sábado, abril 11, 2026
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Prefeitura abre seleção com salários de até R$ 4,8 mil em Conceição do Jacuípe – Acorda Cidade

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A Prefeitura de Conceição do Jacuípe, cidade conhecida como Berimbau, lançou dois editais de processo seletivo simplificado que somam 95 vagas temporárias para atuação na rede municipal. As oportunidades contemplam candidatos com níveis fundamental, médio e superior, com salários que variam de R$ 1.621 a R$ 4.867,77.

De acordo com os editais, os contratos terão duração de até um ano, podendo ser prorrogados por igual período. Também está prevista a reserva de 20% das vagas para candidatos negros e 5% para pessoas com deficiência.

Se ligue, inscrições serão presencial

As inscrições são gratuitas e devem ser feitas presencialmente nos dias 6 e 7 de abril, das 8h às 13h, na sede da prefeitura. Para participar, os interessados precisam apresentar currículo, RG, CPF, comprovante de residência, comprovante de escolaridade, certidões negativas, além de documentos que comprovem experiência profissional e cursos na área.

Segundo divulgou o g1, o processo seletivo será realizado em duas etapas: análise curricular e entrevista. A avaliação dos currículos ocorrerá entre os dias 8 e 10 de abril, enquanto as entrevistas estão previstas para o dia 14. O resultado final deve ser divulgado em 24 de abril, com convocação dos aprovados entre os dias 27 e 29.

Um dos editais oferece 18 vagas para cargos de nível superior na Secretaria Municipal de Educação, incluindo funções como coordenador pedagógico e psicopedagogo. Cada cargo conta com nove vagas imediatas, além de formação de cadastro reserva. A carga horária é de 40 horas semanais, com salário de R$ 4.867,77.

Já o segundo edital disponibiliza 77 vagas para funções de níveis fundamental e médio, com remuneração de R$ 1.621 e jornada de 40 horas semanais. As oportunidades são distribuídas entre os cargos de ajudante de turma, com 40 vagas, auxiliar administrativo (9 vagas), porteiro (5 vagas) e auxiliar de serviços gerais (23 vagas), todos também com previsão de cadastro reserva.

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Fonte: Acorda Cidade

Ambulatório amplia acesso à dermatologia para peles pretas e pardas

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Ambulatório para peles pretas e pardas busca corrigir lacuna na dermatologia –

Em Salvador, onde a maioria da população é negra, um problema pouco discutido ainda atravessa consultórios e ambulatórios: a dificuldade de identificar doenças de pele em tons mais escuros. A questão não está apenas na estrutura do sistema de saúde, mas também na formação médica e na escassez histórica de referências dermatológicas voltadas para esse público.

É justamente nesse ponto que surge o Negro Atlas de Dermatologia, uma iniciativa que une atendimento médico, produção científica e tecnologia para preencher uma lacuna antiga na dermatologia.

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“O Negro Atlas tem como objetivo diminuir a lacuna na literatura médica em relação às enfermidades dermatológicas em pacientes com pele parda e preta, através da produção de uma ferramenta tecnológica que possibilite a identificação e diagnóstico de lesões dermatológicas nesses pacientes”, explica o médico Lucas Neiva, fundador e co-autor do projeto.

O trabalho se concretiza no Ambulatório de Dermatologia da Bahiana (EBMSP), onde pacientes são atendidos gratuitamente. Durante as consultas, além do diagnóstico e tratamento, as lesões são registradas com fins científicos.

O médico Lucas Neiva e a orientadora 01, Maria Elisa | Foto: Arquivo Pessoal

Diagnóstico tardio ainda é realidade

A falta de representatividade na literatura médica impacta diretamente a vida dos pacientes. Segundo Neiva, um dos principais problemas enfrentados é o atraso na identificação das doenças.

“Os pacientes têm seus diagnósticos realizados de maneira mais precoce e, consequentemente, têm melhores prognósticos, visto que um dos grandes problemas […] é exatamente o atraso na elucidação do quadro, por não haver base de dados e imagens de qualidade confiáveis amplamente difundidos”, afirma.

Esse cenário não é raro. Muitas pessoas chegam ao atendimento após experiências frustradas, com agravamento de lesões que poderiam ter sido tratadas antes.

Entre as doenças mais comuns observadas no ambulatório estão dermatite atópica e psoríase, condições inflamatórias que, além dos sintomas físicos, carregam impactos emocionais significativos.

A ciência por trás da cor e da textura

A principal diferença entre peles negras, pardas e brancas não está necessariamente na doença em si, mas na forma como ela se manifesta. Entenda as diferenças:

  • Sinais inflamatórios: Enquanto na pele branca a inflamação é marcada pelo eritema (vermelhidão), na pele negra ela frequentemente se manifesta através de hiperpigmentação ou tons purpúreos.
  • Resposta ricatricial: A ação mais intensa dos fibroblastos, células responsáveis pelo colágeno, torna o paciente negro mais propenso a queloides.
  • Barreira cutânea: A textura também sofre influência direta da oleosidade e da estrutura dos poros, o que exige uma escolha criteriosa de veículos (cremes, loções ou géis) nos protocolos de tratamento.
Peles negras pode surgir tons acizentados, violáceos ou amarronzados

Peles negras pode surgir tons acizentados, violáceos ou amarronzados | Foto: Reprodução | Freepik

Na prática, isso significa que sinais considerados clássicos podem não aparecer da forma esperada. Em peles claras, processos inflamatórios costumam ser identificados pela vermelhidão. Já em peles negras, esse mesmo sinal pode surgir em tons acinzentados, violáceos ou amarronzados, que podem passar despercebidos.

“O mais comum a ser ignorado é alteração de coloração devido à falta de compreensão que sinais inflamatórios em pele negra tem mais distinção, como a vermelhidão clássica na pele branca”, afirma o médico.

Subnotificação e desafios estruturais

A dificuldade de diagnóstico levanta uma questão ainda mais ampla: o número de casos pode ser maior do que o registrado oficialmente. “Sem dúvida. O diagnóstico diferencial se torna ainda mais difícil quando não há uma base de dados em que o profissional possa se basear”, afirma o médico.

Doenças como vitiligo e psoríase, por exemplo, podem apresentar padrões visuais diferentes em peles com maior melanina, o que contribui para subdiagnóstico.

Já no caso do lúpus, a atenção precisa ser redobrada. Estudos indicam que a doença é mais frequente na população negra, com até 4x mais chances de ocorrência, além de evolução mais rápida e prognóstico mais grave, especialmente em mulheres entre 15 e 45 anos.

Fatores genéticos, ambientais e socioeconômicos também se entrelaçam nesse cenário. “Algumas doenças, a exemplo Lúpus, tem influência genética. Porém, há diversas enfermidades que apresentam agravos devido à condições socioeconômicas, como a maior dificuldade em acesso à saúde e menor renda para custos de tratamento […] Fatores ambientais, como tabagismo, exposição a raios UVs e infecções também têm papel no desenvolvimento da doença”, explica Neiva.

Vitiligo em uma pele negra

Vitiligo em uma pele negra | Foto: Reprodução | Wikipedia

Formação médica ainda é desafio

Para Neiva, o problema não está apenas no sistema de saúde, mas na base da formação dos profissionais. “A formação em saúde no Brasil, e no mundo como um todo, não abrange suficientemente cuidados dermatológicos com essa população”, afirma.

A proposta do Negro Atlas, nesse sentido, é atuar também como ferramenta educacional, ampliando o acesso a imagens, dados e conhecimento tanto para médicos quanto para pacientes. “Ele vem sendo desenvolvido com o objetivo de promover um cuidado com equidade, como uma fonte de dados, imagens e ensinamentos”, completa.

Como buscar atendimento

O Negro Atlas atua como uma extensão de dermatologia na Escola de Medicina e Saúde Pública (EBMSP), localizado no bairro de Brotas, em Salvador. O acesso é totalmente gratuito e integrado ao Sistema Único de Saúde (SUS). Para ser atendido, o paciente deve realizar o cadastro e a marcação de consulta diretamente na unidade.

Além do atendimento clínico, os pacientes também podem ter acesso a acompanhamento psicológico, quando necessário, dentro do próprio ambulatório.

Já o acervo com imagens e informações sobre doenças dermatológicas em peles negras e pardas pode ser acessado gratuitamente pelo site do projeto.



Fonte: A Tarde

O dia que faltava

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Hoje eu presenciei um nascimento.Veja: eu não assisti a um parto, tampouco ouvi o choro de um recém-nascido.O que havia era um homem de mais de 50 anos, sentado à minha frente, em uma sala de audiências, com as mãos repousando sobre os joelhos, tentando responder a uma pergunta que, para a maioria de nós, é simples:— Qual é a sua data de aniversário?O registro de nascimento é um direito universal, previsto no Pacto Internacional dos Direitos Civis e Políticos da Organização das Nações Unidas e na Convenção sobre os Direitos da Criança.O ordenamento jurídico brasileiro impõe a obrigatoriedade do registro, em regra, dentro do prazo de 15 dias a partir do parto. E garante a gratuidade do registro de nascimento.Ainda assim, segundo o Censo de 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de 2,7 milhões de brasileiros não possuem certidão de nascimento.E ali estavam os autos referentes a uma ação de registro de nascimento tardio.Uma ação destinada a quem nunca foi registrado ao nascer e precisa ter seu nascimento reconhecido oficialmente. Sem documentos, a história é reconstruída por fragmentos e lembranças, até que, ao final, uma data seja fixada e o registro determinado.

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Mas ele não sabia a data do aniversário. Nunca soube.Ele nunca havia recebido parabéns. Não havia gosto de bolo na memória, nem aquele constrangimento coletivo de cantar parabéns com todos olhando para você. Nenhuma dessas coisas que a gente acha que vêm junto com existir.Os pais já eram falecidos. Ouvi as irmãs.Elas tentavam, com esforço, buscar no fundo do tempo uma referência que não existia. Não sabiam. Diziam apenas que ele era mais velho que uma, mais novo que outra. Sabiam de passagens da vida, mas não sabiam o dia.O dia exato em que ele começou no mundo, ninguém sabia dizer.“Quando uma pessoa nasce?”, um amigo, também juiz, me perguntou.O registro, para as pessoas naturais, não cria a vida. Sem ele, a pessoa existe, respira, chora, trabalha e ama.Mas é o registro que a projeta para além do círculo íntimo. Sem o papel, não há título de eleitor, não há casamento civil, não há conta em banco, não há o direito de se aposentar. Não há a possibilidade de acessar serviços básicos e exercer plenamente a cidadania.Não por acaso, os cartórios de registro civil das pessoas naturais são considerados por lei como “ofícios da cidadania”.É o registro que torna alguém visível perante o Estado e perante os outros.Alguém que não pode mais ser ignorado.Sentenciei ali mesmo, em audiência.Enquanto ditava: “esta sentença tem força de mandado para registro…”, olhei para ele e disse:— Parabéns, seu João! Hoje é o seu aniversário. Pode sair e comemorar.Ele sorriu.Um sorriso tímido, talvez constrangido, como o de quem está sendo olhado enquanto cantam parabéns, sem saber muito bem onde colocar as mãos.Mais de 50 anos vivendo.Ele já existia.Tinha história, família, lembranças, lugar no mundo.Mas hoje passou a existir também de outro jeito.Hoje, um homem ganhou um aniversário.Ganhou um registro que não depende mais da memória de ninguém para provar quem ele é.— Parabéns, seu João!Eu vou lembrar.*Mariana ShimenI Bensi de Azevedo é Juíza titular da vara de jurisdição plena de Conde/BA

Fonte: A Tarde

“Tenho um horror absurdo”, diz Luísa Sonza sobre sair em público

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A cantora Luísa Sonza afirmou que tem evitado sair de casa e frequentar espaços públicos por medo de sofrer hostilidade. A declaração foi feita durante participação no podcast Poddelas, exibido na última quinta-feira (2).

Durante a conversa com as apresentadoras Tata Estaniecki e Viih Tube, a artista explicou que sua postura costuma ser interpretada de forma equivocada. Segundo ela, o comportamento mais reservado não tem relação com vaidade ou distanciamento. “As pessoas acham que é estrelismo, mas não é. Eu tenho medo mesmo”, disse.

Luísa relatou que evita situações em que pode ser reconhecida, especialmente em ambientes como restaurantes. “Tenho um horror absurdo de estar em um lugar e alguém começar a falar alguma coisa de mim, me xingar”, afirmou.

A cantora também comentou que o lançamento do álbum “Brutal Paraíso” tem representado um momento de mudança. O novo projeto, segundo ela, reflete uma fase mais realista e menos idealizada da carreira, o que a levou a se expor mais do que estava acostumada.

Para divulgar o trabalho, Luísa participou de ações nas ruas, incluindo registros promocionais em locais públicos, algo que exigiu sair da zona de conforto. Apesar da dificuldade, ela disse que tem buscado enfrentar a situação. “Eu tenho uma rede de apoio muito grande, mas eu sei que não posso ficar escondida para sempre”, declarou.

A artista afirmou ainda que recorre à terapia e a outros recursos para lidar com o medo e retomar atividades simples, como aparecer nos stories das redes sociais. O objetivo, segundo ela, é conseguir se relacionar de forma mais natural com o público e com a própria exposição.
 
 

Canal vai ceder imagens para promotoria analisar acusação; discussão em que brother chamou Juliano de ‘afetadinho’ aconteceu em fevereiro; procurados por email, emissora e ex-participante não respondem aos contatos

Folhapress | 22:24 – 02/04/2026

 

Fonte: Noticias ao Minuto

Jesus no teatro

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TRADIÇÃO DA SEMANA SANTA, no centro histórico, terreiro de Jesus –

Hoje é sexta-feira santa e não posso deixar de escrever sobre Ele, o arauto desse dia, que anunciou com sua morte que o mundo nunca mais seria o mesmo depois Dele.

Quis também o destino, e não sei com que intuito, mas ciente de que nem mesmo os deuses lutam contra ele, que este escritor encasquetasse, há muito tempo, que era preciso escrever um Evangelho que desse a palavra à mulher, para que elas contassem a história de Jesus, sob seu ponto de vista que é, invariavelmente, diferente do ponto de vista dos homens.

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E, assim, sem saber bem por quê, mas feliz por estar na companhia de grandes escritores – como José Saramago, Herberto Sales, Norman Mailer e outros –, tornei-me evangelista, satisfeito por ser o único entre eles a dar a palavra às mulheres.

E então escrevi o livro Maria Madalena: o Evangelho Segundo Maria, deixando que Maria, a mãe, e Maria de Magdala contassem a história de Jesus.

E, como o destino é ardiloso, fez com que o livro fosse parar nas mãos de Carmen Paternostro, dançarina, coreógrafa e diretora de teatro premiada.

Encantada com o que leu, assim disse-me ela, Carmen resolveu que transformaria o livro num espetáculo teatral.

Então encontrei Jesus no teatro, pois, ao fazer-me dramaturgo e escrever uma adaptação teatral do livro, encontrei-me diversas vezes com Ele no palco, ainda que não fosse real e se passasse apenas na minha imaginação.

Mas tudo mudou quando Carmen, de posse do texto, montou o espetáculo teatral e, num insight maravilhoso, o fez itinerante, de modo que a plateia seguia cada cena e parava em cada Estação onde se desenrolava a história.

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E, assim, com cenários e figurinos belíssimos elaborados pelo diretor de arte e coreógrafo Moacyr Gramacho e atores e atrizes fantásticos, o público, e o autor entre eles, seguia cada cena da inesquecível história de Jesus, sabendo que essa história que magnetiza o mundo há mais de 2 mil anos é uma história de libertação.

Carmen teve então outro lampejo artístico e escolheu como palco de seu espetáculo o Forte do Barbalho, construído no século XVII, e cheio de histórias, mas tendo como a marca mais trágica de sua existência a de ter sido o principal centro de tortura da ditadura em Salvador.

E o público pôde ver uma cena antológica, na qual Jesus é interrogado por Pilatos em uma das celas, onde a ditadura torturava os jovens que clamavam por liberdade. A cena final, no entanto, é a mais bela do espetáculo, e faz a plateia olhar para o céu e vê-lo.

Saí do teatro emocionado com o trabalho que Carmen Paternostro havia realizado e com os aplausos que se repetiam uma, duas, três vezes. Foi quando três freiras que estavam na plateia, sabendo-me o autor do texto, vieram até mim e uma delas me disse, sensibilizada: “o seu Jesus não é o meu, mas Ele é belo”.

Ela tinha razão, era o meu Jesus, e ainda hoje creio que cada homem e cada mulher tem o seu.

*Escritor, jornalista e economista, membro da Academia de Letras da Bahia – ALB



Fonte: A Tarde

6 filmes imperdíveis da Netflix para assistir neste feriadão

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Esses filmes da Netflix são ideais para maratonar durante o feriadão –

Com o feriadão da Semana Santa começando, nada como aproveitar o tempo livre e a folga para maratonar bons filmes, e a Netflix surge como uma das principais aliadas nesse momento. A plataforma reúne títulos recentes, produções aclamadas e histórias envolventes que vêm dominando o TOP 10 nos últimos dias.

Entre estreias e sucessos que voltaram a ganhar destaque, há opções para todos os gostos: do suspense psicológico ao drama romântico, passando por ficção científica e thrillers eletrizantes. É o tipo de seleção ideal para quem quer relaxar, mas sem abrir mão de boas histórias.

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Além disso, muitos desses filmes têm gerado grande repercussão nas redes sociais e conquistado o público justamente pela capacidade de surpreender, seja com reviravoltas, atuações marcantes ou narrativas emocionantes que ficam na cabeça mesmo depois dos créditos.

Pensando nisso, o Cineinsite A TARDE preparou uma lista com ótimas opções para você aproveitar o feriadão com o melhor do catálogo.

6 filmes para assistir AGORA na Netflix

Inteligência Humana

Cena de Inteligência Humana | Foto: Divulgação

Inteligência Humana é um thriller de espionagem sul-coreano da Netflix, dirigido por Ryoo Seung-wan, que acompanha agentes da Coreia do Sul e do Norte em um jogo perigoso em Vladivostok, Rússia. O agente sul-coreano (Zo In-sung) e o norte-coreano (Park Jeong-min) cruzam caminhos enquanto investigam um cartel.

Em meio a traições, alianças instáveis e segredos de estado, o filme se destaca pela tensão constante e pela construção de personagens complexos. Uma escolha perfeita para quem busca adrenalina e intrigas políticas.

40 Acres

Cena de 40 Acres

Cena de 40 Acres | Foto: Divulgação

Em 40 Acres, em um futuro marcado pela escassez de alimentos, a veterana Hailey tenta manter a segurança de sua família em uma fazenda isolada no Canadá. A tranquilidade do local é ameaçada quando uma milícia violenta surge para tomar suas terras.

Determinada a proteger o que resta, ela se une ao filho em uma luta pela sobrevivência. O longa aposta em tensão crescente e relações familiares fortes, em um cenário que dialoga com medos atuais.

Deixe-o Partir

Cena de Deixe-o Partir

Cena de Deixe-o Partir | Foto: Divulgação

O xerife aposentado George Blackledge (Kevin Costner) e sua esposa, Margaret (Diane Lane), deixam seu rancho na montanha para encontrar o neto. A nora, Lorna (Kayli Carter), levou o menino para uma região isolada na Dakota.

Ao descobrirem os perigos envolvendo a família Weboy, comandada por Blanche Weboy (Lesley Manville), os avós entram em uma jornada tensa e emocional. O filme mistura drama familiar com clima de faroeste moderno.

Não Se Preocupe, Querida

Cena de Não Se Preocupe, Querida

Cena de Não Se Preocupe, Querida | Foto: Divulgação

Uma mulher (Florence Pugh) vive tranquilamente com o seu marido (Harry Styles) em um condomínio nos anos 1950, onde as esposas seguem uma rotina aparentemente perfeita enquanto os homens trabalham no misterioso Projeto Vitória.

Mas quando ela começa a questionar a realidade ao seu redor, segredos obscuros vêm à tona. O longa aposta em tensão psicológica e estética marcante para construir uma narrativa inquietante.

O Homem Invisível

Cena de O Homem Invisível

Cena de O Homem Invisível | Foto: Divulgação

Quando o ex abusivo da Cecilia tira sua própria vida, ela suspeita que a morte dele tenha sido uma farsa. Aos poucos, eventos estranhos começam a acontecer, indicando que ela pode estar sendo observada.

Determinada a provar que está sendo caçada por alguém invisível, Cecilia enfrenta o medo e a descrença das pessoas ao seu redor. Um suspense intenso que prende do início ao fim.

Vidas Passadas

Cena de Vidas Passadas

Cena de Vidas Passadas | Foto: Divulgação

Vidas Passadas é um drama que conta a história de Nora (Greta Lee) e Hae Sung (Teo Yoo), dois amigos de infância que se separam quando a família dela se muda da Coreia do Sul para Toronto.

Décadas depois, eles se reencontram em Nova York e vivem dias marcantes enquanto refletem sobre destino, amor e escolhas. Sensível e contemplativo, o filme é perfeito para quem busca emoção no feriadão.



Fonte: A Tarde

celebração da Semana Santa se adapta aos novos tempos

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Jejum digital e solidariedade: como viver a espiritualidade da Quaresma no mundo moderno –

Ano após ano, certas tradições se repetem ou se renovam, em constante adaptação às transformações da sociedade. Em um mundo ultraconectado e dinâmico, o que explica a permanência de práticas como as da Semana Santa, que atravessam séculos e seguem mobilizando diferentes gerações?

Primeiro, é preciso voltar aos acontecimentos que dão origem ao costume. Segundo o padre Lucas Almeida, coordenador arquidiocesano de Liturgia, a Semana Santa é sobre “experimentar hoje as graças, os frutos e os bens espirituais daquilo que Jesus experimentou enquanto passou neste mundo e recordar a redenção”.

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Mesmo antes dela, o calendário católico já aponta para esse momento. Durante os 40 dias da Quaresma, os fiéis se dedicam a uma preparação espiritual de três pilares: oração, penitências (que inclui diferentes formas de jejum) e caridade.

Para a madre abadessa Vera Lúcia Parreiras, 81 anos, o jejum vai além da alimentação e se adapta à realidade de cada tempo. “Há o jejum das palavras ofensivas, do celular, de todos esses vícios de hoje. Mais da metade da humanidade faz um jejum forçado, passa fome, então o nosso jejum também é em solidariedade para com aqueles que são privados até do necessário”, pontua.

Adelson Couto, 71 anos, membro da comunidade católica Shalom, possui uma perspectiva semelhante e tem aderido ao jejum digital: “O jejum que eu considero maior é o da língua, do olhar e do pensar, especialmente de julgamento e condenação do outro”.

Essas tradições estão relacionadas à vivência da ressurreição junto a Cristo, por meio da renovação do ser humano, explica padre Lucas. “À medida que se realiza a penitência, oração e caridade, cada fiel vai se transformando”, afirma.

O período começa com o Domingo de Ramos. A entrada de Jesus em Jerusalém, recebido com ramos e aclamado como Messias. Na segunda-feira, ele faz a última visita aos amigos; na terça, há o anúncio da traição de Judas e da negação de Pedro; e na quarta, a decisão de Judas se concretiza.

Na quinta-feira se inicia o Tríduo Pascal, com a Última Ceia, que institui a Eucaristia e inclui o gesto do lava-pés. A Sexta-feira da Paixão recorda a memória da crucificação, em um rito marcado pela sobriedade e pelo recolhimento.

O sábado pela manhã é de silêncio. Após o pôr do sol se inicia a Vigília Pascal, considerada o ponto central da Semana Santa, e que se estende pelo Domingo de Páscoa, quando se anuncia a ressurreição de Jesus.

Sobre a permanência dessas tradições ao longo do tempo, padre Lucas destaca a inculturação, capacidade da Igreja de utilizar o que cada cultura e cada tempo oferecem para manifestar o evangelho. “É utilizar o que nós já temos de cultural, como a arte, o teatro, as peças e o que for possível para evangelizar, ou seja, ensinar e manifestar o evangelho de Jesus no cotidiano e na forma mais simples”.

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Aproximação

Encenações da Paixão de Cristo atraem jovens e renovam tradições | Foto: Ag. A TARDE

Além das celebrações litúrgicas, manifestações como procissões, a Via Sacra e encenações reforçam a vivência da fé e aproximam diferentes públicos da mensagem da Semana Santa.

Eliana Pitangueira, 69 anos, frequenta a Capela de Nossa Senhora da Escada e sempre participa das rezas da Via Sacra, sequência de 14 estações que reconstrói o caminho de Jesus até a crucificação, com leituras, meditações e preces. “Cada estação nos leva a refletir sobre o sofrimento de Jesus e nos convida a abrir o coração”.

No Colégio Salesiano Dom Bosco, a peça Paixão de Cristo chega à sua décima edição, reunindo alunos, ex-alunos e professores. É a segunda vez que a estudante do 9º ano, Ana Vitória Farias, 14, integra o elenco da peça. Para ela, o teatro provocou uma aproximação com a história de Maria Madalena, a quem interpreta.

“Estudei bastante para poder fazer a personagem e é muito bom conhecer a história dela, que é muito bonita, e saber como ela foi canonizada. Acho que, através da peça, a gente consegue transmitir os princípios e os valores de Cristo para todas as gerações”, conta.

Supervisor do departamento de artes e cultura do colégio e diretor artístico da peça, Jeferson Albuquerque vê o teatro como um caminho pedagógico e espiritual. “A peça, através da arte, acaba reforçando esses valores cristãos. A gente usa a arte como um viés educativo e também pastoral”, reforça.

Com tradição e identidade cultural lado a lado, é comum ver práticas populares associadas ao período da Semana Santa. “Isso vem da cultura, que se misturou com a compreensão mais simples que as pessoas tinham da fé cristã”, esclarece o padre Jailson Jesus Santos.

Segundo ele, o costume do banquete farto na Sexta-feira Santa remonta ao período colonial, quando a classe dominante fazia o jejum e liberava os escravizados para comerem à vontade. Sem poder consumir carne, eles preparavam seus alimentos à base de peixe e dendê, dando origem a receitas que até hoje marcam a data.

Banquete

Costumes como o consumo de determinados alimentos, ovos de chocolate e as reuniões familiares fazem parte da vivência social, mas não integram o conjunto de práticas litúrgicas da Igreja Católica. “A igreja compreende que a reunião da família, comemorar e confraternizar, é algo bonito, porém o dia está deslocado. Não deveria ser na sexta-feira, mas no domingo”, complementa o padre.

Mesmo com diferenças entre práticas religiosas e costumes populares, essas tradições continuam presentes e ajudam a manter viva a memória da Semana Santa. Ao se adaptarem ao tempo e às novas gerações, garantem a continuidade de costumes que atravessam séculos. “A mensagem da Páscoa, sem dúvida, é de alegria, é de esperança em um mundo que tem visto, presenciado e pregado a guerra em muitos lugares”, conclui padre Lucas.

*Sob a supervisão da editora Meire Oliveira



Fonte: A Tarde

a série viciante da Netflix ideal para sua sexta-feira

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Essa série curta e viciante da Netflix é perfeita para maratonar nesta sexta-feira –

Com a semana quase chegando ao fim, nada como aproveitar o tempo livre assistindo uma boa série e extender a maratona para o final de semana enquanto espera o final de semana chegar e pensando nisso a Netflix tem a opção perfeita.

A minissérie Echoes, estrelada por Michelle Monaghan, aposta em um suspense psicológico cheio de mistérios e reviravoltas que prendem o espectador desde o primeiro episódio.

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Um desaparecimento que muda tudo

A trama acompanha Gina, que vê sua vida virar de cabeça para baixo após o desaparecimento misterioso de sua irmã gêmea, Leni. Enquanto a polícia trabalha com a hipótese de fuga voluntária, Gina acredita que algo mais grave aconteceu e decide investigar por conta própria.

Ao longo dessa busca, ela passa a recuperar memórias fragmentadas da infância das duas, que podem esconder respostas importantes. Com a ajuda de Jack, vivido por Matt Bomer, Gina mergulha em segredos cada vez mais sombrios sobre o passado.

Identidade, segredos e uma relação inquietante

Muito próximas desde o nascimento, Lina e Gina compartilham mais do que a aparência. As duas desenvolveram, desde cedo, o hábito de trocar de identidade, seja por diversão ou para lidar com situações mais delicadas. Esse jogo entre verdade e mentira se torna um dos principais motores da narrativa.

Com um roteiro recheado de mistérios, a série tem potencial para conquistar o público fã do gênero. Ainda sem entender que se trata de algo real ou sobrenatural, o espectador fica preso à trama e querendo saber mais da história.

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Bastidores com nomes experientes

Criada e dirigida por Vanessa Gazy, a produção reforça a presença feminina por trás das câmeras. A criadora já foi indicada a prêmios como o Australian Director’s Guild e o Australian Writers Guild, além de ter trabalhos exibidos em festivais internacionais.

A equipe de produção conta ainda com Brian Yorkey e Quinton Peeples, nomes experientes que contribuem para o ritmo envolvente da narrativa.

Além de Michelle Monaghan, o elenco reúne nomes como Matt Bomer, Daniel Sunjata, Michael O’Neill e Ali Stroker, entregando performances que ajudam a sustentar a tensão da história.

A primeira temporada tem apenas sete episódios, com cerca de 40 minutos cada, o que facilita a maratona. Cada capítulo termina com um novo mistério, incentivando o espectador a seguir assistindo.

Vale a pena assistir?

Misturando suspense psicológico, drama familiar e reviravoltas constantes, Echoes se destaca como uma opção ideal para quem busca uma série envolvente e rápida de assistir.

Com poucos episódios e uma narrativa cheia de segredos, a produção se encaixa perfeitamente na sexta-feira e ainda rende uma boa maratona ao longo do fim de semana.



Fonte: A Tarde

Geração Z abraça algoritmos, mas idosos resistem à automação

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A Inteligência Artificial (IA) já deixou de ser um roteiro de ficção científica para se tornar um vizinho onipresente no cotidiano dos baianos. No entanto, a profundidade com que essa tecnologia transita nos lares e mentes no estado desenha um mapa de contrastes nítidos.

De um lado, a Geração Z (16-24 anos) transita pelo território dos algoritmos com a naturalidade de quem respira o digital; do outro, cidadãos acima de 45 anos erguem uma barreira de ceticismo, preservando o contato humano frente ao avanço da automação.

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Da familiaridade à abstinência

Os dados mais recentes sobre o comportamento tecnológico na Bahia revelam que o domínio do conceito de IA é inversamente proporcional à idade. Os números mostram que a idade é o principal divisor de águas no uso da Inteligência Artificial no estado. O domínio técnico da Geração Z contrasta com a cautela das faixas etárias mais altas:

Geração Z (16 a 24 anos):

  • Familiaridade: 46,3% afirmam ser “muito familiarizados” com o tema.
  • Intensidade de Uso: 26,1% utilizaram ferramentas como ChatGPT ou Gemini mais de dez vezes nas últimas duas semanas.

Grupo 45+:

  • Cautela: 57,8% declaram estar apenas “um pouco familiarizados”.
  • Barreira Técnica: 15,7% admitem não compreender “de forma alguma” o funcionamento da tecnologia.

Essa disparidade, na teoria, reflete-se com ainda mais força na prática. Nas últimas duas semanas, o uso de ferramentas de conversação, como o ChatGPT ou Gemini, evidenciou um “abismo geracional”: 26,1% dos jovens utilizaram a IA mais de dez vezes no período.

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Em contrapartida, 62,3% dos baianos com mais de 45 anos mantiveram uma “abstinência digital” total, não acessando nenhuma ferramenta do gênero.

O propósito do uso também segmenta a população. O jovem baiano busca na IA produtividade e auxílio acadêmico — 46,9% usam para redação de textos e 21,7% para estudos. Já o grupo de 25 a 34 anos foca na busca de informações diretas (78,8%).

Contudo, é na hora de resolver problemas de consumo que o conflito geracional atinge o ápice: 61,8% dos maiores de 45 anos exigem atendimento exclusivamente humano, mesmo que isso custe mais tempo de espera. Entre os jovens, essa exigência despenca para apenas 17%.

A estrutura da exclusão: por que o “intuitivo” não alcança a todos?

Para Leonardo Almeida, professor dos Cursos de Computação da Unijorge, a exclusão da terceira idade não é uma falha de aprendizado individual, mas um erro de arquitetura.

As ferramentas são desenvolvidas por pessoas já familiarizadas com o ambiente digital e partem de pressupostos que ignoram quem enfrenta barreiras básicas

Leonardo Almeida

Segundo o especialista, a IA generativa, que teoricamente deveria incluir através da voz e linguagem natural, esbarra na falta de acesso a dispositivos de qualidade e no medo de golpes.

“Existe um receio recorrente de cometer erros ou de se expor a fraudes. A IA não é um ponto de partida, é uma camada avançada de um ecossistema. Para usá-la, é preciso dominar a internet e a segurança digital primeiro”, pontua Almeida.

Apesar de usarem mais o celular, idosos ainda preferem o contato humano | Foto: Reprodução/Freepik

A vulnerabilidade técnica tem um preço alto: a segurança. Com apenas 2% de familiaridade profunda entre os idosos, eles se tornam alvos preferenciais para deepfakes e phishing avançado.

“A dificuldade em verificar informações, somada à tendência de confiar em conteúdos aparentemente legítimos, transforma a falta de conhecimento técnico em um risco concreto”, alerta o professor.

O papel do Estado: políticas e inclusão sociodigital

Ciente desse cenário de desigualdade tecnológica, o governo da Bahia busca reestruturar suas ações. A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) admite que o antigo Programa de Inclusão Sociodigital (PISD), que geria os Centros Digitais de Cidadania, foi descontinuado em 2015. Agora, a estratégia foca no novo Plano de Inteligência Artificial da Bahia.

“O processo vem sendo construído de forma colaborativa, com a participação de pesquisadores baianos e diferentes secretarias. Buscamos qualificar o debate sobre o uso e a regulação da IA no estado”, afirma a Secti.

Entre as apostas estão a Rede Bah.IA e o programa Incite, que destina R$ 43 milhões para projetos estratégicos, visando solucionar problemas estruturais do estado por meio da inovação aplicada.

Geração Z transita pelo território dos algoritmos com a naturalidade de quem respira o digital

Geração Z transita pelo território dos algoritmos com a naturalidade de quem respira o digital | Foto: Reprodução/Freepik

No campo do trabalho, a preocupação é evitar que a tecnologia se torne um vetor de desemprego e exclusão.

Augusto Vasconcelos, secretário da Setre (Trabalho, Emprego, Renda e Esporte), destaca que a Bahia desenvolve um dos maiores programas de qualificação profissional do país, incluindo a população idosa.

“Algumas profissões estão passando por profundas transformações. Nos preocupamos com o eventual fechamento de postos de trabalho e defendemos que é possível aumentar a produtividade reduzindo a jornada de trabalho”, afirma Vasconcelos.

Para o titular da pasta, o desafio é sistêmico:

O problema não é a tecnologia em si, e sim quem se apropria dos seus resultados sem compartilhar os ganhos com quem trabalha

Augusto Vasconcelos – Secretário do Trabalho, Renda e Emprego

O mercado e os “seniors tech”

Se para o usuário comum, a barreira é o acesso, no mercado de trabalho de TI, o desafio é o preconceito. Profissionais acima de 50 anos enfrentam um mercado que, muitas vezes, privilegia o “nativismo digital”.

Leonardo Almeida observa que, embora esses veteranos sejam vitais para a arquitetura de sistemas e gestão de projetos pela experiência acumulada, a velocidade da IA impõe uma pressão de atualização constante.

“Aqueles que conseguem acompanhar o ritmo tornam-se valiosíssimos, mas existe um viés de mercado que pode levar à subvalorização desses talentos experientes”, analisa o professor da Unijorge.



Fonte: A Tarde

Em noite de Marlon Freitas, Palmeiras derrota Grêmio

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Em noite do volante Marlon Freitas, o Palmeiras derrotou o Grêmio pelo placar de 2 a 1, na noite desta quinta-feira (2) na Arena Barueri, e chegou aos 22 pontos, mantendo a liderança isolada do Campeonato Brasileiro.

 

Jogando na condição de mandante, o Verdão foi superior na etapa inicial e abriu o marcador aos 43 minutos do primeiro tempo, com Marlon Freitas de cabeça após a bola ser levantada na área por Andreas Pereira.

 

Aos oito minutos da etapa final, o Grêmio (que fechou a 10ª rodada da competição com 11 pontos) chegou a ensaiar uma virada graças a um belo gol do artilheiro Carlos Vinícius. Porém, a noite era mesmo de Marlon Freitas, que, aos 26, aproveitou bola que sobrou da entrada da área para acertar chute colocado para definir o marcador.

Invicto em casa na temporada, o time alviverde manteve a vantagem de três pontos na liderança. Soma 22 e tem o Fluminense como rival mais próximo, com 19, na vice-liderança

 

Outros jogos:

Santos 2 x 0 Remo
Chapecoense 0 x 4 Atlético-MG
Bragantino 3 x 0 Flamengo


Fonte: Noticias ao Minuto