Campeão de tudo em 2025, o Flamengo chega a 2026 com a missão de manter o alto nível – e está apostando dentro e fora de campo em estratégias para conseguir. Em termos de estrutura, o clube está negociando o aluguel de um avião exclusivo para uso da delegação.
A ideia é garantir mais autonomia nos deslocamentos e diminuir o desgaste físico dos jogadores ao longo da temporada, especialmente em meio ao calendário lotado que equilibra Campeonato Brasileiro, Libertadores, Copa do Brasil e outros torneios.
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Até a pausa para a Copa do Mundo, o Flamengo terá 18 partidas e deve percorrer mais de 27 mil quilômetros em compromissos. Depois do Mundial, a tendência é de um cenário ainda mais exigente, com as competições entrando em fases decisivas e um calendário mais comprimido pela pausa de quase dois meses.
Assim, o projeto prevê que a aeronave fique baseada no Rio de Janeiro e possa ser utilizada conforme a necessidade do clube, tanto para viagens quanto para retornos, sem depender da disponibilidade de companhias aéreas, cenário que ainda limita a operação atual, mesmo com o uso frequente de voos fretados.
Planejamento de longo prazo
A expectativa interna é de que o acordo seja fechado após a Copa do Mundo, com contrato estimado entre três e quatro anos. A proposta inclui a garantia de cerca de 30 a 35 voos com a companhia responsável pela operação.
“Vamos garantir 30/35 voos com uma companhia. Se tudo der certo, essa aeronave fica em chão no Rio de Janeiro e só decola quando a gente quiser”, afirmou o presidente Bap, em entrevista à Flamengo TV.
Mesmo antes de concretizar a negociação, o clube já vinha promovendo mudanças internas para melhorar a logística, como o planejamento antecipado de viagens e a adaptação dos deslocamentos à rotina de treinos e jogos.
Modelo compartilhado
Uma das possibilidades analisadas pelo clube é permitir que a aeronave seja utilizada por outras equipes quando não estiver a serviço do Flamengo, o que ajudaria a reduzir custos operacionais.
“Essa aeronave poderia prestar serviço para outros clubes, para o Flamengo fica mais barato e é conveniente para todos. Quando o Flamengo está no Rio, a aeronave estaria em chão e poderia voar com outros clubes”, disse.
“O que o Flamengo está comprando é ter a aeronave no chão no dia e na hora que quisermos voar”, explicou o dirigente.
Fonte: A Tarde



