conscientização ambiental e do papel de cada cidadão na preservação dos ecossistemas costeiros. A ideia é compartilhar ações que diminuam o impacto social na natureza. A obra busca incentivar multiplicadores que acreditam e fazem a diferença na construção de um mundo melhor.

Fonte: Agência Brasil

‘Ele entrou procurando um inimigo’, dispara Cowboy sobre Leandro no BBB 26

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ISABELA FAGGIANI
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A festa de sábado (24) do BBB 26 (Globo) foi palco de muitas conversas sobre jogo e uma delas foi entre Alberto Cowboy e Brigido Neto. Os brothers conversaram sobre a postura de Leandro Rocha, que entrou na casa depois de ficar mais de cem horas no Quarto Branco.

Durante o papo, Cowboy afirmou que o baiano entrou na casa procurando um inimigo e ainda analisou o jogo do brother: “Ele não entrosou com ninguém. Ele fica separado o tempo todo. A estratégia dele foi errada”.
Na segunda-feira (19), durante o primeiro Sincerão da temporada, Leandro elegeu Cowboy como a pessoa que ele não quer que vença o BBB. Na sua justificativa, afirmou que o veterano apresentou “incoerência entre discurso e prática” quando ele disse que nenhum grupo tem privilégio sobre outro.

“Quando ele tem oportunidade de provar isso dando a mira, ele bota cinco pipocas na mira. Isso me chamou atenção. Pode ser uma estratégia interna, que ele não vai externar, pra que o público não perceba”, concluiu o baiano.

Na sexta-feira (23), Cowboy e Brigido precisaram escolher uma pessoa para mandar ao paredão como consequência da dinâmica das caixas surpresa. Eles decidiram enviar Leandro para a berlinda.

Fonte: Noticias ao Minuto

Receita Federal faz alerta sobre cartão de crédito e novas diretrizes

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Receita Federal reforça que não solicita pagamentos por telefone, e-mail ou aplicativos de mensagem –

O uso do cartão de crédito passou a ter um peso cada vez maior na fiscalização da Receita Federal, especialmente diante da expansão dos pagamentos digitais no Brasil.

Com sistemas mais sofisticados de cruzamento de dados, movimentações financeiras consideradas relevantes já chegam automaticamente ao Fisco, elevando o risco de inconsistências entre renda declarada e padrão de consumo.

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Na prática, o cartão deixou de ser apenas um meio de pagamento e passou a funcionar como um termômetro fiscal, usado para identificar possíveis casos de sonegação, omissão de renda ou acréscimo patrimonial sem lastro.

Como a Receita acompanha os gastos

Por determinação legal, bancos e administradoras de cartão informam periodicamente à Receita Federal movimentações que ultrapassam valores estabelecidos em normas específicas. Esses dados não são analisados de forma isolada: eles são cruzados com informações da declaração de Imposto de Renda, rendimentos informados por empregadores, notas fiscais e outras bases oficiais.

Quando os gastos registrados nas faturas indicam um nível de consumo incompatível com a renda declarada, o contribuinte pode ser retido na malha fina e chamado a explicar a origem dos recursos utilizados.

Por que a fiscalização ficou mais rígida

O reforço no monitoramento acompanha a mudança no comportamento financeiro da população. Com menos uso de dinheiro em espécie e maior adesão a cartões, PIX e transferências, praticamente todas as transações deixam rastros digitais.

Esse cenário permite ao Fisco identificar padrões suspeitos, como:

  • despesas elevadas recorrentes;
  • pagamentos frequentes de contas de terceiros;
  • movimentações incompatíveis com a renda formal.
  • Compras pontuais e de baixo valor não são o foco da Receita, a menos que façam parte de um conjunto maior de incoerências fiscais.

Emprestar o cartão pode virar dor de cabeça

Uma prática comum — emprestar o cartão a familiares ou amigos — pode trazer consequências sérias. Para a Receita Federal, a despesa é sempre atribuída ao titular do CPF, independentemente de quem realizou a compra.

Se os valores lançados na fatura superarem a renda do titular, ele poderá ser obrigado a comprovar documentalmente que foi reembolsado. Sem essa comprovação, a Receita pode enquadrar os gastos como renda não declarada, resultando em cobrança de imposto retroativo, multa e juros.

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Atenção redobrada para autônomos e pequenos negócios

Trabalhadores informais, autônomos e pequenos empreendedores estão entre os grupos mais expostos. O problema surge, principalmente, quando há mistura entre gastos pessoais e despesas do negócio.

A Receita cruza o uso do cartão pessoal com a renda declarada ou com o faturamento da empresa. Movimentações altas sem emissão de nota fiscal ou sem formalização aumentam significativamente o risco de fiscalização. Especialistas recomendam:

  • formalização da atividade (como MEI, quando possível);
  • separação rígida entre finanças pessoais e empresariais;
  • registro de todas as entradas e saídas.

Como reduzir o risco de cair na malha fina

Organização e transparência são as principais defesas do contribuinte. Algumas medidas ajudam a evitar problemas:

  • evite emprestar o cartão de crédito;
  • guarde comprovantes de despesas altas;
  • registre e documente reembolsos recebidos;
  • prefira reembolsos por transferência identificada, como PIX;
  • mantenha gastos compatíveis com a renda tributável declarada.

Em um cenário de fiscalização baseada em big data, a coerência entre o que se ganha e o que se gasta é decisiva.

O que está por trás do cruzamento de dados

O monitoramento financeiro é feito, principalmente, por meio da e-Financeira, obrigação acessória que reúne informações enviadas por instituições financeiras sobre saldos e movimentações.

Ao contrário do que circula em redes sociais, a Receita não acompanha compras individuais. O foco está no volume global movimentado. Dependendo da regra aplicada, transações acumuladas que ultrapassam determinados limites — como valores mensais ou semestrais acima de patamares definidos em instruções normativas — entram nos filtros de análise.

O objetivo é identificar a chamada presunção de omissão de receita, quando o nível de gastos não encontra respaldo na renda oficialmente informada.



Fonte: A Tarde

O que sabemos sobre a morte de um homem por agentes federais nos EUA

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Um cidadão americano foi baleado e morto por agentes federais em Minneapolis, no estado americano de Minnesota, no sábado (24). Ele foi identificado como Alex Pretti, um enfermeiro de 37 que trabalhava como enfermeiro da UTI em um Centro Médico voltado a veteranos de guerra.

De acordo com a porta-voz do Departamento de Segurança Interna, Tricia McLaughlin, Pretti portava “uma arma de fogo e dois carregadores” e se aproximou de um agente da Polícia de Fronteira. McLaughlin disse que um agente disparou “tiros em legítima defesa” porque temia “por sua vida e pela vida e segurança de seus colegas policiais”.

Não está claro se Pretti estava usando a arma de forma visível ou se estava escondida no momento em que foi baleado. A polícia de Minneapolis informou que Alex Pretti tinha permissão para portar a arma, o que é exigido no estado de Minnesota.

Veja o que se sabe sobre o caso:

Tensão em Minneapolis

O caso ocorre em meio à crise social em Minneapolis depois que a americana Renee Nicole Good, de 37 anos, foi morta a tiros por um agente de imigração.

Moradores da cidade têm feito protestos quase que diários contra a presença de agentes de imigração.

O governador de Minnesota, Tim Walz, disse que conversou com a Casa Branca sobre a morte de Alex Pretti neste sábado (24), caso que descreveu como “repugnante”, e pediu o fim de uma ação agressiva de fiscalização de imigração.

“Acabei de falar com a Casa Branca após outro tiroteio horrível por agentes federais. Minnesota já teve o suficiente. Isso é repugnante”, disse Walz.

Ele continuou: “O presidente [Trump] deve encerrar essa operação. Retire os milhares de oficiais violentos e não treinados de Minnesota. Agora.”

Quem é Alex Pretti

Alex Pretti, o homem morto a tiros por um agente da Patrulha de Fronteira hoje em Minnesota, trabalhava como enfermeiro da UTI no Centro Médico voltado a veteranos de guerra em Minneapolis, de acordo com duas fontes familiarizadas com seu histórico.

Um colega de trabalho, que pediu para permanecer anônimo, disse que Pretti trabalhou como enfermeiro da UTI no local por cerca de cinco anos.

A fonte afirmou que Pretti pagou a faculdade de medicina trabalhando na unidade local do Centro e, depois de formado, passou a integrar a equipe médica. Ele disse que Pretti realizava pesquisas sobre como prevenir a morte de veteranos por câncer de cólon.

Ele foi morto a tiros no sábado (24) por agentes federais em Minneapolis, no estado de Minnesota, nos Estados Unidos.

O DHS (Departamento de Segurança Interna) informou que a morte ocorreu quando agentes federais tentaram desarmá-lo. O comandante-geral da Patrulha de Fronteira, Gregory Bovino, alegou que o homem estava tentando “massacrar as forças de segurança”.

No momento da ação, acontecia uma operação em que agentes do ICE (Serviço de Imigração) e da Polícia de Fronteira procuravam por um imigrante sem documentos. Embora as duas agências federais tenham funções relativamente diferentes, os agentes passaram a atuar juntos em operações para prender imigrantes.

Manifestantes também protestavam em Minneapolis na hora dos disparos. Um vídeo feito no momento da ação mostra Alex Pretti cercado e em seguida pelo menos 10 disparos.

De acordo com um oficial do DHS, Alex Pretti portava “uma arma de fogo e dois carregadores”. Não está claro se o homem estava usando a arma de forma visível ou se estava escondida no momento em que foi baleado.

O que dizem as autoridades?

O Departamento de Segurança Interna (DHS) e autoridades de Minnesota apresentaram versões diferentes dos eventos que envolveram o tiroteio fatal de sábado (24), que vitimou Alex Pretti, de 37 anos.

Quase imediatamente após o primeiro relato do tiroteio, um funcionário do Departamento de Segurança Interna (DHS) afirmou que a vítima “estava armada com dois carregadores”. Pouco depois, o departamento declarou que agentes federais atiraram em Pretti em legítima defesa , alegando que um “suspeito armado resistiu violentamente” às tentativas de desarmá-lo.

O Departamento de Segurança Interna (DHS) informou que agentes estavam realizando uma operação direcionada contra um imigrante indocumentado “procurado por agressão violenta”, quando um “indivíduo se aproximou de agentes da Patrulha da Fronteira dos EUA com uma pistola semiautomática de 9 mm”.

“Os policiais tentaram desarmar o suspeito, mas o suspeito armado resistiu violentamente”, continuou o comunicado. “Temendo por sua vida e pela segurança dos colegas policiais, um agente disparou tiros em legítima defesa. Os paramédicos presentes no local prestaram socorro imediato ao indivíduo, mas ele foi declarado morto no local.”

O governador de Minnesota, Tim Walz, classificou o relato do Departamento de Segurança Interna (DHS) sobre o caso como “absurdo” e “mentiroso”, afirmando que assistiu às imagens do tiroteio.

“O que vejo com meus olhos e o que vocês verão com os seus torna isso muito difícil de acreditar”, disse ele durante uma coletiva de imprensa ontem. “Vi os vídeos de vários ângulos e é repugnante.”

O prefeito de Minneapolis, Jacob Frey, também afirmou ter assistido a um vídeo do incidente, descrevendo “mais de seis agentes mascarados espancando um de nossos eleitores e o matando a tiros”.

A análise da CNN sobre as imagens do tiroteio parece mostrar um agente federal de imigração retirando a arma de Pretti momentos antes de os agentes atirarem fatalmente nele. Uma testemunha também afirmou que Pretti não resistiu nem tentou pegar uma arma.

O presidente americano, Donald Trump, publicou no sábado (24) na Truth Social uma foto da arma que seria do homem de 37 anos que foi baleado e morto por agentes federais em Minneapolis. O republicano aproveitou para criticar o governador de Minnesota, Tim Walz, e o prefeito de Minneapolis, Jacob Frey.

“Esta é a arma do atirador, carregada (com dois pentes adicionais cheios!) e pronta para o uso – O que significa tudo isso? Onde está a polícia local? Por que eles não foram autorizados a proteger os agentes do ICE? O prefeito e o governador os impediram? É dito que muitos desses policiais não foram autorizados a fazer seu trabalho, que o ICE teve que se proteger sozinho — O que não é nada fácil!”, escreveu Trump.

Fonte: CNN BRASIL

Suspeito de matar pecuarista a facadas é preso no sul da Bahia

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Um jovem de 24 anos, investigado pela morte do pecuarista Iuri Vieira dos Santos, de 33 anos, foi preso no município de Eunápolis, no extremo sul da Bahia. O crime ocorreu em 21 de janeiro, na sede de uma fazenda situada no distrito de Ventania, em Itapebi.

De acordo com as investigações, a vítima foi atingida por golpes de faca após um desentendimento com o suspeito. A Polícia Civil trabalha com a hipótese de que o homicídio esteja ligado a denúncias feitas por Iuri contra grupos suspeitos de furtos de gado que atuariam na região.

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Mandado cumprido

As apurações estão sendo conduzidas pela Delegacia Territorial de Itapebi, com apoio da Polícia Militar de Itapebi e Itagimirim e da DT de Eunápolis. O suspeito compareceu espontaneamente à unidade policial na sexta-feira, 23, onde teve cumprido um mandado de prisão temporária.

Segundo a polícia, ele permanece custodiado e à disposição da Justiça. Com a prisão, a investigação considera o caso esclarecido, embora diligências complementares ainda estejam em andamento para detalhar as circunstâncias do crime.



Fonte: A Tarde

Camilo Santana reforça coro por candidatura de Haddad em São Paulo

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O ministro da Educação, Camilo Santana (PT), afirmou que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), “não pode se dar ao luxo de querer tomar uma decisão individual”ao sinalizar que não pretende ser candidato nas eleições deste ano.

Como mostrou a CNN, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tenta convencer Haddad a disputar novamente o governo de São Paulo. Em 2022, o chefe da Fazenda acabou derrotado em segundo turno por Tarcísio de Freitas (Republicanos).

“O Haddad cumpriu um papel importante em 2022 e representa algo muito maior. Então não pode se dar ao luxo de querer tomar uma decisão individual. Ele faz parte de um projeto de Brasil, que é liderado pelo presidente Lula”, disse Camilo Santana em entrevista divulgada pelo jornal “O Globo” neste domingo (25).

“No caso de São Paulo, os dois grandes nomes são [Geraldo] Alckmin e Haddad. É questão de missão. Não é querer ou não querer. Muitas vezes precisamos nos colocar à disposição em nome do projeto nacional, independentemente se vamos ser vitoriosos ou não”, acrescentou.

Ainda segundo o ministro da Educação, que deve deixar o cargo para coordenar os palanques do governo no Nordeste, “a gente precisa cumprir missões que muitas vezes pessoalmente não quer”.

“Não tenho dúvida de que o Haddad vai se empolgar”, concluiu Camilo Santana.

Haddad descarta ser candidato em 2026

Na semana passada, Haddad declarou que não pretende se candidatar em 2026, além de manifestar o desejo de “discutir um projeto de país no cenário internacional”.

“Disse a Lula, em todas as ocasiões, que não iria me candidatar em 2026, a todos os cargos. Tenho relação pessoal com Lula, o presidente convive com a minha família. Eu tenho ouvido o presidente. Começamos a conversar sobre a minha saída do governo na semana passada e levei as minhas considerações a ele”, relatou o chefe da Fazenda ao portal UOL.

Embora Lula insista na candidatura de Haddad ao governo paulista, pessoas próximas a ambos sinalizam à CNN Brasil que pesa a forte possibilidade de uma derrota, visto que Tarcísio de Freitas surge como favorito à reeleição nas pesquisas de intenção de voto.

“Não estou pensando em cargos políticos. Quero um tempo para discutir um projeto de país no cenário internacional”, reiterou Haddad.

Fonte: CNN BRASIL

Polícia faz operação contra venda de ingressos ilegais no Morumbis

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A Polícia Civil faz na manhã desta quarta-feira (21) uma operação para combater a venda ilegal de camarotes no Morumbis, estádio do São Paulo.

Por meio da 3ª Delegacia da Divisão de Investigações sobre Crimes Contra a Administração (DPPC), as autoridades cumprem quatro mandados de busca e apreensão.

O São Paulo teve seu presidente, Julio Casares, afastado na semana passada acusado de irregularidades na condução do clube. O clube também faz uma investigação interna para determinar as possíveis irregularidades.

Confira as informações sobre a operação no Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil

 

Fonte: Agência Brasil

restaurantes serão obrigados a remover sachês em 2026

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O fim das embalagens plásticas descartáveis de uso único na União Europeia representa uma mudança estrutural no setor de hospitalidade. A nova regra obriga hotéis, bares e restaurantes a repensarem processos para reduzir resíduos, controlar custos e atender a um consumidor cada vez mais atento às práticas de sustentabilidade ambiental.

A medida faz parte do Regulamento Europeu sobre Embalagens e Resíduos de Embalagens (PPWR) e entra em vigor a partir de agosto de 2026, afetando diretamente itens comuns no dia a dia do setor.

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O que muda com o fim das embalagens descartáveis na União Europeia

As chamadas embalagens plásticas descartáveis de uso único são pequenos recipientes utilizados apenas uma vez e descartados logo após o consumo. Com a nova regulamentação, esses itens deixam de ser permitidos em estabelecimentos de hospedagem e alimentação.

A proibição atinge condimentos servidos em porções individuais, como sachês de ketchup, mostarda e maionese, além de itens de cortesia em quartos de hotel, como xampus, condicionadores, sabonetes líquidos e loções.

Como alternativa, o regulamento europeu incentiva o uso de dosadores recarregáveis, que reduzem significativamente o volume de resíduos, facilitam o controle do consumo e fortalecem a imagem sustentável dos estabelecimentos junto aos clientes.

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Brasil avança sem uma lei nacional unificada

Enquanto a União Europeia adota uma legislação ampla e padronizada, o Brasil ainda não conta, em janeiro de 2026, com uma lei nacional única que proíba o uso de embalagens plásticas descartáveis de uso único em hotéis, bares e restaurantes.

No país, o avanço ocorre por meio de um conjunto de leis municipais e estaduais, além de normas sanitárias e projetos em tramitação no Congresso Nacional. Na prática, esse cenário fragmentado já pressiona o setor a rever o uso de sachês, embalagens individuais e outros descartáveis, antecipando mudanças que tendem a se tornar regra nos próximos anos.



Fonte: A Tarde