Flávio Bolsonaro dançando em agenda no Nordeste –
O senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), tem intensificado a agenda de pré-campanha nas últimas semanas, seguindo a lógica eleitoral de ampliar a visibilidade pública.
A atuação, no entanto, passou a gerar críticas nas redes sociais, já que ocorre no momento em que o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), está internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
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O episódio mais recente ocorreu no domingo, 22, durante agenda em João Pessoa, quando Flávio apareceu dançando no palco e interagindo com apoiadores.
Confira:
A cena repercutiu nas redes, com comentários que questionavam a postura diante do estado de saúde do ex-presidente. Um internauta chegou a questionar: “O papai não tá morrendo?”.
Na semana anterior, o senador já havia sido alvo de críticas por publicar vídeos em tom festivo durante compromissos políticos em Rondônia.
Discurso conflitante
Ao mesmo tempo em que mantém a agenda pública, Flávio tem usado o quadro de saúde do pai para criticar decisões do Judiciário e defender a concessão de prisão domiciliar humanitária.
“Estão colocando a vida de Jair Bolsonaro em risco de propósito. Não existe mais justificativa para que não cumpram a lei e coloquem Bolsonaro em prisão humanitária”, escreveu em publicação no dia 13 de março.
Veja publicação
Estão colocando a vida de @jairbolsonaro em risco de propósito. Não existe mais justificativa para que não cumpram a lei e coloquem Bolsonaro em prisão humanitária pic.twitter.com/dcGrKxRKNw
— Flávio Bolsonaro (@FlavioBolsonaro) March 13, 2026
O que diz Flávio
Desde que começou a ser criticado nas redes sociais por estar feliz enquanto o pai está internado, Flávio disse que só tem feito o que o próprio Bolsonaro pediu.
“Fazendo o que meu pai pediu: ‘Leve esperança ao povo brasileiro’”, escreveu nas redes sociais, acrescentando que tem visitado o ex-presidente.
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Situação de Bolsonaro
Jair Bolsonaro está preso desde janeiro e internado em Brasília desde o dia 13 de março, após ser diagnosticado com broncopneumonia bacteriana.
Ele cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão por condenação relacionada a crimes contra a democracia e aguarda decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre domiciliar.
Fonte: A Tarde



