Enquanto o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) está internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital DF Star, em Brasília, a defesa prepara um novo pedido de prisão domiciliar para apresentar ao Supremo Tribunal Federal (STF).
Atualmente, Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão no 19º Batalhão da Polícia Militar, conhecido como Papudinha, na capital federal. Ele está internado desde a última sexta-feira, 13, devido a um quadro de broncopneumonia bacteriana.
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De acordo com o último boletim médico, divulgado no domingo, 15, o ex-presidente apresentou evolução no quadro de pneumonia, mas ainda mantém marcadores inflamatórios elevados. Não há previsão de alta.
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Pedidos de domiciliar
Desde que foi preso preventivamente na Superintendência da Polícia Federal, em novembro do ano passado, a defesa já apresentou ao menos quatro pedidos de prisão domiciliar. Todos foram negados pelo ministro Alexandre de Moraes, relator do caso no STF.
Nos requerimentos, os advogados alegam que Bolsonaro é idoso, tem saúde frágil e necessita de acompanhamento médico constante, o que, segundo a defesa, seria melhor garantido em casa.
Moraes, por sua vez, sustenta nas decisões que as condições de saúde do ex-presidente vêm sendo adequadamente atendidas no sistema prisional.
Último pedido negado
O último pedido de prisão domiciliar foi negado em 5 de março. Na ação, a defesa voltou a alegar quadro clínico complexo e necessidade de cuidados médicos contínuos.
Com base em laudo médico, no entanto, Moraes manteve a decisão de negar o benefício.
Segundo o ministro, a estrutura da prisão atende às necessidades médicas do ex-presidente. Ele também citou descumprimentos de medidas cautelares e risco de fuga.
Fonte: A Tarde



