segunda-feira, abril 6, 2026
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Quando o Palmeiras ganha é sempre uma desculpa

As farpas trocadas entre Bahia e Palmeiras não são recentes, mas aumentaram após o 2 a 1 do Verdão na Fonte Nova no último domingo, 5. Em meio à polêmica, a presidente do Palmeiras, Leila Pereira, rebateu as críticas do Bahia, alfinetando o clube.

Em evento realizado na sede da Confederação Brasileira de Futebol, no Rio de Janeiro, a dirigente minimizou a polêmica envolvendo o lance do segundo gol do Palmeiras, alvo de reclamações do elenco e da comissão técnica tricolor.

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Quando o Palmeiras ganha é sempre uma desculpa e não é assim que funciona. Foi um jogo difícil e não houve influência nenhuma da arbitragem”, afirmou.

As declarações vêm na esteira das críticas feitas por nomes do Bahia, como Rogério Ceni, que afirmou que “a arbitragem tirou pontos do Bahia”, e o zagueiro David Duarte, que questionou o lance do gol decisivo dizendo que o juiz foi à Fonte roubar o Bahia em casa.

A principal contestação gira em torno de um possível contato de Gustavo Gómez sobre o defensor tricolor dentro da área, não marcado pelo árbitro nem revisado pelo VAR.

Leila defende postura palmeirense

Leila também aproveitou para reforçar a postura institucional do Palmeiras em relação à arbitragem, afirmando que o clube não costuma transferir responsabilidade para decisões do apito.

Sempre tem arbitragem, sempre tem um porquê. Eu, como presidente, não reclamo. Não terceirizo responsabilidade”, disse.

A dirigente ainda ampliou o debate ao cobrar maior equilíbrio nas punições aplicadas no futebol brasileiro. Ela citou o técnico Abel Ferreira como exemplo, destacando que treinadores são frequentemente punidos por reclamações em campo, enquanto outros agentes não recebem o mesmo tratamento.

“Meu treinador reclama e é punido. E dirigentes ou jogadores que desrespeitam a arbitragem em entrevistas? As coisas deveriam ser mais igualitárias“, afirmou.

Em meio às discussões, o diretor de futebol do Bahia, Cadu Santoro, disse que o árbitro responsável pelo lance, Lucas Casagrande, não voltará a apitar na Fonte Nova, deixando o final do embate em aberto para futuros desfechos.

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Fonte: A Tarde

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