O empresário baiano Augusto Lima, que responde em liberdade a processo no âmbito da Operação Compliance Zero — o Banco Master como um dos alvos —, tem se queixado do tratamento dado pelos caciques petistas.
Nos bastidores, declarações proferidas pelos membros da alta cúpula da sigla têm irritado o empresário, um dos principais sócios do banqueiro Daniel Vorcaro — preso pela segunda vez na última quarta-feira, 4.
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Pessoas próximas a ele, de acordo com a colunista Milena Teixeira, do Metrópoles, revelam incômodo do executivo quando tem sido citado em entrevistas, de forma indireta, por alguns aliados, como “aquele cara”.
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O empresário se aproximou do PT da Bahia quando adquiriu a Empresa Baiana de Alimentos (Ebal). À época, a compra incluiu a rede de supermercados Cesta do Povo e o cartão de pagamentos Credcesta.
No estado, ele tem relação com políticos tanto da esquerda quanto da direita, a exemplo do senador Jaques Wagner, do ministro Rui Costa e do presidente do PL Bahia, João Roma.
Fonte: A Tarde



