terça-feira, março 10, 2026
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Atores revelam bastidores com Wagner Moura: “Parece pernambucano”

Se o cinema é a arte do encontro, ‘O Agente Secreto’ promoveu uma reunião de potências que transborda as telas. Nos bastidores, a admiração pelo baiano Wagner Moura é unânime, mas ninguém definiu melhor o talento do ator do que o veterano Rubens Santos.

Com o bom humor típico de quem conhece bem as rivalidades e amores de Salvador e Recife, o intérprete de Natalício disparou: “O baiano tem um molho. O Wagner é uma pessoa maravilhosa, um ator incrível; ele é tão bom, tão bom, que parece ser pernambucano”, brincou ele em entrevista ao Cineinsite A TARDE.

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Um reencontro de décadas

Para Fabiana Pirro, que interpreta a Doutora Inês, trabalhar no mesmo projeto que Wagner foi o fechamento de um ciclo que começou no ano 2000. Na época, ela integrava uma nova geração de artistas em Recife, enquanto Wagner, Lázaro Ramos e Vladimir Brichta brilhavam no palco com o espetáculo A Máquina, de João Falcão.

“Eu assisti àquele espetáculo umas dez vezes. Sabia as falas de cor e ficava encantada com aqueles atores. Um dia eu assistia olhando para o Lázaro, outro para o Vladimir, outro para o Wagner”, recorda Fabiana. “Quando soube que faria o filme, pensei: ‘Meu Deus, minha cena não tem o Wagner!’. Mas nos encontramos nos ensaios do elenco e pude abraçá-lo. Tenho uma admiração imensa por ele, não só pela força no palco, mas como cidadão e artista”.

Os atores Rubens Santos e Fabiana Pirro | Foto: Bianca Carneiro | Ag. A TARDE

A química do Oscar

O Agente Secreto concorre a quatro categorias do Oscar 2026, que acontece no próximo dia 15. São elas: Melhor Filme, Melhor Filme Internacional, Melhor Ator para Wagner Moura e Melhor Elenco.

A atriz destaca que a engrenagem do longa funcionou perfeitamente graças à sintonia entre o diretor e o protagonista. Para ela, a união de dois olhares que também são de diretores, já que Wagner também assina obras atrás das câmeras, foi o que elevou o filme ao patamar atual.

“Acho que a química entre Kleber e Wagner foi muito próspera. Essa paixão de um trabalhar com o outro faz desse filme algo muito forte. É claro que todo o elenco é incrível, mas essa dupla foi o que fez o filme ser o que ele é”, conclui Fabiana.

*Do Recife



Fonte: A Tarde

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