sábado, abril 11, 2026
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Caminhoneiro morre após ser atingido por explosão de pneu em Cruz das Almas

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Fonte: Acorda Cidade

Agentes do ICE matam homem durante protesto em Minneapolis, nos EUA

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Um homem baleado por um agente do Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (ICE) morreu neste sábado (24) em Minneapolis, após ser levado ao hospital. Segundo autoridades locais, a vítima tinha 37 anos, morava na cidade e seria cidadão norte-americano. O caso ocorre em meio a protestos contra operações federais de imigração no estado de Minnesota.

O governador Tim Walz classificou o episódio como “atroz” e afirmou ter cobrado da Casa Branca o fim imediato das ações federais no estado.

“Minnesota não aguenta mais. Isso é repugnante”, escreveu o governador nas redes sociais.

De acordo com o Departamento de Segurança Interna dos EUA, o homem estava armado com uma pistola semiautomática e dois carregadores e teria reagido de forma violenta durante uma “operação direcionada” para localizar um imigrante em situação irregular. Segundo o órgão, um agente atirou após temer pela própria vida.

Vídeos não confirmados que circulam nas redes sociais mostram agentes com coletes identificados como “Polícia” imobilizando uma pessoa no chão antes dos disparos. O chefe de polícia de Minneapolis, Brian O’Hara, informou que o caso foi comunicado à corporação por volta das 9h (horário local) e que a vítima possuía, ao que tudo indica, porte legal de arma, permitido pela legislação do estado.

Autoridades democratas e o prefeito da cidade, Jacob Frey, criticaram duramente a operação federal. Minneapolis vive clima de tensão desde o início do mês, quando outra ação do ICE resultou na morte de Renee Good, cidadã estadunidense de 37 anos, episódio que também provocou protestos e investigações em andamento.

Em postagens nas redes sociais, o presidente Donald Trump responsabilizou os policiais locais pelo tiroteio, elogiou agentes do ICE como “patriotas” e acusou o governador de Minnesota e o prefeito de Minneapolis de provocarem uma “insurreição”. Trump também compartilhou uma foto de uma arma atribuída ao homem morto e, em seguida, alegou que as autoridades estaduais estariam encobrindo os fatos para enganar o governo federal.

Nações Unidas

O alto comissário da Organização das Nações Unidas (ONU) para os Direitos Humanos, Volker Türk, pediu que o governo do presidente Donald Trump seja investigado por possíveis violações de direitos humanos no tratamento dado a imigrantes e refugiados. Segundo ele, políticas migratórias recentes têm resultado em “abusos rotineiros”, prisões arbitrárias e práticas que estariam “destruindo famílias”.

Em comunicado emitido na sexta-feira (23), Türk afirmou estar “estarrecido” com o que classificou como detenções violentas e ilegais realizadas por autoridades norte-americanas, muitas vezes baseadas apenas na suspeita de que indivíduos sejam imigrantes sem documentação. De acordo com o alto comissário, operações de fiscalização têm ocorrido em locais sensíveis, como hospitais, igrejas, escolas, tribunais e residências.

“Indivíduos estão sendo vigiados e detidos, às vezes de forma violenta, frequentemente apenas sob a mera suspeita de serem migrantes indocumentados”, declarou.

Ele também criticou o que chamou de representação “desumanizante” de migrantes e refugiados que, segundo a ONU, aumenta a exposição desse grupo à hostilidade xenofóbica e a abusos.

Um dos casos citados ocorreu na terça-feira (20), em Minneapolis, quando um menino de cinco anos foi detido junto com o pai por agentes de imigração. Segundo autoridades educacionais locais, a criança teria sido usada como “isca” para tentar localizar outros imigrantes em uma residência. Ambos foram levados para um centro de detenção no Texas, de acordo com o advogado da família.

Força desproporcional

Türk também manifestou preocupação com o uso do que considera força desnecessária ou desproporcional durante as operações. Ele ressaltou que, segundo o direito internacional, o uso intencional de força letal só é permitido como último recurso, quando há ameaça iminente à vida.

As ações do Serviço de Imigração e Controle de Alfândegas dos EUA (ICE) se intensificaram nos últimos meses e mobilizaram milhares de agentes federais para operações em grandes cidades. Minneapolis vive uma onda crescente de protestos desde a morte de Renee Good, baleada por um agente de imigração em janeiro, episódio que gerou protestos e críticas de autoridades locais.

 

Cartaz com a foto de  Renee Nicole Good empunhado durante protestos pergunta: “Qual de nós eles vão matar a seguir?”  – Reuters/Tim Evans/Proibida reprodução

Falta de assistência jurídica

Outro ponto destacado foi a falta de acesso oportuno à assistência jurídica por parte de pessoas detidas e a ausência de avaliações individualizadas nos processos de prisão e deportação. Segundo a ONU, muitas ações não consideram a preservação da unidade familiar, o que expõe especialmente crianças a riscos graves e duradouros.

O alto comissário pediu ainda uma investigação independente e transparente sobre o aumento no número de mortes sob custódia do ICE. De acordo com dados citados por ele, ao menos 30 mortes foram registradas em 2025 e outras seis neste ano.

“Os Estados Unidos têm o direito de definir suas políticas migratórias, mas isso deve ser feito em plena conformidade com o direito internacional e o devido processo legal”, afirmou Türk. Ele pediu que Washington encerre práticas que, segundo a ONU, violam direitos fundamentais e corroem a confiança pública.

*texto atualizado às 16h38 para acréscimo de informações

Fonte: Agência Brasil

Idoso mata esposa a pauladas e pede para tomar chá antes de ser preso

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Vizinhos ouviram pedidos de socorro e acionaram a polícia –

Uma mulher de 62 anos foi morta dentro da própria residência na noite de sábado, 24, em Corumbá, no Mato Grosso do Sul. A vítima, identificada como a aposentada Rosana Candia Ohara, teria sido atacada pelo marido, Antônio Lima Ohara, de 73 anos. O crime aconteceu por volta das 19h, no bairro Vila Guarani.

De acordo com informações registradas pela polícia, a agressão ocorreu no interior do imóvel do casal e chegou a ser parcialmente presenciada por um vizinho, que percebeu a situação após ouvir pedidos de socorro. Ao observar a cena por cima do muro, ele tentou intervir verbalmente, sem sucesso.

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Ainda conforme o boletim de ocorrência, o agressor utilizou um pedaço de madeira para atacar a esposa e não cessou as agressões mesmo após ser alertado de que a polícia seria acionada. O homem também teria ameaçado o vizinho que presenciava o crime, dizendo que ele seria o próximo caso fosse denunciado.

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Após o ataque, Antônio deixou a residência, retornou pouco tempo depois e voltou a intimidar a testemunha. Assustado, o vizinho pediu ajuda a outra pessoa, que também teria sido ameaçada. Em seguida, o suspeito fugiu novamente do local.

O homem foi localizado pouco depois na casa de um irmão. Durante a abordagem, segundo a Polícia Militar, ele demonstrou resistência e tentou atrasar a prisão, afirmando que só se entregaria após tomar um chá. Ainda assim, foi detido.

Equipes do Corpo de Bombeiros e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram acionadas, mas Rosana já não apresentava sinais vitais. A morte foi confirmada no local.

Antônio Lima Ohara foi preso em flagrante e levado para a Delegacia de Atendimento à Mulher (DAM) de Corumbá. O caso segue sob investigação e é tratado como feminicídio.



Fonte: A Tarde

Flamengo e West Ham acertam valores e tratam liberação de Paquetá

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Flamengo e West Ham avançaram de forma decisiva nas negociações e chegaram a um acordo quanto aos valores envolvidos na transferência de Lucas Paquetá. O clube inglês aceitou vender o meio-campista por 41,250 milhões de euros (aproximadamente R$ 255,9 milhões), em uma negociação sem qualquer tipo de bônus atrelado a metas ou desempenho. Com o montante definido, a única pendência no momento é a forma de pagamento.

O Flamengo propõe que o valor seja quitado de maneira parcelada ao longo de três anos, enquanto o West Ham prefere um prazo mais curto, de até 18 meses. Apesar da divergência inicial, as conversas seguem em tom positivo, e os clubes já discutem alternativas para chegar a um meio-termo. A expectativa é que o parcelamento final fique entre dois anos e dois anos e meio, o que pode destravar a liberação imediata do jogador.

Alguns fatores contribuíram para o avanço das tratativas. O West Ham conseguiu vitórias importantes na Premier League sem contar com Paquetá em campo, o que diminuiu a dependência técnica do atleta. Além disso, o próprio jogador deixou claro que não pretende voltar a vestir a camisa do clube inglês, postura que facilitou a flexibilização nas negociações. Pessoas envolvidas no processo acreditam que o acordo será fechado até o meio desta semana.

Caso tudo siga conforme o planejado, a ideia é que Lucas Paquetá esteja à disposição de Filipe Luís já no próximo domingo, quando o Flamengo enfrenta o Corinthians, em Brasília, pela Supercopa Rei. O retorno do meia ao clube que o revelou passou a ser tratado como iminente.

A nova proposta rubro-negra, com valor integral garantido e sem cláusulas variáveis, foi determinante para a aceitação do West Ham. A evolução recente da equipe inglesa no campeonato, com triunfos sobre Tottenham e Sunderland, também pesou, inclusive gerando críticas da torcida à postura do jogador. A informação inicial sobre a proposta foi divulgada pelo jornalista Pablo Rua, e posteriormente detalhada pelo ge, que trouxe os valores, o impasse no pagamento e a possibilidade de liberação imediata.

Em um domingo marcado pelo clássico Fla-Flu, o torcedor do Flamengo ganhou um motivo extra para comemorar: a volta de Lucas Paquetá está muito próxima.

Revelado nas categorias de base do clube, Paquetá estreou no time profissional em 2016, ganhou espaço em 2017 e foi vendido ao Milan em 2019. Depois, passou por Lyon e chegou ao West Ham em 2022. Caso a transferência seja concretizada nos valores acertados, será a contratação mais cara da história do futebol brasileiro, superando a ida de Gerson ao Cruzeiro. Até agora, o Flamengo anunciou Vitão e o goleiro Andrew nesta janela de janeiro.

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Fonte: Noticias ao Minuto

Segundo suspeito de matar empresária é preso na Bahia

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O segundo investigado pelo assassinato da empresária Yasmin Novais Nogueira, ocorrido em Coração de Maria, no interior da Bahia foi preso neste sábado, 24, localizado na Fazenda Cantagalo, na zona rural do município.

Segundo a polícia, o homem preso, de 26 anos, teria atuado em conjunto com outro suspeito, que já havia sido capturado no dia 21 de janeiro, durante uma ação policial realizada no centro de Conceição de Jacuípe.

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A prisão deste sábado contou com o apoio de policiais militares da 97ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM). Após ser localizado, o investigado foi levado para a delegacia, onde teve mandado de prisão temporária cumprido pelo crime de homicídio.

O suspeito permanece custodiado e está à disposição da Justiça. As investigações seguem para esclarecer completamente as circunstâncias e a motivação do crime.

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Relembre o crime

O corpo da vítima foi encontrado no dia 5 de janeiro, em uma estrada vicinal da cidade, dando início às investigações conduzidas pela Delegacia Territorial de Coração de Maria.

A vítima, Yasminn Novais Nogueira, de 30 anos, era empresária e proprietária de uma gráfica em Conceição do Jacuípe. Ela mantinha relação profissional direta com o primeiro supeito preso, identificado como Gilvan dos Santos Barbosa, apontado como a última pessoa a estar com a mulher antes do crime.



Fonte: A Tarde

Mais de 750 mil pessoas estão sem luz devido à megatempestade nos EUA

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Os cortes de energia nos Estados Unidos continuam aumentando à medida que o gelo se espalha por uma área maior e se acumula em partes do Sul. Pelo menos 750 mil pessoas estão sem luz.

O Tennessee é o estado mais afetado até o momento, com mais de 250 mil interrupções de energia, seguido pelo Texas com mais de 135 mil, Mississippi com mais de 120 mil e Louisiana com mais de 115 mil.

Pelo menos 17 estados e o Distrito de Columbia declararam estado de emergência devido às condições climáticas, informou o Departamento de Segurança Interna.

Mais de 4 mil voos programados para sábado haviam sido cancelados, segundo o site de rastreamento de voos FlightAware. Mais de 9 mil voos originalmente marcados para domingo também foram cancelados pelo mau tempo.

O Serviço Nacional de Meteorologia dos EUA alertou para uma tempestade de inverno excepcionalmente extensa e de longa duração, que trará um acúmulo generalizado e pesado de gelo no sudeste do país, onde podem ser esperados “impactos que variam de incapacitantes a localmente catastróficos”.

Os meteorologistas previram temperaturas recordes de frio e sensação térmica perigosamente baixa, que chegariam ainda mais à região das Grandes Planícies dos EUA na segunda-feira (26).

Fonte: CNN BRASIL

Lei de SC que proíbe cotas raciais é questionada na Justiça

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A nova lei que proíbe cotas raciais em universidades estaduais de Santa Catarina já está sendo questionada na Justiça. Uma ação popular pedindo a suspensão da norma foi ajuizada pela deputada federal Ana Paula Lima (PT-SC) e pelo presidente do Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequena Empresa (Sebrae), Décio Lima.

Na ação protocolada na Vara da Fazenda Pública de Florianópolis, na quinta-feira (22), eles argumentam que o estado não tem competência legal para proibir políticas que já foram autorizadas por leis federais e consideradas constitucionais pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Ana Paula e Décio Lima pedem a suspensão imediata da lei e, no mérito, a declaração de nulidade, sob o argumento de que a medida é inconstitucional.

Eles ainda consideram a medida um retrocesso no combate às desigualdades no acesso ao ensino superior.

Presidente do Sebrae, Décio Lima, protocolou ação na Vara da Fazenda Pública de Florianópolis – Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

“Cotas não são privilégios. São instrumentos de justiça social, criados para enfrentar desigualdades históricas e o racismo estrutural que ainda limitam o acesso de milhares de jovens à universidade. Acabar com essas políticas é negar igualdade de oportunidades e comprometer o futuro”, escreveu Ana Paula, em publicação nas redes sociais.

Para Décio Lima, a inconstitucionalidade da lei estadual está clara, já que há um normativo federal que estabelece as cotas e precisa ser cumprido em todo o território.

“O Brasil precisa interromper esse ciclo histórico de achar que nós temos dois Brasis, um dos brancos e um dos negros”, declarou em vídeo também exibido nas redes sociais.

A ação popular também aponta que a lei pode gerar prejuízo financeiro ao próprio estado, ao impor multas a instituições públicas e dificultar o acesso das universidades catarinenses a recursos federais vinculados a programas de inclusão e assistência estudantil.

Nesta sexta-feira (23), a juíza Luciana Pelisser Gottardi Trentini deu prazo de 72 horas para que o governo do estado se manifeste sobre o tema.

Além de presidente do Sebrae, Décio Lima é um político de Santa Catarina, foi deputado federal pelo estado e prefeito de Blumenau mais de uma vez. É casado com a deputada federal Ana Paula Lima.

Entenda

A Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina (Alesc) aprovou o projeto de lei em dezembro de 2025, que foi sancionado pelo governador do estado, Jorginho Mello, na forma da Lei nº 19.722/2026, e publicado no Diário Oficial do estado nesta sexta-feira.

De acordo com a lei, universidades públicas estaduais e outras instituições de ensino superior que recebem recursos do governo do estado ficam proibidas de adotarem políticas de reserva de vagas ou qualquer forma de cota ou ação afirmativa, como vagas suplementares e medidas congêneres. A proibição vale para o ingresso de estudantes e de funcionários nos quadros, incluindo professores.

Governador de Santa Catarina, Jorginho Mello, sancionou a lei que proíbe cotas raciais em universidades do estado – Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

A lei admite exceções, como a reserva de vaga por critérios exclusivamente econômicos, para pessoas com deficiência e estudantes vindos da rede pública estadual.

As punições previstas para quem descumprir a nova legislação são multa de R$ 100 mil por edital e corte de repasses públicos.

Uma das instituições afetadas pelo texto é a Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), que tem cerca de 14 mil alunos distribuídos em mais de 60 cursos de graduação e em mais de 50 mestrados e doutorados. A proibição de cotas não vale para instituições federais, como a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

O autor do projeto, o deputado Alex Brasil (PL), afirma que a adoção de cotas fundadas em outros critérios, que não o estritamente econômico ou de origem estudantil em escolas públicas, “suscita controvérsias jurídicas e pode colidir com os princípios da isonomia e da impessoalidade, ao criar distinções que não necessariamente refletem situações de desvantagem”.

Repercussão

A Lei de Cotas vigora no âmbito federal desde 2012 (Lei nº 12.711/2012) e prevê 50% das vagas em universidades e institutos federais para estudantes que cursaram integralmente o ensino médio em escolas públicas, incluindo critérios de renda, raça (pretos, pardos, indígenas e quilombolas) e pessoas com deficiência.

Em alguns estados, como no Rio de Janeiro, há leis específicas para universidades estaduais.

Em julgamento no ano de 2012, o STF decidiu pela constitucionalidade da política de cotas para negros e indígenas nas universidades. Os ministros julgaram o caso da Universidade de Brasília (UnB), que foi a primeira instituição federal a implementar políticas de ação afirmativa para estudantes negros e indígenas.

“A regra tem o objetivo de superar distorções sociais históricas, com base no direito à igualdade material e no princípio da proporcionalidade”, define o resultado do julgamento.

A dirigente do Movimento Negro Unificado em Santa Catarina, Vanda Pinedo, lembrou que, antes da política de cotas, o número de estudantes negros na universidade era quase insignificante.

“Essa ausência não se dava tão somente por uma falta de qualificação, como eles [contrários às cotas] costumam falar, por uma falta de preparo da juventude negra, ela se dá pela questão do acesso. E ao suspender a política de cotas, nós voltamos para esse quadro de não ter mais uma equiparação da política de equidade”, disse, em entrevista ao jornal Repórter Brasil, da TV Brasil.

Para o professor de direito constitucional da Universidade Federal Fluminense Gustavo Sampaio, o tema ainda é controverso. Segundo ele, os juristas federalistas defendem que, o fato de o STF ter declarado a constitucionalidade não impede que os estados vedem a possibilidade de cotas.

Por outro lado, juristas mais vinculados à base dos direitos fundamentais, entendem que, uma vez que a Suprema Corte fixou esse entendimento favorável às cotas, que qualquer ação em sentido contrário viola o princípio da proibição do retrocesso.

“Porque a jurisprudência já teria evoluído no sentido de garantir a acessibilidade às cotas raciais, fazendo, portanto, equidade histórica diante das desigualdades historicamente confirmadas no trajeto evolutivo do Brasil desde a colônia”, explicou Sampaio, também em entrevista à TV Brasil.

1º Encontro de Cotistas Egressos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) – Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Segundo ele, qualquer lei nesse sentido deve chegar ao STF e os ministros terão que decidir se os estados estão vinculados à legislação federal ou se existe autonomia institucional para negá-la.

Em nota, o Ministério da Igualdade Racial expressou indignação com a sanção da lei que acaba com a política de cotas nas universidades estaduais de Santa Catarina. Para a pasta, a medida é inconstitucional e, nesse sentido, anunciou que vai acionar a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para analisar as medidas cabíveis.

“As cotas raciais e as ações afirmativas são a maior política reparatória do Brasil, ações que nas últimas décadas têm transformado a vida de milhares de famílias, dados comprovados em pesquisas científicas. Tentativas de retrocesso nos direitos conquistados serão combatidas veementemente pelo ministério, cuja missão primeira é zelar pela democracia e pela dignidade do povo negro do Brasil”, afirma a nota do ministério.

Fonte: Agência Brasil

Vídeo mostra momento em que cantor João Lima agride a esposa

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Vídeos que passaram a circular nas redes sociais e aos quais a coluna teve acesso colocaram sob investigação um suposto episódio de violência doméstica envolvendo o cantor paraibano João Lima. As gravações mostram cenas em que a esposa do artista, a médica e influenciadora digital Raphaella Brilhante, aparece sendo vítima de agressões físicas e verbais dentro de um imóvel. Diante do conteúdo, o caso passou a ser apurado pela Polícia Civil da Paraíba, em João Pessoa.

De acordo com uma fonte próxima à família da vítima, a situação causou espanto entre parentes e pessoas próximas ao casal. João Lima e Raphaella haviam se casado há cerca de dois meses e, até então, a relação era vista por quem acompanhava como estável e harmoniosa, frequentemente descrita como um verdadeiro “conto de fadas”.


 

No último sábado (24/1), Raphaella prestou depoimento na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM) de João Pessoa. A investigação é conduzida pela delegada Marcela Gonçalves. Medidas protetivas já foram solicitadas à Justiça contra o cantor. Procurada, a Polícia Civil confirmou ao portal G1 que o inquérito segue em andamento, mas destacou que, por se tratar de um processo em curso, não pode divulgar mais detalhes neste momento.

Segundo a advogada que representa a vítima, os episódios de violência teriam começado ainda durante a lua de mel do casal. A defesa afirma que, antes do casamento, período em que os dois mantiveram um relacionamento de aproximadamente dois anos, não havia registros de agressões. Parte das ocorrências, ainda conforme a advogada, foi registrada por câmeras internas do imóvel.

As imagens indicariam que a vítima foi surpreendida pelas agressões em momentos em que já estava afastada do cantor, após ter pedido um tempo na relação. Desde então, Raphaella passou a permanecer mais próxima dos pais e demonstrava medo de relatar o que vinha acontecendo. Neto do músico paraibano Pinto do Acordeon, falecido em 2020, João Lima segue sendo investigado enquanto o caso avança na esfera policial.

Leia Também: Périssé fala da vida ao lado da nova namorada: ‘Segunda adolescência’

Fonte: Noticias ao Minuto

Cadillac recebe mais de 143 mil candidaturas antes de estreia na Fórmula 1

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A Cadillac, nova equipe da Fórmula 1, esperava atrair interesse no mercado, mas foi surpreendida pela quantidade de candidaturas recebidas antes mesmo de estrear oficialmente na categoria.

Segundo a equipe apoiada pela General Motors, a preparação para o primeiro teste de shakedown com as rivais, no circuito da Catalunha, em Barcelona, a partir de segunda-feira, também envolveu uma grande operação de contratação.

O chefe da equipe, Graeme Lowdon, afirmou à Reuters que o time, com base britânica em Silverstone, anunciou 595 vagas, com a meta de preencher 525 até o fim de dezembro do ano passado.

“Nesse período, recebemos 143.265 candidaturas, todas tiveram que ser reconhecidas”, disse Lowdon, durante a conferência Autosport Business Exchange, realizada na semana passada.

“Depois, reduzimos para 9.051 nomes e entrevistamos cerca de 6.500… e, ao final do ano, já tínhamos contratado 520 pessoas.”

“Obviamente, esse número já aumentou. O lado humano é enorme, mas o interesse também é enorme”, completou.

A Cadillac obteve aprovação em março do ano passado para entrar na Fórmula 1, após resistência inicial de equipes rivais e um processo de 764 dias, com apoio da FIA, tornando-se a 11ª equipe do grid.

Até março, o time não podia usar o termo “Fórmula 1” em anúncios de recrutamento, por questões de direitos comerciais. As vagas eram divulgadas como oportunidades no “alto nível do automobilismo”.

Equipe de veteranos

Entre os contratados estão os pilotos Sergio Pérez e Valtteri Bottas. O mexicano e o finlandês são vencedores de corridas e acumulam anos de experiência na categoria.

A maior parte dos outros profissionais veio de equipes concorrentes.

A Cadillac pretende chegar a mais de mil funcionários, número semelhante ao das principais equipes, e constrói uma sede de manufatura em Indianápolis.

Lowdon afirmou que muitos profissionais foram recrutados com base em valores centrais. “Você pode ensinar capacidade técnica, mas é muito mais difícil ensinar valores”, disse.

Com passagem entre 2010 e 2016 pela Manor Motorsport, que competiu como Virgin e Marussia, o dirigente destacou o pragmatismo e “o poder da honestidade” no desenvolvimento do projeto.

A equipe simula fins de semana de corrida desde maio do ano passado. Inicialmente, engenheiros usavam protocolos de rádio trazidos de outras equipes, até criarem um padrão próprio de comunicação.

Motor conhecido

O carro novo foi à pista pela primeira vez em Silverstone, em 16 de janeiro, sob condições de pista molhada.

Até o fim de dezembro, a equipe com motor Ferrari calculava ter um total combinado de 2.500 anos de experiência em nível de gestão, apesar de apenas nove meses de trabalho conjunto.

O desempenho da Cadillac na abertura da temporada, em 8 de março, na Austrália, ainda é incerto. Lowdon afirmou que nenhuma equipe sabe, neste momento, qual será seu nível de performance.

Segundo ele, o foco está em controlar o que é possível e conquistar o respeito das demais equipes.

“Construir esse espírito de equipe e uma forma de trabalhar não é simples. Mas estou muito satisfeito com a forma como está evoluindo”, disse Lowdon.

“Pessoas que venceram múltiplos campeonatos mundiais querem fazer parte desse projeto porque veem que é uma equipe de corrida de verdade.”

“Isso não é um exercício corporativo. Não é um projeto guiado por private equity. É uma equipe de corrida de verdade, e é isso que as pessoas querem integrar.”

Fonte: CNN BRASIL

Périssé fala da vida ao lado da nova namorada: ‘Segunda adolescência’

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Apesar de o significado de seu nome remeter a uma “guerreira famosa”, Heloisa Périssé não se identifica com essa imagem. A atriz, aos 59 anos, diz preferir a harmonia ao embate direto. Atualmente no ar como Zulma, a vilã dona de um orfanato em “Êta mundo melhor!”, ela vive um momento que define como uma “segunda adolescência”. Autora, atriz e agora diretora artística de um programa do Gloob, Heloisa atravessa uma fase marcada por liberdade, recomeços afetivos após o fim de um casamento de mais de 20 anos e um acerto de contas com o passado, inclusive financeiro.

Conhecida pelos amigos como Lolô, ela fala com leveza e profundidade sobre temas como fé, maternidade e o impacto do diagnóstico de câncer em 2019, que transformou sua relação com o tempo e com o próprio corpo. Para ela, “A vida é uma festa eterna”, e o presente é sempre o melhor lugar para se estar.

Interpretar sua primeira vilã em novela foi um desafio que despertou curiosidade. A relação de Zulma com crianças trouxe nuances à personagem, que, segundo Heloisa, não é apenas má, mas também alguém marcada por dores e contradições. A convivência nos bastidores com o elenco infantil tem sido intensa e afetuosa, com direito a encontros festivos fora das gravações.

Mãe de Luísa, de 26 anos, e Antônia, de 19, ela afirma que a maternidade foi uma escolha consciente, embora não fosse um sonho inicial. Criou as filhas para o mundo e encara com tranquilidade o “ninho vazio”, valorizando a autonomia delas.

Após a separação de Mauro Farias, iniciou um relacionamento com Leticia Prisco e vive esse novo amor sem pressa, defendendo construções afetivas mais sólidas. Heloisa diz aproveitar a liberdade dessa fase: sai com amigas, vai a festas e cuida de si mesma. Enfrenta a menopausa com naturalidade e acredita que as mulheres estão cada vez mais conscientes e menos dispostas a silenciar suas experiências. Para ela, viver fiel à própria verdade é essencial.

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Fonte: Noticias ao Minuto