quarta-feira, fevereiro 4, 2026
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95 cidades baianas seguem sem registro de mortes violentas em 2025 – Acorda Cidade

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95 cidades baianas seguem sem registro de mortes violentas em 2025
95 cidades baianas seguem sem registro de mortes violentas em 2025
95 cidades baianas seguem sem registro de mortes violentas em 2025
95 cidades baianas seguem sem registro de mortes violentas em 2025

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Fonte: Acorda Cidade

Israel se diz “preparado” para receber os reféns, afirma Netanyahu

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Israel está “preparado e pronto para receber imediatamente todos os nossos reféns”, afirmou na madrugada deste domingo (12) o gabinete do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu.

Netanyahu conversou neste domingo (12) com o coordenador de reféns e pessoas desaparecidas, Gal Hirsch.

Espera-se que um total de 48 reféns seja libertado como parte do acordo de cessar-fogo firmado nesta semana.

Dos capturados em 7 de outubro de 2023, 20 são considerados vivos e 25 mortos, com o status de outros dois ainda incertos.

Há também mais um refém cujo corpo foi mantido em Gaza antes dos ataques de 7 de outubro. Trata-se de um soldado das Forças de Defesa de Israel, morto em 2014.

Fonte: CNN BRASIL

Sucuri com cerca de 2 metros é resgatada na zona urbana de Porto Seguro – Acorda Cidade

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Fonte: Acorda Cidade

Jovem passa mal e morre após comer acarajé no interior da Bahia

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Fonte: Acorda Cidade

Pesquisas revelam preocupação com crianças em extremos climáticos

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Duas pesquisas divulgadas este mês alertam para os efeitos dos extremos climáticos nas crianças. Uma delas é um levantamento encomendado pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal ao Datafolha: mais de 80% dos brasileiros temem pelos efeitos das mudanças climáticas em bebês e crianças de 0 a 6 anos.

O estudo Panorama da Primeira Infância: o impacto da crise climática entrevistou 2.206 pessoas, sendo 822 responsáveis por crianças, entre os dias 8 e 10 de abril de 2025. Os maiores medos se concentram em impactos sobre a saúde: 7 em cada 10 pessoas (71%) manifestaram esse tipo de preocupação, com destaque para as doenças respiratórias.

Outras questões levantadas por 39% dos entrevistados foram o maior risco de desastres (como enchentes, secas e queimadas), além da dificuldade em acessar água limpa e comida (32% das respostas).

Segundo o estudo, 15% acreditam que as mudanças climáticas provocarão maior consciência ambiental e 6% confiam que a sociedade encontrará soluções para reduzir os danos.

“Ver que a população reconhece o risco que as crianças enfrentam já é uma vitória — significa que entendemos quem está na linha de frente da crise e que há urgência em agir. As crianças na primeira infância são as menos culpadas pela emergência climática e, ainda assim, são o público mais afetado. Essa injustiça exige que cada medida tomada considere a vulnerabilidade de quem depende da proteção dos adultos”, disse Mariana Luz, diretora da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal.

Mortalidade infantil

O outro estudo corrobora a preocupação da população. Ele foi conduzido por cientistas do Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para Saúde (Cidacs/Fiocruz Bahia), do Instituto de Saúde Coletiva (ISC) da Universidade Federal da Bahia (UFBA), da London School e do Instituto de Saúde Global de Barcelona.

Publicada no periódico Environmental Research, a pesquisa indica que bebês em período neonatal (7 a 27 dias) são os mais afetados pelo frio, com risco 364% maior de morrer em condições extremas, em comparação às condições normais. Com relação ao calor, o impacto cresce à medida que a criança envelhece, sendo 85% maior em calor extremo entre os que têm entre 1 e 4 anos.

Os pesquisadores analisaram mais de 1 milhão de mortes de menores de 5 anos ao longo de 20 anos. O risco de mortalidade nesta faixa etária chegou a ser 95% maior no frio extremo e 29% maior no calor extremo do que nos dias com temperatura amena (em torno de 14 a 21°C).

A pesquisa teve como base os dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) do Sistema Único de Saúde (SUS) e do Conjunto de Dados Meteorológicos Diários em Grade do Brasil (BR-DWGD).

Professor do ISC/UFBA e colaborador do Cidacs, Ismael Silveira explica que pesquisas internacionais já indicavam que crianças pequenas são mais vulneráveis aos extremos climáticos. Mas havia poucas evidências em países com clima tropical.

“O Brasil tem dimensões continentais e forte desigualdade socioeconômica, o que o torna um ‘laboratório natural’ para investigar os impactos do clima. A cobertura e qualidade dos dados de óbitos e o uso de métodos estatísticos robustos favoreceram a superação dessa lacuna”, diz Silveira.

Crianças são mais vulneráveis aos efeitos das mudanças de temperatura porque seus corpos ainda não desenvolveram totalmente os mecanismos de regulação térmica. Nos dias mais quentes, os riscos incluem insolação, desidratação, problemas renais, doenças respiratórias e infecciosas. No frio, podem haver hipotermia, que desencadeia complicações respiratórias e metabólicas, e favorece o aumento de infecções.

O Brasil apresenta variações regionais quanto aos impactos climáticos. Os dados indicam que a mortalidade de crianças menores de cinco anos relacionada ao frio atingiu o maior aumento (117%) no Sul do país. Já a mortalidade relacionada ao calor foi maior no Nordeste (102%).

As taxas elevadas de mortes de crianças continuam concentradas nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Essas regiões apresentam maior vulnerabilidade socioeconômica e acesso pior à infraestrutura básica, como saneamento e moradia adequada. O aumento das temperaturas representa uma ameaça adicional.

Fonte:Agência Brasil

Reféns de Gaza podem ser libertados ‘a qualquer momento’

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Israel e Hamas chegaram a um acordo sobre a primeira fase de um cessar-fogo em Gaza –

O vice-presidente dos EUA, J.D. Vance, disse neste domingo, 12, que os reféns israelenses poderiam ser libertados de Gaza “a qualquer momento”.

“Deve ser a qualquer momento”, disse o vice-presidente ao programa “Meet the Press”, da NBC News, quando questionado sobre quando a libertação dos reféns pelo movimento palestino Hamas poderia ocorrer.

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Israel começará a libertar os palestinos detidos em prisões israelenses assim que o retorno de todos os reféns mantidos em Gaza for confirmado, disse uma porta-voz do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, neste domingo, 12.

“Os prisioneiros palestinos serão libertados assim que Israel receber a confirmação de que todos os nossos reféns, que serão libertados amanhã, cruzaram a fronteira para o território israelense”, disse a porta-voz Shosh Bedrosian à imprensa.

Leia Também:

No passado, durante tréguas anteriores no conflito entre Israel e o Hamas, os restos mortais de alguns reféns foram identificados após seu retorno a Israel.

Palestinos voltam após cessar-fogo

Mais de 500.000 pessoas retornaram à Cidade de Gaza após a entrada em vigor do cessar-fogo entre Israel e o Hamas na sexta-feira, informou a Defesa Civil do território palestino neste sábado, 11.

O Exército israelense alertou que algumas áreas no norte do território permanecem “extremamente perigosas” para a população civil.

O deslocamento dos civis palestinos começou já nas primeiras horas após o início do cessar-fogo. Quando não a pé, os deslocados enfrentam longas jornadas de várias horas usando os poucos veículos ainda em funcionamento, além de carroças puxadas por animais, bicicletas e motocicletas.

O acordo

Israel e Hamas chegaram a um acordo sobre a primeira fase de um cessar-fogo em Gaza, na qual está prevista a libertação dos reféns israelenses que estão vivos em troca da soltura de cerca de 2.000 palestinos após dois anos de guerra.

O Catar, que mediou as negociações junto com Egito, Estados Unidos e Turquia, informou que foi alcançada “a primeira fase do acordo para o cessar-fogo em Gaza, que levará ao fim da guerra, à libertação dos reféns israelenses e prisioneiros palestinos, e à entrada de ajuda humanitária” no território.



Fonte: A Tarde

“Agro é Delas” destaca o protagonismo feminino no campo, com homenagens e palestra | ASN Bahia

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O Circuito Agro é Delas concluiu nesta sexta-feira (10), uma programação especial para reforçar o compromisso com o fortalecimento da liderança feminina no agronegócio e a valorização das mulheres que transformam o campo com inovação, sensibilidade e empreendedorismo. Promovido pelo Sebrae e Faeb/Senar, o encontro recebeu o apoio de parceiros da 41ª Exposição Agropecuária de Teixeira de Freitas, fazendo parte de um dos momentos de capacitação, aprendizado e troca de experiências, no estande do Sebrae.

A empresária Luciana Balbino foi a palestrante escolhida para partilhar suas vivências, que a levou a se tornar referência nacional em desenvolvimento territorial e uma das ‘100 Mulheres Poderosas do Agro’ no Brasil, pela Revista Forbes, conceituada publicação de negócios e economia do mundo. Balbino apresentou uma palestra emocionante e motivadora, de uma trajetória inovadora e com desafios, que envolveu o público em torno da historiadora e líder comunitária.

As discussões foram intermediadas pela jornalista baiana com ampla experiência em coberturas esportivas e grandes eventos, Patrícia Abreu, que participou de um dos momentos mais emocionantes da tarde, com a entrega das homenagens às produtoras rurais vencedoras do Prêmio Sebrae Mulher de Negócios 2025, Juliana Dória (Ouro – Agroindústria Bom Sossego – Porto Seguro), Rosimilia Pereira (Prata – Fazenda Passagem Nova – Medeiros Neto), Nébia Araújo (Bronze – Queijaria EG Sabores – Medeiros Neto), além das demais candidatas na categoria, Eduarda Brito e Luciana Dantas.

Acompanhando o evento, o gerente regional do Sebrae em Teixeira de Freitas, Alex Brito parabenizou as mulheres e destacou as trajetórias representadas por elas. “Me emocionou profundamente essa edição do Prêmio Sebrae Mulher de Negócios. Fomos a regional com maior volume de inscritas, número de finalistas e de medalhistas de ouro, além da unanimidade do pódio em uma das categorias. Mas tudo isso com a força e histórias inspiradoras como a de vocês. Faço votos que no próximo ano possamos contar novas histórias de sucesso da nossa região”, comentou.

Fonte: Sebrae Bahia

PT lança nova propaganda partidária a um ano das eleições

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O Partido dos Trabalhadores (PT) divulgou neste sábado (11) uma nova campanha partidária. A campanha já está sendo exibida em TV aberta. O foco da abordagem é questionar o público sobre “que país você quer?”, contrapondo posicionamentos do partido aos da oposição, e fecha com slogan afirmando que o país está “em defesa do povo brasileiro”:

“Vem cá, que país você quer? O que retornou ao mapa da fome ou o que saiu enfrentando a desigualdade com mais comida na mesa? O país que quer blindar políticos corruptos e que cometem crimes contra a democracia ou que quer reduzir a escala de trabalho sem cortar salário? O país que mantém privilégios para os super ricos ou que taxa quem é bilionário para zerar o imposto de quem ganha menos? PT em defesa do Brasil e do povo brasileiro.”

A nova propaganda aparece a um ano das eleições presidenciais. O governo tem aprovado uma série de benefícios sociais, enquanto a equipe econômica busca alternativas para compensar o impacto no orçamento.

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Entenda os pontos abordados na nova propaganda

Pauta econômica

A propaganda tenta resgatar a aprovação da opinião pública diante da pauta econômica, diante de recente derrota no Congresso. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, contava com uma medida provisória que criava uma série de impostos para arrecadar mais R$ 17 bilhões aos cofres públicos. A MP, no entanto, caducou, após sessão em que União Brasil e Progressistas, recém-chegados na oposição, apresentaram diversos requerimentos de adiamento de votação. A fim de responder à derrota, Fernando Haddad anunciou que poderia cortar R$ 10 bilhões em emendas parlamentares. Logo após a ameaça, o presidente da Câmara, deputado federal Hugo Motta (Republicanos-PB), reagiu. Em entrevista concedida à CNN Brasil, ele disse que voltar-se contra emendas parlamentares é “ir contra a população.”

PEC da imunidade vs redução da jornada de trabalho

Além disso, o PT contrapõe duas pautas que estão em áreas diferentes: a proposta de emenda à Constituição que obrigaria o aval da Câmara antes de investigações contra parlamentares, chamada de PEC da imunidade, e a pauta que pretende reduzir a jornada de trabalho, das atuais 44 horas semanais para 36 horas semanais.

As duas pautas dividem opiniões mesmo em posições semelhantes do espectro político. Parlamentares que alegam perseguição do STF, como o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) saíram em defesa da proposta, argumentando que já há blindagem no Brasil atual, isso para os políticos de esquerda. A proposta, no entanto, terminou rejeitada no Senado Federal.

Já a redução da jornada de trabalho agrada trabalhadores, mas é vista com reservas por especialistas. De acordo com eles, o efeito poderia ser o oposto ao esperado: intensificação do trabalho na jornada reduzida, aumentando danos psicológicos e mesmo físicos aos trabalhadores. Além disso, argumentam que a redução da jornada de trabalho, em países desenvolvidos, foi consequência, e não causa da melhora nos indicadores econômicos. Em outras palavras, foi o desenvolvimento que possibilitou a redução da jornada, e não a redução da jornada que levou ao desenvolvimento.

Mapa da fome

Bandeira antiga de Lula, a saída do mapa da fome aparece frequentemente em discursos, sobretudo em órgãos internacionais. Na prática, isso significa que o Mapa da Fome da Organização das Nações Unidas (ONU) retirou o Brasil da lista de países com risco de insegurança alimentar severa. Isso ocorre porque menos de 2,5% da população brasileira está em risco de subnutrição.

Ainda assim, especialistas apontam incoerências. Em entrevista à BBC Brasil, cofundadora e diretora de políticas públicas no movimento Pacto Contra a Fome, Maria Siqueira, aponta para o problema do desperdício de alimentos. Para ela, o problema não é enfrentado como conexo ao problema da fome, o que pode gerar as constantes idas e vindas no mapa.

Mas ainda sob a ótica restrita da fome, o Brasil tem oscilado na lista da ONU ao longo do século, o que indica índices precários nesse sentido.

Fonte: Gazeta do Povo

Moraes atende pedido do PT e suspende leis de obras em Goiás

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), atendeu a um pedido do Partido dos Trabalhadores (PT) e determinou a suspensão de duas leis que autorizavam obras e parcerias de infraestrutura em Goiás.

Assinada em caráter liminar nesta sexta-feira (10), a decisão afeta o funcionamento do Fundo Estadual de Infraestrutura (FUNDEINFRA), um dos programas do governo Ronaldo Caiado (União Brasil) para investimentos em rodovias e obras no estado.

O governador – que é um dos pré-candidatos da direita à presidência da República – garantiu que irá cumprir a decisão. Contudo, ele rebateu: “O voto do ministro Alexandre de Moraes foi político”.

Entenda a decisão

A medida cautelar suspende duas leis (22.940/2024 e 23.291/2025) aprovadas pela Assembleia Legislativa de Goiás e sancionadas por Caiado.

A legislação autorizava a execução de obras sem necessidade de licitação pública. O processo se dava a partir do Programa de Parcerias Institucionais. Basicamente, o governo goiano estava autorizado a firmar convênios com o Instituto para o Fortalecimento da Agropecuária de Goiás (IFAG) para executar obras financiadas com recursos do FUNDEINFRA.

O diretório nacional do PT, então, judicializou a questão alegando a violação das normas federais de licitação e de controle de gastos públicos. O partido afirmou que o modelo goiano permitiria que obras fossem feitas por meio de parcerias diretas com entidades privadas sem transparência e sem concorrência.

“A lei estadual tenta, por via oblíqua, afastar do Estado a prestação direta de serviços públicos sem o devido processo licitatório, que reverbera na falta de transparência e planejamento prévio, tratamento desigual de possíveis concorrentes”, afirmou o PT no processo.

Na decisão, Moraes concordou com os argumentos do partido e alega que “a norma local desvirtua o princípio da igualdade que deve lastrear o chamamento público para a seleção de organização da sociedade civil para firmar parceria”. Além disso, argumenta que o modelo adotado “destoa da norma constitucional que impõe a necessidade de licitação”.

O ministro também citou que o FUNDEINFRA movimentou mais de R$ 2,5 bilhões entre 2023 e 2025, financiando obras rodoviárias, pontes e viadutos em várias regiões do estado.

Com a decisão, todas as obras e contratos realizados com base nessas leis ficam paralisados até nova deliberação. O governador Ronaldo Caiado e a Assembleia Legislativa de Goiás têm dez dias para se manifestar.

Contexto político

A decisão representa uma vitória do PT em uma disputa direta com o governo de Goiás, que tem em Caiado um nome reconhecido pela direita e próximo ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

O FUNDEINFRA foi considerado um dos pilares da política de infraestrutura da gestão Caiado. Ele permitia ao agronegócio contribuir com a recomendação e parte da execução de obras públicas – o estado é um dos maiores produtores do Brasil.

Além disso, o caso volta a colocar o ministro Alexandre de Moraes no centro de uma nova disputa entre o STF e governos estaduais de perfil mais conservador.

Fonte: Gazeta do Povo

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Fonte: Farol da Bahia