segunda-feira, abril 6, 2026
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Lula reafirma compromisso com o desenvolvimento e projeta fim da escala 6×1 em 2026

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O ministro da Casa Civil, Rui Costa, entregou nesta segunda-feira, 2, a mensagem presidencial que abre o ano legislativo de 2026. O documento, recebido por Davi Alcolumbre (Senado) e Hugo Motta (Câmara), faz um balanço de 2025 e estabelece uma agenda ousada para o último ano da legislatura.

No texto de apresentação, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva relembra que o ano de 2025 foi marcado por grandes desafios, mas também por inúmeras conquistas.

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Um ano que começou sob ceticismo e projeções pessimistas, mas que chegou ao fim com avanços e recordes. As profecias eram as piores possíveis: economia estagnada; inflação descontrolada; dó­lar em disparada; Bolsa em queda livre; e fuga de investimentos estrangeiros. Aconteceu justamente o contrário: o Brasil chegou ao fim de 2025 mais forte do que nunca

Lula – presidente do Brasil

Para exemplificar, citou índices e números de 2025, que justificam a celebração da retomada do crescimento econômico brasileiro:

  • PIB cresceu pelo terceiro ano consecutivo;
  • Dólar teve a maior queda dos últimos nove anos;
  • Bolsa de Valores cresceu 34% em relação a 2024 e ultrapassou, pela primeira vez, a marca de 160 mil pontos;
  • Maior volume de investimentos estrangeiros dos últimos sete anos: US$ 77,7 bi;
  • Segundo destino mais atrativo para o capital externo;
  • Desemprego caiu para 5,2%, a menor taxa da série histórica;
  • Renda média dos trabalhadores subiu para R$ 3.574;
  • Registrada a menor inflação em sete anos (4,26%);
  • 521 novos mercados abertos às exportações;
  • Exportações atingiram a marca recorde de US$ 348,7 bilhões.

“Graças ao crescimento da economia, ao aumento real do salário-mínimo, à inflação em queda e à maior oferta de empregos, dois milhões de famílias deixaram o Bolsa Família porque ampliaram sua renda”, destaca a mensagem.

Em 2023, encontramos 33 milhões de brasileiros em situação de insegurança alimentar, suplicando por ossos em portas de açougues. Disseram que era impossível, mas em 2025 retiramos pela segun­da vez o Brasil do Mapa da Fome. A pobreza e a desigualdade de renda são as menores já registradas. Em apenas dois anos, 17,4 milhões de brasileiros saíram da pobreza

Lula

Novos desafios

Reafirmando a importância da parceria com o Congresso Nacional, a mensagem presidencial aponta novos desafios para 2026. “É sempre fundamental destacar a importância da parceria entre Executivo e Legislativo para votar medidas importantes ao País, que garantam desenvolvimento, inclusão e segurança para a população brasileira”.

Terão prioridade novos esforços para combater as facções criminosas, como a PEC da Segurança Pública, que cria o ambiente adequado para maior cooperação da União com os Estados, e a aprovação do PL Antifacção, que endurece o combate ao crime organi­zado ao prever penas mais severas aos seus líderes e ao restringir a progressão de pena.

“Nos momentos cruciais, este Parlamento demonstrou estar atento aos reais interesses do Brasil e do povo brasileiro”, afirma a mensagem do presidente Lula, ao incluir ainda na pauta o fim da escala 6×1 de trabalho, sem redução de salário; a urgente necessidade de regulação do trabalho por aplicativos; e o Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio, uma ação conjunta para garantir o direito à vida e à integridade física, material e psicológica de meninas e mulheres brasileiras.

O texto de abertura ressalta o compromisso do Governo do Brasil com o investimento público e com a responsabilidade fiscal, promovendo a redução das desigualdades e melhorias na vida do povo brasileiro. “Em 2026, último ano da atual legislatura, reafirma­mos o compromisso de fazer do Brasil um país mais desenvolvido e mais justo, com mais investimentos e menos desigualdades. Um país onde cada família possa viver com dignidade, moradia, saúde, educação, segurança, cultura, lazer e comida de qua­lidade na mesa”.

Alívio no orçamento

A mensagem destaca ainda as medidas anunciadas que alcançam diretamente o orçamento das famílias brasileiras, como a redução em 70% dos custos da carteira de habilitação, o Gás do Povo, o Luz do Povo, a isenção do Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5 mil por mês e a redução gradual para quem ganha entre R$ 5 mil e R$ 7.350 mensais.

Acordo do Mercosul

Para o presidente, o acordo Mercosul-União Europeia, firmado no início desse ano, abre um novo ciclo de oportunidades para as empresas brasileiras, fortalece a competitividade do Brasil, amplia as exportações e atrai investimentos de forma sustentável. “Te­nho certeza de que o Congresso Nacional não medirá esforços para, no menor prazo possível, internalizar esse acordo”.

Plano Brasil Soberano

Para socorrer empresas e preservar empregos, diante do tarifaço imposto pelo governo dos Estados Unidos, o Governo do Brasil intensificou a busca por novas parcerias comerciais. “Com altivez e muito diálogo, reabrimos as portas do mercado norte-americano aos produtos brasileiros. Mesmo com o tarifaço, as exportações brasileiras atingiram, em 2025, a marca de US$ 348,7 bilhões, um recorde. Em três anos, o total acumulado chegou a US$ 1,03 trilhão”.

Nova Indústria Brasil

2025 foi também marcado pela retomada dos investimentos na indústria, na inovação e na geração de empregos. Em apenas dois anos, a Nova Indústria Brasil (NIB) investiu R$ 588,4 bilhões na modernização do parque industrial brasileiro, com a renovação de máquinas e de equipamentos; a introdução de novas tecnologias; e o aumento da produtividade e da competitividade da indústria.

Novo PAC

Com o Programa de Aceleração do Crescimento – o Novo PAC –, o Brasil retomou o investimento público e privado em infraestrutura. “A execução orçamentária do Novo PAC chegou a R$ 945 bilhões. São 34,8 mil empreendimentos espalhados por 99% dos municípios brasileiros, gerando emprego e renda, promovendo inclusão social e reduzindo desigualdades econômicas regionais”.

A retomada dos investimentos da Petrobras em refinarias, fertilizantes e combus­tíveis com baixa emissão; a entrada em operação do Linhão Manaus-Boa Vista; os novos avanços no Projeto de Integração do Rio São Francisco; e a primeira viagem com carga comercial da Ferrovia Transnordestina são alguns destaques.



Fonte: A Tarde

Stefani perde semi de duplas e Brasil dá adeus a Aberto da Austrália

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A tenista Luisa Stefani, última brasileira remanescente no Aberto da Austrália, se despediu nesta quinta-feira (29) do Grand Slam em Mebourne, ao ser superada nas semifinais tanto de duplas femininas quanto de mistas. No primeiro torneio após retomar a parceria com a canadense Gabriela Dabrowski, a paulista foi eliminada em partida acirrada contra a dupla da cazaque Ana Danilina com a sérvia Aleksandra Krunic. Ao fim de 2h20min de embate, as adversárias venceram por 2 sets a 1, com parciais de 7/6 (7/2), 3/6 e 6/4.

Apesar do tropeço, Stefani e Dabrowski superaram o resultado obtido pela paulista na edição passada, quando a brasileira foi eliminada nas quartas, em parceria com a norte-americana Peyton Steams.

“A campanha foi muito positiva e temos de aproveitar estas duas semanas como aprendizado, porque nosso objetivo é melhorar como dupla. Primeiro torneio juntas e deixa uma esperança para a temporada, depois de fazer jogos de bom nível aqui. A semifinal foi uma derrota apertada, mas que ensina bastante. Agora é seguir motivadas para continuar trabalhando para melhorar nos próximos torneios”, analisou Stefani.

Na noite de quarta (28), Stefani já havia sido eliminada nas semifinais de duplas mistas, jogando ao lado do salvadorenho Marcelo Arevalo. Eles caíram para os franceses Manuel Guinard e Kristina Mladenovic após revés por 2 sets a 1 (6/2, 3/6 e 10/7).>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Outros resultados

Quem também deu adeus a Melbourne na noite de quarta (29) foi a dupla dos gaúchos Orlando Luz e Rafael Matos. Eles foram eliminados nas quartas de final pela dupla do espanhol Marcel Granoller com o argentino Horacio Zeballos, que ganharam por 2 sets a 0 (6/3 e 6/4).

Fonte: Agência Brasil

Inmet emite alerta vermelho sobre a primeira onda de calor de 2026

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Inmet emite alerta sobre a primeira onda de calor do Brasil no ano –

O mês de fevereiro mal começou, mas uma complicação já vem emergindo no Brasil, visto que o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) informou que este período do mês será marcado pela primeira onda de calor do ano.

O alerta vermelho emitido pelo Inmet tem previsão de começar a valer a partir desta terça-feira, 3 e deve seguir até o próximo sábado, 7.

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O que caracteriza uma onda de calor

De acordo com a Organização Meteorológica Mundial, uma onda de calor é entendida como um aumento das temperaturas em 5°C ou mais por, no mínimo, cinco dias consecutivos, esta atual deve permanecer até o próximo sábado, 7.

A principal região afetada no Brasil será a Sul, com todos seus estados englobados e, ao todo, mais de 500 municípios atingidos.

Vale ressaltar que a previsão climática para fevereiro já indicava temperaturas mais altas, bem características do verão, com máximas elevadas em todo o Brasil.

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Como será a situação nas outras regiões do Brasil

Além das áreas que já estão sob aviso outras regiões do país devem enfrentar um calor intenso ao longo de todo mês de fevereiro.

Nordeste

No Nordeste, o calor intenso deve predominar ao longo de todo mês de fevereiro, com destaque para Maranhão, que deve ser o estado mais afetado durante o período.

Sul

No Sul, a tendência é de manutenção de temperaturas elevadas, com picos mais intensos no norte do Paraná

Sudeste

No Sudeste, o calor deve ficar acima da média climatológica, com sensação térmica elevada em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo.

Centro-Oeste

No Centro-Oeste, a expectativa é de calor intenso em áreas de Goiás e Mato Grosso do Sul, com médias mensais até 1 °C acima do normal, variando entre 27 °C e 30 °C.

Norte

Na região Norte, as temperaturas mais elevadas devem atingir principalmente estados próximos ao Nordeste, como Amapá, Tocantins e Pará, com médias entre 27 °C e 32 °C.



Fonte: A Tarde

INSS retoma atendimento presencial em agências do país

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Após interrupção no atendimento por causa de uma manutenção programada, os serviços do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) são retomados nesta segunda-feira, 2, em todo o país.

Voltam a funcionar a Central 135 e todos os serviços de atendimentos presenciais à população. Dos serviços online do Meu INSS, apenas o simulador de aposentadoria deve ser retomado na quarta-feira (4).

O volume de acessos é grande. No ano passado, o aplicativo Meu INSS registrou média mensal de 134 milhões de acessos.

Segundo o Ministério da Previdência Social, a Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência (Dataprev), empresa pública responsável pela tecnologia das políticas sociais, terminou a migração do último computador de grande porte para uma plataforma mais moderna, e a atualização da infraestrutura tecnológica foi realizada com sucesso.>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Cerca de 220 profissionais atuaram nessa migração entre 28 de janeiro até domingo.

Para reduzir os transtornos, o INSS havia antecipado as perícias médicas e avaliações sociais previstas para o período de interrupção e permitiu o reagendamento dos segurados que não puderam comparecer.

Com a atualização, o Ministério da Previdência espera reduzir o tempo de processamento da folha de pagamento, de 96 para 48 horas, e ampliar os serviços digitais.

Mas o ministério avisou que, por causa do grande número de acessos esperado na volta dos serviços, nesta segunda, pode ocorrer lentidão, principalmente nos serviços com biometria.

A funcionalidade fica disponível 24 horas e, caso o acesso falhe, a recomendação é tentar novamente, de preferência fora do horário comercial.

Fonte: Agência Brasil

Peixe que não procria? A nova aposta para salvar a tilápia no Brasil

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O principal ponto de atenção ambiental é o escape acidental de peixes férteis –

A piscicultura brasileira vive um momento de consolidação histórica. Com uma movimentação financeira que já supera os R$ 7 bilhões anuais, a produção de tilápia tornou-se um pilar estratégico do agronegócio nacional, ultrapassando a marca de 600 mil toneladas por ano.

No entanto, o sucesso econômico trouxe um desafio regulatório: como expandir essa potência produtiva sem comprometer a biodiversidade dos ecossistemas locais?

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A resposta para esse dilema está sendo desenhada em laboratórios, onde a inovação científica busca evitar que a espécie seja classificada como invasora, garantindo a segurança jurídica do produtor e a proteção ambiental.

A barreira biológica: do hormonal ao genético

O principal ponto de atenção ambiental é o escape acidental de peixes férteis para rios e reservatórios. Atualmente, o método de masculinização hormonal, padrão no setor, ainda permite uma margem de erro de cerca de 5% de fêmeas nos lotes. Embora baixo, esse índice mantém o risco de reprodução em ambiente selvagem.

Para mitigar essa vulnerabilidade, pesquisadores da Epamig, em parceria com a UFMG, estão elevando o patamar do controle biológico através de duas frentes principais:

Lotes 100% masculinos: Aperfeiçoamento das técnicas para eliminar completamente a presença de fêmeas.

Esterilidade por manipulação cromossômica: O desenvolvimento de peixes estéreis garante que, mesmo em caso de fuga, a espécie seja incapaz de formar populações autossustentáveis na natureza.

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Segundo especialistas do Programa de Pesquisa em Aquicultura da Epamig, a inibição da reprodução é a estratégia mais eficaz para reduzir drasticamente as chances de multiplicação da espécie em ambientes naturais.

A engenharia contra o escape

Além da biologia do peixe, a modernização da infraestrutura produtiva atua como uma barreira física. A tendência é a migração progressiva (ou integração) para modelos que desconectam a criação dos cursos d’água naturais:

RAS (Sistema de Recirculação de Água): A água é filtrada e reutilizada continuamente, minimizando o descarte e o risco hídrico.

BFT (Bioflocos): Micro-organismos convertem resíduos em alimento, criando um ecossistema controlado e altamente eficiente.

Essas tecnologias não apenas protegem o rio, mas aumentam a produtividade por metro quadrado, otimizando o lucro do piscicultor.

Menos apto à natureza, mais eficiente no tanque

Um dos avanços mais interessantes reside no melhoramento genético. Ao selecionar animais focados em alta densidade, adaptação à ração e crescimento rápido em cativeiro, a ciência acaba criando peixes “especialistas”.

Esses animais altamente domesticados perdem a competitividade típica das espécies selvagens. Caso escapem, as chances de sobrevivência em um ambiente hostil e com predadores são significativamente menores do que as de um peixe selvagem, reduzindo o impacto ambiental da fuga.

Futuro: Integração em vez de ruptura

O objetivo da pesquisa brasileira não é extinguir os tradicionais tanques-rede, essenciais para a economia do interior, mas sim integrar tecnologias. O uso de sistemas controlados nas fases iniciais e mais sensíveis do ciclo de vida da tilápia pode reduzir o tempo de exposição em ambientes abertos, equilibrando a balança entre preservação e faturamento.

Com a ciência como aliada, a tilápia reafirma seu papel na segurança alimentar e no desenvolvimento regional, provando que é possível ser o maior player da aquicultura na América Latina com responsabilidade ambiental e inovação tecnológica.



Fonte: A Tarde

Bateria fraca deixa a corrida mais cara? O que está por trás dos preços do Uber

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Discussão sobre “precificação por vigilância” cresce nas redes –

Teorias sobre a forma como aplicativos de transporte calculam o valor das corridas voltaram a circular nas redes sociais nas últimas semanas. Entre as mais comentadas está a suspeita de que o Uber cobraria mais caro quando o celular do usuário está com a bateria baixa, ideia que se conecta a um debate maior sobre o uso de dados pessoais na definição de preços.

O tema ganhou força após a viralização de conteúdos que associam essas variações ao que especialistas chamam de precificação por vigilância, conceito que descreve o ajuste de valores com base em informações comportamentais dos usuários. Mas, afinal, essa prática acontece de fato nas corridas do dia a dia?

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Testes não comprovam relação com bateria

Para tentar responder à dúvida, o portal TechTudo realizou testes simulando uma mesma corrida em dois celulares diferentes, partindo do mesmo ponto em São Gonçalo (RJ) até o Terminal João Goulart, em Niterói (RJ), trajeto de cerca de 20 quilômetros.

Em um dos aparelhos, com 94% de bateria, o valor apresentado para a modalidade UberX foi de R$ 27,94. No outro, com apenas 7% de carga, o preço exibido foi de R$ 28,95. Também houve variação nos valores iniciais riscados — que indicam possíveis descontos — e na ordem das categorias sugeridas pelo aplicativo.

A diferença entre as solicitações foi inferior a 15 segundos, o que torna difícil atribuir a mudança exclusivamente ao tempo. Ainda assim, os testes não permitem estabelecer uma relação direta entre o nível da bateria e o valor final da corrida.

Diferenças de valores em corridas semelhantes | Foto: Reprodução / Yuri Neri | TechTudo

O que explica preços diferentes para a mesma viagem?

Apesar da ausência de comprovação, a situação evidencia um problema recorrente para os usuários: a falta de clareza sobre os critérios que determinam o preço das corridas. Diferenças de centavos — ou até de reais — em trajetos idênticos não são incomuns e frequentemente geram desconfiança.

As variações podem estar ligadas a fatores como histórico de uso do aplicativo, modalidade mais utilizada, tipo de aparelho ou até projeções internas do sistema. O ponto central, no entanto, é que esses critérios não são explicitados, o que abre espaço para interpretações e teorias nas redes sociais.

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Algoritmos, dados e o limite do aceitável

A discussão se insere em um contexto mais amplo sobre o uso de dados pessoais por plataformas digitais. Com o avanço da inteligência artificial, sistemas automatizados passaram a ajustar preços de forma cada vez mais específica, deixando para trás modelos tradicionais baseados apenas em categorias amplas, como horário ou volume de demanda.

Estudos acadêmicos já apontaram que algoritmos conseguem definir valores personalizados em larga escala, o que amplia o debate sobre transparência, discriminação e proteção do consumidor. No Brasil, esse tema também chegou aos órgãos de defesa do consumidor, que passaram a cobrar explicações mais detalhadas sobre os mecanismos de precificação usados por aplicativos de transporte.

Debates na rede social Reddit sobre o tema

Debates na rede social Reddit sobre o tema | Foto: Reprodução / Yuri Neri | TechTudo

A legislação e o direito à explicação

Do ponto de vista jurídico, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) estabelece limites para o uso de informações pessoais. A norma proíbe práticas discriminatórias e garante ao consumidor o direito de solicitar revisão de decisões tomadas exclusivamente por sistemas automatizados.

Na prática, porém, questionar um algoritmo não é simples. Sem acesso aos critérios técnicos que definem o preço final, o usuário fica em desvantagem, negociando sozinho com um sistema que opera de forma opaca.

O que diz o Uber

Em nota, a Uber afirma que o nível de bateria do celular não é utilizado como critério para definir o valor das corridas. Segundo a empresa, o principal fator que influencia os preços é o preço dinâmico, mecanismo que ajusta as tarifas conforme a relação entre oferta de motoristas e demanda de passageiros em tempo real.

De acordo com a plataforma, quando há mais solicitações do que carros disponíveis em uma determinada área, o sistema eleva temporariamente os valores para incentivar motoristas a se conectarem ao aplicativo. Assim que o equilíbrio é restabelecido, os preços voltam ao patamar normal.

A empresa informa ainda que esse cálculo ocorre em zonas hiperlocais, que podem abranger poucos quarteirões, e considera fatores como trânsito, clima, eventos de grande porte e padrões históricos de demanda. Apesar disso, os detalhes sobre o peso de cada variável não são divulgados.

Imagem ilustrativa da imagem Bateria fraca deixa a corrida mais cara? O que está por trás dos preços do Uber

| Foto: Divulgação | Uber

Por que a desconfiança persiste

Mesmo com explicações gerais, a ausência de critérios claros alimenta a sensação de imprevisibilidade. Quando duas pessoas, lado a lado, recebem valores diferentes para a mesma corrida, torna-se difícil entender se o preço está alto, baixo ou simplesmente ajustado a perfis distintos.

Ao longo dos últimos anos, a Uber se consolidou oferecendo praticidade e valores competitivos, transformando a mobilidade urbana em diversas cidades. Com a demanda estabilizada, reajustes são esperados. O problema, para muitos usuários, não é o aumento em si, mas a falta de previsibilidade.

Nesse cenário, a transparência deixa de ser apenas um diferencial e passa a ser essencial para manter a confiança. Enquanto os critérios continuarem pouco visíveis, teorias como a da “bateria fraca” seguirão encontrando espaço — mesmo sem comprovação concreta



Fonte: A Tarde

Neymar é o pai? Suposta amante revela verdade sobre paternidade

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Modelo fez revalação nas suas redes sociais –

A modelo Any Awuada, conhecida por afirmar que Neymar Jr. seria o pai de sua filha, Maria Vitória, nascida em novembro de 2025, usou as redes sociais para revelar o verdadeiro pai da criança após meses de polêmica.

Sob as especulações envolvendo o nome do jogador, Any abriu o jogo, por meio dos stories do Instagram, que não existe qualquer parentesco entre Neymar e a filha. Ainda nas publicações, a modelo revelou que o pai da criança se chama Vinicius Keller.

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Segundo Any, a decisão de tornar a paternidade pública foi motivada pelo desejo de encerrar os boatos. Ela também afirmou que Vinicius tem sido um pai presente e dedicado.

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“Vocês vivem me perguntando e eu falei que ia falar, né? Estou postando agora porque estou orgulhosa. Tenho visto ele como um bom pai. Ele tem sido incrível, assim como a família dele. Então, estou postando para parar essas fofocas”, declarou.

Sobre a polêmica

A controvérsia teve início em março de 2025, quando Any Awuada afirmou ter tido um envolvimento com Neymar durante uma festa no interior de São Paulo.

Desde então, a modelo vinha associando o nome do jogador à paternidade da criança, o que gerou ampla repercussão nas redes sociais.



Fonte: A Tarde

Jordana derruba propositalmente dominós de Ana Paula e leva punição no BBB 26

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O castigo do monstro voltou a tensionar a casa do BBB 26 na tarde desta segunda-feira (2). Enquanto Ana Paula Renault cumpria a tarefa -montar e equilibrar uma sequência de peças de dominó em linhas no chão-, Jordana Morais se aproximou e derrubou propositalmente a sequência montada pela sister .

A atitude ocorreu horas depois de a casa entrar no Tá com Nada, punição aplicada após Ana Paula se recusar a fazer o raio-X e Milena consumir alimentos do VIP, o que deixou o clima ainda mais tenso entre os brothers.

Ana Paula, que não pode sair da área até terminar o desafio, reagiu a interferência com ironia. “Que gracinha, Jordana! Que engraçado. Super jogada a sua, agora você entrou no jogo”, disparou.

A advogada não recuou. “A gente fica sem comida, você fica brincando mais um pouquinho. Para você relaxar”, respondeu.

A produção aplicou uma punição de 50 estalecas a Jordana pela interferência. Mesmo assim, brothers aliados de Jordana que estavam na academia, como Alberto Cowboy e Sarah Andrade, consideraram a possibilidade de repetir a provocação.

Pouco depois, o Big Boss interrompeu a conversa para reforçar as regras. “A raia é exclusivamente para o castigado. Por isso, ela é delimitada. Respeitem as regras do jogo”, advertiu.

Jordana alegou que não havia invadido a área. Outros participantes explicaram que o aviso valia para qualquer tipo de interferência na dinâmica, não apenas para a entrada física no espaço reservado ao castigado.

Participante conversava com Breno sobre assuntos de saúde mental quando revelação foi feita; ela disse que quis ir mesmo assim e que a profissional passou a treiná-la para aguentar a pressão

Folhapress | 15:11 – 02/02/2026

Fonte: Noticias ao Minuto

Novela Dona Beja tem baiana no time de roteiristas; conheça Ceci Alves

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A história de Dona Beja é ambientada no início do século XIX –

Ela migrou das redações jornalísticas – inclusive foi repórter de A TARDE – para o universo do audiovisual há quase 20 anos. Além disso, é doutoranda em artes cênicas pela Universidade Federal da Bahia (Ufba) e possui formação em roteiro, edição, montagem e direção realizada fora do Brasil (Cuba e França).

Com uma trajetória já bem consolidada, a cineasta baiana Ceci Alves (Doido Lelé), 53, agora faz parte do time de roteiristas responsáveis pela atualização da nova versão de Dona Beja, novela programada para estrear globalmente nesta segunda, 2, na HBO Max, com lançamento simultâneo em mais de 100 países. Serão 40 capítulos, cinco por semana.

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A história é ambientada no início do século XIX e acompanha Ana Jacinta – personagem interpretada por Grazi Massafera –, uma mulher que transforma experiências de violência e exclusão em força e protagonismo. Na primeira versão da novela, exibida há 40 anos (1986) pela TV Manchete, Beja foi vivida pela atriz Maitê Proença.

Sob direção geral de Hugo de Sousa e com texto de Daniel Berlinsky e António Barreira, a obra, que tem colaboração de Maria Clara Mattos, Cecília Giannetti, Clara Anastácia e Ceci Alves como roteiristas, propõe uma leitura contemporânea sobre temas como autonomia feminina, poder, representatividade racial e revisão de papéis sociais.

Honra extrema

Única baiana do time de roteiristas, que aliás é formado somente por mulheres, Ceci revela que este trabalho foi um divisor de águas em sua carreira. “É minha primeira novela e, para mim, é muito doido, porque eu era apaixonada, eu sempre fui muito apaixonada por Dona Beja”.

“Eu já via nessa personagem uma mulher empoderada, marcante, forte, um feminino que não baixava a cabeça. Então, sempre tive muita empatia, muita proximidade com essa personagem. Fazer uma releitura de Beja, para mim, foi uma honra extrema”, confidencia Ceci.

A questão do olhar de uma mulher negra na equipe, segundo a roteirista, fez muita diferença porque uma das ampliações que Berlinski propôs para a novela foi justamente discutir as questões raciais no Brasil.

“Dona Beja se passa nesse espectro de tempo no qual o Brasil estava passando por uma abolição, as revoltas escravas estavam acontecendo ou sendo gestadas. Existia um movimento abolicionista forte, progressista, então era preciso essa atualização das questões negras”, ressalta Ceci.

“A novela tem essa militância de colocar outras vozes. Colocar vozes que foram silenciadas ao longo do tempo e que ela quer trazer e dar protagonismo”, arremata.

Descoberta em projetos direcionados a roteiristas, durante o período pandêmico, Ceci conta que conheceu Daniel Berlinski num desses encontros e que acabaram ficando próximos.

“Eu sou do cinema e do audiovisual, já participei de sala de roteiro de série, mas de novela eu achava distante, achava que não ia acontecer e quando recebi o convite foi muito bem-vindo. Me senti muito honrada em participar”, pontua a roteirista.

Jornalismo e cinema

Ceci conta ainda que não chegou a trabalhar diretamente com Grazi Massafera, mas que conheceu a atriz através do jornalista baiano Jean Wyllys, amigo de ambas. “Ela é uma pessoa queridíssima, adorável. Gosto muito dela. E ela fez um trabalho absurdo. É muito tocante a personagem que Grazi construiu”.

Repleta de projetos para 2026, Ceci comenta que vai entrar numa sala de roteiro, por agora, como pesquisadora, mas que, infelizmente, não pode dar mais detalhes sobre este trabalho.

“Vão ter ainda muitas estreias esse ano para mim. São projetos como, por exemplo, uma série documental biográfica sobre Carlinhos Brown, que vai estrear também na HBO Max, e vai se chamar provisoriamente de Carlinhos Brown em meia-lua inteira. A estreia está prevista para o primeiro trimestre deste ano”, anuncia a jornalista.

Ceci Alves é roteirista, produtora e diretora | Foto: Divulgação

Tem também Pensão Ludovico, uma série de ficção realizada na Bahia com oito episódios. “A gente gravou em Cachoeira no ano retrasado e levamos um ano para finalizar, porque foi muito detalhado. É uma produção primorosa e tem um elenco estelar: Caco Monteiro, Zeca de Abreu, Clara Paixão, Everton Machado, Márcia Andrade. É uma série 100% baiana e ainda está sem data de estreia”.

Incansável, Ceci tem ainda dois longas-metragens na cartola. Um é o documentário Barra 69 – Um Axexê para a Tropicália, “que já tem bastante tempo que tô realizando. É um documentário histórico que fala do último show que Gil e Caetano fizeram na Bahia antes de partir pro exílio, em 1969, por conta da ditadura militar”.

O outro, escrito por Marina Schneider e dirigido a quatro mãos – por ela e Marina –, é um drama fantástico e se chama Eguncio. Conta a história de um homem de 80 anos que, em sua pós-vida, mantém em funcionamento uma loja de máscaras, onde guia clientes para encontrarem os rostos que buscam. Sua rotina é interrompida pela chegada de Gundito, uma criança de sete anos que se recusa a partir.

“É uma história linda de morrer, e estou com expectativa de saber como o público vai receber. Tem um convidado especialíssimo para ser o ator principal, que é Antônio Pitanga, e ele já aceitou o convite”, revela Ceci, em primeira mão.

E apesar de estar totalmente enlaçada pelo universo das telas, ela confessa que segue apaixonada pelo jornalismo, profissão que reconhece ser um verdadeiro sacerdócio. “Me considero jornalista, vou morrer jornalista. Então, estou meio que namorando e flertando essa volta para o jornalismo, mas o cinema e o audiovisual têm me tomado tanto que para poder conciliar vai ter que ser com muito cuidado, porque jornalismo também drena, você bem sabe, consome”, finaliza, entre risos.

Minibio

Roteirista, produtora e diretora, com séries e telesséries desenvolvidas para plataformas como a HBO Max e a Universal, Ceci Alves dos Santos também é fundadora e diretora da ¡Candela! Produções Audiovisuais, empresa pela qual desenvolve projetos autorais no cinema e no audiovisual.

Cineasta negra, é reconhecida por um trabalho que articula narratividade musical, afeto e posicionamento político, com foco em personagens historicamente marginalizados. Também possui uma trajetória consistente no jornalismo e na formação de novos profissionais do audiovisual.



Fonte: A Tarde

Grammy 2026 é marcado por críticas a Trump

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A cerimônia de entrega do Grammy 2026, maior prêmio da indústria musical, consagrou os brasileiros Caetano Veloso e Maria Bethânia, Kendrick Lamar e também foi marcado por discursos de artistas contra o ICE (polícia de imigração norte-americana) e falas fortes contra o presidente Donald Trump.

Para o Brasil, a noite foi histórica, com a vitória de Caetano Veloso e Maria Bethânia como Melhor Álbum de Música Global pelo disco Caetano e Bethânia Ao Vivo, com o show da turnê conjunta que fizeram em 2024/2025 e que lotou estádios no país.

Confira as informações sobre o assunto no Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil

Caetano já recebeu a premiação no passado, mas Bethânia se tornou a primeira cantora brasileira a ganhar um Grammy.

Caetano apareceu em um vídeo nas redes sociais momentos após ter sido premiado. Ele estava deitado na cama com seu neto, assistindo a um desenho animado. O cantor comentou:

“Ganhamos o Grammy? Ô meu Deus do céu!.”

Em seguida, ligou para Bethânia e disse “oi, Betha! Ganhamos o Grammy”. Ela respondeu: “Mentira!”.>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Trump e ICE

A cerimônia de entrega, transmitida para o mundo todo na noite deste domingo (1), foi também marcada por protestos de artistas contra Donald Trump e a atuação do ICE, polícia de imigração que vem “caçando” estrangeiros e que matou recentemente dois norte-americanos.

O apresentador da noite, o comediante Trevor Noah, fez várias críticas ao presidente dos EUA, que é mencionado muitas vezes nos arquivos Epstein, divulgados na última semana.

“Esse é um Grammy que todo artista quer quase tanto quanto Trump quer a Groenlândia. O que faz sentido, já que a ilha de Epstein não existe mais, ele precisa de uma outra para ficar passando tempo com Bill Clinton”, disse Noah.

Trump reagiu à fala do apresentador em postagem no Truth Social, sua rede rede social. Ele escreveu:

“O Grammy Awards é péssimo, ninguém assiste! O apresentador, Trevor Noah, quem quer que seja, é tão ruim quanto Jimmy Kimmel. Noah disse INCORRETAMENTE a meu respeito que Donald Trump e Bill Clinton foram à ilha de Epstein. ERRADO!!! Não posso falar por Bill, mas eu nunca estive na ilha de Epstein, não cheguei nem perto disso. Até esta noite, eu nunca fui acusado de ter estado lá. Parece que vou mandar meus advogados processar esse idiota patético e sem talento, e vou processá-lo por muito dinheiro. Prepare-se, Noah! Vou me divertir muito com você. Presidente DJT.”

Mas Noah não foi o único a citar Trump negativamente. Bad Bunny, cantor porto-riquenho e um dos mais populares da atualidade, subiu ao palco para receber seu prêmio de Melhor Álbum de Música Urbana por Debí Tirar Más Fotos, e falou sobre a perseguição a imigrantes promovida pelo governo norte-americano:

“Não somos selvagens, não somos animais, não somos alienígenas. Somos seres humanos e americanos. O ódio fortalece o ódio. Só o amor é mais forte que o ódio. Então, por favor, precisamos ser diferentes”.

Bunny dedicou sua vitória “a todas as pessoas que tiveram que deixar suas casas para seguir seus sonhos. A todos os latinos do mundo, a todos os artistas que vieram antes e que mereciam este prêmio. Muito obrigado”. O cantor foi muito aplaudido.

A cantora Billie Eilish, que ganhou o Grammy de Melhor Canção do Ano Por “Wildflower”, foi ao microfone e comentou sobre a atuação do ICE:

“Ninguém é ilegal em terras roubadas. É muito difícil saber o que dizer e o que fazer agora, e sinto que aqui neste lugar precisamos continuar lutando, falando e protestando. Nossas vozes importam e as pessoas importam. E f**-se ICE é tudo o que quero dizer. Desculpe”.

O maior vencedor da noite foi o músico Kendrick Lamar, que levou cinco prêmios: Melhor Álbum de Rap, Melhor Performance de Rap Melódico, Melhor Música de Rap e Gravação do Ano.

Fonte: Agência Brasil