quarta-feira, fevereiro 4, 2026
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Desaparecidos

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Uma fonte de angústia, chegando às raias do desespero, é sofrer cotidianamente a saudade de uma pessoa desaparecida. Como agravante, no Brasil, três em cada 10 ocorrências são registros relacionados a crianças e adolescentes.Os dados do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp) indicam 84 mil casos, dos quais 24 mil ou 28% com menos de 18 anos. Com a ressalva do método, ao analisarmos na mesma planilha os números de um país continental, os BOs das delegacias de polícia acumulam 67 por dia.Aumentou em 8%, no ano de 2025, a quantidade de desaparecimentos notificados às polícias civis em comparação ao ano anterior. Os homens constituem maioria adulta; entre crianças e teens, as meninas e moças desaparecem mais, cotejando-se aos rapazes.Enquanto isso, é preciso verificar as chances de remendar emergencialmente este grande furo social, mais um de tantos a serem vencidos pelo Brasil. Para tanto, percebe-se a importância de identificar repetições a fim de proceder uma defesa eficiente.Um dado temporal confirma a hipótese de os sumiços ocorrerem no período entre sexta-feira e domingo. Ainda não há estudo sobre a influência da internet no avanço do número de desaparecimentos, com os possíveis prós e contras.A velocidade de construção e desconstrução de relacionamentos pode escorar-se na mudança muito rápida de padrões de sociabilidade. Por outro lado, as redes favorecem a localização, com prognóstico seguro de um empate entre o lado bom da internet e o uso sombrio.São três tipos, o voluntário; o involuntário (sem violência); e o forçado. Dentro de voluntário, tem a subcategoria estratégico, quando a pessoa decide desaparecer para escapar do risco de conviver com um companheiro violento, Dívidas com tráfico ou agiotas; vontade de mudar de vida; tédio por um casamento rotineiro; medo dos compromissos, são outros possíveis motivos.Há sete anos, o Brasil dispõe de uma política nacional de busca de pessoas desaparecidas, a intenção foi boa, falta fazer coincidir o texto e a realidade da vida.

Fonte: A Tarde

Entenda a polêmica sobre expulsão de Carrascal na Supercopa

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(UOL/FOLHAPRESS) – A expulsão de Carrascal na Supercopa entre Flamengo e Corinthians, que terminou com a vitória da equipe alvinegra por 2 a 0, gerou debate sobre uma suposta interferência externa na cabine do VAR.

VAR SOB HOLOFOTES

A polêmica central envolve Péricles Bassols, observador do VAR, e sua comunicação com a cabine durante a partida. O lance ocorreu no fim do primeiro tempo, mas o cartão vermelho foi aplicado ao atleta rubro-negro apenas antes do reinício da etapa final.

O áudio divulgado pela CBF revela o momento exato em que Bassols se comunica com os responsáveis pela tecnologia de vídeo. Na gravação, ele faz uma observação técnica direta sobre a possibilidade de revisão do lance em questão.

“É conduta violenta, pode ser revisada a qualquer momento”, disse Bassols, na cabine de VAR.

Procurada pela reportagem, a CBF defende que a intervenção de Bassols serviu apenas para garantir o cumprimento do protocolo e a correta aplicação das regras. Segundo nota, ele não participou da tomada de decisão final nem recomendou a expulsão do atleta.

“Ressalte-se que orientar sobre o procedimento é da natureza da função do Observador de VAR, e não configura interferência externa. Qualquer recomendação quanto à decisão final caracterizaria, esta sim, interferência indevida, o que não ocorreu. A decisão foi tomada exclusivamente pelo árbitro central, após a revisão das imagens na ARA, procedimento recomendado pelo árbitro assistente de vídeo, Rodolpho Toski”, afirma a CBF.

O Livro de Regras estabelece limites claros para a atuação de quem supervisiona os processos na sala de operações. No entanto, o cargo é totalmente optativo para as partidas. O texto define as responsabilidades em: avaliar o trabalho do VAR e impedir infrações de protocolo.

“Supervisor ou Observador do VAR – a tarefa é observar o processo de VAR, a fim de avaliar o trabalho do VAR e do(s) AVAR e para comentários para treinamentos. O Observador do VAR não poderá estar envolvido em qualquer tomada de decisões, com a exceção de impedir uma infração do protocolo”, diz trecho do protocolo oficial do VAR.

A imagem da cotovelada em Breno Bidon só foi detectada de forma conclusiva pela equipe técnica durante o intervalo do jogo. Como o segundo tempo ainda não havia começado, a revisão técnica do incidente grave estava amparada pelo protocolo.

CRÍTICAS À ESCALA DE ARBITRAGEM

Após a polêmica, comentaristas e especialistas questionaram a presença de Bassols na cabine de VAR, assim como a de Rodrigo Cintra, atual presidente de arbitragem da CBF, como inspetor da partida. O assunto foi abordado em programas esportivos e gerou repercussão nas redes sociais.

O ex-árbitro Arnaldo Cezar Coelho argumentou que a presença de “cargos políticos” e de comando em funções de campo gera um ambiente de insegurança.

Para o ex-juiz, a presença de Bassols reflete uma insegurança sistêmica, onde figuras do alto escalão se sentem na obrigação de intervir para evitar falhas que possam comprometer as suas posições perante a direção e, assim, minam a autoridade do árbitro central.

“[Rodrigo Cintra] foi para Brasília para ser inspetor de jogo? Bota outro, fica ‘quieto’ na dele, não vai se expor. E o Péricles Bassols [instrutor de VAR da CBF] também não tem que se expor. Então, é questão de bom senso. Não podem ser escolhidos, escalados, essas pessoas, porque estão se expondo demais. E com isso a arbitragem perde a credibilidad”, falou Arnaldo ao UOL.

As duas últimas rodadas da primeira fase serão verdadeiras finais para o Santos. A equipe enfrenta o Noroeste -que está uma posição acima- fora de casa, e encerra a etapa inicial do campeonato contra o Velo Clube, o primeiro time dentro do Z2, em casa

Folhapress | 09:30 – 03/02/2026

Fonte: Noticias ao Minuto

Santo Antônio de Jesus terá palestra sobre estratégia empreendedora | ASN Bahia

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Colocar seu negócio na vanguarda do planejamento. Esse é o objetivo da palestra “Estratégia 5.0”, que será realizada no próximo dia 11 no Sebrae em Santo Antônio de Jesus. A atividade é gratuita e apresentará métodos modernos, decisões inteligentes e foco em resultados em uma palestra pensada para quem empreende e precisa se adaptar a um mercado cada vez mais dinâmico. As inscrições são pelo link.

Exclusiva para empreendedores, a palestra ocorrerá às 19h e será na sede do Sebrae em Santo Antônio de Jesus, situada na avenida Vereador João Silva, 38, Centro. O evento conta com apoio das entidades empresariais locais: Associação Comercial e Empresarial de Santo Antônio de Jesus (Acesaj), Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) e Sindicato do Comércio Varejista de Santo Antônio de Jesus (Sincomsaj).

A palestra Estratégia 5.0 propõe uma abordagem moderna de planejamento, integrando comportamento empreendedor, uso inteligente de dados, ferramentas atuais e foco em execução. Seu objetivo é provocar reflexão, atualizar a mentalidade dos empreendedores e prepará-los para planejar e decidir de forma mais estratégica diante dos desafios de 2026, servindo também como ponto de partida para o engajamento em ações de desenvolvimento empresarial.

Mais informações podem ser obtidas pelos telefones: (75) 99981-4076 ou (75) 3631-1074.

Serviço

O que: palestra “Estratégia 5.0”
Quando: 11/02, 19h
Onde: Sebrae em Santo Antônio de Jesus (Av. Ver. João Silva, 38, Centro)
Quanto: gratuito com inscrições no link

Fonte: Sebrae Bahia

Rota Caipira é uma das fronteiras vulneráveis ao tráfico

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É impossível compreender a rápida expansão das facções criminosas pelo Brasil nas últimas décadas sem desvendar o papel das rotas de tráfico de drogas nas fronteiras. A ampla infraestrutura portuária, marítima e aeroviária do país, aliada à adaptabilidade das redes de tráfico e ao fato de o país ter amplas e porosas fronteiras com os três principais países produtores de cocaína do mundo — Colômbia, Bolívia e Peru — contribuiu para este fenômeno perverso, que ameaça cada vez mais a soberania de amplas parcelas do território nacional.

Com a consolidação da Rota Caipira pelo Primeiro Comando da Capital (PCC) e das rotas amazônicas, principalmente pelo Comando Vermelho (CV), o país se tornou um polo central da economia transatlântica da cocaína, além de grande mercado consumidor. Oriunda das fronteiras com Bolívia e Paraguai, a Rota Caipira tem como principal destino as metrópoles, sobretudo as do Sudeste, e o maior porto do país, na cidade de Santos (SP).

É a rota de entrada de entorpecentes mais antiga do país. Pousos em pistas clandestinas nos estados de São Paulo, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Paraná ocorrem diariamente. A ampla malha viária favorece a distribuição por cidades, portos e aeroportos brasileiros.

Rota de tráfico abrange um sofisticado sistema logístico que explora as fragilidades das fronteiras

O interior paulista apresenta condições favoráveis como tempo bom e relevo plano para construção de pistas de pouso em meio aos canaviais. Para o delegado Edson Pinheiro dos Santos Júnior, diretor do Sindicato de Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (Sindpesp), especialista no combate a facções criminosas com anos de atuação no Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) de São José dos Campos (SP) — portanto, no meio da Rota Caipira — este não é um termo de ficção, mas a denominação operacional para um sofisticado sistema logístico com um modelo que explora, com precisão, as fragilidades da geografia das fronteiras.

“Eles utilizam uma extensa rede de estradas secundárias, vicinais e até fazendas, criando um caminho paralelo e quase invisível que conecta as fronteiras e portos ao consumo massivo na capital e região metropolitana”, afirma o delegado à Gazeta do Povo. “A importância disso é capital: esta rota é a veia principal que mantém vivo o mercado de drogas, garantindo um fluxo constante e fragmentado, reduzindo o risco de perdas catastróficas com grandes apreensões.”

Após o recebimento da droga em regiões de fronteira, a carga é direcionada para cidades do interior paulista, que funcionam como centros de consolidação e redistribuição, segundo o delegado. “Lá, a mercadoria é fracionada e inserida em uma infinidade de veículos camuflados: caminhões de transporte de grãos ou leite, vans de comércio, carros de aplicativo e até veículos oficiais com dispositivos de blindagem jurídica”, afirma Pinheiro.

Entre Ponta Porã e Pedro Juan Caballero está um dos pontos fronteiriços mais perigosos do país

O crescimento e a sofisticação das organizações criminosas estão diretamente ligados a esse modelo. As facções atuam como holdings do crime, terceirizando a logística para células especializadas, conforme detalha o policial. “Esse método de ‘gotejamento logístico’ é genial em sua perversidade, pois transforma cada pequeno transporte em uma célula quase autônoma, dificultando enormemente o rastreamento da cadeia como um todo”, explica o delegado.

“Sob domínio do PCC, a Rota Caipira administra as fronteiras com o Paraguai e a Bolívia, principalmente nas cidades de Ponta Porã e Corumbá, no Mato Grosso do Sul”, afirma o estudo “Floresta em Pó”, do Instituto Fogo Cruzado em parceria com a Iniciativa Negra Por Uma Nova Política de Drogas e a Drug Policy Reform & Environmental Justice International Coalition, além de outras instituições, publicado no final de outubro de 2025.

“Entre Ponta Porã e Pedro Juan Caballero, fronteira com Paraguai, diversos conflitos atrelados às economias ilícitas tornaram este um dos pontos fronteiriços mais perigosos do país”, dizem os pesquisadores.

Estratégia federal estimulou operações ligadas ao tráfico por rios da Amazônia

Já a Rota Amazônica consolidou-se e ganhou importância ao longo da última década. De acordo com o estudo, o Brasil escalou da 10ª para a 3ª posição em volume de cocaína apreendida, e a Amazônia passou a assumir relevância nesse cenário da rota do tráfico pelas fronteiras.

“A aplicação da Lei nº 9.614/2004, conhecida como Lei do Abate, permitiu a interdição de aeronaves consideradas suspeitas pelas Forças Aéreas, provocando rápida adaptação logística no transporte de entorpecentes e aumentando o fluxo por outras vias”, afirma a análise. “Assim, a estratégia do governo federal gerou novos desafios, pois estimulou a intensificação de operações pelos rios da Amazônia, cuja extensa e irrigada geografia consolidou inúmeras vias de difícil fiscalização, ao longo dos cursos d’água navegáveis que conectam a região andina aos pólos urbanos brasileiros”, diz o levantamento.

O estudo aponta que a região amazônica conta com pelo menos 16 “rios de cocaína”, todos correndo no sentido Manaus e Belém: Abuna, Acre, Amazonas, Caquetá, Envira, Içá, Japurá, Javari, Juruá, Madeira, Mamoré, Negro, Purus, Tarauacá, Uaupés e Xiê. Assim, a Rota Amazônica tornou-se a segunda principal entrada de drogas no Brasil.

Seja pelo ar ou por água, centenas de toneladas de cloridrato de cocaína e pasta-base atravessam a Amazônia Legal, onde as apreensões cresceram 94% entre 2023 e 2024. Em Rondônia, entre 2019 e 2023, o aumento foi de 1.031,8%.

De acordo com dados consolidados no “Floresta em Pó”, em 2024 foram apreendidas cerca de 138 toneladas de cocaína no Brasil. O porto de Santos, no estado de São Paulo, é o segundo maior exportador mundial da droga, considerado o montante de apreensões no local.

Somente em 2020, cerca de 71 toneladas de cocaína ligadas ao Brasil e destinadas à Europa foram apreendidas, em comparação com 67,5 toneladas oriundas do Equador e 32 toneladas da Colômbia, posicionando o país como principal fornecedor da droga para o continente europeu.

Entre 2020 e 2024, portos da região Nordeste do Brasil consolidaram-se como importantes corredores logísticos para o envio de cocaína com destino à Europa e à África Ocidental. Já a Amazônia brasileira configurou-se como área de passagem para o escoamento da commodity oriunda dos Andes em direção aos portos atlânticos de exportação.

Fonte: Gazeta do Povo

SUS libera vacina contra bronquiolite para bebês e crianças

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Imunizantes começam a ser aplicados este mês –

Bebês prematuros e crianças pequenas com doenças associadas começam a receber, a partir deste mês, uma nova forma de proteção contra a bronquiolite pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O Ministério da Saúde incorporou o Nirsevimabe – anticorpo monoclonal indicado para prevenir infecções causadas pelo Vírus Sincicial Respiratório (VSR), principal agente da doença.

Diferente das vacinas tradicionais, o Nirsevimabe age de forma imediata, sem estimular o organismo do bebê a produzir anticorpos. A medicação já entrega a defesa pronta ao organismo, o que é fundamental para crianças com maior risco de complicações respiratórias.

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A imunização é destinada a bebês prematuros, nascidos com menos de 37 semanas de gestação, e a crianças de até dois anos com comorbidades. Entre as condições contempladas, estão doença pulmonar crônica da prematuridade, cardiopatias congênitas, anomalias das vias aéreas, doenças neuromusculares, fibrose cística, imunodeficiências graves e síndrome de Down.

Segundo o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, cerca de 300 mil doses do medicamento já foram distribuídas em todo o país, ampliando a capacidade de prevenção durante o período de maior circulação do vírus.

Atualmente, o SUS também oferece vacina contra o VSR para gestantes a partir da 28ª semana de gravidez, garantindo proteção ao bebê desde o nascimento. O vírus é responsável por aproximadamente 75% dos casos de bronquiolite e 40% das pneumonias em crianças menores de dois anos.

Dados do Ministério da Saúde apontam que, até 22 de novembro de 2025, o Brasil registrou 43,2 mil casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) provocados pelo VSR. Desse total, 82,5% das internações ocorreram em crianças com menos de dois anos, evidenciando o impacto da doença nessa faixa etária.

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Como a bronquiolite é, na maioria dos casos, causada por vírus, não há tratamento específico. O atendimento médico é baseado no controle dos sintomas, com medidas como suporte respiratório, oxigenoterapia, hidratação e uso de broncodilatadores, especialmente quando há chiado no peito.



Fonte: A Tarde

Membros da Realeza que tiveram problemas com a lei: Foram punidos?

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É dever de um membro da realeza defender os padrões de seu país e dar o exemplo para seu povo. Então, quando eles acabam tendo problemas com a lei, a situação não é nada boa.

Nos últimos 100 anos, membros da realeza de todo o mundo se viram em tribunais por todos os motivos, desde corrupção a sequestro, e isso continua até hoje. O incidente mais recente ocorreu em agosto de 2025, quando Marius Borg Høiby, filho da Princesa Herdeira da Noruega, foi acusado de vários crimes, incluindo violência doméstica e agressão s-xual. O julgamento de Høiby começou em 3 de fevereiro de 2026. Além disso, a Princesa Herdeira Mette-Marit enfrenta críticas crescentes após a divulgação de seu nome em centenas de e-mails que revelam extensos contatos com o falecido Jeffrey Epstein.

Enquanto ele aguarda julgamento, clique para descobrir quais outros membros da realeza já tiveram problemas com a lei.

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Fonte: Noticias ao Minuto

criança é feita refém e número de mortos aumenta

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Uma criança de 8 anos foi feita refém dentro da própria casa pelo pai, na Chapada do Rio Vermelho, área que integra o Complexo do Nordeste de Amaralina, em Salvador. A ocorrência mobilizou forças de segurança por cerca de cinco horas, até que a criança fosse libertada sem ferimentos e o homem se rendesse.

Segundo informações apuradas pelo Portal A TARDE, o suspeito foi identificado como Alisson Luis dos Santos Oliveira, que estava em regime semiaberto e utilizava tornozeleira eletrônica. A negociação envolveu equipes da Polícia Militar e do Batalhão de Operações Especiais (Bope). Após a rendição, ele foi preso.

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A Polícia Militar informou que, até o momento, não há confirmação de ligação direta do suspeito com a morte do cabo da PM Glauber Rosa Santos, ocorrida horas antes no Vale das Pedrinhas.

Aumento no número de mortos

A região do Nordeste de Amaralina viveu um dia marcado por forte tensão após a morte do policial militar. Ao longo desta terça-feira, uma série de confrontos entre policiais e suspeitos resultou na morte de oito pessoas, segundo a Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP).

De acordo com a SSP, seis dos mortos tinham antecedentes criminais por delitos como tráfico de drogas, roubo, porte ilegal de arma, estelionato, furto e receptação. Um dos mortos era menor de idade.

Durante as ações, a polícia apreendeu armas, drogas, uma granada e outros materiais ilícitos. Uma viatura do Batalhão Apolo também foi apedrejada durante a operação.

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Apreensões

Em uma ação conjunta envolvendo o BPATAMO, BPT-Atlântico e o 30º BPM, realizada por volta das 10h05 no Nordeste de Amaralina, equipes policiais foram recebidas a tiros por um grupo estimado entre 15 e 20 pessoas.

Após o confronto, um suspeito foi encontrado portando uma pistola e um cinto com uma granada e dois carregadores. Em seguida, um novo confronto ocorreu, resultando na morte de outro suspeito, que teria tentado atirar contra os policiais.

Entre os materiais apreendidos estão:

  • Duas pistolas (Taurus calibre .40 e Glock calibre .45) com munições
  • Uma granada de mão de uso militar
  • Três aparelhos celulares
  • 148 eppendorfs de cocaína
  • Rádio comunicador e relógios

Todo o material foi apresentado ao Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

Policiamento reforçado e impacto no transporte

A Polícia Militar anunciou o reforço do policiamento no Complexo do Nordeste de Amaralina por tempo indeterminado, com a atuação de unidades ostensivas, táticas e especializadas, além do apoio do Grupamento Aéreo (Graer).

Os confrontos impactaram a rotina dos moradores. Ônibus do transporte público deixaram de circular pela entrada do Vale das Pedrinhas, obrigando passageiros a caminhar até a Avenida Juracy Magalhães para acessar o serviço.

Segundo a SSP, as ações são orientadas por inteligência e têm como alvo uma facção criminosa envolvida com homicídios, tráfico de drogas, armas e lavagem de dinheiro. A população pode colaborar com informações anônimas por meio do Disque Denúncia 181.

Morte do policial militar

O policial morto foi identificado como o cabo Glauber Rosa Santos, de 42 anos, integrante do 30º Batalhão da PM. Ele foi atingido na cabeça durante um confronto no Vale das Pedrinhas, na madrugada desta terça-feira.

Socorrido, o militar passou por cirurgia no Hospital Geral do Estado (HGE), mas não resistiu. Natural de Senhor do Bonfim, Glauber deixou dois filhos, de 8 e 3 anos. O mais velho completou aniversário um dia antes da morte do pai.



Fonte: A Tarde

Pep Guardiola se indigna com conflitos e guerras ao redor do mundo

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O espanhol Pep Guardiola é treinador do Manchester City –

Às vésperas do jogo de volta da semifinal da Copa da Liga Inglesa contra o Newcastle, que acontece nesta quarta-feira, 4, o treinador espanhol Pep Guardiola se emocionou ao comentar imagens de crianças mortas ou feridas em zonas de conflito exibidas em noticiários.

Na ocasião, o técnico do Manchester City falou com indignação sobre as guerras e crises humanitárias na Palestina, Ucrânia e Sudão, além de recentes tiroteios envolvendo agentes do Immigration and Customs Enforcement (ICE), nos Estados Unidos.

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“Nunca, em toda a história da humanidade, tivemos a informação tão diante dos nossos olhos, vendo de forma mais clara do que agora: genocídio na Palestina, o que aconteceu na Ucrânia, o que aconteceu na Rússia, o que acontece em todo o mundo, no Sudão, em todos os lugares”, afirmou Guardiola a jornalistas nesta terça-feira, 3.

“São problemas nossos, como seres humanos. Existe alguém que veja essas imagens do mundo inteiro e não seja afetado? Hoje nós podemos ver. Antes, não podíamos.”, acrescentou ele.

Essa, no entanto, não foi a primeira vez que ele se posicionou publicamente sobre os temas. No último final de semana, o treinador chegou a faltar à entrevista coletiva antes do empate por 2 a 2 do City com o Tottenham após participar de um evento beneficente em Barcelona, sua cidade natal, no qual fez um discurso em apoio às crianças palestinas.

O treinador espanhol tem se posicionado publicamente em defesa de civis afetados por guerras e crises, mesmo diante de críticas de que deveria se limitar a falar apenas de futebol.

Ainda assim, ele afirmou que continuará se manifestando sobre questões humanitárias por se sentir profundamente “machucado” pelo sofrimento imposto às vítimas de conflitos ao redor do mundo.

Guardiola concluiu dizendo que usará qualquer espaço que tiver para tentar contribuir com uma sociedade melhor: “Por isso, em qualquer posição em que eu possa ajudar falando, para sermos uma sociedade melhor, eu vou tentar e estarei lá. Do meu ponto de vista, a justiça? É preciso falar.”



Fonte: A Tarde

Homem é morto por vizinhos por suspeita de estuprar a filha autista

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Um homem, de 41 anos, identificado como Elimário Alves Oliveira, foi assassinado, na última sexta-feira, 30, dentro de seu apartamento no Condomínio Solar da Princesa, no bairro Santo Antônio dos Prazeres, em Feira de Santana, a cerca de 115 Km de Salvador. Ele foi morto com golpes de barrote e cabo de vassoura.

Segundo informações, Pingo, como era mais conhecido, foi assassinado após ser acusado de abusar sexualmente da própria filha, uma garota autista, de 10 anos. Ainda de acordo com relatos, Elimário e a companheira eram usuários de drogas e moravam no apartamento com duas crianças autistas.

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Testemunhas apontam que foi a própria mulher quem informou aos vizinhos sobre o estupro da filha. A mulher e a criança prestaram depoimento na delegacia. A menina foi submetida a exame pericial. A Polícia Civil investiga os crimes e tenta identificar os autores do linchamento. As informações são do Acorda Cidade.



Fonte: A Tarde

Maranhão: buscas por crianças em Bacabal completam 30 dias sem avanços

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Após 30 dias da última vez que  Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4 anos, foram vistos pela família, não há suspeitos de envolvidos no desparecimento dos irmãos. As autoridades policiais afirmam que ainda não foram encontradas provas que indiquem crime

Os dois foram vistos pela última vez em 4 de janeiro, no quilombo São Sebastião dos Pretos em Bacabal, no Maranhão, quando foram brincar em uma área de mata com o primo Anderson Kauan, de 8 anos. Kauan foi encontrado por carroceiros em uma estrada no povoado Santa Rosa, vizinho ao povoado de onde saiu.

Depois de 14 dias internado no hospital geral do município para tratamento médico, Kauan recebeu alta. Após sair do hospital, o menino mostrou aos policiais o caminho que percorreu com os primos até uma cabana abandonada, próxima às margens do Rio Mearim. Aos profissionais ele afirmou ter deixado os dois primos no local da casa caída enquanto buscava ajuda.

Buscas

As buscas estão concentradas na mata e na outra margem do Rio Mearim, onde cães farejadores sentiram o cheiro das crianças. Até o momento, não há novos indícios do paradeiro que as crianças poderiam ter tomado.

Desde a semana passada, a Polícia Civil do Maranhão intensificou o trabalho de investigação do desaparecimento dos irmãos.

“As buscas pelas duas crianças continuam em áreas de mata, rios e lagos, em paralelo a uma investigação rigorosa”, disse o secretário de Segurança Pública do Maranhão, Maurício Martins, em uma rede social. 

O secretário informou ainda que os detalhes das investigações não são divulgados para não comprometer o trabalho policial e que as informações que puderem ser divulgadas pela investigação serão comunicadas oportunamente.

Na segunda-feira (26), Martins também se manifestou a respeito de uma denúncia de que os irmãos teriam sido vistos em São Paulo. O secretário disse que a notícia era falsa e criticou a disseminação de fake news sobre o caso.

“Foi verificada a denúncia sobre o possível paradeiro das crianças em São Paulo. Uma equipe da comissão de investigação foi deslocada e atuou em cooperação com a Polícia Civil do estado, mas a informação não se confirmou”, disse.

Ainda de acordo com a Secretaria de Segurança Pública, todas as pessoas ouvidas até o momento foram chamadas na condição de testemunhas e que qualquer informação diferente disso é falsa.

Desde o desaparecimento, a área de buscas, de cerca de 54 Km², é marcada por mata de vegetação fechada, terreno é irregular, com poucas trilhas, difícil acesso, açudes, pelo Rio Mearim e por lagos.

Militares da Marinha estão usando o equipamento de sonar para fazer a varredura em trecho de 3 km do Rio Mearim em busca de vestígios das crianças. O equipamento mapeia áreas submersas, produzindo imagens do fundo do rio ou do mar, mesmo em locais com pouca visibilidade.

Fonte: Agência Brasil