domingo, abril 12, 2026
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Sanae Takaichi obtém vitória eleitoral histórica no Japão

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A coalizão da primeira-ministra japonesa, Sanae Takaichi, obteve vitória eleitoral histórica nesse domingo (8), abrindo caminho para os prometidos cortes de impostos que assustaram os mercados financeiros e para os gastos militares destinados a conter a China.

A conservadora Takaichi, a primeira mulher a liderar o Japão, que afirma ser inspirada pela “Dama de Ferro” britânica Margaret Thatcher, deve conquistar 328 das 465 cadeiras na câmara baixa do Parlamento para seu Partido Liberal Democrático.

O PLD sozinho ultrapassou os 233 assentos necessários para a maioria, menos de duas horas após o encerramento das urnas, a caminho de um dos melhores resultados eleitorais de sua história.

Com seu parceiro de coalizão, o Partido da Inovação do Japão, conhecido como Ishin, Takaichi agora tem maioria qualificada de dois terços dos assentos, facilitando a agenda legislativa, pois pode desconsiderar a câmara alta, que não controla.

Eleições de inverno

“Esta eleição envolveu grandes mudanças políticas — particularmente uma grande mudança na política econômica e fiscal, bem como o fortalecimento da política de segurança”, disse Takaichi em entrevista, à medida que os resultados eram divulgados.

“Essas são políticas que suscitaram muita oposição. Se recebemos o apoio do público, então devemos realmente abordar essas questões com toda a nossa força.”

Takaichi, 64, convocou uma rara eleição antecipada de inverno (no hemisfério norte) para capitalizar sua alta popularidade desde que foi promovida à liderança do PLD, partido que governa o Japão há muito tempo, no final do ano passado.

Os eleitores foram atraídos por sua imagem de franqueza e dedicação ao trabalho, mas suas tendências nacionalistas e a ênfase na segurança tensionaram as relações com a poderosa vizinha China, enquanto suas promessas de cortes de impostos abalaram os mercados financeiros.

Os japoneses caminharam com dificuldade pela neve para votar, com nevascas recordes em algumas partes, atrapalhando o trânsito e exigindo que algumas seções eleitorais fechassem mais cedo. Esta foi apenas a terceira eleição pós-guerra realizada em fevereiro, com as eleições normalmente convocadas durante os meses de clima mais ameno.

Fora de uma seção eleitoral na cidade de Uonuma, na montanhosa província de Niigata, o professor Kazushige Cho, 54 anos, enfrentou temperaturas abaixo de zero e neve profunda para votar no Partido Liberal Democrático de Takaichi.

“Parece que ela está criando um senso de direção — como se todo o país estivesse se unindo e avançando”, disse Cho.

Mas a promessa eleitoral de Takaichi, de suspender o imposto de 8% sobre vendas de alimentos para ajudar as famílias a lidar com o aumento dos preços, assustou os investidores preocupados com a forma como o país, com o maior endividamento entre as economias avançadas, irá financiar o plano.

Takaichi disse nesse domingo que deverá acelerar a análise da redução do imposto sobre vendas, concentrando-se na sustentabilidade fiscal.

“Seus planos para o corte do imposto sobre o consumo deixam em aberto grandes dúvidas sobre o financiamento e como ela vai fazer as contas fecharem”, disse Chris Scicluna, chefe de pesquisa da Daiwa Capital Markets Europe em Londres.

Apoiada por Trump, criticada pela China

O chefe da principal associação empresarial do Japão, Keidanren, Yoshinobu Tsutsui, saudou o resultado como uma restauração da estabilidade política.

“A economia do Japão está agora em um momento crítico para alcançar um crescimento sustentável e forte”, disse ele.

O PLD, que governou durante quase toda a história do Japão no pós-guerra, havia perdido o controle das duas Casas do Parlamento nas eleições dos últimos 15 meses sob o comando do antecessor de Takaichi, Shigeru Ishiba.

Takaichi conseguiu reverter a sorte do partido ao conquistar os eleitores mais jovens.

Ela até provocou uma mania de “sanakatsu”, que pode ser traduzida aproximadamente como “Sanae-mania”. Sua bolsa e a caneta rosa com que ela faz anotações no Parlamento estão em alta demanda.

O presidente dos EUA, Donald Trump, deu a Takaichi seu “apoio total” na semana passada e disse que a receberá na Casa Branca no mês que vem.

A China também avaliará atentamente o resultado.

Semanas após assumir o cargo, Takaichi desencadeou a maior disputa com Pequim em mais de uma década, ao delinear publicamente como Tóquio poderia responder a um ataque chinês a Taiwan, a ilha democrática reivindicada pela China.

A China respondeu com várias contramedidas, incluindo exortar seus cidadãos a não viajarem para o Japão.

O presidente de Taiwan, Lai Ching-te, foi um dos primeiros líderes estrangeiros a parabenizar Takaichi, dizendo que esperava que sua vitória “trouxesse um futuro mais próspero e seguro para o Japão e seus parceiros na região”.

O forte mandato de Takaichi pode acelerar seus planos de reforçar as defesas do Japão, irritando ainda mais Pequim, que a acusou de tentar reviver o passado militarista do país.

O ministro da Defesa do Japão, Shinjiro Koizumi, disse às emissoras de TV na noite de domingo que queria levar adiante políticas para fortalecer a defesa do Japão, enquanto buscava o diálogo com a China.

“Pequim não vai receber bem a vitória de Takaichi”, disse David Boling, diretor da Asia Group, uma empresa que assessora outras empresas sobre riscos geopolíticos.

“A China agora enfrenta a realidade de que ela está firmemente no cargo — e que seus esforços para isolá-la fracassaram completamente.”

*(Reportagem adicional de Kantaro Komiya, Chang-Ran Kim, Joseph Campbell e Tom Bateman)

*É proibida a reprodução deste conteúdo.

Fonte: Agência Brasil

Criança é vítima de abuso sexual após ser aliciada pelo Roblox

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Tendo, em sua maioria, usuários do público infantil, o jogo de videogame Roblox está envolvido em mais uma polêmica. Uma mãe afirma que sua filha, uma criança de 11 anoi, foi abusada sexualmente, após ser aliciada através da plataforma.













Segundo o relato, a menina passou a conversar com um desconhecido no chat do jogo, mas as conversas logo migraram para outros aplicativos de mensagens.










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A violência só foi descoberta quando os pais tiveram acesso ao celular da criança e encontraram vídeos pornográficos enviados pelo agressor.













“Quando abri o celular, vi vídeos pornográficos. Ela começou a chorar, ficou desesperada […] Me deu um desespero como mãe. Foi um estupro de vulnerável de uma forma realmente online”, relatou a mãe em entrevista ao programa Fantástico, da TV Globo.













De acordo com a responsável, ela percebeu que algo estava errado, quando a filha apresentou mudanças de comportamento. 













“Ela sempre foi muito amorosa. De repente, começou a ficar diferente, mais quieta, com olheiras. Eu achei estranho”, relatou.











Como o suspeito agia?









Segundo a criança, ela estava sendo ameaçada, pois o suspeito dizia que sabia onde ela morava e afirmava que iria sequestrá-la, e matar ela e os pais.













Além disso, ele ensinava a vítima a burlar sistemas de controle parental, com o intuito de esconder conversas e atividades no celular. A criança bloqueou o agressor nos aplicativos de mensagem, mas voltou a ser procurada dentro do Roblox.













“Quando eu fui lendo a conversa, ele mesmo falava: ‘você entra aqui, você entra ali e eles vão fazer assim’. ‘Os teus pais não vão ver que você está jogando ou conversando'”.









O Núcleo de Combate aos Crimes na Internet do Paraná investiga o caso.


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Polêmicas envolvendo o Roblox


A plataforma de jogos Roblox ganhou grande proporção no fim de 2025, após crianças iniciarem uma onda de protestos virtuais contra a restrição do uso de chats para menores de idades.


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A movimentação gerou a “Revolta do Roblox” onde os jogadores exibiram “cartazes” nas “ruas” do jogo, que simulam alguns ambientes reais.


Até o influenciador Felca, que viralizou por falar sobre segurança infantil na internet, foi alvo desses protestos. Ele publicou em suas redes sociais que recebeu mensagens como “eu vou te matar” e “você não tem direito a proibir nada das crianças”.


Considerado um dos ambientes virtuais mais populares entre crianças e adolescentes, o Roblox tem sido alvo de denúncias e investigações. Segundo autoridades, por trás da promessa de diversão, o espaço abriga conteúdos inadequados, dificuldades de monitoramento e um cenário propício para a atuação de criminosos.


Em nota, a empresa responsável pela plataforma Roblox afirma que não permite que os usuários compartilhem imagens ou vídeos no chat e que a comunicação no Roblox não é criptografada para que a empresa possa monitorá-la.







Fonte: A Tarde

O filme da Netflix que vai te fazer esquecer que hoje ainda é segunda

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Esse filme de suspense da Netflix está entre os mais comentados do momento –

Recém-chegado ao catálogo da Netflix, Na Terra de Santos e Pecadores já conquistou espaço entre os títulos mais assistidos da plataforma. Atualmente na terceira posição do TOP 10, o longa vem se consolidando como a escolha ideal para quem quer espantar o tédio de uma segunda-feira com uma história intensa, sombria e construída na base da tensão.

Sem apostar em explosões contínuas, o filme chama atenção justamente por fazer o caminho oposto: a violência é contida, mas constante, e o suspense cresce cena após cena, sem dar descanso ao espectador. A estreia recente foi suficiente para colocá-lo entre os assuntos mais comentados do momento.

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Além do bom desempenho em audiência, o longa também recebeu uma resposta positiva da crítica. São 83% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes, além de 74% de aprovação do público, números que reforçam a boa recepção e indicam um entretenimento sólido para quem busca ação com densidade dramática, perfeito para começar a semana longe do óbvio.

Um passado que insiste em voltar

Ambientado em 1974, o filme acompanha Finbar Murphy, personagem vivido por Liam Neeson, um homem marcado por um passado violento que decide se mudar para Glencolmcille, pequena cidade na costa irlandesa. O plano é simples: desaparecer, viver em silêncio e tentar se redimir pelos pecados que carrega.

Aos poucos, o espectador descobre o peso dessa culpa. Finbar é um alcoólatra que, após retornar da Segunda Guerra Mundial e perder a esposa, tornou-se um assassino de aluguel. A tentativa de levar uma vida discreta, no entanto, dura pouco.

A rotina pacata é quebrada quando um grupo de terroristas do IRA se infiltra na cidade após um atentado que matou seis pessoas em Belfast. A violência, que parecia distante, volta a rondar Finbar e a lembrá-lo de que certos passados não permitem aposentadoria.

A paisagem costeira, bela e silenciosa, funciona como um contraste constante com o clima de ameaça que se espalha pelas ruas pequenas, pelas conversas interrompidas e pelos olhares desconfiados. Nada ali parece realmente seguro.

Um dilema sem saída

Finbar vive tentando desaparecer. Cansado e perto do limite, ele busca algum tipo de descanso depois de uma vida inteira de decisões sujas. A redenção que procura não tem nada de espiritual: é prática, dura e marcada por escolhas impossíveis.

O enredo gira em torno desse dilema central, ele quer parar, mas o mundo não deixa. Em um lugar onde certos crimes não podem ser enterrados nem pelo arrependimento nem pelo tempo, a história avança como um thriller de tensão crescente.

O filme também explora a lógica das guerras invisíveis, em que disputas políticas atingem civis e cobram lealdades a um custo alto. Personagens como Doireann McCann e Curtis Eastwood dão rosto a esse conflito, ampliando a tensão para além do passado do protagonista.

As ruas isoladas, o mar e o distanciamento reforçam a sensação de que a violência está sempre à espreita, pronta para romper qualquer tentativa de paz.

Liam Neeson em registro mais contido

Liam Neeson entrega um Finbar distante do herói invencível. Ele ainda é perigoso, mas claramente preferia não precisar ser. O ator sustenta bem o equilíbrio entre firmeza e desgaste, tornando o conflito interno tão relevante quanto a ameaça externa.

A força do filme está em deixar esse embate moral acontecer sem discursos. A questão não é apenas matar ou não matar, mas quantas mortes alguém aceita carregar para impedir outras.

Dirigido por Robert Lorenz, o longa respeita o próprio ritmo. A narrativa é cadenciada, silenciosa quando precisa ser, e explosiva nos momentos certos. A paisagem irlandesa funciona como contraponto narrativo: quanto mais bonita, mais brutal parece a chegada da violência.

Ao misturar elementos de faroeste e noir, o filme se firma como um suspense de ação que prefere atmosfera e tensão a excessos, explicando por que, mesmo recém-lançado, já ocupa o TOP 10 da Netflix e se mostra a escolha ideal para salvar qualquer segunda-feira entediante.



Fonte: A Tarde

Claudia Leitte interrompe show após xingamentos em bloco de João Pessoa: ‘Quero respeito’

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(FOLHAPRESS) – O desfile do bloco Virgens de Tambaú, um dos mais tradicionais do Carnaval de João Pessoa, terminou em confusão no domingo (8) após Claudia Leitte reagir a ofensas vindas de um camarote montado na Avenida Epitácio Pessoa.

A cantora interrompeu a apresentação para repreender foliões que mostravam o dedo do meio enquanto o trio passava.

Imagens que circularam nas redes sociais mostram um homem xingando e fazendo sinais ofensivos à artista. Do alto do trio elétrico, Claudia parou o show e pediu respeito ao público, afirmando que divergências não justificam ataques pessoais.

“A gente pode ser diferente, mas desrespeitar, jamais. Não façam de novo o que ele tá fazendo não. Quero respeito”, disse a cantora ao microfone. Em seguida, completou: “Que Deus te abençoe. A gente só dá o que tem”, enquanto um dos homens seguia gesticulando em direção ao trio.

A situação escalou rapidamente. Fãs de Claudia que também estavam no camarote reagiram às provocações e partiram para agressões físicas contra os dois homens, o que provocou tumulto no espaço reservado.

Declaração da participante no BBB 26 gerou críticas de telespectadores, que apontaram preconceito e desinformação ao associar a sexualidade do jogador francês a um suposto relacionamento com uma mulher trans, reacendendo o debate sobre transfobia e orientação sexual nas redes sociais

Folhapress | 11:00 – 09/02/2026

Fonte: Noticias ao Minuto

Quebra do sigilo do Banco Master sai da pauta da CPMI do INSS

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O presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, senador Carlos Vianna (Podemos-MG), retirou de pauta, nesta quinta-feira (5), o requerimento que quebrava os sigilos bancário e fiscal do Banco Master, investigado por supostas fraudes no mercado financeiro.

No contexto das apurações contra o Banco Master, a CPMI do INSS vem transferindo o foco dos trabalhos para a instituição do banqueiro Daniel Vorcaro, que está em prisão domiciliar e tem depoimento marcado na CPMI para o dia 26 de fevereiro.

Como o requerimento apresentado quebrava todo o sigilo do banco, o presidente da CPMI, Carlos Vianna, argumentou que o pedido foge do objeto da Comissão, que deve focar apenas nos empréstimos consignados de aposentados e pensionistas realizados pelo Master.

“Não há sentido em nós pedimos a quebra de 100% das operações, uma vez que esses dados não poderão ser utilizados futuramente dentro do relatório”, avaliou Vianna a jornalistas, acrescentando que pediu que o requerimento fosse refeito para ser analisado em outro momento.  

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Durante a sessão, o presidente da CPMI alegou ainda que o Judiciário não permite que a Comissão fuja do tema original que justificou sua criação: 

“É a leitura que se faz da Advocacia do Senado e a leitura que se tem hoje por parte do Supremo Tribunal Federal (STF).”

Os parlamentares têm defendido a investigação de 251 mil contratos de empréstimos consignados de aposentados e pensionistas firmados com o Banco Master. Há indícios de irregularidades nesses contratos, segundo o próprio INSS.

Um dos autores do requerimento, o deputado Marcel Van Hatten (Novo-RS), afirmou que o texto que pede a quebra de sigilo poderia ser ajustado antes da votação e defendeu que há uma tentativa de “blindar” a investigação contra o Banco.

Por outro lado, o deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) defendeu que o requerimento contra o Banco Master foi apresentado não para ser aprovado, uma vez que não tinha relação com os empréstimos consignados, tema da CPMI, mas sim para criar uma cortina de fumaça.

“Nós temos agora que avançar para chegar nos mandantes [do roubo dos aposentados do INSS]. E é exatamente isso que a oposição tenta impedir, criando cortina de fumaça, criando narrativas falaciosas”, comentou a jornalistas.

Acordo

O líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-PE), destacou na sessão que o acordo de cooperação técnica do Master com o INSS para empréstimos consignados foi firmado no governo anterior, em 17 de setembro de 2020.

“Talvez isso explique por que o presidente do Banco Central que não interveio no Banco Master tenha sido o Roberto Campos Neto, e não Gabriel Galípolo. No maior escândalo financeiro da história do país, a intervenção ocorreu devido ao Banco Central e à presidência de Gabriel Galípolo”, disse.

Por outro lado, a oposição tenta atribuir o escândalo do INSS e do Banco Master ao atual governo, como fez a deputada federal Bia Kicis (PL-DF).

“Ladainha da esquerda que quer botar a culpa de tudo no Jair Bolsonaro, que foi lá que começou [os desvios]. O povo não está caindo nessa”, rebateu a deputada.

Presidente do INSS

Ainda nesta quinta-feira (5), a CPMI ouviu o depoimento do presidente do INSS, Gilberto Waller Júnior, que explicou porque a instituição decidiu não renovar o contrato do Banco Master com o INSS para empréstimos consignados. Dos 324 mil contratos de crédito com aposentados, 251 mil não possuíam os documentos exigidos.

“Verificando a quantidade de reclamação dos nossos segurados, entendemos por bem não renovar o acordo de cooperação técnica em 18 de setembro, muito antes de liquidação de Master”, afirmou.

O presidente do INSS acrescentou que pediu aos representantes do Banco Master para ver os contratos de empréstimos consignados que não haviam sido protocolados no sistema pelo banco.

“Quando mostrou esses contratos, não tinha os elementos mínimos para a gente fazer o controle: não tinha o valor emprestado, taxa de juro, custo efetivo. E pior: a assinatura, que era uma assinatura eletrônica do nosso segurado, não era acompanhada com QR code, com aquilo com que você consegue certificar que a assinatura era daquela pessoa. E a gente saiu da reunião falando: ‘Não tem como assinar o termo de compromisso’”, completou.

Confira as informações sobre a CPI no Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil

Outros requerimentos

O presidente da CPMI, senador Carlos Vianna, decidiu manter a votação apenas dos requerimentos que eram consenso entre governo e oposição, tendo retirado de pauta outros 20 requerimentos sem acordo, como o pedido de prisão preventiva do ex-presidente do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) durante o governo de Jair Bolsonaro, José Carlos Oliveira, que também foi ministro do Trabalho e Previdência do governo anterior.

Vianna justificou que decidiu adiar a análise dos requerimentos tidos como polêmicos para tentar chegar a um acordo entre governo e oposição.

“Como sempre faço, busco consenso entre os líderes para que a gente possa avançar. Vários deles foram retirados, mas vários também, uma dezena muito importante de quebras de sigilo, foram aprovados e vão complementar. Naturalmente as investigações da CPMI”, argumentou.

Fonte: Agência Brasil

Por que Bad Bunny recebeu só US$ 1.000 por seu show no intervalo do Super Bowl

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Quanto Bad Bunny recebeu para se apresentar no intervalo do Super Bowl deste domingo? Bem pouco.

A NFL, National Football League, a liga do futebol americano dos Estados Unidos, cobre os custos do show, que podem chegar a milhões de dólares, mas os artistas -tanto o porto-riquenho como os que se apresentaram em edições anteriores- recebem o cachê mínimo estipulado pelo sindicato Screen Actors Guild-American Federation of Television and Radio Artists.

Isto equivale a cerca de US$ 1.000, ou R$ 5.200, uma quantia insignificante para megaestrelas como Bad Bunny, Rihanna e The Weeknd.

Os artistas aceitam o convite pela exposição gigantesca que o Super Bowl proporciona, o que pode acarretar mais streamings e convites para outros shows e apresentações futuras, como foi o caso de Shakira, Justin Timberlake e Bruno Mars, que já tocaram no intervalo.

“Quando você tem a oportunidade, como artista, de subir em um palco e alcançar 250 milhões de pessoas ao mesmo tempo, e isso sem contar as redes sociais, o streaming e a possibilidade de as pessoas assistirem novamente, acho que esse é um dos palcos mais importantes do entretenimento ao vivo”, disse Jon Barker, vice-presidente sênior e chefe global de grandes eventos da NFL, ao site The Athletic, do New York Times.

O show do intervalo do Super Bowl é um dos momentos de maior audiência da TV americana, e também extrapola as fronteiras do país. A performance deste domingo deu continuidade ao ótimo momento vivido pelo cantor. Seu disco “Debí Tirar Más Fotos” foi consagrado como álbum do ano no Grammy na semana passada, a primeira vez que um disco todo em espanhol fatura o prêmio máximo.

O presidente criticou duramente a apresentação do cantor porto-riquenho, classificando-a como a pior da história do evento. O espetáculo teve tom político, exaltou a América Latina e reacendeu críticas de aliados de Trump à escolha do artista

Notícias ao Minuto | 05:00 – 09/02/2026

Fonte: Noticias ao Minuto

Mulheres bate-bolas, Brilhetes de Anchieta conquistam espaço na rua

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O segredo mais bem guardado do grupo Brilhetes de Anchieta está perto de ser revelado. Falta menos de uma semana para a saída da turma de bate-bolas, de 38 meninas e mulheres, nesta sexta-feira (13), quando será conhecida em detalhes toda a indumentária do grupo. A fantasia foi preparada com a máxima discrição ao longo de seis meses.

Os bate-bolas são turmas de mascarados que usam fantasias temáticas ricas em cores e brincam o carnaval nas ruas do subúrbio do Rio de Janeiro. Parte indispensável da fantasia é a bola de borracha amarrada em um bastão.

Eles se tornaram uma das principais expressões artísticas do carnaval. Bem diferente de antigamente, não assustam mais nem correm atrás de crianças, embora o som das bolas de borracha batendo no chão continue o mesmo.

Atualizando a tradição, quando o portão da garagem do quartel-general das brilhetes se abrir, ao som de fogos e muito funk, as bate-bolas desfilarão pela rua exibindo a fantasia do 13º ano.

Ali, estarão desde crianças de 3 anos até mulheres de 58 anos, com diversas ocupações: professora, cuidadora, técnica em enfermagem, bombeira, estudante, pesquisadora de instituições culturais, entre outras.

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Turma de bate-bola feminino Brilhetes de Anchieta se prepara para o carnaval 2026, em Anchieta, zona norte da cidade. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Segunda família

A produtora cultural e líder das brilhetes, Vanessa Amorim, fundou o grupo em 2013. Antes, ela desfilava como bate-bola na Turma do Brilho, do sogro, fundada em 1991 e hoje administrada pelo marido. Com o passar o tempo, contou, ela e outras mulheres decidiram disputar a rua.

“Eu sempre via as meninas ajudando [os companheiros], levando bandeira, olhando criança, e eles à frente. As mulheres ficavam sempre na posição de mãe e esposa e nunca como brincante”.  

 

Vanessa Amorim, produtora cultural e fundadora da turma de bate-bola feminino Brilhetes de Anchieta que se prepara para o carnaval 2026, em Anchieta, zona norte da cidade. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

O grupo tornou-se também uma forma de desenvolver laços. Alexandra Cunha, de 44 anos, mãe de três filhos, conta que as brilhetes se tornaram sua segunda família.

“É uma emoção grande fazer o que você vai vestir. Gliterar, pregar os lacres nas casacas, o buá…”, disse a dona de casa. “No dia da saída, com o bate-bola pronto, a gente chora de emoção”.

A estudante Ana Júlia Guimarães, de 17 anos, vai desfilar pela primeira vez, junto com a mãe.

“Quando eu era pequena, eu tinha muito medo de bate-bola, mas, há três anos, minha mãe entrou na turma e eu vim juntou”, lembrou.

A adolescente conta que trabalha com prazer no barracão. “O processo de montar as roupas, a saída, é uma experiência muito legal”.

Para a tão aguardada saída, equipes de som de bailes estão contratadas, e o grupo ainda põe para funcionar um bar, com a intenção de cobrir custos remanescentes.

Além de saírem em Anchieta, na zona norte do Rio, as Brilhetes e a Turma do Brilho, do marido de Vanessa, aparecem em bloquinhos do centro ou da zona sul do Rio, assim como prestigiam a saída de bate-bolas de outros bairros e cidades.

 

Turma de bate-bola feminino Brilhetes de Anchieta se prepara para o carnaval 2026, em Anchieta, zona norte da cidade. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Homenagem a Conceição Evaristo

Em 2026, a turma de Anchieta homenageia a escritora mineira Conceição Evaristo, que completa 80 anos em novembro deste ano. Ela é autora de frases que inspiram as brilhetes ─ muitas delas, mulheres negras ─ como o lema “eles combinaram de nos matar, mas a gente combinamos de não morrer”.

A citação estampa uma camiseta do “kit” da turma (blusa, short e meia que usam por baixo da fantasia ou em eventos). Vanessa Amorim diz que a intenção era celebrar Conceição ainda em vida.

“Conceição é uma artista que escreve desde sempre e só recentemente foi notada”, destacou Vanessa.

“Ela é professora aposentada, sai de uma comunidade para o Rio, uma mulher negra cuja história precisa ser conhecida e reverenciada”, completa.

Em 2025, a turma homenageou  Marilyn Monroe, uma artista talentosa que acabou explorada como símbolo sexual. Em anos anteriores, trouxeram temas como a mãe natureza nas fantasias.

 

Barracão das Brilhetes, em Anchieta, zona norte da cidade. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Fantasias caprichadas

A cada ano, as Brilhetes de Anchieta investem em novos recursos, como luz de led e pinturas especiais para se destacar.

Em 2026, Vanessa revelou que a máscara, que cobre totalmente o rosto das integrantes, foi pintada à mão, cor por cor, um trabalho que levou semanas. A maior parte foi feita no quintal de sua casa, o barracão ou quartel-general das brilhetes, como é chamado.

 

Com fantasias feitas em casa e detalhes pintados à mão, Brilhetes de Anchieta se preparam para o carnaval 2026. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

É ali que ocorrem tanto as confraternizações e preparação das fantasias ao longo do ano quanto a saída. É aí que vestem o traje completo: macacão bufante e máscara que garantem o anonimato, casaca gliterada (coberta por purpurina), buá, bandeira, bexiga, meia, luva e sapato estilizados.

Para financiar as fantasias, a turma se compromete com pagamentos mensais. No caso das brilhetes, são dez prestações de R$ 150, sem contar itens importantes como o tênis e a essência por conta de cada uma.

O “cheirinho” de bate-bola é uma das marca da manifestação cultural e, este ano, o aroma das mulheres será o de morango. Uma fantasia de bate-bola pode custar entre R$ 1,5 mil e R$ 3mil.

 

Brilhetes aplicam essência na fantasia, elemento tradicional de bate-bolas do Rio de Janeiro. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Falta de reconhecimento

Os grupos de bate-bola são extremamente organizados, segundo a professora de Turismo da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), Caroline Bottino. Com a possibilidade de concorrer a editais públicos, eles precisaram se registrar para funcionar.

O apoio financeiro do Estado, no entanto, é aquém do necessário e bem menor que o investimento nas áreas turísticas e centrais do Rio, afirma Caroline, mesmo que o bate-bola tenha sido reconhecido como Patrimônio Cultural, em 2012.

Para a professora, os bate-bolas descentralizam o carnaval, por fazerem a festa no subúrbio, mas só existem devido à resistência de seus integrantes há gerações.

“É uma manifestação cultural muito forte do subúrbio, como as escolas de samba, que estão nas comunidades periféricas”, destacou.

Entretanto, para a especialista, a falta de apoio aos bate-bolas “escancara a segregação de investimentos na festa”.

 

Brilhetes vestem meias; fantasias das bate-bolas têm várias camadas e cobre todo o corpo Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

“O carnaval do Rio tem endereço certo e cada vez mais ele é projetado para atrair o turismo”, criticou.

Este ano, os bate-bolas pediram que a prefeitura aceitasse inscrições remotas para o concurso anual de fantasias, que será na Terça-Feira de Carnaval (17), no centro. Até hoje, é preciso que representantes enviem um responsável presencialmente, pela manhã, para inscrever os grupos na competição, o que inviável para muitas turmas que vivem distante.

“Para a gente, é muito difícil, porque, daqui, saímos de trem, e isso pode demorar 1h, 1h20. É muito complicado ir até lá e depois voltar para pegar a fantasia. É longe”, explicou Vanessa Amorim, que quer participar.

 

Turma de bate-bola feminino Brilhetes de Anchieta se prepara para o carnaval 2026 em rua de Anchieta, zona norte da cidade. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

“Fizemos uma fantasia de muita qualidade e queremos poder exibi-lá e ter reconhecimento”, disse.

A Riotur, braço da prefeitura que organiza o carnaval, procurada pela Agência Brasil, não forneceu informações atualizadas sobre a competição e não comentou as críticas sobre a centralização de investimentos até o fechamento desta reportagem.

Fonte: Agência Brasil

Bebidas adulteradas com metanol são foco de treinamento para Carnaval

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Os recentes casos envolvendo adulterações de bebidas destiladas com metanol, que chegaram a causar vítimas na Bahia, são alvo de um treinamento técnico para o Carnaval 2026.

As capacitações envolvem agentes estaduais das áreas de defesa do consumidor, saúde e segurança pública, além de fornecedores de bebidas, com foco na identificação de irregularidades, no correto armazenamento, na aquisição com origem comprovada e no descarte seguro das embalagens de vidro.

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A estratégia apresentada articula proteção à saúde, defesa do consumidor e organização do trabalho durante o Carnaval, com atenção especial à cadeia que envolve produção, comercialização e descarte.

A ação foi apresentada nesta segunda-feira, 9, durante coletiva realizada na sede da Superintendência de Proteção e Defesa do Consumidor da Bahia (Procon-BA), integrando uma iniciativa do Governo do Estado, em parceria com a Associação Brasileira de Bebidas (Abrabe) e cooperativas de catadores.

Ações preventivas

Um dos objetivos da estratégia é conscientizar os comerciantes sobre os perigos de comprar bebidas sem nota fiscal e colocar à disposição do consumidor.

“Tivemos muitos casos recentes de intoxicação por metanol no país, e esse tipo de prática coloca a população em risco”, ressaltou a presidente executiva da Abrabe, Cristiane Foja.

Além disso, o destino das embalagens após o consumo aparece como um ponto central da política de prevenção, ao impedir que garrafas retornem à cadeia ilegal de bebidas.

Segundo o coordenador executivo do Centro de Arte e Meio Ambiente (Camapet), Joilson Santana, os profissionais recebem kits com equipamentos de proteção individual, como óculos, luvas e canetas específicas para a marcação do vidro das embalagens, além de orientações técnicas para a descaracterização do vidro.

“A ideia é garantir a segurança desses profissionais durante o processo de recolhimento e descaracterização das embalagens, especialmente no Carnaval, evitando que o material chegue a locais indevidos e contribuindo para a proteção da saúde e do meio ambiente”, explicou.

A organização do descarte também é tratada como ferramenta de inclusão social e geração de renda. Ao assegurar que o recolhimento seja feito por cooperativas contratadas, a ação fortalece o trabalho decente e amplia o controle sobre a logística reversa do vidro, reduzindo riscos de reaproveitamento fraudulento e impactos ambientais.

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Denúncias e papel da população

A participação do consumidor é fundamental para a preveção e a população deve estar atenta aos sinais de irregularidade. Diante das suspeitas, é preciso acionar os órgãos competentes.

“Se houver dúvida sobre a qualidade da bebida, se o rótulo estiver diferente, se a coloração não for como a habitual ou se o preço estiver muito abaixo do valor de mercado, é fundamental procurar os órgãos de defesa do consumidor e as forças de segurança”, afirmou Felipe Freitas, titular da itular da SJDH.

Além disso, foi lançada uma recomendação técnica em formato de guia, com diretrizes para a gestão de resíduos e a logística reversa das embalagens de vidro. O documento orienta comerciantes, fornecedores e organizadores de eventos sobre práticas seguras de descarte e reforça a inclusão socioeconômica de catadores e catadoras, consolidando o esforço do Estado para reduzir riscos à saúde, combater o comércio ilegal e organizar o Carnaval com mais segurança.

Casos de metanol na Bahia

Os casos de mortes por intoxicação por metanol foram uma das preocupações da saúde pública em 2025. Na Bahia, algumas vítimas foram intoxicadas, duas delas, fatais.

Fridman Gustavo Amorim Brito, de 22 anos, morreu no Hospital Regional de Juazeiro, no extremo norte da Bahia, no dia 10 de dezembro de 2025. Ele ingeriu a bebida em novembro, em Petrolina, município de Pernambuco.

O único caso de morte causada pelo consumo dentro do estado baiano foi o de Vinícius Oliveira Vieira, de 31 anos, no dia 2 de janeiro de 2026. Morador de Ribeira do Pombal, ele comprou a bebida em um depósito que foi interditado dias depois, com novos casos de intoxicações confirmadas.



Fonte: A Tarde

Flamengo gasta mais em Paquetá do que todo o orçamento anual do Vitória

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Rivais dentro de campo nesta terça-feira, 10, às 21h30, no Barradão, Vitória e Flamengo abrem a terceira rodada do Brasileirão com contextos dentro e fora das quatro linhas bem distintos. O rubro-negro baiano vem da 15ª colocação na última temporada, enquanto o carioca foi campeão da competição.

A discrepância existente entre as equipes escapa o contexto campo e invade o globo administrativo e financeiro. Recentemente, o Vitória aprovou o seu orçamento líquido de R$ 252,8 milhões para arcar com as despesas de diversas áreas do clube, incluindo futebol feminino, o masculino, as categorias de base, dívidas e gastos operacionais no ano de 2026.

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O Flamengo vive uma realidade que pode-se considerar utópica dentro dos parâmetros do rival baiano. Segundo dados divulgados inicialmente pela ESPN, o Urubu tem orçamento previsto para o ano de 2026 de mais de R$2 bilhões.

Mercado de transferências

O Vitória se movimentou 20 vezes no mercado da bola planejando a temporada de 2026. A somatória de todas essas movimentações chega a cerca de R$46 milhões. Este valor é próximo do montante que o Flamengo gastou em seus dois jogadores reservas, Andrew e Vitão, que juntos somam o investimento de aproximadamente R$45 milhões.

O fator mais discrepante que aconteceu dentro do mercado da bola foi a transferência de Lucas Paquetá, que movimentou R$260 milhões dos cofres do time da Gávea, para tirar o meia do West Ham, da Inglaterra. Tal valor representa seis vezes mais do que o Vitória gastou nos seus últimos dois anos de mercado de transferências.

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Impacto direto em campo

A diferença de valores no braço administrativo tem impacto direto no desempenho dentro do campo. No contexto deste duelo entre Vitória e Flamengo, os resultados da temporada passada refletem diretamente as diferenças.

O Vitória perdeu dentro do Barradão por 2 a 1, e no jogo do segundo turno, sofreu a maior goleada da história dos pontos corridos, quando foi derrotado pelo Flamengo por 8 a 0, assim adicionando mais um marco histórico na competição nacional.

Em 2026, o Vitória já sofreu uma goleada no Campeonato Brasileiro, onde perdeu para o Palmeiras de Abel Ferreira por 5 a 1, na última rodada do Brasileirão.



Fonte: A Tarde

Príncipe William e Kate Middleton quebram silêncio sobre caso Epstein

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Pela primeira vez, o príncipe William e Kate Middleton comentaram publicamente o caso polêmico do criminoso Jeffrey Epstein, que envolve o ex-príncipe Andrew.

Os príncipes de Gales disseram estar “profundamente preocupados” e afirmaram que “seus pensamentos continuam voltados para as vítimas” do falecido Jeffrey Epstein, que foi acusado e condenado por crimes sexuais.

As declarações de William e Kate foram feitas durante uma viagem oficial do casal real à Arábia Saudita, segundo o Daily Mail. “Posso confirmar que o príncipe e a princesa de Gales estão profundamente preocupados com as revelações que continuam surgindo. Seus pensamentos permanecem focados nas vítimas”, afirmou um porta-voz do Palácio de Kensington à imprensa, na capital Riade, na manhã desta sexta-feira, 9 de fevereiro.

Fontes do palácio disseram que, embora esta tenha sido a primeira vez que William e Kate se manifestaram publicamente, o casal real já havia deixado claro que compartilhava dos sentimentos expressos na declaração do Palácio de Buckingham.

O rei Charles III e a rainha Camilla foram os primeiros membros da família real britânica a expressar publicamente apoio às muitas mulheres e jovens que sofreram abusos nas mãos de Jeffrey Epstein.

“Suas Majestades desejam deixar claro que seus pensamentos e sua mais profunda solidariedade estão e continuarão com as vítimas e sobreviventes de todas as formas de abuso”, informou o Palácio de Buckingham em comunicado divulgado em outubro do ano passado.

Ex-príncipe Andrew teria compartilhado informações confidenciais com Epstein

O ex-príncipe Andrew tem estado no centro das atenções desde que foi noticiado que seu nome está ligado ao caso Epstein. Agora, foi revelado que o irmão do rei Charles III compartilhou, entre 2010 e 2011, informações confidenciais de seu trabalho como enviado comercial do Reino Unido com o financista norte-americano e criminoso sexual condenado Jeffrey Epstein, segundo documentos divulgados nos Estados Unidos.

Uma série de e-mails mostra que Andrew enviou a Jeffrey Epstein detalhes de suas viagens oficiais a Singapura, Vietnã, Shenzhen e Hong Kong, além de relatórios dessas visitas elaborados por seu assistente, Amit Patel, pouco depois de recebê-los.

Ele também teria enviado ao empresário informações sobre oportunidades de investimento no Afeganistão, que seriam supervisionadas pelas forças britânicas e financiadas pelo governo do Reino Unido.

Recentemente, vale lembrar, novos arquivos de Jeffrey Epstein foram divulgados, incluindo fotografias de Andrew Mountbatten-Windsor ajoelhado sobre uma mulher que aparece deitada de costas no chão, com os braços abertos.

Charles III é questionado sobre polêmica envolvendo o ex-príncipe Andrew; William e Kate também

O rei Charles III e Camilla foram questionados publicamente sobre as ligações de Andrew com Jeffrey Epstein na semana passada, durante uma visita à vila de Dedham.

“Charles, Charles, você pressionou a polícia para começar a investigar Andrew?”, gritou um manifestante. O monarca, de 77 anos, não respondeu, não se sabendo se ouviu a pergunta. Charles III seguiu seu caminho cumprimentando as pessoas que estavam no local.

No mês passado, os príncipes de Gales estavam em visita à Escócia quando também foram abordados na rua por uma pessoa que os questionou sobre Andrew e o caso Jeffrey Epstein.

“Há quanto tempo vocês sabiam sobre Andrew e Epstein? Há quanto tempo vocês sabiam sobre Andrew e Epstein?”, gritou uma das pessoas presentes no local. William e Kate não reagiram à provocação.

Fonte: Noticias ao Minuto