quinta-feira, março 26, 2026
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a história de Ceni e Léo Vieira no São Paulo

Léo Vieira chegou ao elenco do Bahia – e já tem velhos conhecidos por lá. Aos 35 anos, o goleiro voltará a trabalhar com Rogério Ceni, técnico do Esquadrão, com quem dividiu o dia a dia no São Paulo nos anos 2010.

Na época, os dois viveram uma relação bem diferente da atual. Ceni ainda era o titular absoluto e maior ídolo do clube paulista, enquanto Léo surgia como jovem promessa nas categorias de base e depois no elenco profissional.

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Agora, o reencontro acontece com o ex-companheiro no papel de treinador, e o “futuro substituto de Ceni” como uma peça a ser treinada por ele no Bahia.

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Léo no São Paulo

Léo Vieira esteve no São Paulo entre 2010 e 2016, período em que conviveu diretamente com Rogério Ceni até a aposentadoria do ídolo. Ao longo desses anos, o goleiro atuou pouco, com apenas duas partidas pelo time principal, já que era opção atrás de Denis, reserva imediato de Ceni.

Antes disso, o jogador havia iniciado a formação na Portuguesa, entre os 13 e 15 anos, e chegou ao São Paulo ainda em 2004, para integrar o Sub-15. Em 2009, foi emprestado ao Toledo antes de ser integrado de vez ao elenco profissional no ano seguinte.

Seu único jogo oficial como profissional do clube aconteceu apenas em 2016, na última rodada do Campeonato Brasileiro, quando entrou na vitória por 5 a 0 sobre o Santa Cruz, no Morumbi, já sem Ceni em campo, que havia encerrado a carreira.

Ao longo da carreira, também acumula passagens por Linense, Athletico, Atlético-GO, Rio Ave, Inter de Limeira e Juventude.

Léo Vieira e Rogério Ceni no São Paulo | Foto: Reprodução I X

Relação com Ceni

Apesar de não jogar muito, no entanto, Léo Vieira teve a chance de desenvolver uma relação sólida com Ceni, que se tornou um mentor para a vida e carreira do à época jovem goleiro.

“Sou um dos privilegiados. Costumo dizer que o São Paulo, para mim, foi uma escola, uma faculdade, um doutorado. Vivi com ele durante oito anos na equipe principal e aprendi muito“, disse à Gazeta Esportiva.

“Ele é um cara que não fala muito, mas suas atitudes ensinam diariamente. Tenho muitas histórias com o Ceni. Ele me ajudou muito, inclusive fora do futebol”, reconheceu.

Até mesmo na vida pessoal, Léo já recorreu a Ceni, como quando comprou seu primeiro carro aos 17 anos: “Na ansiedade de comprar meu primeiro carro, contei para ele, que ficou feliz com a conquista”.

Léo Vieira e Rogério Ceni no São Paulo

Léo Vieira e Rogério Ceni no São Paulo | Foto: Reprodução I X

“Perguntou qual seria o modelo, e eu disse que ia comprar um Audi A3 usado. Ele disse: ‘Pode parar, vai começar errado. Começa com um Golzinho, com os pés no chão’. São coisas que ele ia alertando, nos ajudando no dia a dia”, relembrou.

Chegada ao Bahia

Agora, Léo estava na Chapecoense desde 2024, somando 66 partidas pelo clube. Nesta temporada, entrou em campo 14 vezes e sofreu 16 gols antes de sair para o Tricolor.

No Bahia, disputará posição com João Paulo na missão de suprir a ausência do titular Ronaldo, que sofreu uma luxação no ombro na última rodada do Brasileirão, contra o Remo.



Fonte: A Tarde

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