sábado, abril 11, 2026
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Homem invade aeroporto, tenta furtar helicóptero, mas derruba aeronave

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Um homem de 33 anos foi preso, neste domingo, 8, suspeito de invadir o aeroporto de Caxambu, em São Lourenço, no Sul deMinas Gerais e tentar furtar um helicóptero. O roubo foi mal sucedido e ele acabou derrubando o veículo, durante tentativa de decolagem.

Em depoimento à Polícia Militar, o suspeito afirmou ser apaixonado por aeronaves, e disse que estava apenas tentando testá-la. Segundo o relato, o rapaz possui brevê, registro de licença de piloto, mas o documento estaria vencido. Apesar do susto, ninguém ficou ferido.

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O acidente ocorreu na madrugada, no entanto o homem foi localizado por volta das 15h, na casa dele, no mesmo município, após levantamento de informações das forças policiais. Ele foi detido pelos agentes e encaminhado para a delegacia.

O helicóptero é particular, não pertence a uma escola de aviação e estava fora do hangar no momento do crime. Assim, para acessar o veículo, o suspeito teria cortado a tela de proteção do aeroporto e fugido logo após a queda.

Após o acidente, o Corpo de Bombeiros Militar foi acionado e identificou um pequeno derramamento de combustível, sem registro de incêndio ou explosão. A área passou por avaliação de segurança e o combustível foi removido para evitar riscos.

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Não é a primeira vez

Ainda no depoimento, o suspeito contou que, anos atrás, faz algo semelhante no estado da Califórnia, nos Estados Unidos. Na ocasião, ele teria consiguido voar por alguns minutos, pousou em uma praia e fugiu em seguida. Apesar do relato, o caso ainda será checado pela equipe investigativa.

Preso em flagrante, o homem foi encaminhado para atendimento médico em razão de uma pequena lesão em um dos dedos da mão direita e, posteriormente, conduzido à delegacia. Os policiais apreenderam seu notebook, um aparelho celular e vestimentas utilizadas.



Fonte:
A Tarde

Caminhada pela anistia percorre o Sul do país

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Uma caminhada política em defesa da anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro e da liberdade do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) avança pelo Sul do país. Batizado de “Acorda Brasil”, o movimento que se iniciou no Rio Grande do Sul passou por Santa Catarina neste fim de semana e chega ao Paraná no início da noite deste domingo (8).

Inspirada na “Caminhada da Liberdade” idealizada pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), a caminhada teve início em 29 de janeiro, em Porto Alegre (RS), e percorreu cerca de 200 quilômetros até a divisa com Santa Catarina. De acordo com os organizadores, a proposta é realizar uma manifestação simbólica e pacífica, sem convocação formal de público ou uso de recursos públicos.

A etapa em Santa Catarina começou na manhã de sábado (7), em Joinville, com concentração na Praça da Bandeira. Segundo o deputado estadual Sargento Lima (PL), que coordena o movimento no estado, cerca de 300 pessoas participaram do ato inicial. Ao longo do percurso, o grupo que seguiu a caminhada a pé se reduziu para aproximadamente 30 participantes.

À Gazeta do Povo, o deputado afirmou que a principal pauta do movimento é a defesa da anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro e a liberdade do ex-presidente Jair Bolsonaro.

“É uma aberração jurídica o que está acontecendo no país, mantendo Bolsonaro preso. Traficantes que foram pegos com 450 quilos de cocaína saíram pela porta da frente de uma delegacia depois da audiência de custódia e agora estão na rua, assim como assassinos e estupradores”, criticou Lima.

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Caminhada pela anistia reúne críticas ao governo Lula e à atuação do Judiciário

Além da anistia, os participantes também fazem críticas ao governo federal e à política econômica. Para o deputado Lima, Santa Catarina contribui mais com a arrecadação de impostos do que recebe de retorno da União. Ele afirmou que esse desequilíbrio gera prejuízos ao estado e cita o que chama de custo elevado para o catarinense em razão da infraestrutura federal.

“Custa muito para nós, catarinenses, sermos brasileiros. Nosso estado lidera todos os índices do país, como segurança pública, IDH, alfabetização, qualidade de vida e crescimento econômico, enquanto o restante do Brasil está sofrendo por ter governadores de centro e da esquerda”, defendeu. “O custo Brasil dá muito prejuízo para nosso estado”, complementou.

Durante o trajeto, a caminhada levantou ainda reivindicações relacionadas a rodovias federais que cortam Santa Catarina, como as BRs 101, 280 e 470. De acordo com o parlamentar, a falta de obras de ampliação e manutenção compromete o escoamento da produção e a mobilidade, inclusive em trechos que já contam com cobrança de pedágio.

Por questões de segurança, o percurso entre Santa Catarina e Paraná foi ajustado para evitar longos trechos da BR-101, que registra tráfego intenso durante a temporada de verão. O grupo seguiu por rodovias estaduais, passou por São Francisco do Sul e realizou a travessia de balsa até a Vila da Glória, onde houve pernoite no último sábado.

Neste domingo (8), a caminhada avançou até Itapoá, onde o grupo almoçou e se encontrou com mais participantes do movimento. A chegada à região de Coroados, em Guaratuba (PR), ocorre no início da noite.

O deputado organizador do movimento em Santa Catarina afirmou que todas as despesas da etapa no estado foram custeadas pelos próprios participantes. “Hospedagem, alimentação e demais custos foram pagos individualmente, sem uso de recursos públicos”, disse.

Movimento chega no Paraná com entrega de bandeiras dos estados do Sul

Na divisa entre os estados, a organização prevê a entrega simbólica da bandeira dos estados do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina e do Paraná a lideranças paranaenses. Entre elas, a jornalista Cristina Graeml (União), ex-candidata à Prefeitura de Curitiba e pré-candidata ao Senado, e o deputado estadual da Assembleia Legislativa do Estado do Paraná Delegado Tito (PL).

No Paraná, a caminhada pela anistia será interrompida temporariamente por causa das atividades legislativas e será retomada a partir de sábado (8). A programação prevê uma semana de percurso, com caminhadas diárias entre 8h e 16h.

O trajeto começará em Balneário Coroados, no município de Guaratuba, com deslocamento em direção a Caiobá, em Matinhos. Em seguida, o grupo deve passar pela Praia de Leste, em Pontal do Paraná, e pelas cidades de Paranaguá e Morretes. Na etapa final, a caminhada seguirá pela BR-277 e pretende chegar em São Paulo.

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Fonte: Gazeta do Povo

“O jogo foi horrível”, dispara Rogério Ceni após empate do Bahia

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Técnico ironiza situação do gramado e classifica partida como “horrível” –

O empate do Bahia com a Juazeirense, neste domingo, 7, gerou muitas críticas por parte do treinador Rogério Ceni. Após o apito final da partida, durante a coletiva de imprensa, o técnico não poupou palavras ao classificar o confronto como ruim e afirmar que “o jogo foi horrível”.

O jogo foi horrível, na verdade. […] Em matéria técnica, não tenho nenhuma avaliação para fazer sobre nenhum jogador

Rogério Ceni – técnico do Bahia

Segundo Ceni, é impossível realizar uma análise técnica em um gramado com as condições apresentadas pelo Estádio Adauto Moraes. “Não existe técnica em um jogo desses. […] Aqui não tem condições de jogar. Não tem condições de montar um jogo. Se você tenta sair jogando, perde a bola. Se tenta fazer uma tabela no meio do campo, a bola bate no buraco, sobe na canela e sobra para o adversário. Vira um jogo de chutão, bola longa no espaço”, criticou.

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Fica inviável ter uma estratégia. […] É impossível jogar

Ceni – treinador do Bahia

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Durante a declaração, o comandante ainda ironizou o fato de que ninguém se interessa em mudar o cenário do campo do Adautão, constantemente alvo de críticas pelas condições apresentadas: “É incrível que, há três anos, eu venho jogar aqui e continua sempre a mesma coisa. Inclusive, eles molham o campo depois que o jogo acaba. Não é para jogar, é depois que acaba”.

As críticas não pararam por aí. O treinador foi ainda mais incisivo ao comparar o campo do Adauto Moraes a um ambiente amador, distante do padrão profissional e lamentou que o Bahia tenha que jogar uma partida nestas condições.

“Para mim, isso aí é mais ou menos o campo de condomínio, onde se joga mais uma pelada do que um jogo. Infelizmente, a gente tem que vir fazer esse confronto. Por mais que você poupe algumas peças, tem que vir aqui jogar”, bradou o técnico.



Fonte: A Tarde

Bloquinhos agitam foliões de todas as idades no Fuzuê 2026; confira as fotos – Acorda Cidade

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Fonte: Acorda Cidade

Mini foliões lotam o Fuzuê e pais destacam cuidados com as crianças

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Mini foliões no Fuzuê –

Para quem acha que o Carnaval não é para crianças, o Fuzuê prova o contrário. A festa de pré-Carnaval, realizada neste domingo, 8, tem entre seus destaques os mini foliões, que, ao lado das famílias, colorem a avenida Barra-Ondina para curtir a folia.

Conhecido pelo clima leve e familiar, o Fuzuê é a pedida perfeita para quem deseja aproveitar o Carnaval com tranquilidade. Em entrevista ao Portal A TARDE, a gerente de RH Laise Freitas, de 32 anos, contou que foi ao pré-Carnaval acompanhada da família e destacou que a festa é ideal para todas as idades.

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“Está sendo perfeito, maravilhoso. Essas bandinhas são ideais para ficar com a família, com as crianças. É uma festa para todas as idades, para todos os públicos. Ontem eu vim, hoje já trouxe meus filhos. Carnaval é isso”, disse.

Laise Freitas, 32, gerente rh | Foto: Edvaldo Sales

Já a auxiliar administrativa Luciana Lima, de 41 anos, participou do evento com a sobrinha e a irmã e ressaltou a organização do Fuzuê. Ela também destacou os principais cuidados ao levar crianças para a festa.

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“Está muito organizado, muito policiado, está de parabéns. É importante trazer água, protetor solar, colocar o nome completo da criança, com endereço e telefone de contato. Se acontecer de se perder, esses cuidados são essenciais”, explicou.

Luciana Lima, de 41 anos e filha

Luciana Lima, de 41 anos e filha | Foto: Edvaldo Sales

Cuidados no Carnaval

A enfermeira Leisiane Queiroz, de 37 anos, também aprovou a possibilidade de curtir a folia com tranquilidade. Ela levou a filha Marina, de 1 ano, e contou ao Portal A TARDE quais cuidados considera fundamentais para aproveitar a festa com segurança.

“Eu e meu esposo esperamos o sol baixar mais, alimentamos ela em casa, trouxemos água e água de coco para gastar menos na rua, protetor solar, porque ela é bem clarinha, e muita calma para curtir o Carnaval, já que é o primeiro dela”, relatou.

Leisiane Queiroz, de 37 anos, levou a filha Marina de 1 ano

Leisiane Queiroz, de 37 anos, levou a filha Marina de 1 ano | Foto: Edvaldo Sales

Leisiane ainda destacou que a participação no Carnaval já virou tradição familiar e agora passa o amor pela festa para a filha, mantendo o costume de geração em geração. “Eu era trazida pela minha mãe para o Carnaval e me apaixonei desde muito novinha. Antes eu vinha com meus sobrinhos, que hoje têm 8 e 12 anos. Agora, é a vez de trazer a minha filha”, concluiu.



Fonte: A Tarde

Everaldo aponta gramado do Adauto como vilão do jogo: “Bola fica viva”

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Everaldo reclama das condições do gramado em Juazeiro –

Everaldo chegou a colocar o Bahia em vantagem ao marcar seu 37º gol com a camisa tricolor diante da Juazeirense, mas, em uma tarde pouco inspirada da equipe e enfrentando o temido gramado do Estádio Adauto Moraes, o time comandado pelo técnico Rogério Ceni deixou Juazeiro com apenas um ponto na bagagem.

Em duelo válido pela 7ª rodada do Campeonato Baiano, o Esquadrão empatou por 1 a 1 com o Cancão de Fogo e viu o aproveitamento perfeito na competição ir por água abaixo, muito em razão das condições do campo do “Adautão”.

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Após a partida, o atacante Everaldo comentou a dificuldade de atuar em Juazeiro por conta do gramado, que impede o Bahia de executar seu estilo de jogo. Segundo o camisa 27, as imperfeições do campo fazem com que a “bola fique viva o tempo inteiro”, dificultando o controle da posse de bola pela equipe de Rogério Ceni.

“A gente sabe que é difícil jogar aqui pelas condições do campo. […] A gente sabe que não é o nosso estilo de jogo. O nosso estilo é mais de tocar a bola, e aqui a bola fica viva o tempo inteiro, com muito contato físico”, afirmou.

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Apesar da frustração com os obstáculos impostos pelo gramado, Everaldo valorizou o resultado conquistado fora de casa, justamente pelas adversidades enfrentadas pelo Tricolor de Aço.

Mas saímos de cabeça erguida. Foi um bom resultado, até pelas condições da partida

Everaldo – atacante do Bahia



Fonte: A Tarde

Mestre de grupo repudia PL contra fantasias: “Não tem folclorização”

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Umprojeto de lei em tramitação na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba) visa instituir o Programa de Combate à Cristofobia. O objetivo, segundo o texto (PL Nº 25.976/2025), é “garantir o respeito aos cristãos e promover a convivência pacífica entre as diversas crenças e religiões”.

Com a aprovação, ficarão proibidas fantasias religiosas durante festas em todas as cidades baianas. Vestido de padre, neste domingo, 8, Rosildo do Rosario, 51, mestre do grupo Chegança dos Marujos, opinou sobre a proposta em entrevista ao Portal A TARDE.

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“No nosso caso, isso não é uma fantasia. Nós somos um grupo cultural que retratamos uma realidade histórica aqui no estado da Bahia e a figura do padre na nossa manifestação tem um significado para quem é do grupo e para quem compreende um pouco dessa história. Então não tem estereótipo e não tem folclorização das imagens religiosas no nosso grupo”, garantiu.

Segundo Rosildo, antes de qualquer sanção, é necessário conversar com populares para entender a quem a lei beneficiaria e atingiria.

“É preciso se aprofundar disso e discutir com as pessoas. Nenhuma lei tem fundamento se não estiver sendo discutida com as pessoas que aquela lei vai atingir ou que vai proteger”, finalizou.

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Sobre o PL

A iniciativa é do deputado estadual Leandro de Jesus (PL). Como justificativa, o parlamentar destacou que o projeto é necessário para “proteger a liberdade religiosa e enfrentar a discriminação contra cristãos”.

O projeto se baseia na Constituição Federal e em tratados de direitos humanos, com a intenção de “promover a paz, a igualdade e o respeito entre todas as crenças”.



Fonte:
A Tarde

Despedida de campeã olímpica termina em queda e resgate de helicóptero

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A esquiadora norte-americana Lindsey Vonn, de 41 anos, sofreu um acidente sério durante uma prova de downhill nos Jogos Olímpicos de Inverno e precisou ser retirada da pista de helicóptero. A queda aconteceu justamente na competição que marcaria sua despedida oficial do esqui alpino.

A atleta perdeu o controle logo no começo da descida e caiu com força, permanecendo deitada na neve por alguns minutos, visivelmente sentindo dor. Diante da gravidade da situação, a organização acionou o resgate aéreo. A prova ficou interrompida por cerca de 20 minutos até que o atendimento fosse concluído e a pista liberada novamente.

Vonn entrou na disputa mesmo após ter rompido o ligamento cruzado anterior do joelho esquerdo no dia 30 de janeiro. Apesar da lesão recente, ela optou por competir em Milão-Cortina para encerrar a carreira em uma prova olímpica.

Campeã olímpica no downhill em Vancouver-2010, Lindsey Vonn também soma duas medalhas de bronze em Jogos de Inverno e é considerada uma das maiores esquiadoras da história da modalidade.
 
 
 

Patinadora holandesa e noiva de Jake Paul foi criticada por viajar separada da delegação para Milão-Cortina. Comentários de analistas locais apontam incômodo com a exposição e o tratamento exclusivo dado à atleta às vésperas das competições.

Notícias ao Minuto | 07:50 – 08/02/2026

Fonte: Noticias ao Minuto

Cornos e vampirinhas dominam Fuzuê em fantasias inusitadas

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Veja mais fantasias do Fuzuê –

O Carnaval já começou a movimentar as ruas da capital baiana. Embora a festa oficial só tenha início no dia 12 de fevereiro, a cidade entrou no clima com as tradicionais festas de pré-Carnaval. Durante o Fuzuê, neste domingo, 8, o que mais chamou a atenção foi a criatividade das fantasias, que coloriram e deram ainda mais vida ao circuito.

Entre os destaques estava a fantasia de Antônio Carlos de Oliveira, de 70 anos, aposentado, que usou o bom humor para se caracterizar como “corno fiel”. Segundo ele, dos 70 anos de vida, 30 foram marcados por sofrimento, enquanto relembra episódios de traição.

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“O cara que não é corno não é feliz […] Tenho certeza que vou ser corno de novo. Com 70 anos de vida, 30 anos de corno, é um sofrimento desgraçado […] Você chega em casa e encontra a cama quente, ela diz: ‘não, meu filho estava passando sua camisa’. Mentira para o diabo”, relembrou em entrevista ao Portal A TARDE.

Questionado se pretende continuar usando a fantasia durante o período oficial do Carnaval, Antônio garante que sim. “Vou usar até morrer. Vou ser corno até os 100 anos, e é problema meu”, brincou.

Antônio Carlos de Oliveira, de 70 anos, aposentado | Foto: Edvaldo Sales

Já Laise Freitas, de 32 anos, gerente de RH, entrou no clima das músicas do Carnaval e se fantasiou da “Vampirinha”, aposta do verão de Ivete Sangalo. Vestida a caráter no Fuzuê e acompanhada da família, ela contou que a inspiração veio da música da cantora baiana.

“Eu vim fantasiada de Vampirinha para representar a música de Ivete, homenageando ela. Estou muito empolgada com esse Carnaval e feliz por estar aqui com a minha família”, afirmou.

Laise Freitas, 32, gerente rh e familia

Laise Freitas, 32, gerente rh e familia | Foto: Edvaldo Sales

Laise ainda revelou que pretende inovar nos próximos dias da folia: “Nos outros dias, eu vou vir com outras fantasias. Deixei a Vampirinha só para hoje mesmo”.

Veja mais fantasias do Fuzuê:



Fonte: A Tarde

saiba quanto custa e como organizar festas em lanchas ou escunas

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Para a fotógrafa Marília Princy, o aniversário no mar virou tradição –

Faz alguns anos que o empresário Antônio Conceição tem notado uma mudança no setor de passeios náuticos. “É muita gente querendo comemorar aniversário nos barcos”, diz o sócio-proprietário da Brisa do Mar, empresa que aluga escunas na Baía de Todos-os-Santos. Cada vez mais baianos têm trocado buffets, bares e salões fechados por lanchas, escunas e catamarãs para celebrar o aniversário, reunindo amigos e familiares em um dia inteiro de sol, mergulho e comemoração.

Segundo Antônio, a demanda vem de diferentes perfis, mas um se destaca: o de grupos de amigas. “São as mais interessadas”, afirma. Os roteiros mais procurados para comemorar aniversário são Ilha de Maré e Prainha de Aratu, conta o barqueiro, e o valor médio do passeio gira em torno de R$ 3,5 mil. A quantia pode variar conforme a embarcação e o trajeto escolhido.

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A arquiteta Flacy Andrade comemorou no ano passado os 32 anos em um passeio de barco reunindo amigos de diferentes fases da vida. “Gosto de passar esse dia com quem eu amo e a maior quantidade de amigos possível”, diz. “O barco reuniu o sol, o mar e o meu aniversário, tinha que ser um passeio assim”.

A festa reuniu cerca de 24 pessoas e o barco saiu da Ribeira e foi até a Prainha de Aratu, na Baía de Todos-os-Santos. O grupo embarcou por volta das 9h30 da manhã e só retornou no início da noite. “Foi o dia inteiro curtindo a praia”, lembra Flacy.

O encontro acabou criando novas conexões entre os convidados. “Tinham amigos de escola, de mais de 15 anos de amizade, amigos recentes e da faculdade”, diz. “Foi também uma forma de fazer com que essas pessoas que fazem parte da minha vida se conhecessem”. A organização da festa ficou por conta dela mesma. “Como foi meu aniversário, eu levei o bolo, toda parte de copos, bebida; a comida foi um churrasco”. O grupo dividiu apenas o valor da embarcação.

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Hábito

Para a fotógrafa Marília Princy, o aniversário no mar virou tradição. Há cinco anos, com pequenas pausas no caminho, ela repete o ritual de reunir as amigas em um barco para celebrar a data. “Sempre gostei muito de comemorar aniversários e sempre gostei de tentar fazer coisas diferentes com quem eu amo”, conta. A ideia surgiu depois de ver imagens nas redes sociais. “Um dia eu vi no Instagram uma despedida de solteira que eram várias meninas num barco e pensei: isso aqui pode ser muito legal para um aniversário”.

A partir de então, a repetição veio quase naturalmente. “O barco virou um evento esperado no ano”, resume. Mesmo com o passar do tempo, Marília não percebeu grandes mudanças no preço do serviço. Em média, segundo ela, o valor ficou por volta de R$ 2 mil para 12 pessoas, com divisão do custo da embarcação entre as convidadas.

O formato também foi se ajustando ao perfil do grupo. Marília prefere catamarãs, que oferecem mais espaço para circular, dançar e interagir. Para ela, o foco não está apenas nas paradas, mas no tempo vivido a bordo. “O que é mais legal é o momento do barco, é o momento que a gente tá ali no meio do mar”, conta.

A arquiteta Flacy Andrade comemorou no ano passado os 32 anos em um passeio de barco | Foto: Arquivo pessoal

Lembranças

As histórias acumuladas ao longo dos anos ajudaram a fortalecer vínculos. Há também situações inusitadas que viraram memória coletiva entre as amigas, sempre marcadas pelo clima de liberdade e descontração. “É um momento para a gente se libertar, estar longe de julgamento, dançar, beber e ser feliz”.

Essa sensação de liberdade, aliada ao contato com a natureza, é o que faz Marília querer perpetuar a tradição. “Estar em contato com a natureza no meu aniversário com as minhas amigas bate qualquer outra comemoração”, explica. Mesmo quando não conseguiu realizar o passeio, o símbolo permaneceu. Em um dos anos em que estava fora de Salvador, ela ganhou um bolo temático das amigas. “A cartinha dizia: se você não vem até o barco, o barco vai até você”.

Para quem trabalha no mar, histórias assim são comuns. Antônio Conceição lembra de situações inesperadas que começam como festa e terminam em outro tipo de celebração. “Seria um passeio para comemorar o aniversário e se tornou um pedido de casamento”, conta.

De acordo com Flacy, a escolha do barco tem menos a ver com tendência e mais com afeto. “Eu tenho uma conexão muito boa com o mar e eu acho que esse foi um aniversário incrível para unir esse elemento”, diz. “Não vejo a hora de fazer de novo”.

5 dicas para comemorar em alto-mar

  • Planeje o roteiro com antecedência e defina se o foco será navegação ou permanência nas paradas.
  • Combine previamente o que está incluso no valor e o que será levado pelos convidados.
  • Atenção ao número máximo de pessoas permitido na embarcação.
  • Use roupas leves, protetor solar e leve troca de roupa.
  • Respeite as orientações da tripulação e as regras de segurança durante todo o passeio.

Roteiros mais comuns na Baía de Todos-os-Santos

  • Prainha de Aratu – parada favorita para festas, com águas calmas e tempo livre para banho.
  • Ilha de Maré – praias e enseadas para mergulho e confraternização.
  • Ilha dos Frades – roteiro mais longo, com paisagens e paradas em enseadas protegidas.
  • Itaparica – travessias ou paradas próximas à ilha, com foco em banho e fotos.
  • Navegação panorâmica – passeios sem parada fixa, valorizando o tempo a bordo e o pôr do sol.

Como esses roteiros costumam funcionar

  • Partidas geralmente de locais como Ribeira, Comércio ou marinas da cidade.
  • O barco segue até o destino escolhido, com paradas programadas para banho e convivência.
  • O tempo total do passeio varia de 4 a 8 horas, conforme trajeto e paradas.
  • Pode haver paradas múltiplas: por exemplo, curtas paradas para banho antes da Prainha de Aratu, seguindo depois para outro ponto.



Fonte: A Tarde