Crianças iraquianas seguram retratos do líder supremo do Irã, o aiatolá Mojtaba Khamenei (à direita), e do falecido líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei –
O mundo acompanha com apreensão o relógio nesta terça-feira, 7. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, utilizou sua plataforma Truth Social para lançar um alerta sombrio sobre o futuro do Irã, afirmando que “toda uma civilização morrerá esta noite, para nunca mais retornar”, caso as exigências de Washington não sejam atendidas.
O ultimato, que mantém os mercados globais em alerta, expira às 20h no horário de Washington (21h em Brasília). Trump sinalizou que, sem um acordo que o “satisfaça”, as forças armadas americanas podem iniciar bombardeios massivos contra infraestruturas civis, como pontes e usinas de energia, com o objetivo de fazer o país regredir à “Idade da Pedra”.
Tudo sobre Mundo em primeira mão!
As condições de Trump
Embora o mandatário tenha sido vago ao falar em um “acordo que o satisfaça”, dois pontos foram destacados como indispensáveis para neutralizar a ordem de ataque:
- Renúncia nuclear: O abandono total da posse e produção de armas nucleares pelo Irã;
- Estreito de Ormuz: A reabertura imediata do trânsito naval no canal, por onde passa 20% do petróleo mundial.
Leia Também:
Porta aberta para a diplomacia?
Apesar do tom agressivo, a publicação de Trump nesta terça-feira pareceu deixar uma fresta para negociações de última hora. O presidente mencionou a possibilidade de uma “mudança de regime completa” onde mentes menos radicalizadas prevaleçam, afirmando que “algo revolucionariamente maravilhoso pode acontecer”.
“Saberemos esta noite — um dos momentos mais importantes da longa e complexa história do mundo. Quarenta e sete anos de extorsão, corrupção e morte finalmente chegarão ao fim”, declarou o presidente, encerrando sua mensagem com um “Deus abençoe o grande povo do Irã!”.
O que muda com o novo plano do gás
As medidas anunciadas visam atacar o preço final do botijão em diferentes frentes:
- Preço na revenda: fiscalização rígida dos repasses ao consumidor;
- Menos dependência externa: foco na produção e oferta do gás nacional;
- Proteção social: garantia de acesso ao botijão para quem mais precisa;
- Logística eficiente: redução do custo de frete e distribuição.
Fonte: A Tarde



