sábado, abril 11, 2026
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Everaldo confirma novo número com homenagem envolvida

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O novo atacante do Bahia, Everaldo, desembarcou no CT Evaristo de Macedo neste sábado, 7, e já fez uma revelação, o número de sua camisa será uma homenagem a uma data histórica do estado, além de já dizer estar preparado para reestrear pelo clube no próximo jogo.

Em vídeo, Everaldo revela que vai utilizar o número 27 em sua camisa, a numeração, como explicada pelo próprio atleta será para homenagear o dia da Independência da Bahia, 2 de julho, representando a junção dos números da data, 2 e 7.

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Além disso, a somatória destes números resulta em 9, antiga numeração utilizada por “Eve”.

Perda do número nove

Em sua primeira passagem, Everaldo ficou marcado por estampar o número nove em sua camisa, porém, neste retorno, ele optou por utilizar o número 27.

Isso levanta a suspeita de que a camisa 9 esteja “reservada” para a chegada do jovem atacante argentino Alejo Véliz, que chega do Tottenham, clube da Premier League, por cinco temporadas a partir do meio do ano.

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Disponibilidade imediata

Já registrado no Boletim Informativo Diário (BID) da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), o atacante já disse estar disponível para a partida contra o Juazeirense.

O jogo acontece neste domingo, 8, às 16h no estádio Adauto Moraes.



Fonte: A Tarde

“Nenhum governador tem poder pleno sobre polícias”, diz pesquisadora

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Poucos dias depois de completar três meses, a operação policial mais letal da história do Brasil foi destaque no alerta feito nesta semana pela organização não governamental Human Rights Watch, que apontou que o uso irrestrito da força letal pela polícia como estratégia de segurança tem resultado em mais violência e insegurança no país.

Forças policiais mataram 5.920 pessoas no Brasil de janeiro a novembro de 2025, e o episódio de maior letalidade foi a Operação Contenção, no Rio de Janeiro, em 28 de outubro, quando 122 pessoas morreram ─ incluindo cinco policiais. 

O relatório cita ainda que 185 policiais foram mortos no ano passado, segundo dados do Ministério da Justiça. E outros 131 cometeram suicídio.

A especialista em conflitos, crimes e violência e professora do Programa de Pós-Graduação em Sociologia da Universidade Federal Fluminense (UFF) Carolina Grillo vê um empobrecimento do debate sobre segurança pública no país, com a insistência em repetir e intensificar modelos que não tem produzido resultados há décadas.

“O que a gente observa em alguns estados, como a Bahia e como São Paulo, é que eles estão copiando o modus operandi das polícias do Rio de Janeiro e agravando o problema de segurança pública que existia lá”.

Ela acrescenta que essa replicação agrava a impunidade dos crimes cometidos por agentes do Estado e chancela uma atuação mais letal por parte de policiais que já agem com relativa autonomia e discricionariedade nas ruas.

“Em nenhum estado se pode dizer que o governador possui efetivo controle das forças de segurança. As instituições policiais possuem grupos muito poderosos no seu interior e uma relativa autonomia. Os próprios agentes na rua possuem discricionariedade”, afirma. “A promessa de impunidade estimula a atuação policial violenta”.

 

Audiência Pública sobre Operação Escudo/Verão, organizada pela Ouvidoria de Polícia de São Paulo e Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos, na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo – USP. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Confira os principais trechos da entrevista

Agência Brasil: Por que você acredita que há insistência em grandes operações com muitas mortes de pessoas supostamente envolvidas com crime?

Carolina Grillo: É complicado eu supor as intenções por trás das atitudes políticas. As operações policiais e as altas taxas de letalidade policial são empregadas com o principal método de controle do crime no Rio de Janeiro há décadas, e a gente observa um aumento constante do controle territorial armado. E, embora a própria polícia saiba da ineficiência, essas operações trazem retornos eleitorais. 

Há um empobrecimento do debate público no campo da segurança pública, em que há uma insistência em acreditar que fazer mais do mesmo, mais daquilo que se faz há décadas e não funciona, se for intensificado, vai funcionar. 

A cada nova operação espetaculosa, a gente observa um aumento da popularidade dos mandatários que a autorizaram, em virtude de criar a sensação na população de que ‘estão fazendo alguma coisa’.

Ações de inteligência, como as investigações do Gaeco [Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado] e as investigações da Polícia Federal, que têm efeito muito mais consistente no desmantelamento do crime organizado, são ações silenciosas. Não são ações como a Operação Contenção, com impacto social muito grande.

Agência Brasil: Podemos acrescentar que essas ações de inteligência são pouco imagéticas para a televisão, e nós, jornalistas, contribuímos para dilatar esses efeitos, fazendo espetáculo das operações?

Carolina Grillo: A minha crítica à imprensa, no caso específico da Operação Contenção, é que a cobertura foi bastante tendenciosa de uma maneira geral. Havia diversos discursos competindo sobre como interpretar essa operação, e o discurso do governo do Estado do Rio de Janeiro predominou nas narrativas da imprensa nacional. 

O fato de se ter sido uma chacina, um massacre com um número muito elevado de mortos, escandalizou a imprensa internacional e não escandalizou a imprensa nacional, que já naturalizou essas mortes. O que, de alguma forma, contribui para reiterar uma narrativa oficial de que a operação tinha como objetivo o combate ao Comando Vermelho.

 

Mesa com autoridades do Estado do Rio de Janeiro durante coletiva de imprensa sobre a Operação Contenção na Cidade da Polícia, no Rio de Janeiro. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

Agência Brasil: Neste ano, teremos eleições. Como vê o peso da segurança pública na pauta da próxima campanha eleitoral?

Carolina Grillo: Algumas pesquisas de opinião mostraram que, no ano passado, pela primeira vez na história, segurança pública despontou como principal preocupação da população brasileira, superando desigualdade [socioeconômica], saúde e educação. Isso é um fenômeno recente. 

O que a gente observa é que o espectro do debate público sobre a segurança pública é bastante limitado. Há, de um lado, uma extrema direita defendendo o extermínio aberto de criminosos; e, do outro lado, algumas posturas de esquerda não avançando muito além de oferecer um endurecimento penal e aumento de penas para determinados crimes. 

Há um desafio de que se elaborem alternativas de fato eficientes, diferentes daquelas que já são apresentadas como endurecimento de pena. O aumento do encarceramento acaba colaborando para o recrutamento por parte de organizações criminosas, porque aumenta justamente a população carcerária que está sob o domínio desses grupos. 

Agência Brasil: Há dificuldade de criar políticas alternativas de segurança pública?

Carolina Grillo: Sim. O que a gente observa em alguns estados, como a Bahia e São Paulo, é que eles estão copiando o modus operandi das polícias do Rio de Janeiro e agravando o problema de segurança pública que existia lá. 

São Paulo, por exemplo, historicamente não tinha problema de controle territorial armado. Nas operações que têm sido realizadas em São Paulo, tem havido um aumento muito grande da letalidade policial, o que pode ser um fator indutor de resistência armada à atuação da polícia em alguns territórios, algo que não existia em São Paulo, onde a polícia podia circular por todos os territórios da cidade [capital] e do estado de uma maneira geral.

Na Bahia, a gente observa o mesmo. A polícia tem copiado o modus operandi das polícias do Rio de Janeiro, muito inspiradas pela popularidade junto à população. A diferença é que existem, sim, alguns empreendimentos do governo do Estado da Bahia tentando oferecer novas alternativas, como a produção de alguma inteligência para que se possa enfim mudar esse caminho.

Agência Brasil: Essa repetição do modelo fluminense de atuação na segurança pública é deliberada pelas secretarias de segurança ou é uma iniciativa dos próprios policiais? As secretarias de segurança têm efetivo controle das polícias?

Carolina Grillo: Em nenhum estado se pode dizer que o governador possui efetivo controle das forças de segurança. As instituições policiais possuem grupos muito poderosos no seu interior e uma relativa autonomia. Os próprios agentes na rua possuem discricionariedade.

No entanto, quando se tem, como no caso do Rio de Janeiro ou de São Paulo, governadores que deliberadamente manifestam apoio e dão uma chancela à atuação policial letal, afirmando que certas mortes ocorreram de maneira legítima antes que elas sejam investigadas, a promessa de impunidade estimula a atuação ação policial violenta. 

É claro que, por meio de nomeações do alto comando, de troca de do comando de diferentes batalhões especiais e batalhões diários, os governadores e as secretarias de segurança pública conseguem ter algum poder sobre as polícias. Não é um poder pleno, efetivamente, mas há uma possibilidade de direcionar a atuação dessas forças. 

Em todos os estados brasileiros, o que a gente observa é uma repetição do respaldo institucional, não apenas por parte do Poder Executivo, que funciona como garantia da impunidade à ação policial letal.

Agência Brasil: Como isso se dá?

Carolina Grillo: Por exemplo, a maioria das mortes é praticada por policiais militares. A Polícia Civil, que também pratica mortes em serviço, quando investiga a Polícia Militar, não realiza investigações que cheguem a esclarecer as circunstâncias daquelas mortes. Assim, o Ministério Público tende a solicitar o arquivamento judicial do caso, a Justiça tende a aceitar, e a opinião pública tende a se dar por satisfeita. 

Então, há uma tendência de não esclarecimento de mortes praticadas por agentes policiais em serviço e, normalmente, a versão apresentada por esses policiais é a única prova utilizada para o arquivamento desses casos. Não havendo perícia no local, há um déficit muito grande de produção de evidências. 

É claro que não dá para afirmar que todas essas mortes sejam resultados de abuso da força. Muitas vezes pode, sim, haver uma legítima defesa, e a polícia está respaldada legalmente para utilizar da força em caso de legítima defesa.

 

Dezenas de corpos são trazidos por moradores para a Praça São Lucas, na Penha, zona norte do Rio de Janeiro. Operação Contenção. Foto: Tomaz Silva /Agência Brasil 

 

Fonte: Agência Brasil

Carros chineses já representam mais de 35% do mercado global

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A China consolidou em 2025 a liderança absoluta da indústria automotiva mundial, passando a responder por 35,6% das vendas globais de veículos, segundo dados da Associação Chinesa de Automóveis de Passageiros (CPCA).

Do total de 96,47 milhões de veículos comercializados no mundo no ano passado, 34,35 milhões foram vendidos por fabricantes chineses — volume 9% superior ao de 2024. Em alguns meses do segundo semestre, a participação do país chegou a 40% do mercado global, nível inédito para um único polo industrial.

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O avanço contrasta com o desempenho de mercados tradicionais. Estados Unidos e Alemanha registraram crescimento próximo de 1%, evidenciando a diferença de ritmo entre a indústria chinesa e os antigos centros de produção automotiva.

Montadoras chinesas ganham espaço entre as líderes globais

O desempenho de 2025 marcou uma mudança estrutural no ranking das maiores fabricantes do mundo. Três montadoras chinesas passaram a integrar o Top 10 global, algo que deixa de ser pontual e passa a indicar consolidação.

Segundo a CPCA:

  • BYD alcançou o 5º lugar, com 5,4% do mercado global, empatada com a aliança Renault–Nissan;
  • Geely ficou em 7º, com 4,6%;
  • Chery entrou no 10º lugar, com 3,7%.
  • Toyota (10,8%) e Volkswagen (8,9%) seguem na liderança, mas o ritmo de crescimento das chinesas aumenta a pressão sobre as montadoras tradicionais.

Exportações sustentam avanço internacional

Além da força no mercado interno, a China manteve em 2025, pelo terceiro ano consecutivo, a posição de maior exportador mundial de veículos. O país embarcou 8,32 milhões de unidades, alta de 30% em relação ao ano anterior.

O crescimento foi impulsionado principalmente pelos veículos elétricos e híbridos, cujas exportações avançaram 70% no período. O México liderou como principal destino, seguido por expansão expressiva no Oriente Médio, Europa e América do Sul — com destaque para a Argentina.

Outro fator decisivo foi a queda do preço médio de exportação, que recuou para cerca de US$ 16 mil por veículo. A combinação entre escala industrial, eletrificação acelerada e preços mais baixos tem permitido às montadoras chinesas ampliar presença em mercados emergentes e pressionar concorrentes globais, mesmo com a redução da participação da Tesla nas exportações feitas a partir da China.



Fonte: A Tarde

Sincerinho causa treta entre Jordana e Samira

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(FOLHAPRESS) – Os participantes do BBB 26 (Globo) foram curtir o show do Thiaguinho nesta sexta-feira (6) com os nervos aflorados. Momentos antes da festa, Tadeu Schmidt fez um ‘Sincerinho’ ao vivo com o elenco que gerou atritos entre Samira Sagr e Jordana Morais.

Enquanto o líder Jonas Sulzbach estava trancado em seu quarto, o apresentador perguntou para o restante da casa quem cada um gostaria de enfrentar em um possível paredão. A gaúcha afirmou que enfrentaria Jordana, pois acha a sister falsa.

A advogada retornou o ataque e justificou que iria para a berlinda contra Samira, pois, de acordo com ela, a loira é falsa, hipócrita e está onde lhe convém. As falas geraram uma discussão entre as duas, que se levantaram do sofá e começaram a gritar uma com a outra.

Jordana chamou Samira de “escrota” e comentou que a sister disse, no dia anterior, que pediu para fazer a prova do líder com ela. A sulista se defendeu, afirmando que não pediu, apenas disse que, caso precisasse, ela não teria problema. A loira ainda disse que a brasiliense é “palestrinha”.

Com os ânimos exaltados, Jordana partiu para cima de Samira e precisou ser contida por outros brothers, que ficaram com medo da advogada agredir a companheira de confinamento.

“Se me segurar é pior! Você fala de quem você anda do lado. Ou você esqueceu? De todo mundo que você anda, você já falou lá no quarto. O Brasil tá vendo, amor. […] Vá se ferrar, Samira. Chata pra caralho. Isso que você é”, disparou.

A atendente de bar foi para a cozinha ser acalmada por Ana Paula Renault e Milena Moreira, que garantiram gostar da sister e afirmaram que a rival estava tentando afastar o resto da casa de Samira.

A dinâmica ainda causou um atrito entre Milena e Edílson Capetinha, com a mineira chamando o ex-jogador de planta e ele a acusando de ser chata e fofoqueira. “Aperta o botão, querido”, debochou a recreadora infantil.

Enquanto a briga acontecia, Tadeu foi falar com Jonas, que estava sozinho no quarto do líder. Ele pediu para o brother sortear três pessoas e palpitar quem cada uma delas afirmou querer enfrentar no paredão.

O líder sorteou Solange Couto, Milena e Samira. Ele acertou a escolha de Solange, que foi Gabriela, mas errou as outras duas. O modelo achou que a mineira escolheu Sarah Andrade, mas a resposta certa era Edilson Capetinha. Ainda palpitou que a gaúcha também elegeu Gabriela.

As respostas dos brothers e os palpites de Jonas serão relevantes no programa ao vivo de sábado (7), com a estreia da nova dinâmica, o ‘Duelo de Risco’. Confira quem cada brother quer Quer enfrentar e a justificativa dada por eles:

Leandro Boneco
Quer enfrentar: Alberto Cowboy
Justificativa: Acha o brother manipulador

Ana Paula Renault
Quer enfrentar: Sarah
Justificativa: Acha a sister incoerente

Milena
Quer enfrentar: Edilson Capetinha
Justificativa: Acha o brother fraco

Chaiany
Quer enfrentar: Jordana
Justificativa: Acha a sister falsa

Samira
Quer enfrentar: Jordana
Justificativa: Acha a sister falsa

Maxiane
Quer enfrentar: Gabriela
Justificativa: Acha a sister incoerente

Sol Vega
Quer enfrentar: Juliano Floss
Justificativa: Acha que brother compra a briga dos outros

Sarah Andrade
Quer enfrentar: Babu Santana
Justificativa: Acha o brother prepotente

Solange Couto
Quer enfrentar: Gabriela
Justificativa: Acha a sister chata

Alberto Cowboy
Quer enfrentar: Leandro
Justificativa: Acha que brother está perdido no jogo

Juliano Floss
Quer enfrentar: Alberto Cowboy
Justificativa: Chamou o brother de coronel e acha ele falso e manipulador

Gabriela
Quer enfrentar: Marciele
Justificativa: Acha que a sister é planta

Marciele
Quer enfrentar: Juliano Floss
Justificativa: Acha que o brother é folgado

Breno
Quer enfrentar: Edilson Capetinha
Justificativa: Acha que o brother é planta

Marcelo
Quer enfrentar: Gabriela
Justificativa: Acha a sister chata

Edilson Capetinha
Quer enfrentar: Milena
Justificativa: Acha a sister chata e fofoqueira

Jordana
Quer enfrentar: Samira
Justificativa: Acha que a sister é falsa e hipócrita

Babu Santana
Quer enfrentar: Sarah
Justificativa: Acha que a sister é inútil

Em resposta a uma seguidora, que afirmou que gostava dela antes da “dancinha zombando do Jonas”, a influenciadora se defendeu.

Folhapress | 08:30 – 07/02/2026

Fonte: Noticias ao Minuto

Mãe e filha fogem de cárcere privado após agressor ir ao hospital

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No local, os agentes também encontraram e apreenderam armas de fogo –

Mãe e filha, de 7 anos, conseguiram escapar do cárcere privado na sexta-feira, 6, após o agressor sair para o hospital na cidade de Sumaré, interior de São Paulo. O homem foi preso em flagrante durante o atendimento médico.

A delegada Natália Alves Cabral, responsável pela Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Sumaré (SP), relatou que após a vítima escapar, conseguiu entrar em contato com familiares, que imediatamente se dirigiram à delegacia para pedir ajuda.

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“Ela estava em estado de desespero total, e a criança precisou ser internada”, afirmou.

Segundo a delegada, uma equipe policial foi enviada ao endereço — uma área afastada, próxima à linha férrea — onde foi confirmada a situação de cárcere privado. No local, os agentes também encontraram e apreenderam armas de fogo, incluindo uma com sinais de adulteração.

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Ainda de acordo com a delegada, a vítima, que vivia em um relacionamento com o agressor a cerca de sete anos, só podia sair de casa para levar e buscar a filha na escola, sem qualquer permissão para usar telefone celular. As duas eram constantemente ameaçadas de morte.

Segundo a Polícia Civil, o homem foi surpreendido durante o atendimento médico, e acabou preso em flagrante, sendo conduzido até a delegacia para registro da ocorrência. Ele deverá responder pelos crimes de ameaça, cárcere privado e porte ilegal de arma de fogo.



Fonte: A Tarde

Coelba remove mais de 26 toneladas de cabos irregulares nos circuitos do Carnaval de Salvador – Acorda Cidade

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Para garantir a segurança dos milhares de turistas e moradores que irão curtir o Carnaval de Salvador, a Neoenergia Coelba realizou a Operação Gatonet nos circuitos e ruas adjacentes da folia. Como resultado da força-tarefa, a distribuidora removeu mais de 26 toneladas de cabos irregulares de telefonia e internet que estavam instalados irregularmente nos postes da empresa. Também foram retiradas 153 caixas de telecomunicações, que são as principais causas de incêndios em fios.

Nas últimas semanas, a Neoenergia Coelba manteve profissionais dedicados exclusivamente à remoção dos cabos irregulares nos circuitos de Carnaval. No total, 936 postes foram fiscalizados pelos eletricistas. As operadoras irregulares são a principal causa do emaranhado de fios em Salvador e causam transtornos para a população. A responsabilidade pela manutenção desses equipamentos é dos provedores, mas devido aos riscos para os baianos, a Neoenergia Coelba atua de maneira preventiva.

A Operação Gatonet no Carnaval faz parte de uma série de ações realizadas pela Neoenergia Coelba para garantir a boa energia da festa. Foram investidos pela distribuidora R$ 294 milhões em obras e melhorias. Entre as execuções, destaca-se a substituição de equipamentos, postes e fiação da rede elétrica nas avenidas Milton Santos e Garibaldi, em Ondina, e na Rua Afonso Celso, na Barra.

Coelba remove mais de 26 toneladas de cabos irregulares nos circuitos do Carnaval de SalvadorCoelba remove mais de 26 toneladas de cabos irregulares nos circuitos do Carnaval de Salvador
Foto: Divulgação/Coelba

Além dos investimentos em infraestrutura, a Neoenergia Coelba montou um esquema tático especial para o período da festa, com profissionais posicionados estrategicamente em dez bases móveis nos circuitos Barra-Ondina, Campo Grande e Batatinha. A operação conta ainda com o suporte de técnicos e controladores atuando diretamente no Centro de Operações Integradas da Neoenergia Coelba, garantindo resposta rápida a eventuais intercorrências.

Como parte das ações preventivas para o Carnaval 2026, a Neoenergia Coelba lançou a campanha “Seja inimigo do fim”, que conta com uma parceria inédita entre BaianaSystem e Alceu Valença. A iniciativa utiliza a música como ferramenta de conscientização para levar mensagens claras e diretas aos foliões sobre como curtir a festa com segurança, longe da rede elétrica.

A música inédita será tocada nos principais circuitos do Carnaval de Salvador, no Navio Pirata da banda BaianaSystem, além de ser veiculada em rádios de todo o estado e nas plataformas digitais da Neoenergia. A campanha orienta a população a não subir em postes, evitar ligações clandestinas, manter distância dos fios e nunca lançar serpentinas ou objetos em direção à rede elétrica.

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Fonte: Acorda Cidade

Candomblé de rua, Bembé do Mercado ocupará Sapucaí com a Beija-Flor

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A Beija-Flor vai ocupar o Sambódromo do Rio de Janeiro como o Bembé do Mercado ocupa as ruas e casas da cidade de Santo Amaro da Purificação, no Recôncavo Baiano. Como convoca a sinopse da escola, texto apresenta o enredo, “num país que aboliu a escravidão com uma canetada, sem nenhuma reparação, ocupar é — e sempre foi — nossa forma de autorreparação”.

Em entrevista à Agência Brasil, o carnavalesco, João Vitor Araújo, reforçou que o enredo deste ano segue a tradição da Azul e Branco de Nilópolis de contar fortes histórias para celebrar a ancestralidade preta. No ano passado, a escola foi campeã com uma homenagem ao carnavalesco Laíla, personalidade que marcou a Beija-Flor e o carnaval do Rio, e Araújo queria que a escola se mantivesse conectada aos ancestrais em 2026.

“Eu queria dar continuidade ao enredo do Laíla. Achava que era uma história muito grande e importante para ser finalizada na sexta alegoria ou na Quarta-Feira de Cinzas [quando são conhecidos os resultados] ou no Desfile das Campeãs [no sábado depois dos desfiles oficiais]”, revelou o carnavalesco.

>> Enredos das escolas de samba contam a história não oficial

>> Conheça os enredos das escolas do Grupo Especial do Rio em 2026

>> Acompanhe a cobertura do carnaval na Agência Brasil

13 de maio

O Bembé do Mercado é uma celebração de rua realizada por casas de candomblé em todo o 13 de maio, desde 1889, quando se completou o primeiro ano da Abolição da Escravatura. O enredo contará ao público da avenida o grito que denunciou a incompletude da Lei Áurea, cobrando que liberdade também é poder se manifestar no Mercado do seu próprio jeito, na culinária, nos aromas, na dança, na música, na resistência de perpetuar a sua cultura e, principalmente, na religião, levando o candomblé para as ruas.

“A importância disso é trazer esses Brasis que o Brasil não conhece. É bacana quando a gente consegue emplacar um enredo autoral e vai nas entranhas desse país que tem tanta história e personagens que por anos ficaram escondidos”, disse João Vitor, destacando que os enredos autorais têm ganhado importância.

A ancestralidade do Bembé fica evidente com a passagem dos anos. Começou com babalorixá João de Obá, que desafiou perseguições religiosas, seguiu com Pai Tidu, Mãe Lídia e, hoje, tem à frente Pai Pote, que festejou o fato de a Beija-Flor escolher este tema exatamente no período em que ele preside o Bembé do Mercado. A associação reúne 65 terreiros, mas outros 100 também participam da manifestação de rua.

“Eu, que estou presidente este ano da homenagem, estou muito feliz, porque [a Beija-Flor] é uma comunidade idêntica à nossa, que luta pelos objetivos da população negra, pela cultura, pela preservação da nossa essência cultural e contra a intolerância religiosa”, disse, em entrevista à Agência Brasil, afirmando ainda que a importância da Beija-Flor se compara a do Bembé na ancestralidade do povo negro.

No entendimento de Pai Pote, embora a manifestação esteja muito ligada à cidade de Santo Amaro da Purificação, ao levar o enredo para o Sambódromo, a escola valoriza todos os candomblés.

“Fala do candomblé da Bahia, do Brasil e do mundo, porque a homenagem não é só ao Bembé, é ao povo negro, aos terreiros, aos macumbeiros. Esse termo não é pejorativo, é importante ser macumbeiro, sim”.

O babalorixá acrescentou que o desfile vai trazer também toda a cultura que envolve o Bembé. “A culinária afro, a manifestação de cultura popular, as necessidades das marisqueiras, farinheiras, os capoeiristas, o Negro Fugido, os feirantes”, descreveu.

“Vamos vencer esta batalha, com fé em Deus, em Ogum e em todos os orixás e caboclos”, complementou confiante no campeonato.

O enredo foi dividido em seis setores, cada um significando um dia de festa. O desfile começará com a cor branca e o elemento água, que também estará no encerramento. “O mais importante desses setores era trazer equilíbrio artístico e carnavalesco para um enredo que é muito sério e não permite vilipêndio”, apontou o carnavalesco.

Autorização

João Vitor Araújo carnavalesco da escola de samba Beija-Flor. Foto: Eduardo Hollanda/Divulgação

A escolha de um enredo para a escola se apresentar no Sambódromo pode estar além de uma decisão somente do carnavalesco e da diretoria. Dependendo da história que será contada, é preciso receber uma autorização espiritual. Este é o caso da Beija-Flor, em 2026, com o Bembé.

“A setorização foi autorizada através de um jogo [de búzios] de Pai Pote, nos pés de Ogum”, contou João Vitor, dizendo o que sentiu no momento em que a resposta com as posições dos búzios indicavam que estava aprovado.

“É muito bom, mas, ao mesmo tempo que traz uma sensação de alívio, de estar no caminho certo, é sinal de que o trabalho está só começando. Muitas outras coisas vão acontecendo durante o processo, e não basta apenas aquele jogo”, afirmou.

Segundo o carnavalesco, Pai Pote disse que este enredo foi agendado pela ancestralidade. “Pedimos licença a Pai Pote e às lideranças das manifestações culturais para carnavalizar cada fantasia, cada significado, sem ofensa e sem desrespeito, porque isso para eles é sagrado”, relatou João Vitor.

“Na teoria, é tudo muito bonito, muito legal, mas para carnavalizar sem ficar clichês e sem desrespeitar, é muito difícil”, analisou.

Comunidade

Além da aprovação espiritual, o carnavalesco também está feliz com a aceitação do enredo pela comunidade da escola. Conforme explicou, é importante ouvir o que os componentes estão desejando para os desfiles e refletir isso no seu trabalho.

“A sinopse é muito bonita, mas, no dia do desfile, a sinopse são eles. São eles que carregam o enredo dali para frente. Quem canta o samba? São eles que estão ali com o quesito na mão”, observou.

“A comunidade respira a Beija-Flor de Nilópolis, que eu acho que é a capital daquela cidade”, pontuou.

Outro ponto que o carnavalesco conta como positivo para este ano é o samba enredo. “Percebi que, no decorrer dos meses, até quem não gosta da Beija-Flor teve que se render ao bom enredo e ao bom samba. Ao bom, não, ao excelente samba que a escola tem”, observou.

Beija-Flor pós-Neguinho

Depois de uma trajetória de 50 anos na nilopolitana, Neguinho da Beija-Flor se despediu dos desfiles no ano passado e, em 2026, a escola da Baixada Fluminense entrará na avenida com novos intérpretes: Nino Milênio e Jéssica Martin.

Com pouco mais de 20 anos de carreira e com passagem em diversas escolas, Nino vê a nova função como uma responsabilidade muito grande e, ao mesmo tempo, uma honra.

“É uma vaga difícil, um lugar que foi ocupado por 50 anos, [Neguinho] não é qualquer um”, comentou, declarando que se preparou para não se abalar com críticas que pudessem ser feitas justamente por causa da sucessão.

“Sei o tamanho do peso e da grandiosidade disso tudo. A Beija-Flor se tornou a escola do meu coração, por viver coisas na quadra, através do convite do Laíla. Hoje estar neste posto, para mim, é muito gratificante”, afirmou.

O intérprete concordou com o carnavalesco sobre a qualidade do samba, projetando boas expectativas para o momento após os resultados.

“Imagina a gente viver este momento e conquistar um título? Eu falei ‘meu Deus do céu, o Senhor já me presenteou com o momento que estou vivendo, se me der o título não sei nem o que vai ser’”, comentou.

 

Jéssica Martin e Nino Milênio, intérpretes da Escola de samba Beija-Flor. Foto: Eduardo Hollanda/Divulgação

A parceria com Jéssica, que também estreia como intérprete da escola, tem sido positiva, contou. “Ela está crescendo muito e parece que já canta samba enredo há muitos anos. Nem parece que está começando”.

Jéssica está feliz em dividir esta função com Nino e conforme contou, o processo está sendo mágico e incrível, além de um trabalho árduo.

“Suceder o mestre Neguinho está sendo uma honra. Nunca, nos maiores dos meus sonhos, poderia imaginar que isso aconteceria com a minha vida”, disse à reportagem.

A cantora também acha que o samba e o enredo são muito bons. “São 12 compositores que fizeram com muito carinho esse samba. A letra está magnífica, maravilhosa e a gente vai levar esse enredo para a avenida com muito respeito e muita admiração pela cultura do Bembé”, concluiu.

Conheça os enredos e a ordem dos desfiles do Grupo Especial do Rio de Janeiro

1º dia – domingo (15/2)

Acadêmicos de Niterói – Do Alto do Mulungu Surge a Esperança: Lula, o Operário do Brasil;
Imperatriz Leopoldinense – Camaleônico;
Portela – O Mistério do Príncipe do Bará;
Estação Primeira de Mangueira – Mestre Sacacá do Encanto Tucuju – o Guardião da Amazônia Negra.

2º dia – segunda-feira (16/2)

Mocidade Independente de Padre Miguel – Rita Lee, a Padroeira da Liberdade;
Beija‑Flor de Nilópolis – Bembé do Mercado;
Unidos do Viradouro – Pra Cima, Ciça;
Unidos da Tijuca – Carolina Maria de Jesus.

3º dia – terça-feira (17/2)

Paraíso do Tuiuti  – Lonã Ifá Lukumi;
Unidos de Vila Isabel – Macumbembê, Samborembá: Sonhei que um Sambista Sonhou a África;
Acadêmicos do Grande Rio – A Nação do Mangue;
Acadêmicos do Salgueiro – A delirante jornada carnavalesca da professora que não tinha medo de bruxa, de bacalhau e nem do pirata da perna-de-pau.

 

Fonte: Agência Brasil

Lula dá pontapé na campanha em festa do PT na Bahia

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O Partido dos Trabalhadores escolheu Salvador para celebrar seu aniversário de 46 anos de fundação, neste sábado, 7. O evento, que aconteceu no Trapiche, contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que consolidou sua pré-candidatura à reeleição.

Além do chefe do Planalto, principal articulador do processo que culminou na fundação do PT, outros nomes de peso da história da legenda, um dos pilares da redemocratização, estiveram na comemoração.

Tudo sobre Política em primeira mão!

A filiação partidária, ela não pode ser apenas porque ela queria ser candidata a alguma coisa. A filiação partidária é uma posição de vida que você faz. Você está em um partido e você acredita no compromisso dele, você acredita na luta dele, você. A filiação partidária não pode ser apenas porque ela queria ser candidata a alguma coisa

Lula – presidente do Brasil

Lula está no segundo dia consecutivo em Salvador onde fortalece suas bases eleitorais | Foto: Uendel Galter/ Ag A Tarde

Força na Bahia

Principal reduto do partido nas últimas duas décadas, a Bahia é tida como estratégica para o processo de reeleição do presidente Lula. Quadros históricos do PT na Bahia falaram sobre a importância da legenda, exaltando a aproximação com movimentos sociais e a execução de políticas sociais.

Primeiro, 46 anos do Partido dos Trabalhadores ser comemorado aqui em Salvador significa o reconhecimento, o fortalecimento do nosso partido aqui na Bahia. O PT está de parabéns pela sua reafirmação, das suas convicções

Valmir Assunção – deputado federal pelo PT

Lula e Jerônimo juntos no evento de 46 anos do PT

Lula e Jerônimo juntos no evento de 46 anos do PT | Foto: Uendel Galter/ Ag A Tarde

A renovação nos quadros políticos da legenda também foi pauta. Secretário estadual de Relações Institucionais, Adolpho Loyola pregou que o partido tem se atentado ao futuro, citando o próprio governador Jerônimo Rodrigues como exemplo.

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“A gente tem que investir em formação política, e fazer parte dessa renovação do partido, com Éden, com o Tássio, com o próprio governador Jerônimo, com o próprio governador Rui Costa, que também foi fruto dessa renovação. Ter o presidente Lula aqui e ter o governador Jerônimo, que leva o estímulo da formação de lideranças”, destacou Loyola.

Ministra da Secretaria de Relações Institucionais (SRI), Gleisi Hoffmann destacou as gestões petistas na Bahia, quarto maior colégio eleitoral do país. A titular da SRI afirmou que o processo de consolidação só foi possível a partir da participação popular no estado.

Comemorar os 46 anos do PT, um partido dedicado à luta do povo trabalhador brasileiro. Jovem, mas com muita história. E por cinco vezes que já governamos esse país, então isso dá dimensão do que significa esse partido para a política brasileira. E a outra alegria é comemorar na Bahia. É a Bahia que a gente tem um carinho muito grande, mas que traz também um histórico do governo, dos seus governos, pelo PT. Isso mostra também a força do partido aqui, realizada com o povo trabalhador baiano

Gleisi Hoffmann – ministra da Secretaria de Relações Institucionais

Conjuntura nacional

A construção da política a nível nacional também foi pauta no ato. Importantes nomes do partido falaram sobre o cenário eleitoral para outubro.

‘Superministro’ no primeiro governo Lula, Zé Dirceu defendeu que o presidente tem repertório para apresentar no pleito, com resultados do governo e com uma frente ampla que englobará os demais partidos progressistas e de centro.

“É um governo que tem o que apresentar, que tem apoio, que tem uma coalizão partidária muito ampla, não só nós, PT, PCdoB, PDT, PSB, metade do MDB, o peso do PSB, e Republicanos, no PP, existem estados que hoje nós vamos ter”, afirmou Dirceu, que ponderou que não existe cenário fácil em uma disputa eleitoral.

Pouco antes do início do evento, Edinho Silva, atual presidente nacional do PT, pediu maior engajamento por parte dos militantes.

Estamos refletindo muito qual o partido que nós queremos construir […] Claro que nós queremos que o PT seja o maior partido de esquerda da América Latina, que o PT seja o maior partido brasileiro, que o PT seja o partido de transformação da vida do povo brasileiro, mas nós não queremos um partido onde alguém se filia ao PT e 30 dias depois de participar do encontro, de participar de um PED, nem lembra que é filiado ao PT

Edinho Silva – presidente nacional do PT

Ministros em peso

Escalados, em sua maioria, para a disputa eleitoral de outubro, os ministros do governo estiveram em peso no evento.

Entre os nomes, estão os baianos Rui Costa (Casa Civil), Margareth Menezes (Cultura), e Sidônio Palmeira, além de chefes de pastas essenciais para o Planalto, como Geraldo Alckmin (PSB), vice-presidente e ministro da Indústria e Comércio, Camilo Santana (Educação), Esther Dweek (Gestão), Alexandre Silveira, Wellington Dias (Desenvolvimento Social), (Minas e Energia), Márcia Lopes (Mulheres), e Anielle Franco (Igualdade Racial).

Aliados marcam presença

Além dos petistas, aliados de outros partidos marcaram presença no evento. Prefeito de Recife e presidente nacional do PSB, sigla de Geraldo Alckmin, João Campos figurou em lugar de destaque no palco. Paula Cordardi (Psol) e Luciano Santos (PCdoB) também fizeram parte da comitiva.

46 anos é uma bela história, e a história não é escrita por decreto. A história se faz no pulsar das ruas, no brilho dos olhos, na mão calejada. O PT não nasceu no alto, nasceu no povo, na voz e na boca do povo. Uma árvore cresce pela raiz. É um partido identificado com a liberdade, a justiça. E fico feliz, presidente, de participar hoje aqui

Geraldo Alckmin – vice-presidente do Brasil

Os governadores do PT também estiveram na capital baiana. Fátima Bezerra (Rio Grande do Norte), Elmano de Freitas (Ceará), e Rafael Fonteles (Piauí) ficaram na primeira fileira, assim como os senadores petistas Jaques Wagner e Teresa Leitão (Pernambuco).



Fonte: A Tarde

Foragido por feminicídio é preso na Região Metropolitana de Salvador

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Homem se passava por mulher em site de entretenimento adulto –

Um homem de 48 anos, investigado por feminicídio e tentativa de feminicídio ocorridos no município de Itiúba, no norte da Bahia, foi preso na sexta-feira, 6, em Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador.

Segundo a Polícia Civil, o suspeito era considerado foragido da Justiça e teve a prisão decretada após o avanço das investigações. Contra ele havia mandados de prisão preventiva relacionados a crimes registrados em 2011 e 2021.

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O crime

As apurações indicam que, em 2011, Josimeire Anunciação dos Santos foi morta em Itiúba. Após o crime, o investigado fugiu e passou a ser procurado pelas autoridades. Mesmo foragido, ele voltou a se envolver em violência grave anos depois.

Em 2021, o homem é apontado como autor de uma tentativa de feminicídio contra outra companheira, além de agressões que resultaram em lesões corporais na mãe da vítima.

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Investigação

A Polícia Civil informou que o suspeito foi localizado após cruzamento de informações e ações de inteligência, que permitiram identificar seu paradeiro e cumprir as ordens judiciais.

A prisão foi realizada por equipes da Delegacia Territorial de Itiúba e do Núcleo de Inteligência da Diretoria de Polícia do Interior (DIRPIN/Norte), com apoio da Polícia Militar, por meio do Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv).

O investigado permanece à disposição da Justiça.



Fonte: A Tarde

No BBB 26, Jonas Sulzbach relembra irmão assassinado com nove tiros

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Confinado no BBB 26, Jonas Sulzbach completa 40 anos neste sábado (7) enquanto volta a expor ao público uma das passagens mais marcantes de sua vida: o assassinato do irmão caçula, Rafael Noronha, em 2012. O crime ocorreu poucos meses depois de Jonas ter conquistado o terceiro lugar no BBB 12.

Rafael foi morto a tiros em junho daquele ano, em Lajeado, no Vale do Taquari, no Rio Grande do Sul. O corpo foi encontrado próximo a um campo de futebol. À época, a Polícia Civil tratou o caso como execução. O delegado responsável pela investigação, Silvio Huppes, afirmou que a vítima era usuária de drogas, informação que já havia sido mencionada por Jonas durante sua primeira passagem pelo reality.

Segundo o próprio Jonas, a família tentou diversas vezes ajudar o irmão. Em entrevista concedida ao portal OFuxico, em 2012, o modelo afirmou que Rafael chegou a ser internado cerca de 25 vezes em clínicas de reabilitação.

Segundo o site Purepeople, duas linhas de investigação foram consideradas pela polícia civil. A primeira apontava para uma possível dívida relacionada ao tráfico de drogas. A segunda levantava a hipótese de que Rafael teria se envolvido com a companheira de um traficante que estava preso. Jonas afirmou publicamente acreditar nessa segunda possibilidade.

“Tudo leva a crer que foi por causa de uma mulher com quem ele estava envolvido, que tinha um parceiro do mal. Ele já tinha sofrido ameaça dessa pessoa para se afastar dela”, declarou Jonas ao OFuxico, na ocasião.

Na mesma entrevista, ele também demonstrou desconfiança quanto ao andamento das investigações. “Ouvi dizer que a polícia tem medo de se envolver com esse pessoal da pesada da minha cidade. É complicado”, afirmou. Até hoje, não há registros públicos que confirmem oficialmente a motivação do crime.

Mais de uma década depois, Jonas voltou a falar sobre o assunto dentro do BBB 26, em conversa exibida pela TV Globo. Ao se apresentar aos outros participantes, ele relembrou o contexto familiar em que cresceu e relatou episódios de violência doméstica vividos por sua mãe, praticados pelo pai de Rafael.

“Depois que meu irmão nasceu, esse homem transformou nossa vida em um inferno. Ele começou a usar droga de forma pesada. Tudo piorou quando passou a bater na minha mãe. Eu cresci vendo minha mãe apanhar”, contou Jonas no reality.

Ele também relatou que, enquanto sua carreira de modelo avançava em São Paulo, a família enfrentava a dependência química do irmão. “Enquanto as coisas aconteciam comigo, meu irmão estava se afundando nas drogas, como o pai dele. A vida da minha mãe era viver entre clínicas, tentando de tudo”, disse.

Jonas lembrou ainda do impacto emocional causado pela morte de Rafael, ocorrida poucos meses após sua saída do BBB 12. “Minha vida mudou completamente em três meses. A gente recebeu uma ligação, e o delegado disse que o Rafael tinha morrido. Minha mãe entrou em uma depressão muito profunda”, afirmou.

Em resposta a uma seguidora, que afirmou que gostava dela antes da “dancinha zombando do Jonas”, a influenciadora se defendeu.

Folhapress | 08:30 – 07/02/2026

Fonte: Noticias ao Minuto