quarta-feira, março 25, 2026
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Major e soldado da PM baleadas seguem internadas e sem prestar depoimento

Após o crime, elas foram levadas para o Hospital Geral Roberto Santos (HGRS) –

A soldado Ana Beatriz de Jesus Alves Santos, que atirou na major Caroline Ferreira Souza, na Vila Militar, em Salvador, na segunda-feira, 23, segue internada, com muitas dores e sem previsão de alta.

Ao portal A TARDE, o advogado da soldado, Lucas Sestelo, deu detalhes sobre a recuperação.

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“Ela continua internada, sentindo muitas dores, sem previsão de alta. Ela tem três perfurações: duas nas costas e uma no braço. Não há risco [de morte], ela está lúcida e consciente”, explicou.

O que motivou os disparos?

Há especulações de que os disparos tenham sido motivados por questões na corporação como assédio moral, insatisfação com o ambiente de trabalho e após Ana Beatriz ter sido informada de um inquérito na PM. No entanto, o advogado não confirmou nenhuma das informações.

“Não consigo confirmar, não. Em momento nenhum eu falei qual foi a motivação, até porque ela não foi ouvida ainda. Não tem o menor sentido eu me antecipar sobre qualquer motivação”, afirmou Lucas Sestelo.

Segundo o especialista, ele já trabalha junto à cliente em preparação de uma estratégia de defesa.

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Quem é Ana Beatriz?

Autora dos disparos, a soldado Ana Beatriz de Jesus Alves Santos, 24 anos, está na corporação há cinco anos. Ela é mãe de uma criança autista e filha de policial militar.

Estado de saúde da major

De acordo com Lucas Sestelo, a major Caroline Ferreira Souza também segue internada. A vítima passou por uma cirurgia na boca após ser ferida por um tiro no rosto.

Relembre o caso

A major da Polícia Militar da Bahia, Caroline Ferreira, foi atingida pela soldado Beatriz Ferreira Soares da Silva Andrade, na manhã de segunda-feira, 23. O caso ocorreu na Vila Militar, no Centro Administrativo da Bahia (CAB), em Salvador.

Durante a confusão, um terceiro policial tentou conter a autora dos disparos e ela também acabou sendo atingida nas costas e no braço.

Após o crime, elas foram levadas para o Hospital Geral Roberto Santos (HGRS). Na mesma noite, a major foi transferida para o Hospital Geral do Estado (HGE).



Fonte: A Tarde

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